Vereadores de Ferraz de Vasconcelos

Squizato volta a denunciar o descarte irregular de lixo orgânico no centro da cidade

Assim como fez, em 2018, o vereador Claudio Roberto Squizato (PL) voltou a criticar o descarte irregular de lixo orgânico por estabelecimentos comerciais que vendem alimentos em qualquer local e horário, notadamente, no entorno da Praça da Independência, na região central da cidade. A denúncia foi feita de forma verbal na tribuna da Câmara Municipal, na terça-feira, dia 24.

Segundo ele (foto), alguns comerciantes estão deixando o lixo na via pública, isto é, na Avenida Brasil, muito antes do horário de coleta que ocorre regularmente das 19h às 21h. Com isso, a região central da cidade fica parecendo um verdadeiro lixão a céu aberto. Por isso, o vereador pediu mais fiscalização do setor competente da municipalidade e assim coibir esse tipo de comportamento antissocial por parte de comerciantes.

Neste caso, ele avalia que falta conscientização dos responsáveis por realizar o descarte de lixo (foto) fora do horário de coleta. Ainda, de acordo com o parlamentar, como existe um período estabelecido, o comerciante não precisa adiantar o despejo, ou seja, deveria fazer a coisa certa, isto é, ter um recipiente próprio para fazer o armazenamento prévio e assim contribuir para manter a cidade limpa e ornada.

“Na verdade, trata-se de um problema sério que carece ser sanado pelo Palácio da Uva Itália. Afinal, a nossa cidade não pode e não deve continuar sendo emporcalhada como está sendo atualmente por certos comerciantes que pelo visto não têm nenhum compromisso com o aspecto urbanístico municipal”, disparou Claudio Squizato. Ele promete elaborar novamente um requerimento sobre o assunto.

Omissão

Squizato acrescentou também que quando cobrou mais fiscalização, em 2018, a situação melhorou, mas tudo leva a crê que o setor relaxou de novo. A lei nº 3.240/2015, que dispõe sobre normais municipais ou o que dá o poder de polícia proíbe terminantemente o despejo de lixo em vias públicas. No caso de resíduos comerciais orgânicos e de serviços, o texto prevê multa de R$4,7 mil ao infrator. A cidade produz por dia mais de 160 toneladas de lixo.

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