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Suzano promove palestra sobre violência doméstica em Palmeiras

O Centro Cultural Palmeiras Professor Luiz Antonio da Silva sediou nesta semana uma palestra a respeito de violência doméstica. A medida foi promovida por profissionais da unidade e teve como objetivo fornecer orientação multidisciplinar às 20 mulheres que recebem atendimento psicológico no local. Para este diálogo foram convidadas profissionais municipais especialistas no assunto.

Estiveram presentes no encontro, realizado na última terça-feira (15/02), a comandante da Guarda Civil Municipal (GCM), Rosemary Caxito, a presidente da Comissão da Mulher Advogada da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) suzanense, Maria Margarida Mesquita, e a titular da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), Silmara Marcelino. As convidadas comentaram sobre as particularidades da Lei Maria da Penha e o cotidiano de acolhimento a este público vítima de violência.

Suzano conta com uma rede de atendimento especializada a mulheres que sofrem com essas condições, que inclui a Patrulha Maria da Penha (4745-2150 ou 4746-2344), a Sala Rosa da Comissão da Mulher Advogada (4748-7473), o Conselho Municipal dos Direitos das Mulheres (4742-7100), a Rede de Atenção à Pessoa em Situação de Violência Doméstica e/ou Sexual (4745-2092), a Casa de Acolhimento, o Disque Denúncia (180) e o Centro de Referência Especializado de Assistência Social – Creas (4743-2588).

Na oportunidade, Rosemary explicou como funcionam os serviços de cada parte da rede e os procedimentos que procedem a denúncia de violência, com a possibilidade de emissão de medida protetiva para afastar o agressor e acompanhamento constante da Patrulha Maria da Penha, projeto feito para coibir o descumprimento da determinação judicial e garantir que não haja reincidência dos casos. Por meio desta ação, a corporação monitora diariamente a condição de 180 vítimas em situação de risco, sempre a postos para atender pedidos de socorro, inclusive via aplicativo exclusivo.

“Essa palestra foi uma oportunidade muito importante para acolhermos as mulheres e levarmos informação de qualidade a todas. Muitas pessoas não sabem como a legislação funciona e o que acontece após a abordagem policial. Com isso, cada profissional presente pôde apresentar o seu eixo de trabalho e reforçar os pontos-chave do atendimento às vítimas de violência doméstica. Depois da palestra tivemos a oportunidade de conversar com as participantes e notei que elas saíram com outra mentalidade. A ação foi extremamente produtiva”, concluiu a comandante.

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