Mogi das Cruzes

ACMC comemora volta de Mogi para a fase amarela do Plano São Paulo

A reclassificação do Alto Tietê para a fase amarela no Plano São Paulo foi recebida com alívio pela ACMC – Associação Comercial de Mogi das Cruzes. A medida anunciada hoje pelo governo estadual amplia, a partir de segunda-feira, o horário de funcionamento do setor de comércio e serviços. Um pacote de crédito no valor de R$ 125 milhões, bem como a renegociação de dívidas e a suspensão de cortes de água e gás, também foram divulgadas pelo Estado.

A fase amarela do Plano São Paulo estabelece que o comércio, serviços e shoppings operem com 40% da capacidade, com horário limitado a 12 horas diárias até 22 horas. O limite de ocupação também vale para bares e restaurantes que podem ter consumo local, no entanto, o horário permitido é de até 10 horas por dia, sendo até às 22 horas para os restaurantes e até às 20 horas para bares.

Nesta fase, eventos e convenções estão liberados, com tanto que respeitem o limite de 40% de ocupação, controle de acesso, hora e assentos marcados. Teatros, cinemas e museus também podem permanecer abertos.

Para a presidente da ACMC. Fádua Sleiman, a inclusão da cidade na fase amarela e a suspensão da fase mais restritiva, que impedia o funcionamento de alguns estabelecimentos comerciais depois das 20 horas e aos fins de semana, traz certo conforto para o setor. “O comércio vem seguindo à risca as recomendações sanitárias para garantir a segurança dos clientes e colaboradores e não é justo que seja ainda mais penalizado do que já foi. Defendemos, ainda, a vacinação em massa da população, pois, assim poderemos retomar a normalidade”, ressalta.

Após pedidos do setor de comércio, o governo também criou um pacote de crédito a juros baixos que será liberado por meio do Banco Desenvolve São Paulo e o Banco do Povo para as áreas de turismo, eventos, comércio e gastronomia. Outro anúncio foi a suspensão, pelo período de 90 dias, de protestos inscritos em dívida ativa. O corte do serviço de gás e água, no caso de contratos com a Sabesp, também foi suspenso. Os comerciantes que estão com algum tipo de débito com as empresas de serviços de consumo podem renegociar as dívidas em até 12 meses.

“É fundamental esse apoio para minimizar as dificuldades e auxiliar na preservação dos negócios, evitando que mais empresas fechem as portas”, conclui a presidente da ACMC.

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