Na reta final antes do primeiro turno das eleições, as campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) implementaram abordagens contrastantes para engajar o eleitorado. Enquanto a equipe de Lula concentra esforços na redução da abstenção e na mobilização de faixas etárias específicas, a campanha de Flávio aposta no voto útil como principal motor para garantir o comparecimento às urnas.
As estratégias refletem a análise de cada grupo sobre o perfil do eleitorado e os fatores que podem influenciar o resultado do pleito. A disputa se intensifica com a proximidade do dia da votação, e cada campanha busca maximizar o apoio e a participação de seus respectivos eleitores.
A mobilização de eleitores mais velhos na campanha de Lula
A preocupação com a abstenção é um ponto central para a campanha de Lula. O presidente do PT e coordenador da campanha, Edinho Silva, destacou o uso das redes sociais para incentivar a participação dos eleitores, reconhecendo a descrença na democracia representativa como um fenômeno global que também afeta o Brasil. A equipe tem trabalhado intensamente para que a população compareça às urnas.
O próprio candidato fez um apelo direto a eleitores com mais de 70 anos, para quem o voto é facultativo, incentivando-os a comparecer. Em um evento público, Lula enfatizou a importância da participação desses eleitores, ressaltando que o Brasil precisa da contribuição de todos. Essa faixa etária é vista como crucial para o desempenho do candidato.
Para reforçar essa estratégia, a campanha petista lançou o site
