Objetivo é identificar áreas suscetíveis a desastres decorrentes de eventos naturais
O Plano Municipal de Redução de Riscos (PMRR) de Itaquaquecetuba segue em plena atividade. Entre os dias 27 e 29 de maio, o projeto realizará uma série de atividades que incluem mapeamento, caminhada diagnóstica e oficina para instruir os moradores. O objetivo da iniciativa é identificar áreas suscetíveis a desastres decorrentes de eventos naturais e avaliar a probabilidade de ocorrências, contando com a participação ativa dos moradores.
Na próxima segunda-feira (27), as atividades começam no Jardim Fiorelo, onde será feito o mapeamento de risco hidrológico e caminhada diagnóstica das 8h30 às 12h30. À tarde, das 13h30 às 17h, o mesmo trabalho será realizado na Vila Sônia. Na terça (28), as atividades continuam na Vila Japão, das 8h às 12h30, e no Maria Augusta, das 13h30 às 17h.
À noite, ainda no dia 28, será realizada uma oficina para os moradores da Vila Sônia e do Jardim Fiorelo na Associação Comunitária da Vila Sônia, das 18h às 20h. O objetivo é capacitar a população para reconhecer e agir diante de riscos iminentes, promovendo uma cultura de prevenção.
Por fim, na quarta (29), o mapeamento de risco hidrológico e a caminhada diagnóstica acontece na Vila Esperança e no Centro, das 8h às 14h. “Essa é uma oportunidade única de contribuir para a segurança da população e trazer os moradores para aprender mais sobre como se proteger em casos de desastres naturais”, disse o coordenador da Defesa Civil, Anderson Marchiori.
O PMRR de Itaquá, anunciado no início do mês, é realizado em parceria com a Secretaria Nacional de Periferias (SNP), por meio do Ministério das Cidades, do Governo Federal, e a Unicamp. O relatório final, que será produzido após a conclusão de todas as etapas, será um documento técnico importante para o direcionamento de políticas públicas de prevenção e ação em situações de risco e desastres.
Segundo o prefeito Eduardo Boigues, o projeto é fundamental para a cidade e a participação da população é de extrema importância. “A contribuição dos moradores é fundamental para identificar pontos críticos que podem não ser evidentes em análises técnicas. Eles conhecem a realidade local e com o direcionamento deles, o trabalho será mais assertivo”, completou.
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