Itaquaquecetuba

Prefeito Eduardo Boigues realiza reunião para avaliar como será o retorno às aulas

Na tarde desta sexta-feira (15), a Prefeitura de Itaquaquecetuba realizou uma reunião para discutir o rumo das aulas na rede municipal de ensino da cidade levando em conta toda a situação causada pela Covid-19. O intuito desse encontro foi realizar um estudo que leve em conta a opinião de núcleos da sociedade e da educação.

O encontro foi coordenado pela Secretaria de Educação e contou com a presença do prefeito Eduardo Boigues, do secretário de Educação, Lucas Costa, de Saúde Edson Rodrigues, do presidente do Conselho Municipal de Educação Jaudir Pereira dos Santos, da representante da Diretoria Regional de Ensino Andreia Charquesi, da presidente da Associação do Transporte Escolar de Itaquaquecetuba Michele Franco de Campo, da representante da Comissão das Escolas Particulares Andreia Silva de Oliveira e outros representantes.

O secretário de Educação demonstrou preocupação não só com os alunos, mas com todos os profissionais da educação. “São quase 1.500 professores que temos aqui e a gente também tem que pensar neles.”

Já o prefeito falou da importância não só do município conseguir atender quem procurar os hospitais, mas de conter o avanço da Covid-19. “Temos dois pesos na balança: o problema econômico e o problema da saúde. “O efeito retardado das festas de fim de ano começa a surgir agora. Tanto que estamos correndo para inaugurar o hospital infantil para termos mais 25 leitos: 20 de enfermaria e cinco de UTI. Mas não adianta termos espaço para atender. O importante é evitar a contaminação. Eu tive Covid e não quero que ninguém passe o que eu passei”, contou.

O secretário de Saúde está com suas energias concentradas na vacina. “A nossa saída vai ser a vacinação. Já estamos com tudo pronto e a nossa equipe está montada. Se nós começarmos a vacinar os profissionais da saúde e os idosos, vai ser um alívio porque eu já vou desafogar as UTIs.”

“Desafogando as UTIs, podemos voltar às aulas com mais tranquilidade. Se não conseguirmos normalizar a situação com a vacinação, esse número vai aumentar muito. E se o governador decretar fase vermelha de novo, não vai piorar só para a saúde. Vai piorar para a educação e todo o setor econômico, que já sofre muito desde o ano passado”, acrescentou Rodrigues.

Tudo o que foi discutido e ouvido nesta sexta vai ser levado em conta para a decisão que será dada na próxima semana.

 

Foto: Millena Matos

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