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	<title>Arquivo de consumo - Jornal Sete</title>
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	<title>Arquivo de consumo - Jornal Sete</title>
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		<title>Mogi das Cruzes investe em iluminação LED para mil pontos e economia energética</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 23:43:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="696" height="403" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779493433136.jpg?fit=696%2C403&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Mogi das Cruzes investe em iluminação LED para mil pontos e economia energética" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779493433136.jpg?w=847&amp;ssl=1 847w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779493433136.jpg?resize=300%2C174&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779493433136.jpg?resize=768%2C445&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779493433136.jpg?resize=725%2C420&amp;ssl=1 725w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779493433136.jpg?resize=696%2C403&amp;ssl=1 696w" sizes="(max-width: 696px) 100vw, 696px" /><p><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779493433136.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Mogi das Cruzes investe em iluminação LED para mil pontos e economia energética" decoding="async" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779493433136.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779493433136.jpg?zoom=2&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779493433136.jpg?zoom=3&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 450w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Mogi das Cruzes inicia a modernização de mil pontos de iluminação LED, visando economia e sustentabilidade energética na cidade.</p>
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<p>Este avanço representa um passo importante para a infraestrutura urbana, prometendo benefícios ambientais e econômicos substanciais. A adoção da tecnologia LED não apenas melhora a qualidade da iluminação nas vias públicas, proporcionando maior visibilidade e sensação de segurança para os cidadãos, mas também alinha a cidade a práticas mais modernas e conscientes em relação ao uso de recursos energéticos e à redução de impactos ambientais.</p>
<h2>Economia e sustentabilidade com a nova iluminação LED</h2>
<p>As novas luminárias de <b>iluminação LED</b>, doadas pela EDP, representam um investimento direto na sustentabilidade e na saúde financeira do município. A expectativa é que a modernização gere uma economia anual de aproximadamente R$ 500 mil para os cofres públicos. Este valor significativo poderá ser redirecionado para outras áreas prioritárias da administração municipal, otimizando o uso dos recursos públicos e beneficiando diretamente a população.</p>
<p>Além da economia financeira, o projeto tem um impacto ambiental considerável, prevendo uma redução anual de 626 megawatts-hora (MWh) no consumo de energia. Para contextualizar, este volume é equivalente ao abastecimento de cerca de 3.130 residências durante um ano, demonstrando a magnitude da iniciativa na otimização da matriz energética da cidade. A tecnologia LED também contribui para a redução de aproximadamente 29 toneladas de emissão de dióxido de carbono (CO₂) anualmente, um passo importante no combate às mudanças climáticas. Seu menor impacto ambiental é ainda reforçado pela ausência de mercúrio e outros componentes nocivos em sua composição, tornando-as uma opção mais limpa e segura.</p>
<h2>Investimento estratégico e critérios de seleção</h2>
<p>O projeto conta com um investimento total de R$ 600 mil por parte da EDP, inserindo-se de forma estratégica no Programa de Eficiência Energética da concessionária. Este programa é regulado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), garantindo que todas as ações estejam em conformidade com as diretrizes e normas do setor, promovendo a transparência e a eficácia dos investimentos em infraestrutura energética.</p>
<p>A seleção das vias que receberão a nova iluminação foi um processo colaborativo, realizado em conjunto pela empresa e pela administração municipal. Os critérios considerados foram cuidadosamente definidos e incluíram a criticidade da área em termos de segurança e visibilidade, a necessidade urgente de melhoria da iluminação existente e o número de pessoas beneficiadas. Essa abordagem garante que a modernização atenda às demandas mais urgentes da população e impacte positivamente o maior número de cidadãos, priorizando áreas de grande fluxo ou com deficiências notórias na iluminação.</p>
<h2>Expansão e continuidade do projeto de iluminação LED</h2>
<p>Os trabalhos de substituição das luminárias tiveram início de forma planejada no bairro Mogi Moderno, com a rua Vereador Nesclar Faria Guimarães sendo uma das primeiras a ser contemplada com a nova tecnologia. Outras vias importantes como Gastão Costa, Ferdinando Morroni, Clara Perez Freire e Anita Costa Leite também estão na lista inicial de intervenções, totalizando cerca de 100 luminárias que serão trocadas nessas localidades específicas, marcando o começo de uma transformação mais ampla.</p>
<p>O cronograma estabelecido pela Prefeitura abrange intervenções em mais de 30 vias, distribuídas por diversas regiões do município, incluindo importantes rodovias que cruzam a cidade, como a Mogi-Salesópolis e a Mogi-Bertioga. Esta fase do projeto não é um evento isolado, mas sim a continuidade de um processo de modernização já em andamento. Anteriormente, já haviam sido substituídas 956 luminárias de vapor de sódio por modelos em <b>iluminação LED</b>. Dessas, 620 foram instaladas na avenida Júlio Simões e outras 336 em bairros estratégicos como Jardim Margarida, Sabaúna, Barroso, Quatinga, Centro, Vila Lavínia e Jardim São Francisco, reforçando o compromisso da cidade com uma infraestrutura de iluminação mais eficiente, moderna e segura para todos os seus habitantes.</p>
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		<title>Governo revoga imposto sobre compras internacionais de até US$ 50 em resposta a reveses no Congresso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 May 2026 07:18:54 +0000</pubDate>
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<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/revogacao-imposto-compras-internacionais-lula/">Governo revoga imposto sobre compras internacionais de até US$ 50 em resposta a reveses no Congresso</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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<p>A MP, editada em uma terça-feira, estabelece a suspensão da taxa de 20% sobre produtos importados de baixo valor, uma medida que havia gerado considerável debate público. Com validade inicial de 60 dias, prorrogáveis por mais 60, a Medida Provisória coloca o tema em destaque a menos de cinco meses das eleições. A avaliação de parlamentares de diversas bancadas é que o governo, ao tomar essa decisão, transfere para o Congresso a responsabilidade de converter ou não em lei uma proposta com forte apelo popular.</p>
<h2>Contexto da Medida Provisória e Reação Governamental</h2>
<p>A revogação do imposto sobre compras internacionais de até US$ 50 surge em um momento crucial para o governo. Precedida por reveses como a não aprovação de Jorge Messias para o STF e a anulação do veto à Lei da Dosimetria, a medida é vista como uma tentativa de recuperar terreno político e popularidade. A chamada &#8220;taxa das blusinhas&#8221;, como ficou conhecida, gerava insatisfação em parte da população, conforme indicado por pesquisas internas que apontavam alta rejeição.</p>
<p>A Medida Provisória tem um prazo de vigência que, se renovado, se estenderá até 9 de setembro, poucas semanas antes do pleito eleitoral. Caso o Congresso aprove a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) no primeiro semestre, permitindo o recesso parlamentar, a validade da MP pode se estender até 23 de setembro. Este cronograma intensifica o caráter político da decisão, colocando o tema em evidência durante o período pré-eleitoral.</p>
<h2>Implicações Políticas e o Cenário Eleitoral</h2>
<p>A decisão do governo de suspender o imposto de importação é amplamente percebida como um movimento com foco nas próximas eleições. Parlamentares do Centrão e da oposição argumentam que a iniciativa visa capitalizar o descontentamento popular com a taxação e, ao mesmo tempo, pressionar o Congresso. A expectativa é que a análise da MP no parlamento se torne um palco para debates acalorados entre governistas e opositores.</p>
<p>O líder do MDB no Senado, Eduardo Braga (AM), expressou a certeza de que a medida será votada, dada a pressão popular. Por outro lado, o líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), criticou o que ele considera um caráter eleitoreiro na ação governamental. Ele argumentou que o governo, após instituir a taxa, a retira em um momento estratégico para &#8220;enganar o povo mais uma vez&#8221;.</p>
<h2>Debate Parlamentar e as Perspectivas para a MP</h2>
<p>A popularidade da medida e a proximidade das eleições impõem ao Congresso a necessidade de formar uma comissão mista para analisar e votar a MP. Este processo legislativo é crucial para a efetivação da revogação do imposto. O senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), líder do governo no Congresso, afirmou que alinhará com o presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP), a instalação da comissão, minimizando a possibilidade de polêmica.</p>
<p>Rodrigues defendeu a medida, ressaltando que, se tanto a oposição quanto o governo a consideram acertada, não há razão para controvérsia. No entanto, a expectativa é que a deliberação da MP sirva como plataforma para a oposição acusar o governo de oportunismo, enquanto os governistas tentarão capitalizar o apoio popular gerado pela suspensão da taxa.</p>
<h2>Argumentos e Controvérsias sobre a Taxação</h2>
<p>A discussão em torno do imposto de importação sobre compras de até US$ 50 não é recente. Randolfe Rodrigues lembrou que a medida de taxar essas compras, instituída em janeiro de 2023, teve o apoio de empresários ligados à oposição. Ele citou <b>Luciano Hang</b>, dono da rede de lojas Havan, como um dos expoentes empresariais que, em 2023, pressionava o Congresso por algum tipo de taxação sobre a importação de produtos de baixo valor.</p>
<p>Essa contextualização visa demonstrar uma mudança de postura por parte de setores da oposição, que agora criticam a medida que antes apoiavam. A controvérsia reside na percepção de que a revogação, embora popular, pode ser uma manobra política em vez de uma mudança de política econômica fundamentada.</p>
<h2>Propostas da Oposição e o Arcabouço Fiscal</h2>
<p>Em meio ao debate, o presidente da Frente Parlamentar do Livre Comércio, senador Efraim Filho (PL-PB), anunciou a intenção de apresentar uma emenda à MP. Sua proposta visa estender um benefício similar à indústria nacional, buscando equiparação. Ele defende que produtos de até US$ 50 produzidos no Brasil também sejam isentos de impostos, criando um campo de jogo mais nivelado.</p>
<p>Contrário a essa emenda, Randolfe Rodrigues argumentou que a proposta não deve prosperar, pois exigiria uma compensação fiscal, conforme as regras do arcabouço fiscal. Ele pontuou a contradição de setores que criticam os gastos governamentais, mas agora propõem medidas que aumentariam essas despesas. A discussão sobre a equiparação fiscal para a indústria nacional adiciona outra camada de complexidade ao debate sobre a Medida Provisória.</p>
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		<title>Simone Tebet defende o fim da taxa das blusinhas e aponta nova fase para o comércio exterior</title>
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		<pubDate>Fri, 15 May 2026 19:04:05 +0000</pubDate>
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<p>Questionada sobre a possível motivação eleitoral para o fim do imposto de 20% sobre compras internacionais de até 50 dólares e sobre alternativas para compensar a arrecadação, Tebet ponderou que a cobrança inicial foi um instrumento crucial para a organização da Receita Federal no combate à evasão fiscal. A medida, segundo ela, cumpriu seu propósito de estabelecer um novo patamar de controle e transparência no comércio exterior.</p>
<h2>A Decisão Pelo Fim da Taxa das Blusinhas</h2>
<p>A decisão de zerar a alíquota do imposto de importação para compras de até 50 dólares, anunciada no último dia <b>12 de maio</b>, marca uma reviravolta na política tributária que vinha sendo aplicada. De acordo com <b>Simone Tebet</b>, a implementação da taxa foi uma resposta necessária a um cenário de desorganização e práticas comerciais desleais. “Feito isso, passado esse tempo, não se justifica mais de taxa para quem compra até 50 dólares”, enfatizou a ex-ministra, sinalizando que os objetivos iniciais da medida foram alcançados.</p>
<p>A discussão em torno da taxa das blusinhas tem sido intensa, envolvendo consumidores, varejistas e o próprio governo. A justificativa para sua criação estava ligada à necessidade de regularizar o fluxo de mercadorias e garantir que as importações seguissem as normas fiscais brasileiras, protegendo tanto o mercado interno quanto os direitos do consumidor. O fim da cobrança agora abre um novo capítulo para o setor.</p>
<h2>Combate à Evasão Fiscal e Organização da Receita</h2>
<p>Um dos pilares para a implementação da taxa foi o combate à evasão fiscal. <b>Simone Tebet</b> detalhou que a medida visava coibir a prática de grandes empresas asiáticas que enviavam mercadorias para o Brasil como se fossem remessas de pessoa física, com valores abaixo de 50 dólares, evitando o pagamento de impostos devidos. Essa estratégia permitia a entrada de produtos de alto valor sem a devida tributação, gerando uma concorrência desleal com o comércio nacional.</p>
<p>A intervenção da Receita Federal, por meio da taxa, forçou uma reorganização do sistema. “Foi necessário organizar a casa. A Receita Federal falou ‘você quer vender?’ Então, vamos organizar, cadastra o seu produto”, descreveu Tebet. Esse processo de cadastramento e formalização visou assegurar que as empresas estrangeiras operassem dentro das regulamentações brasileiras, promovendo maior transparência e controle sobre as importações.</p>
<h2>Segurança do Consumidor e Equilíbrio Competitivo</h2>
<p>Além da questão fiscal, a ex-ministra também destacou a importância da taxa para a segurança do consumidor. A cobrança e a formalização das importações permitiram um maior controle de qualidade dos produtos por órgãos reguladores como a <b>Anvisa</b> e o <b>Inmetro</b>. “Tem que ter segurança no Anvisa, no Inmetro, para o produto chegar com segurança. Um brinquedo, por exemplo, que criança vai colocar na boca e, às vezes, pode se contaminar”, explicou.</p>
<p>Outro ponto crucial abordado por Tebet foi a busca pelo equilíbrio financeiro das indústrias brasileiras e do pequeno comércio. A competição desleal gerada pela entrada massiva de produtos sem impostos prejudicava diretamente os fabricantes e varejistas nacionais. “Isso foi apenas necessário para colocar ordem na casa, para não prejudicarmos as empresas nacionais, o pequeno comércio brasileiro que estava tendo uma competição desleal”, argumentou, reforçando o caráter protetivo da medida.</p>
<h2>Debate sobre a Equidade da Tributação</h2>
<p>A discussão sobre a equidade tributária foi um dos pontos altos da fala de <b>Simone Tebet</b>. Ela comparou a situação de quem compra produtos de baixo valor no exterior com a de quem viaja para fora do país e pode trazer até 500 dólares em mercadorias sem pagar imposto. “Vamos falar na realidade dos fatos, a pessoa que pode pegar um avião e ir para fora, ela nem tem, fala que é 500 dólares sem pagar imposto. É muito mais do que isso”, afirmou.</p>
<p>A ex-ministra também mencionou o exemplo de roupas de marca, avaliadas em <b>R$ 5 mil</b> ou <b>R$ 10 mil</b>, que, se consideradas de uso pessoal, não são taxadas. “Então, não tem sentido você querer cobrar imposto de quem ganha até 50 dólares e encarecer”, concluiu, levantando a questão da justiça fiscal e do impacto desproporcional da taxa sobre consumidores de menor poder aquisitivo. Para mais informações sobre políticas fiscais, consulte <a href="https://www.fazenda.gov.br/" target="_blank">fontes governamentais confiáveis</a>.</p>
<h2>Declaração em Fórum de Mulheres na Política</h2>
<p>A declaração de <b>Simone Tebet</b> foi proferida durante sua participação no <b>3º Fórum Mulheres na Política</b>, realizado na última <b>sexta-feira (15)</b>, na cidade de <b>Limeira (SP)</b>, no interior de São Paulo. O evento reuniu diversas lideranças femininas e teve como pautas centrais o debate sobre a participação da mulher na política e o enfrentamento à violência política de gênero.</p>
<p>A presença de Tebet em um fórum com essa temática ressalta a importância de vozes femininas em discussões econômicas e sociais de grande relevância. O contexto do evento amplificou a mensagem sobre o fim da taxa das blusinhas, inserindo-a em um diálogo mais amplo sobre desenvolvimento e justiça social.</p>
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		<title>Estratégias governamentais surtem efeito e imagem de Lula se fortalece, indica nova pesquisa Quaest</title>
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		<pubDate>Wed, 13 May 2026 12:40:55 +0000</pubDate>
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<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/lula-imagem-governo-quaest-pesquisa/">Estratégias governamentais surtem efeito e imagem de Lula se fortalece, indica nova pesquisa Quaest</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="696" height="398" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1778676051847.jpg?fit=696%2C398&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1778676051847.jpg?w=1344&amp;ssl=1 1344w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1778676051847.jpg?resize=300%2C171&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1778676051847.jpg?resize=1024%2C585&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1778676051847.jpg?resize=768%2C439&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1778676051847.jpg?resize=735%2C420&amp;ssl=1 735w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1778676051847.jpg?resize=696%2C398&amp;ssl=1 696w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1778676051847.jpg?resize=1068%2C610&amp;ssl=1 1068w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1778676051847.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1778676051847.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1778676051847.jpg?zoom=2&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1778676051847.jpg?zoom=3&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 450w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Uma recente pesquisa Quaest, divulgada nesta quarta-feira, aponta uma notável recuperação na imagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A análise, compartilhada por assessores presidenciais, sugere que as ações estratégicas do governo têm sido eficazes em reverter percepções negativas e consolidar o apoio popular em segmentos cruciais do eleitorado brasileiro.</p>
<p>Este cenário de melhora é atribuído a uma série de iniciativas e eventos que, segundo a equipe presidencial, ressoaram positivamente junto à população. A pesquisa não apenas reflete uma oscilação favorável na aprovação do governo, mas também reposiciona o presidente numericamente à frente de figuras da oposição em projeções para futuros pleitos.</p>
<h2>Impacto das políticas sociais e econômicas na percepção pública</h2>
<p>Entre as ações que mais contribuíram para a recuperação da imagem presidencial, destaca-se o lançamento do programa <b>Novo Desenrola Brasil</b>, também conhecido como &#8220;Desenrola 2.0&#8221;. Esta iniciativa, voltada para a renegociação de dívidas, tem sido bem avaliada pelos brasileiros, demonstrando o acerto do governo em focar em questões econômicas que afetam diretamente o cotidiano da população.</p>
<p>A equipe de Lula ressalta a importância da recuperação do apoio entre mulheres e eleitores com renda entre dois e cinco salários mínimos, grupos que são alvos prioritários do Novo Desenrola. O presidente havia registrado perda de apoio nesses segmentos, considerados essenciais para qualquer tentativa de reeleição. A retomada da adesão feminina, em particular, é vista como um indicativo do sucesso das políticas direcionadas, como a proibição de apostas em jogos online para beneficiários do programa, uma preocupação do eleitorado feminino.</p>
<h2>Aprovação presidencial e o cenário eleitoral em evolução</h2>
<p>A pesquisa Quaest mostra uma recuperação geral na aprovação do governo Lula, com uma oscilação positiva tanto no primeiro quanto no segundo turno de possíveis disputas eleitorais. Este avanço coloca o presidente numericamente à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) novamente, indicando uma mudança no panorama político.</p>
<p>Além das políticas internas, o encontro entre Lula e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também foi apontado como um fator positivo. A visibilidade internacional e a diplomacia são elementos que podem influenciar a percepção de liderança e estabilidade do governo.</p>
<h2>Desafios e oportunidades na base de apoio do governo</h2>
<p>Apesar dos avanços, a avaliação do presidente entre os evangélicos continua sendo uma preocupação para a equipe. Neste grupo, Lula tem perdido apoio de forma constante, enquanto o senador Flávio Bolsonaro tem ampliado suas adesões. Em contrapartida, entre os católicos, o presidente segue ganhando terreno, o que equilibra, em parte, o cenário religioso do eleitorado.</p>
<p>Outro ponto positivo notado pelos assessores é a percepção dos brasileiros sobre o noticiário. Nas últimas semanas, entre uma pesquisa e outra da Quaest, os cidadãos notaram mais notícias positivas do que negativas, o que contribui para um ambiente de maior otimismo em relação à gestão federal. A percepção sobre a economia também registrou uma leve melhora para o presidente.</p>
<h2>Medidas econômicas futuras e a percepção do eleitorado</h2>
<p>O governo aposta ainda no impacto positivo da recente revogação da <b>taxa das blusinhas</b>, anunciada na terça-feira e já em vigor. Essa medida, que vinha gerando desgaste para o presidente, foi antecipada após a oposição tentar aprovar no Congresso um projeto para derrubá-la. A decisão de assinar uma medida provisória sobre o tema demonstra agilidade e capacidade de resposta às demandas populares.</p>
<p>No entanto, a equipe governamental permanece atenta aos possíveis efeitos negativos do aumento dos preços dos alimentos, que tem sido registrado nos últimos índices de inflação. Para mitigar esse impacto, novas medidas para conter o aumento do preço dos combustíveis estão sendo preparadas e devem ser divulgadas em breve, visando neutralizar um reajuste iminente no preço da gasolina pela Petrobras. Mais informações sobre as políticas econômicas do governo podem ser encontradas em <a href="https://www.gov.br/economia/pt-br" target="_blank" rel="noopener dofollow">portais oficiais</a>.</p>
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		<title>Endividamento recorde: novo Desenrola Brasil busca aliviar famílias em cenário de juros altos</title>
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		<pubDate>Tue, 12 May 2026 08:25:39 +0000</pubDate>
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<p>Este lançamento ocorre em um contexto de crescente endividamento das famílias no Brasil. Dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) revelam que o comprometimento com dívidas, incluindo financiamentos, cartões de crédito e empréstimos, atingiu 80,9% em abril, o patamar mais elevado já registrado na série histórica. A inadimplência, que representa as dívidas em atraso, também se mantém em um nível preocupante, afetando 29,6% das famílias.</p>
<h2>O paradoxo do endividamento: renda em alta e dívidas crescentes</h2>
<p>O cenário atual apresenta um paradoxo notável: enquanto indicadores econômicos sugerem uma melhora, o endividamento familiar continua a subir. O país registra uma taxa de desemprego em mínima histórica, com 6,1% no trimestre encerrado em março, e um rendimento médio mensal que superou os R$ 3.722, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Além disso, o Produto Interno Bruto (PIB) tem crescido pelo quinto ano consecutivo.</p>
<p>Apesar desses sinais positivos no mercado de trabalho e na renda, a questão persiste: por que o brasileiro segue endividado? A complexidade da situação transcende a simples análise de salários e ofertas de emprego. Fatores como o custo de vida elevado, a onerosidade do crédito e a dependência de financiamentos para manter o padrão de consumo são elementos cruciais para compreender este fenômeno.</p>
<h2>Juros elevados e custo de vida: os vilões do orçamento familiar</h2>
<p>A trajetória da política monetária brasileira desempenha um papel fundamental no atual nível de endividamento. Após um período de juros historicamente baixos, que chegaram a 2% ao ano em outubro de 2020 para estimular a economia pós-pandemia, o Banco Central foi forçado a reverter a estratégia. A escalada da inflação entre 2021 e 2022 levou a um ciclo agressivo de aumento da taxa Selic, que alcançou 13,75% ao ano em agosto de 2022 e, mais recentemente, 15% ao ano em junho de 2025, o maior patamar desde 2006.</p>
<p>O economista Flávio Ataliba, pesquisador do FGV Ibre, destaca que a melhora no mercado de trabalho não foi suficiente para aliviar o orçamento das famílias. O custo de vida permanece elevado, e o peso das dívidas acumuladas desde a pandemia consome uma parcela significativa da renda. Dados do Banco Central indicam que o comprometimento da renda das famílias com dívidas bancárias atingiu 29,3% em janeiro deste ano, o maior nível da série histórica.</p>
<p>Qualquer renda adicional acaba sendo direcionada para despesas básicas como alimentação, moradia e transporte, além do pagamento de dívidas antigas, sem gerar uma folga financeira real. Pesquisas da Quaest revelam que 71% dos brasileiros sentem que conseguem comprar menos do que há um ano, evidenciando a perda do poder de compra.</p>
<h2>O impacto do Desenrola anterior e os desafios atuais</h2>
<p>Em maio de 2023, o governo federal lançou a primeira edição do Desenrola, que conseguiu uma redução temporária da inadimplência, renegociando R$ 53,2 bilhões em dívidas para 15 milhões de brasileiros. A expectativa era que a queda dos juros, iniciada naquele período, permitisse às famílias reorganizar suas finanças.</p>
<p>Contudo, esse alívio não se sustentou. As incertezas na economia global, especialmente em 2024 e 2025, como a eleição de Donald Trump nos Estados Unidos, contribuíram para uma nova alta nos preços. Isso levou o Banco Central a elevar novamente a taxa básica de juros, impactando diretamente a capacidade de pagamento das famílias.</p>
<p>A inflação dos alimentos, em particular, tem sido um fator de pressão constante. Em abril de 2025, a alta acumulada nos preços dos alimentos em 12 meses chegou a 7,81%, superando a inflação geral. Itens como arroz, feijão, leite e carnes registraram picos de aumento, consumindo uma parcela cada vez maior do orçamento familiar. Em março deste ano, os gastos com itens essenciais já representavam 41,8% da renda, segundo dados do <a href="https://www.ibge.gov.br/" target="_blank">IBGE</a> compilados pela Tendências Consultoria.</p>
<h2>Comportamento financeiro e a normalização da dívida</h2>
<p>Além dos fatores macroeconômicos, o comportamento financeiro dos brasileiros também contribui para a persistência do alto endividamento. A economista Olívia Resende, especialista em finanças e economia comportamental, aponta para o “viés do presente”, onde a decisão de consumo é guiada pela capacidade de pagar a parcela mensal, ignorando o custo total da dívida.</p>
<p>A dependência do cartão de crédito, principal modalidade de dívida para 84,9% dos consumidores endividados em março, segundo a CNC, exemplifica essa dinâmica. A falta de educação financeira é outro pilar que perpetua o ciclo de dependência do crédito. Sem um entendimento claro dos limites e uma mudança de mentalidade, programas de renegociação de dívidas podem ter um efeito temporário.</p>
<p>Pesquisas indicam que a imprevisibilidade, a falta de disciplina financeira e a limitação de renda são os principais obstáculos para um planejamento financeiro eficaz. A “normalização do endividamento”, impulsionada por conteúdos em redes sociais que prometem atalhos para a quitação de dívidas, também agrava o problema, alertam especialistas, pois essas estratégias muitas vezes não correspondem à realidade legal e podem gerar mais complicações.</p>
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		<title>Reservatórios do sistema produtor mantêm estabilidade em período de transição climática</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 12:47:48 +0000</pubDate>
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<p>A manutenção dos níveis dos reservatórios, que abastecem milhões de pessoas, reflete a complexidade da gestão hídrica em face das variações climáticas. Enquanto a estabilidade atual oferece uma margem de segurança, a antecipação de condições mais secas sublinha a necessidade de monitoramento constante e de medidas preventivas para enfrentar os desafios que se avizinham.</p>
<h2>Acompanhamento dos Reservatórios: Estabilidade em Destaque</h2>
<p>O sistema produtor de água registrou um volume de mais da metade de sua capacidade total ao final do mês. Este patamar representa uma importante estabilização, contrastando com a tendência de queda observada nos meses anteriores. A análise dos dados oficiais revela um cenário de recuperação e manutenção dos níveis.</p>
<p>Em comparação com o mesmo período do ano precedente, o volume atual demonstra um aumento considerável. Este incremento de pontos percentuais na capacidade dos reservatórios é um indicativo positivo da resiliência do sistema e das condições que favoreceram a recuperação hídrica.</p>
<h2>Volume Hídrico e o Cenário Recente</h2>
<p>Ao longo do mês, os reservatórios do sistema produtor mantiveram a disponibilidade de água, encerrando o período com o mesmo índice do mês anterior. Essa constância é um fator crucial para a segurança hídrica da região, que depende diretamente da capacidade de armazenamento.</p>
<p>A estabilidade observada é um reflexo das condições climáticas e da gestão operacional. A manutenção do volume, sem quedas significativas, permite que o sistema continue a operar dentro de parâmetros considerados adequados para o abastecimento da população.</p>
<h2>Impacto das Precipitações no Nível da Água</h2>
<p>As chuvas registradas no período contribuíram diretamente para a estabilidade dos reservatórios. O volume de precipitação acumulado ficou ligeiramente abaixo da média esperada pela companhia de saneamento, mas foi suficiente para sustentar os níveis existentes.</p>
<p>Embora as precipitações não tenham sido volumosas o bastante para elevar substancialmente o nível dos reservatórios, sua ocorrência foi fundamental para evitar novas quedas. A contribuição pluviométrica demonstrou ser um fator determinante para a conservação da disponibilidade hídrica na área de abrangência do sistema.</p>
<h2>Projeções Meteorológicas e o Cenário Futuro</h2>
<p>As previsões para o próximo período são menos otimistas em relação às chuvas. Especialistas em meteorologia indicam que, com o avanço do outono, as condições climáticas tenderão a se modificar, com a expectativa de um tempo mais seco.</p>
<p>Espera-se que o clima comece a secar de forma mais acentuada na segunda quinzena do próximo mês, acompanhada pela chegada de uma massa de ar polar com força significativa. Esses eventos meteorológicos podem resultar em uma diminuição da disponibilidade de água na região, reforçando a importância do uso consciente dos recursos. Para mais informações sobre a gestão de recursos hídricos, consulte a <a href="https://www.agenciaagua.gov.br" target="_blank">Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico</a>.</p>
<h2>Abrangência e Importância do Sistema Produtor</h2>
<p>O sistema produtor é composto por diversos reservatórios localizados em cidades da área de abrangência, sendo responsável pelo abastecimento de milhões de pessoas em uma vasta região metropolitana. Sua operação é vital para a qualidade de vida e o desenvolvimento econômico local.</p>
<p>Entre os reservatórios que compõem o sistema, alguns se destacaram por registrar volumes úteis acima de um patamar significativo. Essa variação entre os componentes do sistema demonstra a diversidade de condições e a necessidade de uma gestão integrada para otimizar o uso de cada fonte hídrica.</p>
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		<title>Ferraz de Vasconcelos: indústrias são flagradas em furto de energia com prejuízo vultoso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 19:41:40 +0000</pubDate>
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<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/furto-energia-industrias-ferraz-vasconcelos/">Ferraz de Vasconcelos: indústrias são flagradas em furto de energia com prejuízo vultoso</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="696" height="359" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777578097071.jpg?fit=696%2C359&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Ferraz de Vasconcelos: indústrias são flagradas em furto de energia com prejuízo vultoso" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777578097071.jpg?w=1478&amp;ssl=1 1478w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777578097071.jpg?resize=300%2C155&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777578097071.jpg?resize=1024%2C528&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777578097071.jpg?resize=768%2C396&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777578097071.jpg?resize=815%2C420&amp;ssl=1 815w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777578097071.jpg?resize=696%2C359&amp;ssl=1 696w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777578097071.jpg?resize=1068%2C551&amp;ssl=1 1068w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777578097071.jpg?w=1392&amp;ssl=1 1392w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777578097071.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Ferraz de Vasconcelos: indústrias são flagradas em furto de energia com prejuízo vultoso" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777578097071.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777578097071.jpg?zoom=2&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777578097071.jpg?zoom=3&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 450w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Duas indústrias localizadas em Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo, foram recentemente flagradas em esquema de furto de energia elétrica. A ação, conduzida pela Divisão Especializada de Investigações Criminais (DEIC), resultou na prisão em flagrante dos responsáveis e na constatação de um prejuízo que ultrapassa os R$ 20 mil para a concessionária de energia.</p>
<p>Este tipo de ocorrência ressalta a vigilância contínua das autoridades e das empresas de serviço público contra práticas ilegais que não apenas geram perdas financeiras significativas, mas também comprometem a segurança e a qualidade do fornecimento para toda a comunidade.</p>
<h2>Operação Policial e Alvos Específicos</h2>
<p>As investigações que culminaram nos flagrantes de furto de energia foram realizadas em dias distintos, demonstrando uma abordagem coordenada das autoridades. A primeira intervenção ocorreu em uma segunda-feira, dia 27, tendo como alvo uma indústria do setor plástico.</p>
<p>Dois dias depois, na quarta-feira, dia 29, a operação se estendeu a uma metalúrgica, onde também foram identificadas irregularidades no consumo de energia. A atuação da DEIC foi crucial para desmantelar os esquemas e garantir a responsabilização dos envolvidos.</p>
<h2>Consequências Legais e Financeiras para os Envolvidos</h2>
<p>A concessionária EDP, responsável pela distribuição de energia na região do Alto Tietê, informou que os proprietários das indústrias flagradas responderão criminalmente pelo furto de energia. Além das implicações legais, eles serão obrigados a arcar com o valor correspondente à energia consumida e não registrada.</p>
<p>Adicionalmente, os responsáveis deverão cobrir todos os custos administrativos associados à investigação e regularização das instalações. Essa medida visa não apenas recuperar as perdas financeiras, mas também desencorajar futuras tentativas de fraude e garantir a integridade do sistema de distribuição.</p>
<h2>Panorama do Furto de Energia na Região</h2>
<p>O problema do furto de energia não é isolado, conforme dados apresentados pela EDP. Um levantamento da empresa aponta que, em <b>2025</b>, foram recuperados impressionantes 25,7 gigawatts-hora (GWh) de energia furtada somente na área do Alto Tietê. Este volume é substancial, sendo suficiente para abastecer uma cidade como Cruzeiro, que possui cerca de 75 mil habitantes, por um mês inteiro.</p>
<p>A recorrência de tais incidentes é preocupante. Em um período de sete meses, a região do Alto Tietê registrou mais de 5 mil casos de furto de energia, evidenciando a escala do desafio enfrentado pelas autoridades e pela concessionária para combater essa prática ilegal.</p>
<h2>Riscos e Alertas da Concessionária</h2>
<p>A EDP emite um alerta contundente sobre os graves riscos associados às fraudes e ligações clandestinas de energia. Essas práticas não apenas configuram um crime, mas também representam um perigo iminente para a segurança de quem as executa e das pessoas que vivem ou trabalham nas proximidades.</p>
<p>As ligações irregulares podem provocar sobrecargas na rede elétrica, resultando em curtos-circuitos, incêndios e até acidentes fatais. Além disso, a instabilidade gerada por essas fraudes pode comprometer a qualidade e a continuidade do fornecimento de energia, causando quedas e interrupções que afetam diretamente os moradores e o comércio local. A concessionária enfatiza que apenas profissionais devidamente habilitados e equipados devem manusear a rede elétrica. Para mais informações sobre os perigos e como denunciar, visite o site da <a href="https://www.edp.com.br/para-sua-casa/servicos/furto-de-energia" target="_blank">EDP Brasil</a>.</p>
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		<title>Arrecadação federal de março bate recorde histórico e reflete cenário econômico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 14:11:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A arrecadação federal em março atingiu R$ 229,2 bilhões, marcando um recorde histórico impulsionado por fatores econômicos e tributários.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A arrecadação do governo federal com impostos, contribuições e demais receitas alcançou um patamar inédito em março deste ano. Os dados, divulgados pela Receita Federal, revelam um total de R$ 229,2 bilhões, marcando não apenas um crescimento significativo em relação ao ano anterior, mas também o maior valor já registrado para o mês desde o início da série histórica em 1995, abrangendo um período de 32 anos.</p>
<p>Este resultado expressivo reflete uma combinação de fatores econômicos e ajustes na política tributária. O desempenho da arrecadação é um indicador crucial da saúde fiscal do país e da atividade econômica, fornecendo subsídios para análises sobre o cumprimento de metas e a capacidade de investimento governamental.</p>
<h2>O Impulso por Trás do Recorde Histórico de Arrecadação Federal</h2>
<p>O montante de R$ 229,2 bilhões arrecadados em março representa um aumento real de 4,99% quando comparado ao mesmo período do ano passado, já corrigido pela inflação. Essa elevação substancial foi atribuída, principalmente, ao crescimento da arrecadação da contribuição previdenciária, um pilar fundamental do sistema de seguridade social.</p>
<p>Além disso, o desempenho robusto das arrecadações de PIS/Cofins, do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) sobre aplicações de capital e do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) também contribuiu decisivamente para que a <b>arrecadação federal</b> atingisse este marco histórico. Esses indicadores apontam para uma maior movimentação econômica e financeira no período.</p>
<h2>A Influência da Economia e das Medidas Tributárias Recentes</h2>
<p>O recorde na arrecadação está intrinsecamente ligado ao crescimento da economia brasileira, que tem demonstrado sinais de recuperação e expansão. Contudo, as medidas de aumento de impostos implementadas nos últimos anos pelo governo também desempenharam um papel crucial neste cenário.</p>
<p>Diversas alterações na legislação tributária foram anunciadas, impactando diferentes setores e faixas de renda. Entre as principais, destacam-se a elevação da tributação sobre fundos exclusivos e as chamadas “offshores”, que afetam a alta renda e investimentos no exterior. Houve também mudanças na tributação de incentivos concedidos por estados, o que redefiniu a dinâmica de alguns benefícios fiscais.</p>
<p>Outras medidas incluem o aumento de impostos sobre combustíveis, mantido desde 2023, a implementação do imposto sobre encomendas internacionais, popularmente conhecido como “taxa das blusinhas”, e a reoneração gradual da folha de pagamentos. O fim de benefícios para o setor de eventos (Perse), o início da taxação de apostas esportivas (bets), o aumento do IOF sobre operações de crédito e câmbio, e a alta na tributação dos juros sobre capital próprio completam o quadro de ajustes que impulsionaram a arrecadação.</p>
<h2>Desempenho do Primeiro Trimestre e Perspectivas Fiscais para 2026</h2>
<p>Os dados do primeiro trimestre do ano também reforçam a tendência de alta. A arrecadação federal acumulada nos três primeiros meses totalizou R$ 777,12 bilhões em valores nominais. Quando corrigida pela inflação, essa cifra atinge R$ 784,24 bilhões, representando um crescimento real de 4,6% em comparação com o mesmo período do ano anterior, que somou R$ 749,9 bilhões.</p>
<p>Este montante também configura um recorde histórico para a arrecadação federal no primeiro trimestre, sinalizando um início de ano fiscal robusto. O governo, conforme o <a href="https://www.gov.br/receita/pt-br" target="_blank" rel="noopener dofollow">arcabouço fiscal</a> aprovado em 2023, espera contar com esse aumento contínuo da arrecadação para tentar atingir a meta para suas contas em 2026.</p>
<p>Para o ano corrente, a meta fiscal prevê um saldo positivo de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), equivalente a cerca de R$ 34,3 bilhões. Com um intervalo de tolerância de 0,25 ponto percentual, a meta será formalmente cumprida se o governo alcançar um saldo zero ou um superávit de R$ 68,6 bilhões. No entanto, a legislação permite a exclusão de R$ 57,8 bilhões em despesas, como o pagamento de precatórios. Na prática, a previsão é de um rombo de R$ 23,3 bilhões nos cofres públicos em 2026, indicando que as contas governamentais podem permanecer negativas ao longo do terceiro mandato do presidente.</p>
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		<title>Cartão de crédito rotativo atinge R$ 110 bilhões e acende alerta sobre endividamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 12:14:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="696" height="391" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777292086933.jpg?fit=696%2C391&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Cartão de crédito rotativo atinge R$ 110 bilhões e acende alerta sobre endividamento" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777292086933.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777292086933.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777292086933.jpg?resize=768%2C431&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777292086933.jpg?resize=748%2C420&amp;ssl=1 748w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777292086933.jpg?resize=696%2C391&amp;ssl=1 696w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /><p><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777292086933.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Cartão de crédito rotativo atinge R$ 110 bilhões e acende alerta sobre endividamento" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777292086933.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777292086933.jpg?zoom=2&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777292086933.jpg?zoom=3&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 450w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Cartão de crédito rotativo soma R$ 110 bilhões no primeiro trimestre. Juros chegam a 428% ao ano e governo prepara novas medidas.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/cartao-de-credito-rotativo-endividamento-brasil/">Cartão de crédito rotativo atinge R$ 110 bilhões e acende alerta sobre endividamento</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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<p>A modalidade é apontada por economistas como um dos principais fatores para o alto nível de endividamento das famílias brasileiras. Em <b>março</b>, a taxa média de juros do rotativo alcançou o patamar de <b>428,3% ao ano</b>. Esse custo financeiro elevado dificulta a quitação de débitos e gera um efeito cascata no orçamento doméstico de milhões de cidadãos.</p>
<h2>Expansão do cartão de crédito e o peso dos juros no orçamento</h2>
<p>Atualmente, cerca de <b>101 milhões</b> de brasileiros possuem pelo menos um cartão de crédito, o que representa quase metade da população do país. Desse total, aproximadamente <b>40 milhões</b> de pessoas estavam com dívidas ativas no rotativo em <b>janeiro</b> deste ano. O uso frequente dessa ferramenta reflete a necessidade de liquidez imediata, mas impõe um ônus financeiro severo.</p>
<p>A inadimplência nesta linha específica de crédito é alarmante, atingindo <b>63,5%</b>. Na prática, isso significa que mais de <b>R$ 60</b> a cada <b>R$ 100</b> emprestados pelas instituições financeiras não são honrados no prazo estipulado. O rotativo é acionado automaticamente quando o cliente não efetua o pagamento integral da fatura até o vencimento.</p>
<h2>Inadimplência e as novas regras de limitação da dívida</h2>
<p>Para tentar conter o crescimento descontrolado dos débitos, o <b>Congresso</b> e o governo federal implementaram mudanças significativas em <b>janeiro de 2024</b>. Ficou determinado que o valor total da dívida, somando juros e encargos, não pode exceder o valor original do débito. Essa trava impede que uma dívida de <b>R$ 100</b>, por exemplo, ultrapasse o montante final de <b>R$ 200</b>.</p>
<p>Especialistas recomendam que o consumidor evite ao máximo o uso do rotativo. A orientação principal é priorizar o pagamento total da fatura mensalmente. Caso não seja possível, a busca por linhas de crédito com juros menores, como o crédito consignado, é vista como uma alternativa mais sustentável para evitar o colapso das finanças pessoais.</p>
<h2>Estratégias do governo para conter a crise financeira das famílias</h2>
<p>O governo federal trabalha em novas frentes para reduzir o endividamento da população em um ano marcado por movimentações políticas. Uma das estratégias em análise envolve a unificação de dívidas de <b>cartão de crédito</b>, cheque especial e crédito pessoal em um único contrato de refinanciamento. O programa prevê descontos agressivos nos juros, que podem variar entre <b>30%</b> e <b>90%</b>.</p>
<p>Outra medida aguardada é a regulamentação do uso do saldo do <b>FGTS</b> como garantia para empréstimos no setor privado. Segundo o <b>Ministério da Fazenda</b>, essa garantia permitiria a oferta de taxas de juros consideravelmente menores aos trabalhadores. O objetivo é substituir dívidas caras por modalidades de crédito mais saudáveis e compatíveis com a renda real das famílias.</p>
<h2>Mudança estrutural no uso do crédito como complemento de renda</h2>
<p>O diretor do <b>Banco Central</b>, <b>Gabriel Galípolo</b>, ressaltou recentemente que o uso do rotativo tem se tornado parte da renda mensal de muitas famílias, em vez de ser uma solução emergencial. Essa distorção estrutural é um dos focos de atenção da autoridade monetária, que busca construir alternativas para que o cliente bancário tenha opções mais adequadas à sua realidade financeira.</p>
<p>Para mais informações detalhadas sobre as estatísticas monetárias e de crédito, consulte os relatórios oficiais do <a href="https://www.bcb.gov.br">Banco Central</a>.</p>
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		<title>Ministro considera possível revogação da taxa das blusinhas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 18:25:43 +0000</pubDate>
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<h2>Origem da taxa das blusinhas</h2>
<p>A &#8220;taxa das blusinhas&#8221; surgiu como resultado de um lobby significativo por parte de empresas varejistas, que pressionaram o parlamento para sua implementação. Segundo Boulos, essa ação não teve origem no governo federal, mas sim em interesses comerciais que conseguiram espaço dentro do legislativo.</p>
<h2>Impactos e críticas à medida</h2>
<p>A implementação da taxa gerou diversas críticas, especialmente por parte de consumidores e pequenos comerciantes que veem a medida como um entrave ao consumo e um aumento desnecessário nos preços de produtos populares. A possibilidade de revogação é vista por muitos como um alívio econômico.</p>
<h2>Posicionamento do governo</h2>
<p>O governo, por meio de Boulos, tem se posicionado de forma crítica em relação à taxa, enfatizando que não foi uma proposta do Executivo. A fala do ministro sugere que há espaço para discussão e potencial revogação, dependendo do andamento das negociações políticas.</p>
<h2>Próximos passos</h2>
<p>O futuro da &#8220;taxa das blusinhas&#8221; dependerá das deliberações no parlamento e das negociações entre as partes interessadas. O governo, por sua vez, parece disposto a apoiar a revogação, caso haja consenso político para tal.</p>
<p>Para mais informações sobre o tema, acompanhe as atualizações no <a href="https://g1.globo.com/">G1</a>.</p>
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