Diretores foram recebidos na manhã desta segunda-feira (1o de fevereiro) pelo chefe do executivo suzanense, que firmou compromisso de apoiar a luta da categoria
Em atendimento a um apelo feito pelo Sindicato dos Bancários e Financiários de Mogi das Cruzes e Região, o prefeito de Suzano e presidente do Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê (Condemat), Rodrigo Ashiuchi (PL), se comprometeu a apoiar a luta da categoria contra a reestruturação do Banco do Brasil, que prevê o fechamento de várias agências e a demissão de 5 mil funcionários. Na base do Sindicato, está sob a ameaça de encerrar as atividades a agência 3138 do BB de César de Souza, distrito de Mogi das Cruzes.
Ashiuchi assumiu o compromisso de pautar essa questão por meio do Condemat e intervir no que for necessário para impedir que ainda mais trabalhadores percam o emprego e a renda nesse momento de crise sanitária e econômica.
O chefe do Executivo suzanense recebeu o presidente do Sindicato, Clayton Teixeira Pereira, na manhã desta segunda-feira (1 de fevereiro), em seu gabinete. Pereira estava acompanhado do diretor financeiro, Marcelo Borges e desde a última semana estão percorrendo as administrações municipais da base do Sindicato para protocolar o ofício contra o fechamento das agências do Banco do Brasil nas cidades da região.
Na sexta-feira (29 de janeiro) eles foram recebidos pelo prefeito de Mogi, Caio Cunha (Pode), que também se solidarizou à luta da categoria e se comprometeu a unir esforços para impedir o corte de postos de trabalho na cidade, o que só irá agravar o desemprego e piorar o atendimento da população.
Além de anunciar o fechamento de várias agências, postos de atendimento e escritórios, a direção do Banco do Brasil anunciou um Plano de Demissões Voluntários (PDV) que tem por meta dispensar 5 mil trabalhadores do banco, entre outras medidas que prejudicam os funcionários e o atendimento ao público.
Várias ações contra o fechamento da unidade financeira vêm sendo realizadas pelo movimento sindical em todo o País desde o dia 11 de janeiro, quando foi anunciado o plano de reestruturação do banco. De acordo com Pereira, o Banco do Brasil tem papel histórico no desenvolvimento econômico do país. É parte dos serviços públicos que prestam serviços essenciais à população, como o Sistema Único de Saúde (SUS) e o ensino público e gratuito do nível básico ao superior.
“A instituição, bem como seus funcionários atuaram na linha de frente no atendimento à população durante a pandemia, com todas as dificuldades que a falta de estrutura da instituição trouxe para nosso trabalho. A população será prejudicada de diversas formas com essa reestruturação. Uma delas é a redução dos caixas executivos, que vai afetar diretamente o serviço de atendimento ao público”, explicou.
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