A Procuradoria-Geral Eleitoral aponta que a Meta não cumpriu integralmente as determinações estabelecidas pelo Tribunal Superior Eleitoral para o controle de conteúdos nas campanhas presidenciais. O órgão manifestou-se pela aplicação de penalidades financeiras e destacou sinais de tratamento desigual na gestão de ferramentas tecnológicas durante a disputa política.
Em manifestação recente enviada ao tribunal, a empresa responsável por plataformas como Facebook, WhatsApp e Instagram sustentou que seguiu rigorosamente as diretrizes da Corte. A companhia argumentou que atuou para assegurar a equidade na distribuição de material político e na veiculação de anúncios eleitorais no decorrer do segundo turno.
determinações da justiça eleitoral
As exigências judiciais tiveram início após ações protocoladas por representantes das candidaturas envolvidas no pleito. A Justiça Eleitoral determinou que a empresa impedisse qualquer tipo de interferência na entrega orgânica de publicações de candidatos à presidência, visando proteger a lisura do processo democrático.
Entre as medidas impostas aos algoritmos da companhia, destacam-se a proibição de restrições na busca e a obrigatoriedade de critérios idênticos na utilização de recursos de inteligência artificial. O descumprimento parcial dessas diretrizes motivou a nova investida do órgão ministerial em busca de sanções.
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