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A Secretaria Municipal de Saúde iniciou nesta semana a formação de servidores para a introdução de atendimentos de auriculoterapia em Suzano. Por meio da Rede de Atenção Psicossocial (Raps), o objetivo é incluir a prática como um tratamento auxiliar e complementar aos métodos clínicos tradicionais já aplicados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), visando a ampliação da oferta de serviços na cidade.
A formação ocorre por meio de encontros para apresentação e discussão teórica e criação da vivência prática junto às equipes de Atenção Básica, com dez profissionais inicialmente. Ao longo do ano, outras turmas de dez servidores cada serão montadas com o mesmo objetivo.
Os conceitos instruídos na formação consistem no aprendizado sobre anatomia auricular, incluindo o mapa de pontos sensíveis na estrutura das orelhas e a classificação destas regiões com foco em realizar diagnósticos de determinados casos, além de preparar os profissionais sobre os métodos terapêuticos via seleção de pontos e referenciais de apoio.
De acordo com a coordenadora da Raps, Dulce Ramos, as capacitações serão benéficas não apenas para os profissionais da Saúde, como para os munícipes. “A formação desses profissionais pode ser de grande impacto para o bem-estar dos suzanenses, com a introdução de um atendimento diferente, com base científica, mas com uma leveza maior para os pacientes”, disse.
Para o secretário municipal de Saúde, Pedro Ishi, a inclusão de um novo serviço na cidade passa pela adequação dos médicos e enfermeiros em prol da qualidade de vida da população. “Esperamos em breve ter esses profissionais atuando nas nossas unidades com esses e outros atendimentos voltados para vários tratamentos, inclusive psicológicos”, contou.
Terapia alternativa
A auriculoterapia é uma vertente da medicina tradicional chinesa que consiste na estimulação mecânica de pontos específicos das orelhas para aliviar dores e tratar problemas físicos e psiquiátricos, ajudando também no diagnóstico de doenças por meio da observação de alterações nestes pontos.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o tratamento se configura na lista de terapias de microssistemas, sendo altamente indicado para casos em que o paciente está impedido de usar agulhas de acupuntura ou como complemento à terapia com agulhas, sendo uma alternativa adicional às convenções ocidentais práticas.
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