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	<title>Arquivo de conselho - Jornal Sete</title>
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	<description>Jornal Sete: encontre as últimas notícias, multimídia, resenhas e opinião sobre o Alto Tietê, política, negócios, esportes, filmes, viagens, empregos, educação, imóveis, carros e muito mais</description>
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	<title>Arquivo de conselho - Jornal Sete</title>
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		<title>Mogi das Cruzes terá Fundo e Conselho para Defesa Civil em 01/07/2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 21:44:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Câmara aprova criação de Conselho e Fundo para Defesa Civil em Mogi das Cruzes, visando fortalecer ações preventivas e de resposta a emergências.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure style="margin:0 0 20px 0;text-align:center;"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cmmc.com.br/noticias/webapp/uploads/sistema/logo/7b178e2318ef1fe5791de0a85e4ca9b7.png?w=696" alt="Mogi das Cruzes terá Fundo e Conselho para Defesa Civil em 01/07/2026" title="Mogi das Cruzes terá Fundo e Conselho para Defesa Civil em 01/07/2026" style="max-width:100%;height:auto;" /></figure>
<p>A Câmara Municipal de Mogi das Cruzes deu um passo significativo para aprimorar a capacidade de resposta a emergências e a gestão de riscos na cidade. Em sessão ordinária realizada na última quarta-feira, 1º de julho, foi aprovado o Projeto de Lei n.º 76/2026, que institui o Conselho Municipal de Proteção e Defesa Civil (CONMPDEC) e o Fundo Municipal de Proteção e Defesa Civil (FUNMPDEC). A iniciativa, de autoria da prefeita Mara Bertaiolli (PL), visa fortalecer as ações preventivas e de enfrentamento a desastres no município.</p>
<p>A aprovação desses novos instrumentos representa um avanço na estruturação da política municipal de proteção, buscando garantir maior segurança e resiliência para a população diante de cenários adversos. A medida é um reflexo da crescente necessidade de mecanismos robustos para lidar com os desafios impostos por eventos climáticos e outras situações de calamidade.</p>
<h2>Fortalecimento da Gestão de Riscos e Desastres</h2>
<p>O Projeto de Lei n.º 76/2026 detalha a importância fundamental do CONMPDEC e do FUNMPDEC para aprimorar a gestão de riscos e desastres em Mogi das Cruzes. A proposta, que surgiu de uma solicitação da Coordenadoria de Proteção e Defesa Civil, tem como objetivo principal estruturar um sistema mais eficiente e coordenado.</p>
<p>O CONMPDEC será um órgão colegiado com caráter consultivo e deliberativo, reunindo diferentes setores da sociedade para a formulação e fiscalização das políticas públicas. Já o FUNMPDEC será um fundo especial de natureza contábil, projetado para alocar recursos específicos, garantindo a sustentabilidade financeira das ações de Defesa Civil Mogi.</p>
<h2>A Dupla Natureza das Ações de Proteção e Defesa Civil</h2>
<p>Na justificativa do projeto, a prefeita Mara Bertaiolli (PL) enfatizou a complexidade das ações de defesa civil, que possuem uma natureza dual. Parte dessas ações é programável e pode ser planejada no orçamento anual, como iniciativas de prevenção e programas de capacitação da comunidade.</p>
<p>No entanto, uma parcela substancial das atividades é emergencial e imprevisível, decorrente da ocorrência súbita de desastres. A criação do CONMPDEC e do FUNMPDEC é vista como crucial para aprimorar a capacidade de resposta municipal, especialmente em períodos de chuvas intensas ou outras calamidades que exigem intervenção rápida e eficaz.</p>
<h2>Participação Cidadã e Recursos Dedicados</h2>
<p>O Conselho Municipal de Proteção e Defesa Civil (CONMPDEC) atuará como um instrumento vital para a participação popular. Ele reunirá representantes do Poder Público e da Sociedade Civil, permitindo que a comunidade contribua ativamente na formulação, acompanhamento e fiscalização das políticas de proteção e defesa civil. Essa colaboração é essencial para que as ações reflitam as necessidades reais da população.</p>
<p>Paralelamente, o Fundo Municipal de Proteção e Defesa Civil (FUNMPDEC) garantirá a vinculação de receitas específicas para os objetivos do sistema. Isso assegura maior previsibilidade e segurança na execução das ações, permitindo que os recursos estejam disponíveis quando mais necessários. A prefeita destacou que a criação de ambos os mecanismos se mostra como uma medida salutares para garantir a eficácia do Sistema Municipal de Proteção e Defesa Civil, fortalecendo a capacidade de Mogi das Cruzes em proteger seus cidadãos.</p>
<p>Para mais informações sobre proteção e defesa civil, acesse o <a href="https://www.gov.br/mdr/pt-br/assuntos/protecao-e-defesa-civil">Portal do Governo Federal</a>.</p>
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		<title>Aprimoramento da saúde regional: consórcio de municípios reforça demanda por regulação unificada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 13:51:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alto Tietê]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="696" height="522" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782481898946.jpg?fit=696%2C522&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Aprimoramento da saúde regional: consórcio de municípios reforça demanda por regulação unificada" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782481898946.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782481898946.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782481898946.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782481898946.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782481898946.jpg?resize=560%2C420&amp;ssl=1 560w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782481898946.jpg?resize=80%2C60&amp;ssl=1 80w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782481898946.jpg?resize=696%2C522&amp;ssl=1 696w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782481898946.jpg?resize=1068%2C801&amp;ssl=1 1068w" sizes="(max-width: 696px) 100vw, 696px" /><p><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782481898946.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Aprimoramento da saúde regional: consórcio de municípios reforça demanda por regulação unificada" decoding="async" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782481898946.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782481898946.jpg?zoom=2&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782481898946.jpg?zoom=3&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 450w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Consórcio de municípios reforça a demanda histórica por uma regulação unificada de vagas na saúde regional, buscando maior eficiência no atendimento.</p>
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<p>A regionalização da regulação de vagas é vista como um passo crucial para otimizar a distribuição de recursos e serviços de saúde, garantindo que a população tenha acesso mais equitativo e rápido aos tratamentos necessários. A proposta já havia sido apresentada em ocasiões anteriores a representantes do governo estadual, sublinhando a persistência e a relevância do tema para os municípios consorciados.</p>
<h2>A busca pela saúde regional e a regulação de vagas</h2>
<p>A discussão sobre a regulação regionalizada da saúde ganhou renovado destaque devido às contínuas dificuldades enfrentadas pelos sistemas de saúde municipais. A fragmentação na gestão de vagas frequentemente resulta em entraves burocráticos e atrasos no encaminhamento de pacientes, impactando diretamente a qualidade e a celeridade do atendimento. A unificação da regulação em nível regional promete mitigar esses desafios, permitindo uma visão mais abrangente das necessidades e da capacidade de oferta de serviços.</p>
<p>A experiência de outras regiões que adotaram modelos de gestão integrada de saúde demonstra o potencial de melhoria na coordenação entre hospitais, clínicas e unidades de atendimento. Ao centralizar a alocação de leitos e procedimentos, espera-se reduzir filas, otimizar o uso de equipamentos e profissionais, e, consequentemente, oferecer uma resposta mais adequada às demandas da população que reside nos municípios do consórcio.</p>
<h2>Alinhamento estratégico e balanço de atividades</h2>
<p>Além da pauta prioritária da saúde, a assembleia do consórcio serviu como um fórum essencial para o alinhamento de estratégias e a avaliação das ações desenvolvidas. Representantes dos executivos municipais se reuniram para discutir o planejamento de atividades regionais e analisar os resultados alcançados nos últimos meses. Este tipo de encontro regular é fundamental para fortalecer a governança intermunicipal e garantir a coesão nas iniciativas conjuntas.</p>
<p>Durante a reunião, a diretoria do consórcio apresentou um balanço detalhado das principais atividades realizadas no período anterior. Entre as iniciativas destacadas, estiveram programas de capacitação técnica para servidores municipais, a organização de eventos de relevância regional, a implementação de operações integradas em diversas áreas e um intenso trabalho de articulação institucional junto a esferas governamentais superiores. A participação ativa em fóruns e encontros especializados também contribuiu para consolidar a representatividade e o protagonismo da região no cenário estadual.</p>
<h2>Fortalecimento da atuação coletiva e perspectivas futuras</h2>
<p>A liderança do consórcio enfatizou a importância do encontro para consolidar o planejamento das próximas etapas e alinhar as expectativas de todos os envolvidos. Foi ressaltado o saldo positivo das diversas ações desenvolvidas pelo CONDEMAT+ nos últimos meses, evidenciando o empenho coletivo em prol do desenvolvimento regional. A colaboração entre os municípios é vista como um pilar para superar desafios complexos e promover avanços significativos em áreas críticas como a saúde.</p>
<p>A continuidade do trabalho regional, com o comprometimento de todos os representantes municipais e suas equipes técnicas, é considerada essencial para o sucesso das construções coletivas. A reiteração da demanda pela regionalização da regulação de vagas na saúde é um exemplo claro dessa união de esforços, visando aprimorar continuamente os serviços públicos e garantir um futuro mais promissor para a população da região. Para mais informações sobre a gestão da saúde pública, consulte o <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br" target="_blank">Ministério da Saúde</a>.</p>
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		<title>CNJ prepara mudança histórica e propõe fim da aposentadoria compulsória para juízes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 03:16:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="696" height="398" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782184605974.jpg?fit=696%2C398&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782184605974.jpg?w=1344&amp;ssl=1 1344w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782184605974.jpg?resize=300%2C171&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782184605974.jpg?resize=1024%2C585&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782184605974.jpg?resize=768%2C439&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782184605974.jpg?resize=735%2C420&amp;ssl=1 735w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782184605974.jpg?resize=696%2C398&amp;ssl=1 696w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782184605974.jpg?resize=1068%2C610&amp;ssl=1 1068w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /><p><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782184605974.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782184605974.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782184605974.jpg?zoom=2&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782184605974.jpg?zoom=3&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 450w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />O CNJ vota nesta terça-feira o fim da aposentadoria compulsória como punição a magistrados. A medida segue entendimento do STF.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/cnj-fim-aposentadoria-compulsoria-juizes/">CNJ prepara mudança histórica e propõe fim da aposentadoria compulsória para juízes</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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<p>A iniciativa do CNJ não se limita apenas à revogação da aposentadoria compulsória. O pacote de alterações também contempla um endurecimento das regras para a chamada pena de disponibilidade, que atualmente afasta o magistrado de suas funções com o pagamento de salários e vencimentos proporcionais. Essa revisão visa garantir que as punições sejam mais proporcionais à gravidade das infrações, com foco na integridade e na responsabilidade dos membros da magistratura.</p>
<h2>Revisão das sanções disciplinares na magistratura</h2>
<p>O Conselho Nacional de Justiça se prepara para uma votação crucial que pode redefinir o panorama das punições aplicadas a juízes por faltas graves. A principal medida em pauta é a exclusão da <b>aposentadoria</b> compulsória do rol de sanções disciplinares. Historicamente, essa penalidade permitia o afastamento de magistrados com o recebimento de proventos proporcionais, mesmo em casos de condutas consideradas graves. A expectativa é que a proposta seja aprovada, consolidando uma nova abordagem para a responsabilização judicial.</p>
<p>A mudança proposta pelo CNJ visa aprimorar a eficácia das medidas disciplinares. Ao invés de uma aposentadoria com remuneração, a intenção é que as punições sejam mais rigorosas, refletindo a seriedade das infrações cometidas. Este movimento representa um esforço para fortalecer a confiança pública no sistema judiciário, assegurando que a má conduta seja tratada com a devida severidade.</p>
<h2>Entendimento do Supremo Tribunal Federal e seus impactos</h2>
<p>As alterações propostas pelo CNJ seguem uma linha de entendimento já estabelecida pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal. O <b>STF</b> firmou a tese de que a perda do cargo e do salário deve ser considerada a punição máxima para juízes que cometerem faltas graves. Essa diretriz foi reforçada por uma decisão individual do ministro Flávio Dino em março, que, na prática, já havia revogado a aposentadoria obrigatória com salário proporcional para violações disciplinares severas.</p>
<p>A decisão do Supremo Tribunal Federal é um marco para a magistratura. Ela estabelece um novo patamar de responsabilização, indicando que a permanência no cargo, mesmo com proventos proporcionais, não é uma opção para aqueles que cometem infrações graves. Casos como venda de sentenças, assédio moral e sexual, e concessão de benefícios indevidos a integrantes de facções criminosas são exemplos de condutas que, sob a nova ótica, deverão ser punidas com a perda total do cargo.</p>
<h2>Endurecimento da pena de disponibilidade e seus desdobramentos</h2>
<p>Além da extinção da aposentadoria compulsória, o CNJ também deve endurecer as regras para a pena de disponibilidade. Esta é a segunda sanção mais grave prevista na Lei Orgânica da Magistratura Nacional e pode ser aplicada tanto pelo tribunal de atuação do juiz, mediante aprovação de dois terços dos membros efetivos, quanto pelo próprio CNJ. A nova regulamentação prevê que, após cinco anos em disponibilidade e sem retorno às atividades, o tribunal deverá analisar a aplicação da perda do cargo.</p>
<p>Essa medida representa um avanço na fiscalização da conduta dos <b>magistrados</b>. Antes, a aposentadoria compulsória poderia ser aplicada nesses casos, permitindo que o juiz afastado continuasse a receber proventos. Com a nova regra, busca-se evitar que a disponibilidade se torne uma forma de afastamento prolongado com remuneração, garantindo que a situação do magistrado seja reavaliada e, se necessário, resultando na perda definitiva do cargo, sempre com a garantia do contraditório e da ampla defesa.</p>
<h2>Histórico e perspectiva dos processos disciplinares</h2>
<p>Nos últimos vinte anos, um total de 126 magistrados foram aposentados compulsoriamente sob as condições que agora estão sendo revisadas. Esse número demonstra a relevância histórica da sanção e o impacto que a sua revogação terá no sistema disciplinar. Após a decisão do ministro Flávio Dino, o CNJ optou por aguardar a aprovação da tese pela Primeira Turma do STF, o que ocorreu no mês passado, pavimentando o caminho para a votação atual.</p>
<p>Atualmente, o Conselho Nacional de Justiça possui 54 processos disciplinares em andamento. Com a possível aprovação da proposta, os casos considerados graves já poderão ser julgados e punidos de acordo com as novas diretrizes, que preveem a perda do cargo como sanção máxima. A inclusão no regimento da tese de que a &#8220;aposentadoria compulsória não constitui sanção disciplinar aplicável aos magistrados&#8221; reforça o compromisso com a transparência e a responsabilidade na carreira judicial.</p>
<p><a href="https://www.cnj.jus.br/" target="_blank" rel="noopener dofollow">Para mais informações sobre o funcionamento do Conselho Nacional de Justiça, acesse o site oficial.</a></p>
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		<title>Ferraz de Vasconcelos empossa conselho de habitação para fortalecer políticas sociais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 19:26:41 +0000</pubDate>
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<p>A cerimônia de posse, realizada no Paço Municipal, marcou o início das atividades deste importante órgão, que atuará no biênio 2026–2028. A iniciativa reflete o compromisso com a ampliação do diálogo e a busca por soluções mais alinhadas às necessidades da população, especialmente em um setor tão crucial como o da habitação.</p>
<h2>Nova fase para a <b>habitação</b> em Ferraz de Vasconcelos</h2>
<p>A Prefeitura de Ferraz de Vasconcelos oficializou a posse dos integrantes do Conselho Municipal de Habitação (CMH) nesta quarta-feira (17), em um evento que simboliza um marco para a governança local. O colegiado, que terá mandato para o biênio 2026–2028, foi instituído com o propósito de fortalecer a gestão das políticas públicas habitacionais e garantir uma participação mais efetiva da comunidade.</p>
<p>A criação e ativação do conselho são passos fundamentais para aprimorar a formulação e implementação de programas de moradia. Ao reunir diferentes vozes, o CMH busca assegurar que as decisões reflitam um espectro mais amplo de perspectivas e necessidades, promovendo soluções mais justas e eficazes para os desafios habitacionais do município.</p>
<h2>O papel estratégico do Conselho Municipal de Habitação</h2>
<p>O Conselho Municipal de Habitação, estabelecido pela Lei Municipal nº 3.641/2025, emerge como um espaço crucial de interação entre o governo e a sociedade civil organizada. Sua função primordial é atuar como um fórum de debate, acompanhamento e fiscalização das ações relacionadas ao desenvolvimento habitacional da cidade.</p>
<p>Este modelo de governança participativa visa garantir que as políticas públicas sejam construídas de forma colaborativa, afastando-se de decisões unilaterais. A atuação do conselho é essencial para fomentar a transparência e a responsabilidade na gestão dos recursos e projetos destinados à moradia, assegurando que os interesses da população sejam prioritários.</p>
<h2>Atribuições e impacto nas políticas habitacionais</h2>
<p>A estruturação da política habitacional do município ganha um novo patamar com as atribuições conferidas ao CMH. Entre suas responsabilidades, destacam-se a análise minuciosa de programas e projetos de interesse social, a proposição de diretrizes estratégicas para o setor e o acompanhamento rigoroso da aplicação dos recursos provenientes do Fundo Municipal de Habitação (FMH).</p>
<p>Além disso, o colegiado tem um papel ativo na contribuição para iniciativas de regularização fundiária, um desafio comum em muitas cidades brasileiras. Sua atuação se estende à urbanização de áreas vulneráveis e à busca contínua pela melhoria das condições de moradia para todos os cidadãos, visando um desenvolvimento urbano mais equitativo e sustentável.</p>
<h2>Fortalecimento da participação social e direito à moradia</h2>
<p>A posse dos conselheiros representa um avanço significativo para o fortalecimento da participação social na construção das políticas públicas em Ferraz de Vasconcelos. A instalação do Conselho Municipal de Habitação consolida um espaço permanente de escuta e debate, onde a sociedade civil pode contribuir ativamente para as decisões que afetam diretamente sua qualidade de vida.</p>
<p>Conforme destacado pelo secretário de Desenvolvimento Habitacional, Relações Comunitárias e Favelas, a colaboração da sociedade civil é indispensável para o desenvolvimento de ações alinhadas às necessidades reais da população. Este engajamento é fundamental para avançar na promoção do direito à moradia digna, um pilar essencial para a inclusão social e o bem-estar coletivo.</p>
<p>Para mais informações sobre políticas habitacionais no Brasil, visite o <a href="https://www.gov.br/cidades/pt-br/" target="_blank">Ministério das Cidades</a>.</p>
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		<title>Fachin cria grupo para propor novo modelo de remuneração da magistratura e revisar pagamentos extras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 10:07:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="696" height="398" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1781518019116.jpg?fit=696%2C398&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1781518019116.jpg?w=1344&amp;ssl=1 1344w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1781518019116.jpg?resize=300%2C171&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1781518019116.jpg?resize=1024%2C585&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1781518019116.jpg?resize=768%2C439&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1781518019116.jpg?resize=735%2C420&amp;ssl=1 735w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1781518019116.jpg?resize=696%2C398&amp;ssl=1 696w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1781518019116.jpg?resize=1068%2C610&amp;ssl=1 1068w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /><p><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1781518019116.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1781518019116.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1781518019116.jpg?zoom=2&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1781518019116.jpg?zoom=3&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 450w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Ministro Fachin anuncia grupo de trabalho para propor novo modelo de remuneração da magistratura, buscando padronização e transparência.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/remuneracao-magistratura-fachin-grupo/">Fachin cria grupo para propor novo modelo de remuneração da magistratura e revisar pagamentos extras</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="696" height="398" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1781518019116.jpg?fit=696%2C398&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1781518019116.jpg?w=1344&amp;ssl=1 1344w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1781518019116.jpg?resize=300%2C171&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1781518019116.jpg?resize=1024%2C585&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1781518019116.jpg?resize=768%2C439&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1781518019116.jpg?resize=735%2C420&amp;ssl=1 735w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1781518019116.jpg?resize=696%2C398&amp;ssl=1 696w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1781518019116.jpg?resize=1068%2C610&amp;ssl=1 1068w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1781518019116.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1781518019116.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1781518019116.jpg?zoom=2&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1781518019116.jpg?zoom=3&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 450w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Edson Fachin, anunciou a formação de um grupo de trabalho estratégico com a missão de reavaliar os chamados “penduricalhos” e, simultaneamente, desenvolver uma nova proposta de modelo remuneratório para a magistratura brasileira. A iniciativa, divulgada durante sessão do CNJ, visa aprimorar a padronização, a transparência e a previsibilidade dos pagamentos no Judiciário.</p>
<p>Essa medida representa um esforço concentrado para endereçar as complexidades e as distorções históricas na estrutura salarial dos magistrados, buscando fortalecer a confiança da sociedade nas instituições públicas e garantir a compatibilidade dos vencimentos com os princípios legais e o Estatuto da Magistratura.</p>
<h2>Grupo de Trabalho para a Remuneração da Magistratura</h2>
<p>O grupo de trabalho recém-instituído terá um prazo de até seis meses para apresentar suas conclusões e uma proposta concreta. A expectativa é que ele forneça subsídios qualificados, essenciais para a construção de um sistema remuneratório mais equitativo e transparente. O objetivo principal é realizar um “pente-fino” abrangente, mapeando todas as verbas remuneratórias e indenizatórias atualmente pagas aos magistrados em diferentes ramos do Judiciário.</p>
<p>Este levantamento detalhado incluirá a classificação da natureza jurídica de cada verba, seu fundamento normativo e o impacto no teto constitucional. A meta é eliminar as distorções salariais existentes, estabelecendo critérios mais rigorosos e uma base legal sólida para todos os pagamentos, garantindo que não haja brechas para interpretações inadequadas ou abusos.</p>
<h2>Contexto e Histórico dos Pagamentos Extras</h2>
<p>A criação deste grupo de trabalho insere-se em um cenário de crescente fiscalização sobre os pagamentos a agentes públicos. Em março, o Supremo Tribunal Federal já havia estabelecido um limite para as verbas extras de caráter indenizatório, os chamados penduricalhos, determinando que o valor final não poderia exceder 70% do salário mensal, com um teto máximo de <b>R$ 46,3 mil</b>, alinhado ao teto do funcionalismo.</p>
<p>Complementarmente, em maio, o próprio Conselho Nacional de Justiça implementou o contracheque único para todos os juízes. Essa medida visava concentrar em um único documento o registro de salários e todas as verbas extras, promovendo maior clareza e controle sobre a remuneração total recebida pelos magistrados.</p>
<h2>Desafios e Justificativas para a Reforma</h2>
<p>O ministro Edson Fachin ressaltou a importância e a complexidade do tema da remuneração dos servidores públicos, em especial da magistratura. Ele apontou diversos fatores que contribuem para o cenário atual de debates intensos e desafios. Entre eles, destacam-se a ausência de uma revisão geral anual padronizada e a dispersão de centros decisórios administrativos, com mais de 90 tribunais no país, o que gera realidades remuneratórias distintas.</p>
<p>Essa fragmentação, segundo Fachin, tem provocado desigualdades, insegurança jurídica e falta de publicidade. O ministro criticou a “utilização de subterfúgios conceituais dissociados da realidade”, referindo-se ao uso de verbas indenizatórias com efeitos de verbas remuneratórias para contornar a defasagem do teto. Além disso, a inadequada interpretação de normas tem levado ao reconhecimento de passivos funcionais sem o devido amparo legal.</p>
<h2>Composição e Abrangência do Novo Grupo</h2>
<p>Para garantir uma abordagem multifacetada e robusta, o grupo de trabalho será composto não apenas por juízes auxiliares da Presidência do CNJ e pela secretária-geral do órgão, mas também por representantes de entidades de juízes. A inovação reside na inclusão de membros externos à magistratura, que contribuirão com pareceres, estudos técnicos e notas explicativas.</p>
<p>Diversas instituições de relevância nacional indicarão representantes para participar deste debate crucial. Entre elas estão o Conselho Nacional do Ministério Público, a Defensoria Pública da União, os Conselhos Superiores das Defensorias Públicas dos Estados, a Advocacia Pública da União, o Colégio Nacional de Procuradores-Gerais dos Estados e do Distrito Federal, o Senado Federal, a Câmara dos Deputados e o Tribunal de Contas da União. Essa composição ampla busca uma solução de longo prazo e uma disciplina remuneratória abrangente.</p>
<p>Para mais informações sobre as ações do CNJ, visite o <a href="https://www.cnj.jus.br/" target="_blank" rel="noopener dofollow">site oficial do Conselho Nacional de Justiça</a>.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/remuneracao-magistratura-fachin-grupo/">Fachin cria grupo para propor novo modelo de remuneração da magistratura e revisar pagamentos extras</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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		<title>CNJ reforça transparência em pagamentos a magistrados e cria grupo de trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 00:30:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="696" height="398" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1781483415804.jpg?fit=696%2C398&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1781483415804.jpg?w=1344&amp;ssl=1 1344w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1781483415804.jpg?resize=300%2C171&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1781483415804.jpg?resize=1024%2C585&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1781483415804.jpg?resize=768%2C439&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1781483415804.jpg?resize=735%2C420&amp;ssl=1 735w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1781483415804.jpg?resize=696%2C398&amp;ssl=1 696w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1781483415804.jpg?resize=1068%2C610&amp;ssl=1 1068w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /><p><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1781483415804.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1781483415804.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1781483415804.jpg?zoom=2&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1781483415804.jpg?zoom=3&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 450w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />O CNJ, sob a liderança de Fachin, busca intensificar a transparência sobre pagamentos a magistrados, criando grupo de trabalho para revisar verbas.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/transparencia-pagamentos-magistrados-cnj-fachin/">CNJ reforça transparência em pagamentos a magistrados e cria grupo de trabalho</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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<p>A declaração foi proferida durante a abertura do VI Congresso Brasileiro de Direito e Políticas Públicas, em São Paulo, dias após a criação de um grupo de trabalho dedicado a analisar e regulamentar as verbas pagas a magistrados. Essas ações visam fortalecer a legitimidade institucional e a confiança da sociedade no Judiciário, elementos considerados cruciais para a democracia.</p>
<h2>Novas diretrizes para a transparência judicial</h2>
<p>As medidas em estudo pelo CNJ estão sendo discutidas no âmbito do Observatório Nacional sobre Integridade e Transparência (ONIT), uma iniciativa da gestão de Fachin. O objetivo principal é garantir que a sociedade tenha acesso claro e detalhado aos valores recebidos pelos membros da magistratura, promovendo a prestação de contas e a integridade.</p>
<p>Entre as propostas em análise, destacam-se a criação de mecanismos específicos para pagamentos retroativos, o aprimoramento do contracheque único nacional para juízes, a revisão dos instrumentos de transparência remuneratória existentes e a ampliação da publicidade de fundos administrados pelo Poder Judiciário. Essas iniciativas buscam padronizar e tornar mais acessíveis as informações financeiras do setor.</p>
<h2>Grupo de trabalho para análise de verbas extras</h2>
<p>Para aprofundar a fiscalização e a regulamentação das verbas pagas, o ministro Fachin instituiu um grupo de trabalho com a missão de elaborar propostas concretas. A equipe terá um prazo de 180 dias para apresentar ao CNJ um plano que assegure a padronização, a transparência e a previsibilidade das parcelas remuneratórias em todo o Judiciário brasileiro.</p>
<p>O trabalho incluirá a criação de um mapa detalhado dos valores pagos, classificando a natureza jurídica, o fundamento normativo e o impacto no teto constitucional de cada verba remuneratória e indenizatória. A meta é eliminar distorções salariais e estabelecer critérios mais rigorosos para os pagamentos, sempre com base em previsão e fundamentação legal adequadas. A medida é vista como um passo essencial para combater os supersalários e garantir a conformidade com as decisões do Supremo Tribunal Federal.</p>
<h2>Contexto e desafios da remuneração judicial</h2>
<p>A discussão sobre a remuneração de magistrados e servidores públicos é um tema de grande relevância e complexidade no Brasil. Em março, o Supremo Tribunal Federal (STF) já havia estabelecido limites para os chamados “penduricalhos”, definindo que essas verbas indenizatórias não podem exceder 70% do salário mensal, com um teto máximo de R$ 46,3 mil, que corresponde ao teto do funcionalismo.</p>
<p>Em maio, o CNJ implementou o contracheque único para todos os juízes, concentrando salários e verbas extras em um único documento. Segundo Fachin, a ausência de revisão geral anual uniforme, a dispersão de centros decisórios administrativos (mais de 90 tribunais no país) e a utilização de “subterfúgios conceituais” para contornar o teto remuneratório contribuíram para a desigualdade e a insegurança jurídica. O grupo de trabalho buscará uma solução de longo prazo para essa questão, promovendo uma disciplina remuneratória mais justa e transparente.</p>
<h2>Composição e abrangência do grupo de trabalho</h2>
<p>O grupo de trabalho será composto por juízes auxiliares da Presidência e da Secretaria Geral do CNJ, além de representantes de entidades da magistratura. Para garantir uma perspectiva ampla e multidisciplinar, também contará com a participação de membros externos ao Judiciário, que poderão oferecer pareceres e estudos técnicos.</p>
<p>Entre as instituições que indicarão representantes estão o Conselho Nacional do Ministério Público, a Defensoria Pública da União, os Conselhos Superiores da Defensoria Pública dos Estados, a Advocacia Pública da União, o Colégio Nacional de Procuradores-Gerais dos Estados e do Distrito Federal, o Senado Federal, a Câmara dos Deputados e o Tribunal de Contas da União. Essa composição diversificada visa enriquecer o debate e garantir propostas abrangentes e eficazes para a <a href="https://www.cnj.jus.br/" target="_blank" rel="noopener">transparência</a> da remuneração judicial.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/transparencia-pagamentos-magistrados-cnj-fachin/">CNJ reforça transparência em pagamentos a magistrados e cria grupo de trabalho</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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		<title>Guararema promove ciclo de palestras para encerrar campanha Maio Laranja</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 16:38:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guararema]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="696" height="464" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779986280119.jpg?fit=696%2C464&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Guararema promove ciclo de palestras para encerrar campanha Maio Laranja" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779986280119.jpg?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779986280119.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779986280119.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779986280119.jpg?resize=630%2C420&amp;ssl=1 630w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779986280119.jpg?resize=696%2C464&amp;ssl=1 696w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /><p><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779986280119.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Guararema promove ciclo de palestras para encerrar campanha Maio Laranja" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779986280119.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779986280119.jpg?zoom=2&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779986280119.jpg?zoom=3&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 450w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Guararema encerra o Maio Laranja com palestras focadas na proteção de crianças e adolescentes. Conheça as ações e canais de denúncia.</p>
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<p>As palestras, agendadas para os dias 1º e 2 de junho, visam aprofundar o debate sobre temas cruciais, oferecendo ferramentas e informações essenciais para a comunidade escolar e, por extensão, para toda a população. A continuidade dessas ações é fundamental para consolidar uma cultura de segurança e vigilância em torno dos direitos de crianças e adolescentes.</p>
<h2>Palestras de encerramento do Maio Laranja em Guararema</h2>
<p>O ciclo de palestras será realizado na Escola Estadual &#8220;Doutor Roberto Feijó&#8221;, localizada no Centro de Guararema. As atividades estão programadas para ocorrer em dois períodos no primeiro dia, 1º de junho, das 8h às 10h30 e das 13h às 16h. No dia seguinte, 2 de junho, a programação será das 10h30 às 12h.</p>
<p>Os encontros abordarão uma série de tópicos relevantes, incluindo a prevenção de diversas formas de violência, a identificação de sinais de abuso, a orientação sobre os canais adequados para denúncias e o fortalecimento da rede de proteção existente. A mediação das palestras ficará a cargo da equipe do Centro de Referência de Assistência Social (Cras), contando com o suporte especializado de escuta do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas).</p>
<h2>Ações contínuas e alcance da campanha</h2>
<p>As palestras programadas para o início de junho dão sequência a uma série de ações educativas e informativas promovidas pela campanha Maio Laranja no município. Em 20 de maio, a Escola Estadual &#8220;Prof. José Veiga&#8221; já havia recebido palestras conduzidas pela equipe do Creas, também com o apoio de escuta do Cras, e a distribuição de folders informativos sobre prevenção e os canais de denúncia disponíveis.</p>
<p>Durante todo o mês de maio, a Prefeitura de Guararema manteve uma ampla divulgação de materiais informativos. Publicações foram realizadas nos perfis oficiais do município, com o objetivo de orientar os moradores sobre os diversos canais de apoio e proteção à disposição da comunidade.</p>
<h2>Rede de apoio e canais de denúncia</h2>
<p>Para garantir que a população tenha acesso rápido e eficaz aos serviços de proteção, Guararema disponibiliza canais diretos para atendimento e denúncia. O Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) pode ser contatado pelo telefone <b>(11) 4693-1060</b>, oferecendo suporte especializado a vítimas e suas famílias.</p>
<p>Adicionalmente, o Conselho Tutelar, órgão essencial na defesa dos direitos de crianças e adolescentes, está acessível pelo número <b>(11) 4695-1918</b>. Ambos os canais são fundamentais para a rede de proteção, permitindo que casos de violência e exploração sejam reportados e devidamente encaminhados.</p>
<h2>O programa Caminhos da Proteção e a legislação local</h2>
<p>Toda a mobilização do Maio Laranja em Guararema é parte integrante de um esforço maior e contínuo, reforçando o trabalho desenvolvido pelo programa &#8220;Caminhos da Proteção&#8221;. Instituído pela Lei Municipal nº 3.500/2022, este programa estabelece um protocolo integrado de atendimento a vítimas ou testemunhas de violência, garantindo um acolhimento abrangente e acompanhamento adequado.</p>
<p>O &#8220;Caminhos da Proteção&#8221; reúne diversas secretarias municipais, incluindo Saúde, Desenvolvimento Social e da Longevidade, Educação e Segurança Pública e Transporte, além do Conselho Tutelar. Essa colaboração intersetorial é crucial para assegurar que crianças e adolescentes em situação de risco recebam a atenção e o suporte necessários de forma coordenada e eficiente. Para mais informações sobre a proteção de crianças e adolescentes no Brasil, visite o <a href="https://www.gov.br/mdh/pt-br/navegue-por-temas/crianca-e-adolescente" target="_blank" rel="noopener dofollow">site do governo federal</a>.</p>
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		<title>Supremo Tribunal Federal elimina aposentadoria compulsória remunerada como sanção a juízes</title>
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		<pubDate>Tue, 26 May 2026 20:02:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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<p>Com esta nova orientação, a perda do cargo de magistrado, e a consequente interrupção do salário, passa a ser a sanção mais severa para violações disciplinares graves. A mudança representa um marco no sistema judiciário, alterando uma prática que, por anos, foi alvo de críticas por afastar o juiz da função, mas manter sua remuneração mensal proporcional ao tempo de serviço.</p>
<h2>Revisão da penalidade máxima na magistratura</h2>
<p>Em março deste ano, o ministro Flávio Dino já havia determinado que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) deveria aplicar a perda do cargo como a principal punição em casos de infrações disciplinares. Essa medida visa a substituir a aposentadoria compulsória, que era vista por muitos como um benefício disfarçado de sanção, uma vez que o magistrado continuava a receber proventos sem a necessidade de trabalhar.</p>
<p>A decisão da Primeira Turma do STF confirma que a aposentadoria compulsória não se enquadra mais no ordenamento jurídico vigente como forma de punição. O ministro Dino argumentou que a Emenda Constitucional nº 103/2019, que reformou o sistema previdenciário brasileiro, revogou implicitamente a sanção de aposentadoria compulsória ao eliminar seu fundamento constitucional. Segundo ele, as regras de aposentadoria aplicáveis aos magistrados, conforme o artigo 40 da Constituição Federal, não preveem a transferência compulsória para a inatividade com recebimento de aposentadoria como sanção por infração disciplinar grave.</p>
<h2>Impacto da nova diretriz e histórico de casos</h2>
<p>A nova diretriz se aplica a juízes e ministros de todos os tribunais, com exceção do próprio Supremo Tribunal Federal. Nos últimos 20 anos, um total de 126 magistrados foram aposentados compulsoriamente sob as condições anteriores. Esses profissionais foram punidos por uma série de infrações graves, que incluíam desde a venda de sentenças e assédio moral e sexual até a concessão de benefícios indevidos a integrantes de facções criminosas.</p>
<p>A discussão que culminou na decisão do ministro Flávio Dino teve origem na análise de uma ação movida por um juiz afastado do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ). O magistrado buscava anular decisões do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que resultaram em sua aposentadoria compulsória. O juiz, que atuava na Comarca de Mangaratiba (RJ), foi punido por condutas como favorecimento de grupos políticos, liberação indevida de bens bloqueados, direcionamento de ações para concessão de liminares a policiais militares milicianos e irregularidades no julgamento de processos de reintegração de policiais militares.</p>
<h2>Controvérsia e próximos passos</h2>
<p>A Procuradoria-Geral da República (PGR) recorreu da decisão inicial do ministro Dino, defendendo que o caso deveria ser levado a julgamento no plenário do Supremo, e não apenas na Primeira Turma. A PGR expressou preocupação de que, embora baseada em “intenções louváveis”, a decisão possa expor o Judiciário e o Ministério Público a pressões políticas, além de representar uma interferência na atuação do Congresso Nacional.</p>
<p>A Procuradoria argumentou que a interpretação dada pelo ministro retira do legislador complementar o papel de definir as sanções aplicáveis à magistratura, transferindo para a interpretação judicial uma escolha política que a reserva de lei visa a impedir. Caso o recurso não seja acolhido na Primeira Turma, a PGR ainda pode tentar levar a discussão para o plenário do STF. Enquanto isso, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) tem discutido a aplicação da medida em casos disciplinares, aguardando a análise final do Supremo para definir seus próximos passos. Para mais informações sobre o funcionamento do sistema judiciário, visite o site do <a href="https://www.cnj.jus.br/" target="_blank" rel="noopener dofollow">Conselho Nacional de Justiça</a>.</p>
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<p>Com esta nova orientação, a perda do cargo de magistrado, e a consequente interrupção do salário, passa a ser a sanção mais severa para violações disciplinares graves. A mudança representa um marco no sistema judiciário, alterando uma prática que, por anos, foi alvo de críticas por afastar o juiz da função, mas manter sua remuneração mensal proporcional ao tempo de serviço.</p>
<h2>Revisão da penalidade máxima na magistratura</h2>
<p>Em março deste ano, o ministro Flávio Dino já havia determinado que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) deveria aplicar a perda do cargo como a principal punição em casos de infrações disciplinares. Essa medida visa a substituir a aposentadoria compulsória, que era vista por muitos como um benefício disfarçado de sanção, uma vez que o magistrado continuava a receber proventos sem a necessidade de trabalhar.</p>
<p>A decisão da Primeira Turma do STF confirma que a aposentadoria compulsória não se enquadra mais no ordenamento jurídico vigente como forma de punição. O ministro Dino argumentou que a Emenda Constitucional nº 103/2019, que reformou o sistema previdenciário brasileiro, revogou implicitamente a sanção de aposentadoria compulsória ao eliminar seu fundamento constitucional. Segundo ele, as regras de aposentadoria aplicáveis aos magistrados, conforme o artigo 40 da Constituição Federal, não preveem a transferência compulsória para a inatividade com recebimento de aposentadoria como sanção por infração disciplinar grave.</p>
<h2>Impacto da nova diretriz e histórico de casos</h2>
<p>A nova diretriz se aplica a juízes e ministros de todos os tribunais, com exceção do próprio Supremo Tribunal Federal. Nos últimos 20 anos, um total de 126 magistrados foram aposentados compulsoriamente sob as condições anteriores. Esses profissionais foram punidos por uma série de infrações graves, que incluíam desde a venda de sentenças e assédio moral e sexual até a concessão de benefícios indevidos a integrantes de facções criminosas.</p>
<p>A discussão que culminou na decisão do ministro Flávio Dino teve origem na análise de uma ação movida por um juiz afastado do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ). O magistrado buscava anular decisões do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que resultaram em sua aposentadoria compulsória. O juiz, que atuava na Comarca de Mangaratiba (RJ), foi punido por condutas como favorecimento de grupos políticos, liberação indevida de bens bloqueados, direcionamento de ações para concessão de liminares a policiais militares milicianos e irregularidades no julgamento de processos de reintegração de policiais militares.</p>
<h2>Controvérsia e próximos passos</h2>
<p>A Procuradoria-Geral da República (PGR) recorreu da decisão inicial do ministro Dino, defendendo que o caso deveria ser levado a julgamento no plenário do Supremo, e não apenas na Primeira Turma. A PGR expressou preocupação de que, embora baseada em “intenções louváveis”, a decisão possa expor o Judiciário e o Ministério Público a pressões políticas, além de representar uma interferência na atuação do Congresso Nacional.</p>
<p>A Procuradoria argumentou que a interpretação dada pelo ministro retira do legislador complementar o papel de definir as sanções aplicáveis à magistratura, transferindo para a interpretação judicial uma escolha política que a reserva de lei visa a impedir. Caso o recurso não seja acolhido na Primeira Turma, a PGR ainda pode tentar levar a discussão para o plenário do STF. Enquanto isso, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) tem discutido a aplicação da medida em casos disciplinares, aguardando a análise final do Supremo para definir seus próximos passos. Para mais informações sobre o funcionamento do sistema judiciário, visite o site do <a href="https://www.cnj.jus.br/" target="_blank" rel="noopener dofollow">Conselho Nacional de Justiça</a>.</p>
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		<title>Ministro do STJ é aprovado em comissão do Senado e defende rigor na corregedoria do CNJ</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 14:48:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="696" height="398" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779288521190.jpg?fit=696%2C398&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779288521190.jpg?w=1344&amp;ssl=1 1344w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779288521190.jpg?resize=300%2C171&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779288521190.jpg?resize=1024%2C585&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779288521190.jpg?resize=768%2C439&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779288521190.jpg?resize=735%2C420&amp;ssl=1 735w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779288521190.jpg?resize=696%2C398&amp;ssl=1 696w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779288521190.jpg?resize=1068%2C610&amp;ssl=1 1068w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /><p><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779288521190.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779288521190.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779288521190.jpg?zoom=2&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779288521190.jpg?zoom=3&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 450w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Corregedoria do CNJ: Ministro do STJ é aprovado em comissão do Senado e defende rigor técnico e integridade no Judiciário.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/corregedoria-cnj-aprovacao-senado/">Ministro do STJ é aprovado em comissão do Senado e defende rigor na corregedoria do CNJ</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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<p>Antes da votação crucial na comissão, o ministro Benedito Gonçalves passou por uma sabatina detalhada com os senadores. Durante seu pronunciamento, ele enfatizou a importância da construção da confiança pública no Poder Judiciário, um pilar fundamental para a legitimidade da instituição. Suas declarações ressaltaram a necessidade de uma atuação pautada pela transparência e pela firmeza contra quaisquer desvios.</p>
<h2>A sabatina e a visão para a corregedoria do CNJ</h2>
<p>Na sabatina perante a CCJ, o ministro do STJ delineou sua visão para a atuação na corregedoria, destacando que a confiança no Judiciário não pode ser imposta, mas sim conquistada. Ele argumentou que essa confiança é edificada por meio de decisões bem fundamentadas, procedimentos transparentes e um respeito inabalável às garantias constitucionais. Além disso, o ministro sublinhou a importância de uma postura de firmeza contra desvios e a humildade institucional para reconhecer a constante necessidade de aprimoramento em qualquer órgão público.</p>
<p>A indicação de Benedito Gonçalves para a corregedoria do CNJ foi formalizada pelo presidente do STJ, ministro Herman Benjamin, após o próprio tribunal tê-lo eleito para a função. Caso sua aprovação seja confirmada pelo plenário do Senado, o ministro assumirá o cargo para o biênio de 2026 a 2028, período em que terá a responsabilidade de zelar pela disciplina e ética no Judiciário brasileiro.</p>
<h2>Integridade e eficiência na fiscalização do Judiciário</h2>
<p>Em sua fala de abertura na CCJ, o ministro Gonçalves detalhou as três diretrizes centrais que pretende adotar caso seja aprovado para a função de corregedor: integridade, eficiência e diálogo institucional. A integridade, segundo ele, implica em examinar as reclamações disciplinares com rigor técnico, garantindo que não haja seletividade ou complacência. O critério primordial para todas as análises, conforme enfatizado pelo ministro, deve ser sempre jurídico, assegurando imparcialidade e justiça nos processos.</p>
<p>A eficiência na gestão dos processos e o diálogo institucional com os diversos atores do sistema de justiça também foram pontos cruciais em sua apresentação. Essas diretrizes visam aprimorar a fiscalização e a correção de condutas no âmbito do Poder Judiciário, fortalecendo a credibilidade e a funcionalidade do sistema como um todo.</p>
<h2>O papel fundamental da Corregedoria Nacional de Justiça</h2>
<p>O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) é um órgão de controle externo e administrativo do Poder Judiciário, composto por 15 membros com mandato de dois anos. Um desses membros, obrigatoriamente indicado pelo STJ, acumula a função de Corregedor Nacional de Justiça. Este cargo é de suma importância, pois o corregedor é responsável por receber reclamações e denúncias contra magistrados, instaurar sindicâncias e processos administrativos disciplinares, além de fiscalizar a atuação disciplinar de todo o Poder Judiciário em nível nacional.</p>
<p>A atuação da corregedoria é essencial para garantir a probidade, a transparência e a boa conduta dos membros da magistratura, contribuindo diretamente para a manutenção da confiança da sociedade nas instituições judiciais. A aprovação do ministro Benedito Gonçalves na CCJ representa um passo importante para a continuidade e o fortalecimento dessas atribuições fiscalizadoras.</p>
<p>Para mais informações sobre o Conselho Nacional de Justiça e suas atribuições, visite o site oficial: <a href="https://www.cnj.jus.br" target="_blank" rel="noopener dofollow">CNJ</a>.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/corregedoria-cnj-aprovacao-senado/">Ministro do STJ é aprovado em comissão do Senado e defende rigor na corregedoria do CNJ</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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