As baixas temperaturas registradas em vários estados brasileiros não aumentam apenas os resfriados e problemas respiratórios. De acordo com o cardiologista Eduardo Coelho de Souza, da Hapvida, com base no Instituto Nacional de Cardiologia, o risco de infarto cresce em até 30% nessa época do ano porque há um estreitamento dos vasos sanguíneos, o que exige maior esforço do órgão. Em relação ao Acidente Vascular Cerebral {AVC}, a elevação chega a 20%. O levantamento aconteceu em 2022.
“As pessoas costumam ingerir menos líquidos e o sangue fica mais denso”, explica o médico do Ambulatório de Cardiologia do Hospital Santana, em Mogi das Cruzes {SP}.
Segundo ele, pacientes com histórico de doenças cardiovasculares, tabagistas, idosos e pessoas com hipertensão têm maior risco, sobretudo homens a partir dos 55 anos e mulheres acima dos 65.
Eduardo Coelho de Souza destaca que as medicações prescritas precisam continuar sendo tomadas. “Controlar colesterol, glicemia e pressão arterial e ter boa hidratação também são fundamentais”, alerta o profissional.
O atendimento médico deve ser procurado imediatamente quando a pessoa sente suor frio, mal-estar, náusea, dor ou pressão no peito, dificuldade para falar ou entender e perda súbita da visão, fraqueza ou dormência em um dos lados do corpo.
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