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	<title>Arquivo de dinheiro - Jornal Sete</title>
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		<title>Previdência sob investigação: PF apura aplicação de R$ 13 milhões no Banco Master</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 13:00:16 +0000</pubDate>
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<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/previdencia-investigacao-pf-banco-master/">Previdência sob investigação: PF apura aplicação de R$ 13 milhões no Banco Master</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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<h2>Investigação sobre a gestão do IPREM</h2>
<p>As diligências da Polícia Federal incluíram o cumprimento de mandados de busca e apreensão na sede do instituto e em endereços ligados a cinco pessoas físicas. A ação foi motivada por um alerta emitido pela Subsecretaria de Regimes Próprios de Previdência Social, que identificou inconsistências na aplicação do dinheiro municipal. A Justiça Federal determinou, além das buscas, o bloqueio de bens dos envolvidos e o afastamento de investigados de suas funções públicas.</p>
<h2>Alvos da operação e o papel do Banco Master</h2>
<p>Entre os investigados está <b>Hortêncio Lala Neto</b>, que ocupou a diretoria do IPREM até 2024. Também figuram como alvos a ex-supervisora de gestão <b>Marlene Maria Vieira Bassani</b>, além de <b>Maria de Lourdes Villalva</b>, <b>Hélio Augusto Moraes</b> e <b>Tatiana Feliz dos Reis</b>, todos ligados ao Comitê de Investimentos. A apuração busca esclarecer como as decisões de alocação no Banco Master foram tomadas e se houve negligência ou má-fé na escolha dos ativos.</p>
<h2>Defesa e contexto das aplicações financeiras</h2>
<p>Em declarações anteriores, <b>Hortêncio Lala Neto</b> afirmou que o aporte no Banco Master visava o cumprimento de metas de rentabilidade e que a operação teria passado por todas as etapas de análise do conselho fiscal. O ex-diretor sustentou que, no momento da aplicação, a instituição financeira não apresentava restrições. O IPREM, por sua vez, reiterou em comunicados passados que suas decisões seguiram as normas legais que regem os Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS).</p>
<h2>Alertas do Ministério Público de Contas</h2>
<p>O cenário de preocupação não é recente. Ainda em abril do ano passado, a Procuradoria do Ministério Público de Contas de São Paulo (MPC-SP) já havia emitido alertas sobre o volume de recursos de institutos municipais aplicados no Banco Master. Com a decretação da liquidação extrajudicial da instituição pelo Banco Central, o risco de perda financeira para os cofres públicos de Santo Antônio de Posse tornou-se o centro da controvérsia jurídica e administrativa, conforme detalhado pelo portal <a href="https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/">g1</a>.</p>
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		<title>Polícia Civil desarticula esquema de fraude bancária que desviou R$ 14 milhões</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 11:32:38 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="696" height="389" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1776943955557.jpg?fit=696%2C389&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Polícia Civil desarticula esquema de fraude bancária que desviou R$ 14 milhões" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1776943955557.jpg?w=1200&amp;ssl=1 1200w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1776943955557.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1776943955557.jpg?resize=1024%2C572&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1776943955557.jpg?resize=768%2C429&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1776943955557.jpg?resize=752%2C420&amp;ssl=1 752w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1776943955557.jpg?resize=696%2C389&amp;ssl=1 696w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1776943955557.jpg?resize=1068%2C596&amp;ssl=1 1068w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1776943955557.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Polícia Civil desarticula esquema de fraude bancária que desviou R$ 14 milhões" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1776943955557.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1776943955557.jpg?zoom=2&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1776943955557.jpg?zoom=3&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 450w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><h2>Operação policial combate fraude bancária de R$ 14 milhões</h2>
<p>Uma operação estratégica deflagrada pela <b>Polícia Civil</b> de São Paulo resultou na prisão de dois suspeitos envolvidos em um sofisticado esquema de desvio de recursos de contas corporativas. A ação, realizada nesta quinta-feira (23), mira uma organização criminosa responsável por subtrair <b>R$ 14 milhões</b> de uma única conta empresarial, causando prejuízos vultosos ao sistema financeiro.</p>
<p>Entre os detidos está um <b>ex-gerente de banco</b>, cuja experiência técnica teria sido fundamental para a execução das atividades ilícitas. A investigação aponta que o grupo atuava mediante a habilitação irregular de credenciais corporativas, técnica que permitia o acesso indevido e o controle de contas de clientes sem autorização.</p>
<h2>Modus operandi e pulverização de ativos</h2>
<p>A dinâmica do crime envolvia uma movimentação ágil dos valores subtraídos. Assim que o acesso às contas era obtido, o montante era rapidamente pulverizado através de diversas transações financeiras, incluindo transferências via <b>TED</b>, <b>PIX</b> e o pagamento de boletos bancários, dificultando o rastreamento imediato por parte das instituições financeiras e das autoridades de controle.</p>
<p>A ação policial, denominada <b>Operatio Infidelitas</b>, representa a segunda fase de um esforço investigativo contínuo. O trabalho é coordenado pela <b>4ª Delegacia da DCCiber</b>, unidade especializada em investigações sobre lavagem de dinheiro e ativos ilícitos por meios eletrônicos, que tem buscado desmantelar núcleos de crimes cibernéticos no estado.</p>
<h2>Abrangência da investigação e próximos passos</h2>
<p>O cumprimento dos mandados judiciais estende-se por diversas localidades. Ao todo, a operação mobilizou equipes para o cumprimento de cinco mandados de prisão e <b>22 mandados de busca e apreensão</b>. As diligências ocorrem na capital paulista, além dos municípios de <b>Carapicuíba</b>, <b>Franco da Rocha</b>, <b>Mogi das Cruzes</b> e na região de <b>Piracicaba</b>. O alcance da rede criminosa também atingiu o estado de <b>Goiás</b>.</p>
<p>Esta nova etapa da ofensiva policial foi fundamentada em provas robustas coletadas em novembro do ano passado, durante a primeira fase da operação. Para mais informações sobre o combate a crimes cibernéticos, consulte o portal oficial da <a href="https://www.policiacivil.sp.gov.br/">Polícia Civil de São Paulo</a>. As autoridades seguem analisando os materiais apreendidos para identificar outros possíveis envolvidos no esquema.</p>
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		<title>INSS: ressarcimento por fraudes ultrapassa R$ 2,9 bilhões um ano após operação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 07:48:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um ano após operação contra fraudes no INSS, quase R$ 3 bilhões foram devolvidos a segurados. Prazo para contestar segue aberto.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Operação Sem Desconto, que expôs um vasto esquema de fraudes em aposentadorias e pensões, completa um ano de sua deflagração. Neste período, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) tem avançado no processo de devolução de valores indevidamente subtraídos dos beneficiários, alcançando a marca de quase R$ 3 bilhões em ressarcimentos.</p>
<p>As investigações revelaram que milhões de segurados tiveram descontos irregulares aplicados em seus benefícios, sem qualquer autorização. O esforço para reverter esses desvios e garantir a restituição dos valores continua, com um número significativo de pessoas ainda por se manifestar sobre as irregularidades.</p>
<h2>Avanço no ressarcimento e prazo para contestação</h2>
<p>Até <b>27 de março</b>, o <b>INSS</b> conseguiu devolver R$ 2,95 bilhões a um total de 4,34 milhões de segurados que identificaram e contestaram descontos irregulares em seus benefícios. Apesar desse progresso, o órgão estima que cerca de 4 milhões de beneficiários ainda não se manifestaram sobre os desvios.</p>
<p>Em <b>maio de 2025</b>, 9,5 milhões de aposentados e pensionistas foram notificados pelo <b>INSS</b> a respeito de descontos associativos. A partir desse alerta, foi aberto um prazo para que os segurados pudessem responder se o desconto havia sido autorizado, contestar a cobrança e solicitar o ressarcimento, ou confirmar a legitimidade do desconto. Este prazo foi prorrogado duas vezes, cada uma por 90 dias, e os aposentados e pensionistas têm até <b>20 de junho</b> para contestar os descontos indevidos.</p>
<h2>Legislação e veto presidencial sobre busca ativa</h2>
<p>Em <b>janeiro</b> deste ano, uma nova lei foi sancionada pelo presidente da República, proibindo a realização de descontos por associações em benefícios pagos pelo <b>INSS</b>. A legislação, aprovada pelo Congresso Nacional no fim do ano passado, visava coibir práticas abusivas que lesavam os segurados.</p>
<p>Um trecho da lei que determinava uma &#8220;busca ativa a beneficiários lesados em decorrência de descontos indevidos e previa o seu ressarcimento&#8221; foi vetado pelo presidente. O governo justificou o veto alegando que a medida atribuiria ao <b>INSS</b> competências que não lhe são próprias, expondo a autarquia a riscos jurídicos e operacionais, além de custos extraordinários sem a devida estimativa de impacto orçamentário e financeiro. Pelo texto sancionado, quando um desconto indevido é constatado, a entidade responsável deve devolver integralmente o valor ao beneficiário em até <b>30 dias</b>, contados da notificação da irregularidade ou de decisão administrativa definitiva. Para mais informações sobre os procedimentos do instituto, consulte o <a href="https://www.gov.br/inss/pt-br/" target="_blank" rel="noopener dofollow">portal oficial do INSS</a>.</p>
<h2>Desvendando o esquema de desvios e suas consequências</h2>
<p>O esquema de fraudes, revelado em <b>23 de abril</b> com a primeira fase da operação da Polícia Federal, consistia na cobrança de mensalidades irregulares, descontadas dos benefícios de aposentados e pensionistas sem a devida autorização. Os desvios ocorreram entre <b>2019 e 2024</b>, com estimativas de que o montante total possa chegar a R$ 6,3 bilhões.</p>
<p>Os suspeitos retiravam valores mensalmente dos beneficiários do <b>INSS</b>, simulando uma filiação a associações de aposentados, mesmo sem que houvesse associação ou autorização para os descontos. O ministro da Controladoria-Geral da União (CGU) informou que as associações envolvidas prometiam serviços como assistência jurídica, descontos em academias e planos de saúde, mas não possuíam a estrutura necessária para oferecê-los. Onze entidades foram alvo de medidas judiciais, resultando na suspensão dos contratos com aposentados e pensionistas.</p>
<h2>Investigações e indiciamentos na Operação Sem Desconto</h2>
<p>O desenrolar do caso provocou a queda de autoridades governamentais, incluindo o ministro da Previdência e o presidente do <b>INSS</b>. Uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) foi instaurada para apurar as fraudes. O prazo da CPMI encerrou-se no fim de <b>março</b>, e o relatório final recomendava o indiciamento de mais de 200 pessoas, entre parlamentares, ex-ministros, dirigentes de estatais e entidades associativas, além de um familiar do presidente da República.</p>
<p>Contudo, o parecer foi rejeitado pelos parlamentares, e o colegiado foi encerrado sem a formalização de um documento conclusivo. Diversas prisões foram efetuadas em diferentes fases da operação, incluindo ex-dirigentes do <b>INSS</b>, procuradores, empresários e figuras centrais no esquema de desvios.</p>
<h2>Critérios para adesão ao acordo de devolução</h2>
<p>A adesão ao plano de devolução de valores indevidos está disponível para aposentados e pensionistas que se enquadram em algumas condições específicas. Podem ingressar no acordo aqueles que contestaram os descontos indevidos e não obtiveram resposta da entidade responsável em até <b>15 dias úteis</b>, ou que receberam uma resposta considerada irregular, como assinaturas falsas ou gravações de áudio no lugar de comprovantes válidos.</p>
<p>Além disso, são elegíveis os segurados que sofreram descontos entre <b>março de 2020 e março de 2025</b>. Beneficiários com processo judicial em andamento também podem aderir, desde que ainda não tenham recebido os valores, sendo necessário desistir da ação judicial para participar do acordo administrativo.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/inss-fraudes-ressarcimento-bilhoes-operacao/">INSS: ressarcimento por fraudes ultrapassa R$ 2,9 bilhões um ano após operação</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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		<title>STF estabelece revisão anual do mínimo existencial para proteger renda de devedores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 22:45:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>STF determina que o Conselho Monetário Nacional revise anualmente o mínimo existencial, protegendo a renda essencial de consumidores endividados.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/stf-revisao-anual-minimo-existencial-renda-devedores/">STF estabelece revisão anual do mínimo existencial para proteger renda de devedores</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) deu um passo significativo na proteção dos consumidores endividados ao determinar que o Conselho Monetário Nacional (CMN) realize estudos anuais para atualizar o valor do “mínimo existencial”. Esta medida visa garantir que uma parcela da <b>renda</b> de indivíduos em situação de superendividamento seja resguardada, permitindo que cubram suas despesas básicas enquanto negociam seus débitos.</p>
<p>A decisão, tomada por maioria dos ministros, reforça o princípio da dignidade da pessoa humana e busca equilibrar a segurança jurídica do mercado de crédito com a salvaguarda dos direitos fundamentais dos cidadãos. O julgamento, que ainda aguarda a conclusão com o voto de um ministro, já delineia um novo cenário para a gestão de dívidas no país.</p>
<h2>A Decisão do Supremo e a Proteção da Renda Essencial</h2>
<p>Nesta quarta-feira, a maioria dos ministros do STF votou pela obrigatoriedade de o Conselho Monetário Nacional (CMN) conduzir análises anuais para revisar o valor do mínimo existencial. Este mecanismo é crucial, pois define a porção da <b>renda</b> de um indivíduo que não pode ser comprometida com o pagamento de dívidas, assegurando a subsistência do devedor.</p>
<p>Atualmente, o valor do mínimo existencial está fixado em R$ 600, uma reserva financeira destinada a cobrir as despesas essenciais do devedor durante o processo de renegociação de seus débitos, especialmente em casos de superendividamento. O plenário do STF também estabeleceu que as conclusões desses estudos do CMN, composto pelos ministros da Fazenda e Planejamento e Orçamento, além do presidente do Banco Central, devem ser divulgadas publicamente, promovendo transparência e acompanhamento social.</p>
<h2>O Mínimo Existencial em Debate: Histórico e Controvérsias</h2>
<p>A discussão sobre o mínimo existencial no Supremo teve início com ações apresentadas pela Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp) e pela Associação Nacional das Defensoras e Defensores Públicos (Anadep). As entidades questionaram um decreto de 2022, posteriormente alterado em 2023, que regulamentou o conceito.</p>
<p>Originalmente, a legislação previa o mínimo existencial como 25% do salário mínimo vigente, o que correspondia a R$ 303 em 2022. Esse valor foi reajustado em junho de 2023. As associações argumentaram que a regulamentação violava princípios constitucionais fundamentais, como a dignidade da pessoa humana, a legalidade e o acesso à Justiça, por considerar o valor insuficiente para garantir uma vida digna.</p>
<p>Um ponto de controvérsia que ainda está em aberto no julgamento é a validade da regra que exclui certas modalidades de dívida, como o crédito consignado, do cálculo do mínimo existencial. O placar atual para esta questão é de 5 a 4, indicando uma divisão entre os ministros sobre a abrangência da proteção.</p>
<h2>A Visão dos Ministros e a Gravidade do Endividamento</h2>
<p>O julgamento do tema foi retomado nesta quarta-feira, após ter sido iniciado no plenário virtual no fim de 2025. O relator do processo, ministro André Mendonça, inicialmente votou pela rejeição dos pedidos e pela validação da norma. Contudo, após um pedido de vista do ministro Alexandre de Moraes e a retomada do caso em plenário presencial, o cenário mudou.</p>
<p>O ministro Alexandre de Moraes, ao apresentar seu voto, enfatizou a seriedade do superendividamento no Brasil, classificando-o como “um problema antigo, atual, infelizmente parece que continuará sendo um problema futuro”. Ele defendeu que o Supremo deve determinar ao Conselho Monetário Nacional a realização de estudos e a garantia de atualização periódica do valor do mínimo existencial. Após essa manifestação, o ministro André Mendonça reajustou seu voto, alinhando-se à necessidade de estudos e revisão periódica do valor, um entendimento que foi acompanhado pela maioria dos demais ministros.</p>
<h2>Impactos Futuros e a Continuidade do Julgamento</h2>
<p>A decisão do STF de exigir a revisão anual do mínimo existencial representa um avanço na proteção dos consumidores e na busca por um equilíbrio nas relações de crédito. A medida visa garantir que, mesmo em situações de endividamento, os cidadãos tenham uma parcela de sua <b>renda</b> protegida para custear suas necessidades básicas, evitando a precarização da vida.</p>
<p>O julgamento será concluído com o voto do ministro Nunes Marques, e a definição sobre a exclusão de certas dívidas do cálculo do mínimo existencial ainda aguarda uma resolução final. A expectativa é que a deliberação completa traga maior clareza e segurança jurídica tanto para os consumidores quanto para o mercado financeiro, consolidando um mecanismo mais justo e adaptável à realidade econômica do país. Para mais informações sobre decisões do Supremo, acesse o site oficial: <a href="https://www.stf.jus.br/" target="_blank" rel="noopener dofollow">stf.jus.br</a>.</p>
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		<title>STF avalia manutenção de prisões em caso envolvendo ex-presidente do BRB e Banco Master</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 03:32:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="696" height="440" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1776828715654.jpg?fit=696%2C440&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="STF avalia manutenção de prisões em caso envolvendo ex-presidente do Brb e Banco Master" decoding="async" loading="lazy" /><p><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1776828715654.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="STF avalia manutenção de prisões em caso envolvendo ex-presidente do Brb e Banco Master" decoding="async" loading="lazy" />prisão - STF avalia prisões de ex-presidente do BRB e advogado em caso de suposto esquema financeiro. Entenda as acusações e a defesa.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/prisao-ex-presidente-brb-banco-master-stf/">STF avalia manutenção de prisões em caso envolvendo ex-presidente do BRB e Banco Master</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="696" height="440" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1776828715654.jpg?fit=696%2C440&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="STF avalia manutenção de prisões em caso envolvendo ex-presidente do Brb e Banco Master" decoding="async" loading="lazy" /><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1776828715654.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="STF avalia manutenção de prisões em caso envolvendo ex-presidente do Brb e Banco Master" decoding="async" loading="lazy" /><p>A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou a análise da decisão que determinou a prisão preventiva do ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Bezerra Rodrigues Costa, e do advogado Daniel Monteiro. Ambos são investigados no âmbito da operação Compliance Zero, que apura supostas irregularidades em negócios entre o banco público do Distrito Federal e o Banco Master.</p>
<p>A deliberação dos ministros ocorre em plenário virtual, onde os magistrados depositam seus votos eletronicamente. A expectativa é que o julgamento seja concluído até as 23h59 da próxima sexta-feira, dia 24, a menos que haja pedidos de vista para maior tempo de análise ou de destaque, que levaria o caso para um julgamento presencial.</p>
<h2>O Início da Operação Compliance Zero e as Prisões</h2>
<p>A operação Compliance Zero, em sua nova fase, foi deflagrada no último dia 16 de abril, com a autorização do ministro André Mendonça, relator do caso no STF. Na ocasião, foram cumpridos mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão no Distrito Federal e em São Paulo.</p>
<p>Entre os alvos da <b>prisão</b>, estavam Paulo Henrique Costa, que atualmente se encontra detido no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, e Daniel Monteiro, advogado do Banco Master. A Polícia Federal, em seu pedido, informou que as investigações abrangem crimes financeiros, além de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa.</p>
<h2>Detalhes do Suposto Esquema Financeiro e Envolvimento</h2>
<p>A decisão do ministro André Mendonça detalha as apurações que, em tese, revelam a existência de uma complexa engrenagem ilícita. O suposto esquema teria sido concebido para viabilizar a fabricação, venda e cessão de carteiras de crédito fictícias do Banco Master ao BRB, gerando um expressivo impacto patrimonial e institucional.</p>
<p>O Procurador-Geral da República, em seu parecer, reforçou que os elementos colhidos pela Polícia Federal indicam um quadro indiciário consistente. Este aponta para a atuação de uma organização criminosa com participação de agentes do banco privado e de integrantes da alta administração do banco público. Segundo informações do Ministério Público, Paulo Henrique Costa teria recebido vantagem indevida em seis imóveis de alto padrão, localizados em São Paulo e Brasília, avaliados em R$ 146,5 milhões, dos quais R$ 74,6 milhões já teriam sido efetivamente pagos.</p>
<p>Quanto a Daniel Lopes Monteiro, as investigações apontam sua atuação como agente-chave na vertente jurídica da estrutura criminosa. Ele teria participado ativamente na formalização das operações entre o Banco Master, a Tirreno e o BRB, e na ocultação do beneficiário real das aquisições imobiliárias. Há indicação, em princípio, de que Monteiro teria obtido um proveito econômico próprio de, ao menos, R$ 86,1 milhões.</p>
<h2>Os Argumentos da Defesa dos Investigados</h2>
<p>Diante das acusações e das prisões, as defesas dos investigados se manifestaram. Os advogados de Paulo Henrique Costa argumentaram que a prisão preventiva seria “sem necessidade”, mesmo considerando a gravidade dos fatos, pois isso não seria fundamento para o encarceramento antecipado. A defesa ainda alegou que, na primeira fase da Compliance Zero, Costa antecipou seu retorno dos Estados Unidos e vinha colaborando ativamente com as investigações.</p>
<p>Por sua vez, a defesa de Daniel Monteiro expressou surpresa com a decisão de prisão. Os advogados afirmaram que a atuação de Monteiro sempre se deu de forma estritamente técnica, na condição de advogado do Banco Master e de diversos outros clientes, sem qualquer participação em atividades alheias ao exercício profissional.</p>
<h2>O Julgamento Virtual no Supremo Tribunal Federal</h2>
<p>O colegiado responsável pela análise da decisão do ministro André Mendonça é a Segunda Turma do STF, composta pelos ministros André Mendonça, Nunes Marques, Luiz Fux, Dias Toffoli e Gilmar Mendes. O formato de julgamento virtual permite que os ministros apresentem seus votos de forma eletrônica, sem a necessidade de uma sessão presencial.</p>
<p>A decisão final sobre a manutenção ou revogação das prisões preventivas será crucial para o andamento da operação Compliance Zero e para os desdobramentos das investigações que envolvem o BRB e o Banco Master. Acompanhe as atualizações diretamente no <a href="https://portal.stf.jus.br/" target="_blank" rel="noopener dofollow">portal oficial do Supremo Tribunal Federal</a>.</p>
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		<title>Ex-presidente do BRB é preso por suspeita de fraudes financeiras</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 10:05:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="696" height="392" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1776333949697.jpg?fit=696%2C392&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Ex-presidente do BRB é preso por suspeita de fraudes financeiras" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1776333949697.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1776333949697.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1776333949697.jpg?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1776333949697.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1776333949697.jpg?resize=747%2C420&amp;ssl=1 747w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1776333949697.jpg?resize=696%2C392&amp;ssl=1 696w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1776333949697.jpg?resize=1068%2C601&amp;ssl=1 1068w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /><p><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1776333949697.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Ex-presidente do BRB é preso por suspeita de fraudes financeiras" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1776333949697.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1776333949697.jpg?zoom=2&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1776333949697.jpg?zoom=3&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 450w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />prisão - Ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, é preso por suspeita de fraudes financeiras.</p>
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<h2>Operação Compliance Zero e suas implicações</h2>
<p>A operação, deflagrada nesta quinta-feira, cumpre dois mandados de prisão preventiva e sete de busca e apreensão no Distrito Federal e em São Paulo. O foco da investigação é um esquema de lavagem de dinheiro e corrupção, que teria beneficiado agentes públicos.</p>
<h2>Histórico de Paulo Henrique Costa no BRB</h2>
<p>Paulo Henrique Costa liderou o BRB desde 2019, sendo indicado pelo então governador do Distrito Federal. Durante sua gestão, ele conduziu negociações para a compra do Banco Master, uma operação que foi posteriormente vetada pelo Banco Central devido à falta de viabilidade econômica.</p>
<h2>Irregularidades nas transações com o Banco Master</h2>
<p>As investigações apontam que o BRB tentou adquirir carteiras de crédito problemáticas do Banco Master, levantando suspeitas sobre a análise e aprovação dessas operações. A Polícia Federal busca entender se houve falhas nos processos internos do banco público.</p>
<h2>Consequências e depoimentos</h2>
<p>Após o avanço das investigações, Costa foi afastado do cargo. Em depoimento ao Supremo Tribunal Federal, ele afirmou que parte dos valores pagos ao Banco Master não foi recuperada, o que levanta questões sobre a responsabilidade criminal e administrativa no caso.</p>
<p>O caso continua em investigação, com a Polícia Federal apurando o prejuízo efetivo e possíveis responsabilidades dos envolvidos.</p>
<p>Para mais informações, acesse a <a href="https://g1.globo.com">fonte confiável</a>.</p>
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		<title>Homem com extensa ficha criminal é preso por furto em Mogi das Cruzes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 16:59:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alto Tietê]]></category>
		<category><![CDATA[advocacia]]></category>
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<h2>Denúncia e ação policial</h2>
<p>A prisão ocorreu após uma denúncia de furto em andamento em um escritório localizado na Rua Major Pinheiro Franco. O suspeito, identificado por trajar blusa e boné pretos, foi flagrado no setor financeiro do escritório realizando o crime.</p>
<h2>Abordagem e prisão em flagrante</h2>
<p>Os policiais militares chegaram ao local e encontraram o homem nos fundos do escritório. Ele foi abordado e detido em flagrante, com uma bolsa contendo dinheiro, que foi reconhecida pela vítima como pertencente ao escritório.</p>
<h2>Encaminhamento à Delegacia</h2>
<p>Após a prisão, o suspeito foi levado para a Delegacia de Flagrantes de Mogi das Cruzes, onde foram tomadas as medidas legais cabíveis. A ação rápida da polícia foi fundamental para a detenção do indivíduo e recuperação dos bens furtados.</p>
<h2>Reincidência e segurança</h2>
<p>O caso chama a atenção para a reincidência do suspeito, que já tinha uma extensa ficha criminal. A segurança em áreas comerciais continua sendo uma preocupação, destacando a importância de medidas preventivas e da colaboração da comunidade com as autoridades.</p>
<p>Para mais informações sobre segurança e crimes na região, acesse o <a href="https://g1.globo.com/sp/mogi-das-cruzes-suzano/">G1 Mogi das Cruzes e Suzano</a>.</p>
<p style="margin-top: 30px; border-top: 1px solid #eee; padding-top: 15px; font-style: italic;">Fonte: <a href="https://g1.globo.com/sp/mogi-das-cruzes-suzano/noticia/2026/04/13/suspeito-com-21-passagens-e-preso-por-furto-em-escritorio-de-advocacia-em-mogi-das-cruzes.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer">g1.globo.com</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/homem-extensa-ficha-criminal-preso-furto-mogi/">Homem com extensa ficha criminal é preso por furto em Mogi das Cruzes</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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		<title>Affordability: a desconexão entre números da economia e a percepção popular</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 19:48:13 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="696" height="471" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1775764089013.jpg?fit=696%2C471&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Affordability: a desconexão entre números da economia e a percepção popular" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1775764089013.jpg?w=1920&amp;ssl=1 1920w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1775764089013.jpg?resize=300%2C203&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1775764089013.jpg?resize=1024%2C693&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1775764089013.jpg?resize=768%2C520&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1775764089013.jpg?resize=1536%2C1040&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1775764089013.jpg?resize=620%2C420&amp;ssl=1 620w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1775764089013.jpg?resize=696%2C471&amp;ssl=1 696w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1775764089013.jpg?resize=1068%2C723&amp;ssl=1 1068w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1775764089013.jpg?w=1392&amp;ssl=1 1392w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1775764089013.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Affordability: a desconexão entre números da economia e a percepção popular" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1775764089013.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1775764089013.jpg?zoom=2&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1775764089013.jpg?zoom=3&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 450w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>O Brasil tem sido palco de um fenômeno econômico peculiar, onde dados macroeconômicos positivos, como crescimento do Produto Interno Bruto, controle inflacionário e redução do desemprego, não se alinham com a percepção de melhora na qualidade de vida da população. Essa desconexão tem sido objeto de análise por especialistas, que buscam compreender por que a sensação de bem-estar financeiro não acompanha os indicadores oficiais.</p>
<p>A explicação para esse paradoxo reside em um conceito que ganha relevância no cenário internacional: o <b>affordability</b>. Ele representa a capacidade real de uma pessoa arcar com o custo de vida, e sua compreensão é fundamental para decifrar a lacuna entre os indicadores econômicos e a experiência cotidiana dos cidadãos.</p>
<h2>Compreendendo o Conceito de Affordability no Cenário Brasileiro</h2>
<p>O termo &#8220;affordability&#8221;, de origem inglesa, refere-se à capacidade real de um indivíduo ou família de arcar com o custo de vida essencial e desejado. Ele vai além do simples aumento de renda, focando na suficiência do poder de compra frente às despesas diárias e aspirações de consumo. No contexto brasileiro, pesquisas qualitativas indicam que, mesmo com um aumento nominal na renda, muitos cidadãos sentem que o custo de vida cresceu em proporção ainda maior, erodindo o poder aquisitivo.</p>
<p>Essa percepção é crucial, pois molda a experiência econômica individual. A sensação de que o dinheiro &#8220;não estica&#8221; é um reflexo direto da dificuldade em cobrir despesas básicas e, ao mesmo tempo, ter acesso a bens e serviços que simbolizam uma vida mais confortável e próspera. A discrepância entre os números da economia e a realidade do bolso do cidadão revela uma complexa interação de fatores que afetam diretamente o orçamento familiar.</p>
<h2>Fatores que Moldam a Percepção do Custo de Vida</h2>
<p>Aprofundando-se nas razões por trás dessa desconexão, estudos qualitativos identificaram três elementos principais que impactam a percepção popular sobre o custo de vida. O primeiro fator é o <b>endividamento</b> crescente das famílias. Relatos indicam que despesas com cheque especial, cartões de crédito e empréstimos têm gerado uma pressão significativa nos orçamentos, comprometendo a capacidade de consumo e poupança.</p>
<p>Em segundo lugar, a <b>frustração com o consumo</b> é um componente importante. Mesmo com alguma melhora na renda, muitos brasileiros ainda não conseguem acessar bens e experiências que são associados a um maior bem-estar e qualidade de vida. A incapacidade de concretizar certas aspirações de consumo contribui para a sensação de que, apesar dos avanços econômicos, a vida não melhorou substancialmente.</p>
<p>O terceiro ponto, e de impacto silencioso, é a influência das <b>apostas online</b>. O dinheiro despendido em jogos tem corroído a renda familiar de forma muitas vezes imperceptível para os próprios membros da família. Essa despesa oculta agrava a situação financeira, contribuindo para que a &#8220;conta não feche&#8221; no final do mês, mesmo quando outros indicadores econômicos parecem favoráveis.</p>
<h2>O Impacto da Affordability no Comportamento Eleitoral</h2>
<p>A percepção do custo de vida, influenciada por esses fatores, tem um impacto direto no comportamento eleitoral, especialmente entre os eleitores independentes. Este grupo, que não possui uma filiação política rígida, tende a basear suas decisões mais na experiência pessoal e na realidade do seu orçamento do que em dados macroeconômicos. A dificuldade em fechar as contas no final do mês, por exemplo, pode anular o efeito positivo de um PIB em crescimento ou de uma inflação controlada.</p>
<p>Para esses eleitores, a realidade do bolso é o principal termômetro da economia. Se a vida financeira pessoal não apresenta melhorias tangíveis, os avanços em nível nacional podem não se converter em apoio político. Essa dinâmica ressalta a importância de políticas públicas que não apenas impulsionem os números da economia, mas que também se traduzam em uma melhora perceptível na capacidade de compra e na qualidade de vida da população. Para mais informações sobre a economia brasileira, consulte o <a href="https://www.bcb.gov.br/">Banco Central do Brasil</a>.</p>
<p>A compreensão do conceito de <b>affordability</b> é, portanto, fundamental para analisar as nuances da economia e da política. Ela destaca que a prosperidade de uma nação é, em última instância, medida pela capacidade de seus cidadãos de viverem com dignidade e alcançarem suas aspirações, independentemente dos indicadores frios que, por vezes, não refletem a realidade do dia a dia.</p>
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		<title>Governo Lula avalia restrição a apostas para devedores em programa de refinanciamento</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 13:28:25 +0000</pubDate>
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<p>A iniciativa sugere que cidadãos com <b>dívidas</b> renegociadas através do futuro programa governamental seriam impedidos de realizar apostas em plataformas de &#8220;bets&#8221; enquanto não quitarem seus débitos. Essa medida reflete uma preocupação crescente com o endividamento e o papel que as apostas online podem desempenhar na saúde financeira dos brasileiros.</p>
<h2>A proposta de restrição para devedores</h2>
<p>O cerne da nova proposta é vincular a capacidade de apostar online à situação de endividamento do cidadão. Aqueles que optarem por renegociar suas <b>dívidas</b> através do programa governamental, que promete descontos substanciais nos juros, teriam seu acesso a plataformas de apostas bloqueado. A restrição permaneceria ativa até a completa liquidação do novo débito.</p>
<p>A medida, admitida pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, busca oferecer um caminho mais seguro para a recuperação financeira dos devedores. Ao limitar o acesso a atividades que podem gerar novos gastos ou agravar a situação de endividamento, o governo espera fortalecer a eficácia do programa de refinanciamento e promover uma gestão mais responsável das finanças pessoais.</p>
<h2>A visão presidencial sobre as apostas digitais</h2>
<p>O presidente Lula tem sido um crítico vocal da proliferação das empresas de apostas eletrônicas no Brasil. Ele frequentemente recorda que a autorização para a operação dessas plataformas ocorreu durante o governo de Michel Temer, e que elas funcionaram sem regulamentação adequada ao longo dos quatro anos da gestão de Jair Bolsonaro.</p>
<p>Essa falta de regulamentação, segundo o presidente, abriu brechas para atividades ilícitas, incluindo a lavagem de dinheiro e a exploração de vulnerabilidades. A preocupação de Lula com os impactos sociais e econômicos das apostas online tem sido um fator motivador para a busca por maior controle e fiscalização no setor, visando proteger a população.</p>
<h2>Desafios da regulamentação e o programa de refinanciamento de dívidas</h2>
<p>Diante do cenário de atuação desregulada, o governo atual optou por regulamentar o setor de apostas. O objetivo foi estabelecer um marco legal que permitisse o funcionamento apenas das empresas que cumprissem as normas e pagassem uma outorga ao governo, garantindo a arrecadação de impostos para os cofres públicos e maior transparência nas operações.</p>
<p>Apesar das críticas iniciais e de discussões sobre a possibilidade de banir completamente as &#8220;bets&#8221;, a avaliação interna do governo, após a regulamentação, indicou que seria juridicamente e economicamente complexo proibir seu funcionamento. A regulamentação, portanto, surgiu como uma alternativa pragmática para mitigar os riscos e trazer o setor para a formalidade, buscando um equilíbrio entre a liberdade de mercado e a proteção social.</p>
<h2>Detalhes do novo programa e uso do FGTS para quitar dívidas</h2>
<p>O programa de refinanciamento de <b>dívidas</b> em questão visa unificar diferentes tipos de débitos, como os de cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal, em uma única linha de crédito mais acessível. A proposta é oferecer descontos significativos nos juros, que podem variar de 30% a 80%, com a possibilidade de os bancos concederem abatimentos de até 90% sobre o valor total da dívida, facilitando a quitação para milhões de brasileiros.</p>
<p>Paralelamente, o governo também analisa a permissão para o uso de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para o pagamento de <b>dívidas</b>, uma medida que poderia aliviar a situação de muitos trabalhadores. Contudo, essa iniciativa seria implementada com limites rigorosos para evitar uma &#8220;sangria&#8221; dos recursos do fundo, garantindo sua sustentabilidade e finalidade principal de proteção ao trabalhador em momentos de necessidade. Mais informações sobre as políticas econômicas podem ser encontradas no <a href="https://www.gov.br/fazenda/pt-br/" target="_blank">site oficial do Ministério da Fazenda</a>.</p>
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		<title>Senador defende repasses de emendas e aponta politização em investigações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 22:05:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aconteceu no Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="696" height="389" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image_1774994708907.jpg?fit=696%2C389&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Criado com LabNews Pro" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image_1774994708907.jpg?w=1376&amp;ssl=1 1376w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image_1774994708907.jpg?resize=300%2C167&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image_1774994708907.jpg?resize=1024%2C572&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image_1774994708907.jpg?resize=768%2C429&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image_1774994708907.jpg?resize=753%2C420&amp;ssl=1 753w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image_1774994708907.jpg?resize=696%2C388&amp;ssl=1 696w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image_1774994708907.jpg?resize=1068%2C596&amp;ssl=1 1068w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /><p><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image_1774994708907.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Criado com LabNews Pro" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image_1774994708907.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image_1774994708907.jpg?zoom=2&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image_1774994708907.jpg?zoom=3&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 450w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Senador Carlos Viana defende legalidade de suas emendas parlamentares sob investigação do STF e critica politização das acusações.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/senador-defende-emendas-investigacao-stf/">Senador defende repasses de emendas e aponta politização em investigações</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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<p>A apuração ganhou força após o pedido de informações do ministro, que solicitou detalhes sobre os repasses ao senador. A defesa de Viana se baseia na legalidade dos procedimentos e na responsabilidade das prefeituras beneficiadas, ao mesmo tempo em que sugere motivações políticas por trás das denúncias.</p>
<h2>Investigação do STF sobre repasses de emendas</h2>
<p>As suspeitas de possíveis irregularidades envolvendo a destinação de R$ 3,6 milhões à Fundação Oásis levaram o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), a intensificar a investigação. Inicialmente, Dino havia solicitado esclarecimentos ao senador Carlos Viana e à assessoria do Senado sobre a falta de transparência e rastreabilidade dos repasses.</p>
<p>Após receber as primeiras informações, o ministro decidiu, na segunda-feira (30), ampliar a apuração. A decisão mais recente de Dino determina que a Fundação Oásis, as prefeituras de Belo Horizonte e Capim Branco, supostamente beneficiadas pelas transferências, e o governo federal apresentem, em até dez dias, todos os documentos relativos às emendas parlamentares em questão. Essa medida visa garantir a completa elucidação dos fatos e a conformidade dos repasses com a legislação vigente.</p>
<h2>Defesa do senador e a legalidade dos convênios</h2>
<p>Em Brasília, nesta terça-feira, o senador Carlos Viana reafirmou a jornalistas que todos os seus repasses foram realizados dentro da legalidade, por meio de convênios estabelecidos com prefeituras. Ele destacou que, ao longo de seu mandato, já destinou recursos públicos para centenas de fundações assistenciais, santas casas, associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) e organizações religiosas, incluindo a Igreja Batista da Lagoinha.</p>
<p>Viana enfatizou que a Fundação Oásis, beneficiária dos recursos, existe há quase 60 anos e presta auxílio a milhares de pessoas em asilos, creches e programas de recuperação para ex-detentos. O parlamentar ressaltou que a responsabilidade pela aplicação e fiscalização do dinheiro público recai sobre as prefeituras, que são as gestoras diretas dos projetos. “As prefeituras vão responder. A avaliação vai ser feita e eu tenho muita tranquilidade de dizer que nunca tive nenhuma ingerência sobre esse dinheiro. Isso não é papel do Parlamento”, declarou Viana.</p>
<h2>Contexto político e a CPMI do INSS</h2>
<p>As acusações contra o senador Carlos Viana ganharam visibilidade após deputados federais, como Rogério Correia (PT-MG) e Pastor Henrique Vieira (PSOL-RJ), levantarem questões sobre a ligação pessoal de Viana com a Lagoinha. Além disso, os deputados o acusaram de, na condição de presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, tentar blindar investigações do colegiado contra as entidades beneficiárias de suas emendas.</p>
<p>Viana, por sua vez, sugeriu que as denúncias de irregularidades na destinação de emendas parlamentares podem ser fruto de uma disputa eleitoral e uma reação orquestrada à sua atuação na CPMI. Ele argumentou que “esses ataques mostram claramente o quanto nosso trabalho foi efetivo e chegou a incomodar as pessoas”, indicando uma possível retaliação política. A CPMI do INSS, instalada para apurar desvios bilionários de aposentados e pensionistas, encerrou seus trabalhos no sábado (28) sem a aprovação de um relatório final, após a base governista rejeitar o parecer do relator.</p>
<h2>Continuidade das investigações e confiança na justiça</h2>
<p>Apesar do encerramento da CPMI do INSS sem um relatório final aprovado, o senador Carlos Viana garantiu que as investigações sobre os desvios na Previdência Social prosseguem. Ele afirmou que a Polícia Federal mantém ao menos 14 inquéritos abertos sobre o assunto, realizando um trabalho “excepcional” na identificação dos culpados, na forma de atuação das quadrilhas e na localização do dinheiro roubado dos aposentados brasileiros.</p>
<p>Viana expressou confiança de que, sob a condução do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, os inquéritos chegarão a conclusões “muito importantes” e determinarão a culpa de cada um dos envolvidos. O senador reiterou seu compromisso com a apuração dos fatos e a busca por justiça, independentemente das acusações que enfrenta. <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-03/dino-amplia-investigacao-sobre-emendas-para-fundacao-da-lagoinha" target="_blank">Saiba mais sobre a investigação</a>.</p>
<p style="margin-top: 30px; border-top: 1px solid #eee; padding-top: 15px; font-style: italic;">Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-03/senador-reafirma-que-nao-cometeu-irregularidades-com-emendas" target="_blank" rel="noopener noreferrer">agenciabrasil.ebc.com.br</a></p>
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