Empresários e trabalhadores de 67 associações manifestaram-se contra o possível fim da chamada “taxa das blusinhas”, uma medida que está sendo considerada pelo presidente Lula. Em um ofício enviado ao presidente, os signatários classificaram a proposta como “eleitoreira” e prejudicial à indústria nacional.
A taxa, aprovada pelo Congresso com apoio do Ministério da Fazenda, foi criada para proteger a indústria nacional da “invasão” de produtos chineses de baixo valor. Fernando Pimentel, presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit), defende a igualdade tributária e regulatória, argumentando que a medida incentiva a importação de produtos já subsidiados em seus países de origem, como a China, prejudicando a produção e o emprego no Brasil.
O documento enviado ao governo destaca que o programa Remessa Conforme, que tributa em 20% as compras internacionais de até US$ 50, trouxe benefícios ao aumentar o emprego e a arrecadação no país. Empresários afirmam que, embora as importações tenham inicialmente diminuído, já retornaram aos níveis anteriores, com previsão de investimento de R$ 100 bilhões no setor varejista e industrial este ano.
Os empresários alertam que o fim da taxa poderia ameaçar esses investimentos, sem trazer novos aportes ao Brasil, já que plataformas internacionais pouco investiram no país, apesar de faturarem R$ 40 bilhões entre 2023 e 2025.
Dentro do governo, há uma divisão sobre o tema. Enquanto os ministérios da Fazenda e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio se opõem ao fim da taxa, a ala política considera a medida como uma forma de melhorar a imagem do presidente Lula junto aos eleitores. Após a manifestação dos empresários, o governo sinalizou que a decisão ainda não está definida.
Para mais informações sobre o impacto das políticas de importação no Brasil, visite a BBC Brasil.
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