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	<title>Arquivo de ética - Jornal Sete</title>
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		<title>Assédio: STJ suspende verbas de ministro afastado por denúncia</title>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2026 08:37:00 +0000</pubDate>
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<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/assedio-stj-corte-verbas-ministro/">Assédio: STJ suspende verbas de ministro afastado por denúncia</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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<p>O Superior Tribunal de Justiça (STJ) implementou, após três meses do afastamento preventivo de um de seus ministros, a suspensão de verbas adicionais que vinham sendo pagas ao magistrado. A medida ocorre no contexto de um inquérito que apura denúncias de assédio sexual contra o membro da corte, resultando em uma significativa redução de sua remuneração líquida. A decisão do tribunal reflete um movimento em direção à adequação das práticas remuneratórias, especialmente para servidores afastados de suas funções.</p>
<p>A interrupção dos pagamentos adicionais foi revelada após a análise dos contracheques do ministro, que demonstravam valores elevados mesmo durante o período de inatividade. A ação do STJ visa garantir a conformidade com as normas vigentes e a transparência na gestão dos recursos públicos no Poder Judiciário.</p>
<h2>Ajuste Remuneratório e o Corte dos &#8220;Penduricalhos&#8221;</h2>
<p>A partir do contracheque de maio, referente ao salário de abril, a remuneração líquida do ministro Marco Buzzi foi ajustada de aproximadamente <b>R$ 100 mil</b> para <b>R$ 35,1 mil</b>. Essa alteração se deu pela interrupção do pagamento de diversas verbas extras, popularmente conhecidas como &#8220;penduricalhos&#8221;. Anteriormente, o magistrado continuava a receber valores equivalentes aos de quando estava em plena atividade.</p>
<p>As verbas indenizatórias que foram cortadas incluíam auxílio-alimentação, auxílio-transporte, auxílio pré-escolar, auxílio-saúde, auxílio-natalidade, auxílio-moradia e ajuda de custo, entre outras parcelas de mesma natureza. Nos meses anteriores, essas quantias variavam entre <b>R$ 66 mil</b> e <b>R$ 72 mil</b>. Com a suspensão, o valor pago a título de &#8220;indenizações&#8221; caiu para <b>R$ 654,25</b>.</p>
<h2>Conformidade com Regras do CNJ e o Teto Constitucional</h2>
<p>A decisão do STJ alinha-se a uma regra do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em vigor desde <b>2024</b>, que determina a suspensão de verbas indenizatórias, temporárias ou extraordinárias para magistrados afastados durante sindicâncias ou processos administrativos disciplinares. Antes do corte, a soma do salário e dos adicionais fazia com que a remuneração líquida do ministro afastado superasse o teto constitucional, atualmente fixado em <b>R$ 46.366,19</b>.</p>
<p>Mesmo após a suspensão dos penduricalhos, o ministro segue recebendo, além do salário bruto de <b>R$ 44 mil</b>, outros <b>R$ 16,4 mil</b> classificados como &#8220;vantagens pessoais&#8221;, antes dos descontos. Essa rubrica pode abranger adicionais como vantagem pessoal nominalmente identificada, adicional por tempo de serviço, quintos, décimos, vantagens decorrentes de sentença judicial ou extensão administrativa e abono de permanência, conforme o Portal da Transparência do STJ. Em valores brutos, a remuneração de maio foi de <b>R$ 61,1 mil</b>, comparada a quase <b>R$ 127 mil</b> em abril e <b>R$ 132 mil</b> em março.</p>
<h2>O Inquérito de Assédio e a Defesa do Magistrado</h2>
<p>O ministro Marco Buzzi está afastado de suas funções desde <b>10 de fevereiro</b>. Em abril, o STJ abriu um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) contra ele, com base nas conclusões de uma sindicância prévia. No mesmo mês, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Nunes Marques determinou a abertura de inquérito para investigar a conduta do magistrado.</p>
<p>As acusações surgiram de uma jovem de <b>18 anos</b>, que o denunciou por assédio no início do ano em <b>Balneário Camboriú (SC)</b>, durante suas férias na casa do ministro. O magistrado nega veementemente as acusações. A defesa de Buzzi tem afirmado que ele &#8220;não cometeu qualquer ato impróprio ao longo de sua trajetória&#8221; e que as alegações &#8220;carecem de provas concretas&#8221;. É importante ressaltar que o ministro está afastado preventivamente e ainda não foi julgado nem condenado no processo administrativo.</p>
<h2>Transparência e Novas Medidas no Judiciário</h2>
<p>O caso do ministro Buzzi se insere em um contexto mais amplo de debates sobre a remuneração de magistrados e a transparência no Poder Judiciário. Recentemente, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou por unanimidade uma proposta que torna obrigatória a adoção do &#8220;contracheque único&#8221; para magistrados em todo o país. Essa medida visa aumentar a transparência nos pagamentos e facilitar a fiscalização de remunerações que possam exceder o teto constitucional.</p>
<p>Paralelamente, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu extinguir a aposentadoria compulsória remunerada como punição máxima em processos administrativos disciplinares. Anteriormente, juízes punidos podiam ser afastados, mas mantinham vencimentos proporcionais. No entanto, o caso de Marco Buzzi difere, pois ele está em afastamento preventivo enquanto responde a um processo, sem que haja ainda uma decisão final sobre sua conduta ou eventual punição.</p>
<p>Para mais informações sobre o Superior Tribunal de Justiça, visite o <a href="https://www.stj.jus.br" target="_blank">site oficial do STJ</a>.</p>
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		<title>Supremo decide sobre validade do fim da aposentadoria compulsória como punição máxima a juízes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 05:20:25 +0000</pubDate>
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<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/magistratura-fim-aposentadoria-compulsoria-juizes/">Supremo decide sobre validade do fim da aposentadoria compulsória como punição máxima a juízes</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="696" height="398" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779772821231.jpg?fit=696%2C398&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779772821231.jpg?w=1344&amp;ssl=1 1344w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779772821231.jpg?resize=300%2C171&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779772821231.jpg?resize=1024%2C585&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779772821231.jpg?resize=768%2C439&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779772821231.jpg?resize=735%2C420&amp;ssl=1 735w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779772821231.jpg?resize=696%2C398&amp;ssl=1 696w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779772821231.jpg?resize=1068%2C610&amp;ssl=1 1068w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779772821231.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779772821231.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779772821231.jpg?zoom=2&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779772821231.jpg?zoom=3&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 450w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A Primeira Turma do <b>Supremo Tribunal Federal</b> (STF) pautou para esta terça-feira, dia <b>26</b>, o julgamento de um recurso crucial que pode alterar definitivamente o rigor das punições aplicadas à magistratura brasileira. O colegiado analisa o questionamento da <b>Procuradoria-Geral da República</b> (PGR) contra a decisão individual do ministro <b>Flávio Dino</b>, que, em março deste ano, extinguiu a aposentadoria compulsória remunerada como a sanção máxima para juízes que cometem infrações disciplinares graves.</p>
<p>A controvérsia central gira em torno da interpretação da <b>Emenda Constitucional 103/2019</b>, a Reforma da Previdência. Segundo o entendimento de Dino, as novas regras previdenciárias revogaram o fundamento constitucional que permitia afastar magistrados mantendo seus vencimentos proporcionais. Caso a decisão seja mantida, o <b>Conselho Nacional de Justiça</b> (CNJ) passará a aplicar a perda definitiva do cargo e do salário como punição máxima, eliminando o que críticos frequentemente classificavam como um privilégio ou &#8220;prêmio&#8221; para condutas ilícitas.</p>
<h2>Mudança no regime disciplinar e o fim do benefício remunerado</h2>
<p>A decisão de <b>Flávio Dino</b> fundamenta-se na premissa de que a aposentadoria compulsória como sanção não encontra mais respaldo no ordenamento jurídico vigente. Para o ministro, os magistrados devem ser submetidos às regras gerais de aposentadoria do <b>Artigo 40</b> da Constituição Federal, que não prevê a inatividade remunerada como forma de punição por faltas graves. Essa medida visa alinhar o Judiciário aos princípios de moralidade e eficiência administrativa.</p>
<p>Historicamente, a aposentadoria compulsória era o teto das punições administrativas na <b>Lei Orgânica da Magistratura</b>. Nos últimos 20 anos, pelo menos 126 magistrados foram beneficiados por essa modalidade após serem condenados por crimes como venda de sentenças, assédio e envolvimento com facções criminosas. Com a nova diretriz, a punição administrativa passa a ter efeitos financeiros imediatos e severos, equiparando-se à demissão no serviço público comum.</p>
<h2>Argumentos da PGR e o risco de pressões políticas</h2>
<p>A <b>PGR</b>, no entanto, apresentou resistência à forma como a mudança foi implementada. No recurso que será julgado, o órgão defende que o tema é de tamanha relevância que deveria ser analisado pelo Plenário da Corte, e não apenas por uma turma. A Procuradoria argumenta que, embora a intenção de moralizar o sistema seja louvável, a extinção da sanção via interpretação judicial pode fragilizar a independência de juízes e promotores.</p>
<p>O órgão ministerial aponta que a decisão pode configurar uma interferência indevida na competência do <b>Congresso Nacional</b>. Segundo a tese da <b>PGR</b>, cabe ao legislador complementar definir as sanções aplicáveis à categoria. A preocupação é que, sem uma regra legislativa clara, magistrados fiquem mais vulneráveis a pressões políticas externas, uma vez que a perda do cargo passaria a ser uma ferramenta de uso mais discricionário e direto.</p>
<h2>Histórico de punições e o impacto no Conselho Nacional de Justiça</h2>
<p>O <b>Conselho Nacional de Justiça</b> aguarda o desfecho deste julgamento para consolidar uma nova resolução sobre o tema. Atualmente, o conselho possui uma pauta interna para regulamentar como as novas punições serão aplicadas, mas a tendência é aguardar a palavra final do <b>STF</b> para evitar insegurança jurídica em processos disciplinares em curso em todo o país.</p>
<p>O caso que originou toda a discussão envolve um magistrado da Comarca de <b>Mangaratiba</b>, no Rio de Janeiro. Ele foi alvo de processo administrativo no <b>CNJ</b> por condutas graves, incluindo:</p>
<ul>
<li>Favorecimento de grupos políticos locais;</li>
<li>Liberação irregular de bens bloqueados;</li>
<li>Direcionamento de liminares para beneficiar milicianos;</li>
<li>Identificação irregular de processos envolvendo policiais militares.</li>
</ul>
<p>A manutenção da decisão de Dino sinaliza um novo paradigma para a ética na <a href="https://portal.stf.jus.br/" target="_blank">magistratura</a> brasileira. Se a Primeira Turma ratificar o entendimento, o Judiciário dará um passo significativo para encerrar décadas de críticas sobre a impunidade administrativa de seus membros, garantindo que infrações graves resultem no desligamento efetivo e sem ônus para os cofres públicos.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/magistratura-fim-aposentadoria-compulsoria-juizes/">Supremo decide sobre validade do fim da aposentadoria compulsória como punição máxima a juízes</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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		<title>Arujá celebra a imprensa local com novo dia municipal no calendário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 13:05:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arujá]]></category>
		<category><![CDATA[ética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Arujá institui o Dia Municipal da Imprensa Arujaense em 26 de fevereiro, reconhecendo o papel vital dos profissionais da comunicação local.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/aruja-celebra-imprensa-local-dia-municipal/">Arujá celebra a imprensa local com novo dia municipal no calendário</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure style="margin:0 0 20px 0;text-align:center;"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/www.camaraaruja.sp.gov.br/Arquivos/Noticias/tmp702.png?w=696&#038;ssl=1" alt="Arujá celebra a imprensa local com novo dia municipal no calendário" title="Arujá celebra a imprensa local com novo dia municipal no calendário" style="max-width:100%;height:auto;" /></figure>
<p>O município de Arujá instituiu uma nova data comemorativa em seu calendário oficial, dedicando o dia <b>26 de fevereiro</b> à celebração anual do Dia Municipal da Imprensa Arujaense. Esta iniciativa, que visa reconhecer e valorizar o trabalho dos profissionais da comunicação na cidade, foi oficializada por meio de legislação específica, marcando um passo importante para o reconhecimento do jornalismo local.</p>
<p>A criação da data reflete a crescente percepção da relevância da <b>imprensa</b> para o desenvolvimento social e democrático de uma comunidade. Com a sanção da lei, Arujá passa a destacar o papel fundamental daqueles que se dedicam à produção de informações, à cobertura de eventos e à prestação de serviços essenciais à população.</p>
<h2>Reconhecimento à imprensa arujaense: um marco para a comunicação</h2>
<p>A oficialização do Dia Municipal da Imprensa Arujaense ocorreu por meio da <a href="https://www.legislacaodigital.com.br/Aruja-SP/LeisOrdinarias/3830-2026" target="_blank" rel="noopener dofollow">Lei nº 3.830/2026</a>. Esta legislação foi sancionada pelo prefeito <b>Luis Camargo</b> e teve sua publicação no Diário Oficial do Município em <b>14 de maio</b>. A proposta original partiu do vereador <b>Luciano Lima</b>, que identificou a necessidade de um reconhecimento formal para os profissionais que atuam na área da comunicação em Arujá.</p>
<p>A iniciativa busca não apenas homenagear, mas também sublinhar a importância estratégica da <b>imprensa</b> para a vitalidade cívica do município. Ao estabelecer uma data específica, a administração municipal e o legislativo reforçam o compromisso com a valorização de um setor que é pilar na construção de uma sociedade bem-informada e engajada.</p>
<h2>O papel fundamental da comunicação na sociedade</h2>
<p>A justificativa para a criação do Dia Municipal da Imprensa Arujaense ressalta a convicção de que uma <b>imprensa</b> livre, ética e independente é um elemento crucial para o fortalecimento da democracia. Profissionais da comunicação desempenham um papel insubstituível ao garantir o acesso a informações precisas e diversificadas, permitindo que os cidadãos formem suas próprias opiniões e participem ativamente da vida pública.</p>
<p>Em um cenário onde a informação circula rapidamente e em diversas plataformas, a atuação jornalística de qualidade é essencial para discernir fatos de rumores, contextualizar acontecimentos e fiscalizar o poder público. Essa função é vital para o desenvolvimento de uma sociedade mais consciente e participativa, capaz de tomar decisões informadas sobre os rumos de sua comunidade e de seus representantes.</p>
<h2>Integração no calendário oficial e perspectivas futuras</h2>
<p>Com a sanção da Lei nº 3.830/2026, a nova data comemorativa será formalmente inserida no Calendário Oficial de Eventos e Festividades do Município de Arujá. Essa inclusão garante que o <b>26 de fevereiro</b> se torne um momento anual de reflexão e celebração sobre a contribuição da <b>imprensa</b> local.</p>
<p>A medida abre caminho para futuras ações e eventos que podem ser organizados em torno desta data, promovendo debates, workshops e outras atividades que incentivem a qualificação profissional e a interação entre a imprensa e a comunidade. O reconhecimento oficial serve como um incentivo para que os veículos de comunicação continuem aprimorando seu trabalho, mantendo a ética e a independência como pilares de sua atuação em prol de Arujá.</p>
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		<title>Avatares políticos de IA operam sem aviso em redes sociais, aponta pesquisa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 06:44:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="696" height="398" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779259438523.jpg?fit=696%2C398&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779259438523.jpg?w=1344&amp;ssl=1 1344w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779259438523.jpg?resize=300%2C171&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779259438523.jpg?resize=1024%2C585&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779259438523.jpg?resize=768%2C439&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779259438523.jpg?resize=735%2C420&amp;ssl=1 735w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779259438523.jpg?resize=696%2C398&amp;ssl=1 696w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779259438523.jpg?resize=1068%2C610&amp;ssl=1 1068w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /><p><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779259438523.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779259438523.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779259438523.jpg?zoom=2&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779259438523.jpg?zoom=3&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 450w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Avatares IA política nas redes sociais não informam uso de tecnologia, revela estudo. Falta de transparência gera desinformação.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/avatares-ia-politica-redes-sociais-estudo/">Avatares políticos de IA operam sem aviso em redes sociais, aponta pesquisa</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="696" height="398" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779259438523.jpg?fit=696%2C398&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779259438523.jpg?w=1344&amp;ssl=1 1344w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779259438523.jpg?resize=300%2C171&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779259438523.jpg?resize=1024%2C585&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779259438523.jpg?resize=768%2C439&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779259438523.jpg?resize=735%2C420&amp;ssl=1 735w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779259438523.jpg?resize=696%2C398&amp;ssl=1 696w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779259438523.jpg?resize=1068%2C610&amp;ssl=1 1068w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779259438523.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779259438523.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779259438523.jpg?zoom=2&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779259438523.jpg?zoom=3&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 450w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Um levantamento recente do Observatório das Eleições revelou uma preocupante tendência no cenário digital: a maioria dos perfis criados por inteligência artificial (IA) para comentar política nas redes sociais não informa explicitamente o uso dessa tecnologia. A pesquisa aponta para um cenário de opacidade que desafia a transparência e a integridade do debate público, especialmente em períodos eleitorais.</p>
<p>A constatação sublinha a crescente complexidade do ambiente informacional, onde a distinção entre conteúdo autêntico e artificial se torna cada vez mais tênue. A ausência de sinalização clara sobre a origem de tais avatares levanta questões importantes sobre a manipulação de narrativas e a disseminação de informações no espaço digital.</p>
<h2>Estudo revela a opacidade dos avatares de IA na política</h2>
<p>O Observatório das Eleições, em um trabalho conjunto das organizações Data Privacy Brasil e Aláfia Lab, identificou 18 casos de avatares feitos com IA entre <b>janeiro de 2025</b> e <b>abril de 2026</b>. Desses, 61% não apresentavam qualquer indicação de que eram produzidos por inteligência artificial. Os personagens digitais assumem diversas personas nas redes sociais, como supostos eleitores, influenciadores, apresentadores, comentaristas e lideranças populares, buscando simular opiniões espontâneas.</p>
<p>A pesquisa detalha que, em muitos contextos, a origem artificial dos perfis só foi detectada após uma análise minuciosa de aspectos técnicos. Falhas de resolução, diferenças de proporção em imagens e elementos robotizados em áudios foram alguns dos indícios que permitiram aos pesquisadores identificar a natureza sintética desses avatares.</p>
<h2>Regulamentação eleitoral e a dificuldade de identificação</h2>
<p>As regras estabelecidas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para o uso de inteligência artificial em eleições são claras: materiais criados ou manipulados com IA devem conter um aviso explícito. Essa sinalização precisa estar em local de destaque e de fácil visualização, informando sobre a produção ou alteração artificial do conteúdo e a tecnologia empregada.</p>
<p>Contudo, o levantamento aponta para uma lacuna na aplicação dessas diretrizes. Nos sete casos em que alguma forma de sinalização foi encontrada, os avisos eram fragmentados. Em três situações, a indicação vinha por marcadores automáticos das próprias plataformas. Em outras duas, marcas d’água das ferramentas de IA eram visíveis, e em mais duas, hashtags inseridas nas publicações serviam como único indicativo.</p>
<h2>O papel dos avatares na disseminação de desinformação</h2>
<p>Além da falta de transparência, o estudo concluiu que os avatares de IA frequentemente atuam como vetores de desinformação política. Em 14 dos 18 casos mapeados, o que representa 78% do total, os conteúdos veiculados continham alegações enganosas sobre políticos ou instituições democráticas. Essa prática amplifica a preocupação com a integridade do processo eleitoral e a formação da opinião pública.</p>
<p>As publicações com desinformação circularam majoritariamente no TikTok e no Instagram, com seis casos em cada plataforma. O YouTube registrou três ocorrências, enquanto o X, o Kwai e o Facebook também apresentaram incidentes. Entre os alvos desses conteúdos estavam figuras políticas proeminentes, como o presidente <b>Luiz Inácio Lula da Silva</b>, o ex-presidente <b>Jair Bolsonaro</b>, e ministros do Supremo Tribunal Federal, como <b>Alexandre de Moraes</b>, <b>Cármen Lúcia</b> e <b>Luís Roberto Barroso</b>.</p>
<h2>O &#8216;efeito Dona Maria&#8217; e a polarização de narrativas digitais</h2>
<p>Um dos casos mais emblemáticos citados pelo Observatório é o da influenciadora “Dona Maria”, uma personagem criada artificialmente que ganhou grande repercussão entre <b>2025</b> e <b>2026</b>. Retratada como uma senhora negra e idosa, a “Dona Maria” publicou mais de 400 vídeos, atacando o presidente <b>Luiz Inácio Lula da Silva</b> e setores da esquerda. O conteúdo motivou uma ação no TSE, apresentada por partidos como PT, PV e PCdoB, que pedem a suspensão dos perfis associados à personagem.</p>
<p>Em resposta, perfis de esquerda que apoiam o presidente <b>Lula</b> criaram uma versão própria da “Dona Maria”. Nesta adaptação, a personagem mantém as mesmas características físicas, mas adota um discurso favorável ao presidente. Em um vídeo publicado em <b>23 de abril</b> por páginas como Lula Pela Verdade, Comitê Popular Oficial, Brasil Fora da Caverna, Esquerda Brasil 4.0 e Jovem Esquerda Br, a idosa critica a escala 6&#215;1 e a família <b>Bolsonaro</b>.</p>
<p>Outro personagem que alcançou popularidade foi o “Seu Zé da Feira”. Este avatar, com características de um homem idoso e negro, ambientado em uma feira de rua, critica políticos de direita e defende o governo atual. Em um de seus vídeos, ele adverte: “Não vote em políticos da direita e do centrão. PL, PP, Republicanos e União. Não tão nem aí pro povo, são sindicato de patrão”. Diferentemente de outros casos, os posts do “Seu Zé da Feira” são acompanhados por uma marca d’água da ferramenta de geração de imagens Veo 3 e são sinalizados como sintéticos pela plataforma, indicando um nível maior de transparência.</p>
<p>Os pesquisadores alertam que esses casos representam um novo desafio para o ambiente informacional: a criação de personagens inteiros, aparentemente humanos, produzidos artificialmente para influenciar debates políticos e simular opiniões espontâneas nas redes sociais. A transparência no uso de <a href="https://www.tse.jus.br/" target="_blank" rel="noopener dofollow">inteligência artificial</a> torna-se, assim, um pilar fundamental para a manutenção de um debate público saudável e democrático.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/avatares-ia-politica-redes-sociais-estudo/">Avatares políticos de IA operam sem aviso em redes sociais, aponta pesquisa</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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		<title>Caiado cobra Flávio Bolsonaro por elo com banqueiro e defende presidência com independência</title>
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		<pubDate>Tue, 19 May 2026 22:43:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="696" height="398" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779230584978.jpg?fit=696%2C398&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779230584978.jpg?w=1344&amp;ssl=1 1344w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779230584978.jpg?resize=300%2C171&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779230584978.jpg?resize=1024%2C585&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779230584978.jpg?resize=768%2C439&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779230584978.jpg?resize=735%2C420&amp;ssl=1 735w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779230584978.jpg?resize=696%2C398&amp;ssl=1 696w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779230584978.jpg?resize=1068%2C610&amp;ssl=1 1068w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /><p><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779230584978.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779230584978.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779230584978.jpg?zoom=2&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779230584978.jpg?zoom=3&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 450w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Caiado cobra Flávio Bolsonaro por conversas com banqueiro Daniel Vorcaro, destacando a necessidade de um presidente com independência.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/caiado-cobra-flavio-bolsonaro-vorcaro/">Caiado cobra Flávio Bolsonaro por elo com banqueiro e defende presidência com independência</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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<p>Durante sua participação em um evento da Associação Paulista de Supermercados (Apas), Caiado enfatizou que o pleito eleitoral de 2026 deve focar na capacidade dos postulantes de governar o país. Ele sublinhou que o Brasil necessita de um líder com “autoridade moral” e “independência intelectual” para enfrentar os desafios nacionais e promover o desenvolvimento.</p>
<h2>Caiado cobra Flávio Bolsonaro por diálogos com banqueiro</h2>
<p>As declarações de Ronaldo Caiado surgem em um contexto de crescente pressão sobre Flávio Bolsonaro. O ex-governador de Goiás já havia demandado esclarecimentos na semana anterior, especificamente sobre as circunstâncias em que o senador teria solicitado recursos a Daniel Vorcaro para financiar um filme biográfico sobre seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. Os diálogos em questão foram revelados pelo site Intercept Brasil, e Flávio Bolsonaro confirmou as conversas, embora negue qualquer irregularidade.</p>
<p>Caiado, ao abordar o tema, optou por não atacar diretamente o aliado político do campo da direita. Contudo, fez uma observação contundente: “cada um que tem seus problemas que se explique”. Ele ressaltou que a população espera que o senador preste contas sobre o ocorrido, afirmando que “todos nós esperamos que ele realmente preste contas à população, é o que o povo espera”.</p>
<h2>A defesa da autoridade moral e independência intelectual</h2>
<p>Ao defender sua própria pré-candidatura ao Palácio do Planalto, Ronaldo Caiado salientou sua “independência moral” para a disputa presidencial. Ele fez questão de destacar sua trajetória de quatro décadas na vida pública, afirmando nunca ter tido sua conduta moral ou ética questionada, nem ter se envolvido em “negociatas ou qualquer tipo de patifaria”.</p>
<p>Para Caiado, a questão central da próxima eleição não é apenas a vitória sobre o Partido dos Trabalhadores (PT), mas sim a escolha de um líder que possua a integridade e a autonomia necessárias. “Ganhar a eleição do Lula, nós ganharemos. Mas o que precisamos saber é quem terá autoridade moral para sentar na cadeira, quem terá independência intelectual para ter metas para o Brasil se desenvolver no mesmo ritmo que hoje os empreendedores conseguem implantar nas suas áreas. É este o desafio do país”, declarou.</p>
<h2>Repercussões políticas e o impacto eleitoral</h2>
<p>A divulgação das conversas entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro gerou uma onda de discussões no cenário político. Ronaldo Caiado expressou a avaliação de que o episódio pode impactar negativamente o desempenho eleitoral do senador, potencialmente gerando dúvidas entre os eleitores de direita e resultando na dispersão de votos no primeiro turno da corrida presidencial.</p>
<p>O ex-governador goiano enfatizou que a extensão do impacto dependerá diretamente das explicações que Flávio Bolsonaro apresentar ao público. “Ele deve se colocar para trazer respostas desse fato específico. As pessoas que acreditarem naquilo que ele apresentar vão marchar com ele; os que tiverem dúvida vão pulverizar os seus votos. Isso aí é decisão de foro pessoal”, afirmou Caiado em entrevista.</p>
<h2>A responsabilização individual e a união da direita</h2>
<p>Ronaldo Caiado reiterou a importância da responsabilização individual, destacando que “cada um que for amanhã denunciado tem que prestar contas”. Ele defendeu que o senador deve esclarecer o caso, sublinhando que ninguém, independentemente do mandato, pode se considerar acima da lei. “Vai lá, presta contas, vê se a sociedade entende o que ocorreu e volta para o processo político. Isso é cobrado de todos, seja ele senador, ministro do Supremo, deputado federal, estadual ou vereador. Ninguém pode, por ter mandato, se sentir acima das leis. Caberá a ele se explicar”, pontuou.</p>
<p>Apesar da cobrança, Caiado afirmou que não agirá de forma oportunista diante da situação e defendeu que a oposição mantenha um objetivo claro para “não perder o seu Norte”. Ele reforçou a necessidade de união no segundo turno para derrotar o PT, considerando este o principal objetivo cobrado pela sociedade. Outros pré-candidatos de direita também se manifestaram, como o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, que classificou a situação como “imperdoável”, e Renan Santos, do partido Missão, que associou Flávio Bolsonaro a escândalos de corrupção. Caiado, por sua vez, alertou contra a generalização de críticas a todo o campo da direita, mas também contra a ideia de que todos os seus defensores são “impolutos e paladinos da moralidade”.</p>
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		<title>Mogi das Cruzes intensifica ações de integridade pública com adesão a rede nacional anticorrupção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 22:53:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alto Tietê]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="696" height="403" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1778885616606.jpg?fit=696%2C403&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Mogi das Cruzes intensifica ações de integridade pública com adesão a rede nacional anticorrupção" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1778885616606.jpg?w=847&amp;ssl=1 847w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1778885616606.jpg?resize=300%2C174&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1778885616606.jpg?resize=768%2C445&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1778885616606.jpg?resize=725%2C420&amp;ssl=1 725w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1778885616606.jpg?resize=696%2C403&amp;ssl=1 696w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1778885616606.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Mogi das Cruzes intensifica ações de integridade pública com adesão a rede nacional anticorrupção" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1778885616606.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1778885616606.jpg?zoom=2&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1778885616606.jpg?zoom=3&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 450w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A Controladoria-Geral do Município (CGM) de Mogi das Cruzes deu um passo significativo no fortalecimento de seus mecanismos de integridade pública e combate à corrupção. A cidade, por meio de sua CGM, integrou-se a um sistema nacional robusto, culminando com a participação na <b>7ª Reunião da Rede Nacional de Promoção da Integridade Privada</b>, realizada em <b>São Paulo</b> no dia <b>14 de maio de 2026</b>. Este movimento estratégico visa aprimorar a transparência e a eficácia das ações governamentais locais.</p>
<p>O encontro reuniu representantes de órgãos de controle de todo o país, proporcionando um ambiente crucial para a troca de experiências, o aprimoramento técnico e o compartilhamento de boas práticas. A iniciativa reforça o compromisso de Mogi das Cruzes em alinhar-se às melhores estratégias de prevenção e combate à corrupção em âmbito nacional.</p>
<h2>Fortalecimento da Integridade Pública em Mogi das Cruzes</h2>
<p>A adesão de Mogi das Cruzes à Rede Nacional de Promoção da Integridade Privada foi formalizada no final de abril, marcando um momento importante para a administração municipal. A cidade se tornou o primeiro município paulista, excluindo a capital, e a terceira entidade do estado a integrar este fórum colaborativo. A Rede é composta pela Controladoria-Geral da União (CGU) e por diversos órgãos responsáveis pela aplicação da Lei Anticorrupção e da Lei de Licitações em diferentes esferas de governo, consolidando um esforço conjunto pela <b>integridade pública</b>.</p>
<p>A participação ativa da CGM de Mogi das Cruzes neste ambiente colaborativo é fundamental para aprimorar as políticas e práticas locais. A integração permite que o município beneficie-se do conhecimento e das ferramentas desenvolvidas em nível federal e estadual, adaptando-as à sua realidade para um combate mais efetivo à corrupção e para a promoção de uma gestão mais transparente.</p>
<h2>O Encontro Nacional e a Troca de Boas Práticas</h2>
<p>A <b>7ª Reunião da Rede Nacional de Promoção da Integridade Privada</b>, promovida pela CGU em parceria com a Controladoria Geral do Estado de São Paulo, foi um palco para apresentações e discussões técnicas de alto nível. Durante o evento, foram detalhadas as ações desenvolvidas pela Secretaria de Integridade Privada da CGU no primeiro trimestre de <b>2026</b>, bem como os projetos e iniciativas da Controladoria-Geral do Estado de São Paulo.</p>
<p>Diversos órgãos de controle compartilharam suas experiências. A CGU e o Conselho Nacional de Controle Interno (Conaci) demonstraram a aplicação prática de referenciais de avaliação de programas de integridade por entes subnacionais. A Controladoria-Geral do Estado do Rio de Janeiro apresentou atualizações na regulamentação da Lei Anticorrupção, enquanto a CGE de Mato Grosso divulgou seu Guia de Integridade para Fornecedores e Prestadores de Serviço. A CGE de São Paulo, por sua vez, destacou suas experiências em articulação institucional para a efetiva aplicação da Lei Anticorrupção no estado. Um dos pontos altos foi a apresentação conjunta da CGU com o Conaci sobre a avaliação de programas de integridade em contratações públicas de grande vulto.</p>
<p>A CGU também abordou sua atuação no Caso INSS, sob o tema “Desafios e Lições no Processo de Responsabilização”. Essas discussões técnicas e o compartilhamento de melhores práticas foram cruciais para o alinhamento de estratégias e o fortalecimento institucional da Rede, beneficiando diretamente a capacidade de atuação de Mogi das Cruzes.</p>
<h2>A Estratégia de Mogi das Cruzes: Adesão ao Time Brasil</h2>
<p>A oportunidade de Mogi das Cruzes integrar a Rede Nacional de Promoção da Integridade Privada surgiu após a cidade formalizar, em março, sua adesão ao Programa Time Brasil, da CGU. Este programa é uma iniciativa estratégica que abre portas para que municípios e estados acessem uma série de benefícios e recursos da Controladoria-Geral da União, visando o aprimoramento da gestão pública.</p>
<p>Com a adesão ao Time Brasil, Mogi das Cruzes passou a ter acesso a sistemas essenciais da CGU, como o Fala.BR (plataforma integrada de Ouvidoria e acesso à informação), o Analisador de Licitações, Contratos e Editais (Alice), bancos de sanções, o e-PAD (sistema para procedimentos administrativos correcionais) e o Portal de Dados Abertos. Além disso, a cidade pode participar de programas coordenados pela CGU, como o Programa de Fortalecimento de Corregedorias (ProCor) e o Educação Cidadã, e integrar outras redes colaborativas.</p>
<h2>Representação e Impacto Local</h2>
<p>Mogi das Cruzes foi representada na <b>7ª Reunião</b> pelo controlador-geral do Município, <b>Rodrigo Cardoso Reys</b>, como titular, e pela gestora de Transparência e Promoção da Integridade da Prefeitura, <b>Jamile Santana</b>, como suplente. Ambos estiveram presentes em <b>São Paulo</b>, contribuindo para as discussões e absorvendo conhecimentos valiosos.</p>
<p><b>Rodrigo Reys</b> enfatizou a importância da participação: “Foi uma oportunidade para conhecer boas práticas que foram compartilhadas e que promovem o fortalecimento da aplicação das normas de integridade e combate à corrupção”. A CGU, durante a execução das ações, oferece orientação técnica, cursos à distância, capacitações presenciais, webinars e materiais de apoio, com o objetivo de transformar boas intenções em práticas institucionais consolidadas, garantindo que o compromisso com a <a href="https://www.gov.br/cgu/pt-br/acesso-a-informacao/institucional/rede-nacional-de-integridade-privada" target="_blank">integridade pública</a> se traduza em resultados concretos para a população de Mogi das Cruzes.</p>
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		<title>Câmara aprova reorganização da Controladoria-geral do Município para mais transparência em 13/05/2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 21:39:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mogi das Cruzes]]></category>
		<category><![CDATA[aprovação]]></category>
		<category><![CDATA[câmara]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Câmara aprova reestruturação da Controladoria-Geral do Município visando maior eficiência e transparência na gestão pública.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara Municipal de Mogi das Cruzes aprovou recentemente o Projeto de Lei n.º 58/2026, uma iniciativa do Poder Executivo que visa a reestruturação da Controladoria-Geral do Município (CGM). A medida representa um passo significativo para a modernização e o aprimoramento dos mecanismos de controle interno e fiscalização da administração pública local.</p>
<p>A propositura busca remodelar a configuração administrativa da CGM, revogando a legislação anterior (Lei nº 7.105/2015) para implementar um modelo mais alinhado às demandas atuais de governança. O objetivo central, conforme destacado na mensagem original do projeto, é &#8220;maximizar a eficiência&#8221; do setor, garantindo uma gestão mais transparente e responsável dos recursos públicos.</p>
<h2>Novas estruturas para aprimorar o controle</h2>
<p>O projeto aprovado contempla a incorporação de unidades já existentes e a criação de novas estruturas estratégicas dentro da Controladoria-Geral. Essas mudanças visam fortalecer a capacidade do órgão de atuar em diversas frentes, desde a auditoria interna até a defesa dos direitos dos cidadãos.</p>
<p>Entre as novas estruturas, destacam-se a <b>Auditoria Geral</b>, responsável pela fiscalização contábil e de gestão, a <b>Subcontroladoria de Transparência, Integridade e Combate à Corrupção</b>, focada na promoção de práticas éticas e na prevenção de desvios, e a <b>Subcontroladoria de Defesa dos Usuários dos Serviços Públicos</b>, que atuará como um canal de proteção e aprimoramento da relação entre o cidadão e a administração.</p>
<h2>Criação de funções estratégicas para a gestão</h2>
<p>A reestruturação da Controladoria-Geral do Município também prevê a criação de diversas funções e cargos essenciais para o funcionamento das novas estruturas. Essas posições são fundamentais para garantir que os objetivos de eficiência e transparência sejam plenamente alcançados.</p>
<p>Com a aprovação do projeto, ficam criadas funções como:</p>
<ul>
<li><b>ouvidor-geral</b></li>
<li><b>controlador interno</b></li>
<li><b>auditor geral</b></li>
<li><b>diretor do Departamento de Auditoria Contábil, Financeira, Orçamentária, Patrimonial e de Gestão</b></li>
<li><b>Diretor do Departamento de Auditoria de Parcerias com o Terceiro Setor</b></li>
<li><b>Subcontrolador de Defesa dos Usuários dos Serviços Públicos</b></li>
<li><b>Subcontrolador de Transparência, Integridade e Combate à Corrupção</b></li>
<li><b>Diretor do Departamento de Transparência e Promoção da Integridade</b></li>
<li><b>Chefe de seção de Dados e Governo Aberto</b></li>
<li><b>Chefe de Seção de Integridade e Prevenção à Corrupção</b></li>
</ul>
<h2>Competências ampliadas e impacto financeiro</h2>
<p>Conforme o Artigo 19 do Capítulo III da propositura, a Controladoria-Geral do Município terá como competência principal assistir, direta e imediatamente, o Prefeito no desempenho de suas atribuições. Isso abrange assuntos e providências relacionadas à defesa do patrimônio público, controle interno, auditoria pública, prevenção e combate à corrupção, promoção da ética no serviço público, incremento da moralidade e da transparência, e fomento do controle social da gestão, atuando de forma abrangente em toda a Administração Pública Municipal.</p>
<p>O impacto financeiro mensal decorrente da reestruturação foi estimado em R$ 64.624,32, excluindo encargos legais. A Secretaria Municipal de Finanças declarou que a despesa é compatível com a Lei de Responsabilidade Fiscal e o orçamento vigente, garantindo a sustentabilidade da medida.</p>
<h2>Emenda modificativa e aprimoramento do cargo de auditor</h2>
<p>Durante o processo legislativo, foi aprovada uma emenda modificativa da Comissão de Justiça e Redação, proposta pelo vereador <b>Bi Gêmeos</b> (PSD), relator da propositura. Essa alteração direciona o preenchimento do cargo de <b>auditor geral</b> exclusivamente a servidor efetivo, embora a posição permaneça classificada como cargo de confiança, ou seja, de provimento em comissão. Essa modificação visa garantir maior estabilidade e expertise técnica na função, reforçando a importância da carreira pública na fiscalização e controle. Para mais informações sobre transparência na gestão pública, visite o <a href="https://www.gov.br/cgu/pt-br/acesso-a-informacao/transparencia-publica" target="_blank">Portal da Transparência da Controladoria-Geral da União</a>.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/controladoria-geral-reestruturacao-fiscalizacao-municipal/">Câmara aprova reorganização da Controladoria-geral do Município para mais transparência em 13/05/2026</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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		<title>Conselho de Ética da Câmara recomenda suspensão de deputados por ocupação da Mesa Diretora</title>
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		<pubDate>Wed, 06 May 2026 01:29:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="696" height="398" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1778030992622.jpg?fit=696%2C398&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1778030992622.jpg?w=1344&amp;ssl=1 1344w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1778030992622.jpg?resize=300%2C171&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1778030992622.jpg?resize=1024%2C585&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1778030992622.jpg?resize=768%2C439&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1778030992622.jpg?resize=735%2C420&amp;ssl=1 735w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1778030992622.jpg?resize=696%2C398&amp;ssl=1 696w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1778030992622.jpg?resize=1068%2C610&amp;ssl=1 1068w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /><p><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1778030992622.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1778030992622.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1778030992622.jpg?zoom=2&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1778030992622.jpg?zoom=3&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 450w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Conselho de Ética da Câmara aprova relatório que sugere suspensão de três deputados por dois meses devido à ocupação da Mesa Diretora.</p>
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<p>O relatório considerou que a conduta dos parlamentares configurou quebra de decoro parlamentar, um ato que, segundo o parecer, transcendeu os limites de um protesto político legítimo. O episódio gerou grande repercussão e levantou debates sobre os limites da atuação da oposição dentro do Congresso Nacional, especialmente em momentos de tensão política.</p>
<h2>Aprovação da Suspensão e o Relatório do Conselho de Ética</h2>
<p>O relatório aprovado pelo Conselho de Ética propõe uma <b>suspensão</b> de dois meses para os deputados Marcos Pollon, Marcel Van Hattem e Zé Trovão. A medida é uma resposta à ocupação da Mesa Diretora da Câmara, um ato que o relator, deputado Moses Rodrigues (União-CE), classificou como uma &#8220;evidente inversão de hierarquias&#8221;. Segundo Rodrigues, a ação não apenas desrespeitou a autoridade do presidente da Câmara, mas também prejudicou a imagem e a credibilidade da instituição perante a sociedade.</p>
<p>A decisão do Conselho de Ética não é definitiva. Os parlamentares têm a prerrogativa de recorrer à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Caso o recurso seja rejeitado, a representação será encaminhada para o plenário da Câmara dos Deputados, onde os 513 parlamentares votarão para decidir sobre a aplicação da <b>suspensão</b>.</p>
<h2>O Contexto da Ocupação da Mesa Diretora</h2>
<p>O incidente que motivou a proposta de <b>suspensão</b> ocorreu em agosto de 2025, após a decretação da prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro. Na ocasião, deputados de oposição ocuparam a Mesa Diretora do plenário, impedindo que o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), assumisse seu assento e iniciasse os trabalhos legislativos. A prisão de Bolsonaro foi determinada por risco de fuga, em meio ao processo que o condenou a mais de 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado.</p>
<p>A ocupação da Mesa Diretora foi um ato de protesto contra a decisão judicial e uma tentativa de pressionar por anistia aos condenados pelos eventos de 8 de janeiro. O episódio deixou o presidente da Câmara, Hugo Motta, em uma posição delicada, levando-o a considerar inicialmente uma <b>suspensão</b> cautelar dos envolvidos, antes de encaminhar o caso ao Conselho de Ética.</p>
<h2>As Defesas dos Parlamentares Acusados</h2>
<p>Os deputados Marcos Pollon, Marcel Van Hattem e Zé Trovão apresentaram suas defesas, argumentando que suas ações estavam dentro dos limites da legalidade e da imunidade parlamentar. Zé Trovão afirmou que a manifestação foi pacífica e que sua intenção era &#8220;servir&#8221; aos seus eleitores, pressionando pela anistia. Ele negou qualquer intenção de incitar violência ou atentar contra a ordem democrática.</p>
<p>Marcel Van Hattem defendeu que não há nada de ilícito em tomar assento em uma poltrona destinada a qualquer deputado, considerando a ação como um exercício legítimo do direito de reunião. Marcos Pollon, por sua vez, invocou a imunidade material dos parlamentares, sustentando que a ocupação da Mesa foi um ato pacífico, sem violência ou ataque pessoal, e que não extrapolou os limites do decoro. Para mais detalhes sobre a tramitação, consulte a <a href="https://g1.globo.com/politica/noticia/2024/05/07/conselho-de-etica-aprova-relatorio-que-sugere-suspensao-de-deputados-que-ocuparam-mesa-da-camara.ghtml" target="_blank" rel="noopener dofollow">fonte original</a>.</p>
<h2>Impacto e Propostas de Alteração Regimental</h2>
<p>O episódio da ocupação da Mesa Diretora não apenas resultou na proposta de <b>suspensão</b> dos deputados, mas também impulsionou discussões sobre a necessidade de endurecer as regras regimentais da Câmara. A Mesa Diretora protocolou um projeto de resolução para alterar o Regimento Interno e o Código de Ética, visando estabelecer punições mais claras para a obstrução física do plenário.</p>
<p>A proposta prevê que atos como empurrões, ocupação da Mesa ou impedimento de votações possam resultar em sanções que variam desde a <b>suspensão</b> temporária até a perda do mandato, dependendo da gravidade. Embora a urgência do projeto tenha sido aprovada, a votação em plenário ainda está pendente, indicando que a discussão sobre o decoro parlamentar e as formas de protesto no Congresso continua em aberto.</p>
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		<title>Senado aprova magistrada baiana para cargo de ministra no Tribunal Superior do Trabalho</title>
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		<pubDate>Sat, 02 May 2026 20:49:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="696" height="398" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777754983267.jpg?fit=696%2C398&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777754983267.jpg?w=1344&amp;ssl=1 1344w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777754983267.jpg?resize=300%2C171&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777754983267.jpg?resize=1024%2C585&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777754983267.jpg?resize=768%2C439&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777754983267.jpg?resize=735%2C420&amp;ssl=1 735w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777754983267.jpg?resize=696%2C398&amp;ssl=1 696w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777754983267.jpg?resize=1068%2C610&amp;ssl=1 1068w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /><p><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777754983267.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777754983267.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777754983267.jpg?zoom=2&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777754983267.jpg?zoom=3&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 450w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Desembargadora Margareth Costa é aprovada pelo Senado para o cargo de ministra do TST, marcando um novo capítulo em sua carreira na magistratura.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/ministra-tst-aprovacao-senado/">Senado aprova magistrada baiana para cargo de ministra no Tribunal Superior do Trabalho</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="696" height="398" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777754983267.jpg?fit=696%2C398&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777754983267.jpg?w=1344&amp;ssl=1 1344w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777754983267.jpg?resize=300%2C171&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777754983267.jpg?resize=1024%2C585&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777754983267.jpg?resize=768%2C439&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777754983267.jpg?resize=735%2C420&amp;ssl=1 735w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777754983267.jpg?resize=696%2C398&amp;ssl=1 696w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777754983267.jpg?resize=1068%2C610&amp;ssl=1 1068w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777754983267.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777754983267.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777754983267.jpg?zoom=2&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777754983267.jpg?zoom=3&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 450w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A desembargadora Margareth Rodrigues Costa, oriunda do Tribunal Regional do Trabalho da Bahia (TRT-BA), obteve aprovação do Senado Federal para assumir o cargo de <b>ministra do Tribunal Superior do Trabalho (TST)</b>. A decisão, tomada na última quarta-feira, representa um marco significativo em sua trajetória profissional, culminando em uma votação expressiva no plenário após um rigoroso processo de sabatina.</p>
<p>A confirmação da magistrada para a alta corte trabalhista ocorre após a análise de suas qualificações e experiência pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), em uma sessão realizada em Brasília. A aprovação reflete o reconhecimento de sua longa e dedicada carreira no Judiciário, que a credencia para uma das posições mais relevantes na Justiça do Trabalho brasileira.</p>
<h2>Consolidação da carreira no Tribunal Superior do Trabalho</h2>
<p>A aprovação da desembargadora Margareth Rodrigues Costa para o cargo de <b>ministra do TST</b> foi selada com 49 votos favoráveis no plenário do Senado. Este resultado veio na sequência de uma sabatina detalhada e da subsequente aprovação pela Comissão de Constituição e Justiça, etapas cruciais no processo de nomeação para cargos de tamanha envergadura no sistema judiciário federal.</p>
<p>Em seu discurso perante os senadores, a magistrada enfatizou sua vasta experiência, que abrange mais de 35 anos dedicados à magistratura trabalhista. Ela destacou ter atuado em todas as instâncias do tribunal, o que lhe proporcionou uma compreensão aprofundada das nuances e desafios da Justiça do Trabalho em diversas realidades sociais e econômicas. Essa vivência, segundo ela, é fundamental para exercer a função com equilíbrio e ponderação.</p>
<h2>Experiência e visão para a Justiça do Trabalho</h2>
<p>Margareth Costa também ressaltou sua atuação como convocada no TST por um período de quatro anos, um tempo em que participou ativamente de discussões de alcance nacional e contribuiu com a Corregedoria-Geral da Justiça do Trabalho. Essa experiência permitiu-lhe um conhecimento abrangente da realidade de todos os Tribunais Regionais do Trabalho do país, fortalecendo sua capacidade de atuar em nível superior.</p>
<p>Além disso, a magistrada mencionou sua passagem como diretora da Escola Judicial do TRT-5 e como conselheira da Escola Nacional da Magistratura Trabalhista. Em sua fala, ela defendeu veementemente a ética como um pilar inegociável do Judiciário, sublinhando a responsabilidade dos magistrados em garantir o acesso e a busca por direitos. A desembargadora também fez questão de frisar seu engajamento em atividades voluntárias nas áreas social e educacional, demonstrando um compromisso que transcende o âmbito jurídico.</p>
<h2>Trajetória profissional e processo de nomeação</h2>
<p>A indicação de Margareth Rodrigues Costa para o cargo de <b>ministra do TST</b> preenche a vaga decorrente da aposentadoria de um ministro anterior. Sua formação em Direito pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), concluída em 1985, marcou o início de uma carreira que a levou a ingressar na magistratura em 1990 como juíza substituta.</p>
<p>Ao longo dos anos, ela ascendeu, tornando-se juíza titular da Vara do Trabalho de Jacobina em 1993, e posteriormente atuando em varas nas cidades de Camaçari e Salvador. Em 2014, foi promovida por merecimento ao cargo de desembargadora do TRT-BA, e em 2022, foi convocada para atuar no Tribunal Superior do Trabalho, pavimentando o caminho para sua atual nomeação.</p>
<p>O processo de sua indicação teve início em novembro, quando seu nome integrou a lista tríplice formada pelo TST e encaminhada ao presidente da República. Em dezembro, a indicação seguiu para o Senado Federal, onde passou pela sabatina na CCJ e, finalmente, foi aprovada pelo plenário. Após a votação no Senado, a nomeação oficial para o cargo de <b>ministra do TST</b> será realizada pelo presidente da República. A presença de importantes figuras do Judiciário baiano, como a presidente do TRT-BA e o presidente da Amatra5, no Senado, reforçou o apoio à sua nomeação.</p>
<p>Para mais informações sobre o Tribunal Superior do Trabalho, acesse o <a href="https://www.tst.jus.br/" target="_blank" rel="noopener dofollow">site oficial do TST</a>.</p>
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		<title>Eleições 2026: influenciadores e IA moldam os desafios da propaganda digital</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 17:31:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="576" height="1024" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777138301826.jpg?fit=576%2C1024&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Eleições 2026: influenciadores e IA moldam os desafios da propaganda digital" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777138301826.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777138301826.jpg?resize=169%2C300&amp;ssl=1 169w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777138301826.jpg?resize=576%2C1024&amp;ssl=1 576w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777138301826.jpg?resize=768%2C1366&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777138301826.jpg?resize=864%2C1536&amp;ssl=1 864w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777138301826.jpg?resize=1152%2C2048&amp;ssl=1 1152w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777138301826.jpg?resize=236%2C420&amp;ssl=1 236w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777138301826.jpg?resize=696%2C1238&amp;ssl=1 696w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777138301826.jpg?resize=1068%2C1899&amp;ssl=1 1068w" sizes="auto, (max-width: 576px) 100vw, 576px" /><p><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777138301826.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Eleições 2026: influenciadores e IA moldam os desafios da propaganda digital" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777138301826.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777138301826.jpg?zoom=2&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777138301826.jpg?zoom=3&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 450w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />As eleições 2026 trazem regras inéditas para influenciadores digitais e uso de inteligência artificial na propaganda eleitoral. Entenda os desafios.</p>
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<p>Especialistas em direito eleitoral e marketing político alertam para a complexidade de monitorar a vasta quantidade de conteúdo gerado e disseminado, especialmente quando se trata de manifestações de influenciadores e o uso estratégico de tecnologias emergentes. As regras visam estabelecer limites claros, mas a fiscalização em larga escala permanece como um dos maiores obstáculos para a efetiva aplicação das normas.</p>
<h2>A atuação de influenciadores digitais nas Eleições 2026</h2>
<p>Os influenciadores digitais, enquanto cidadãos e eleitores, possuem o direito de se manifestar em suas redes sociais, seja para apoiar ou criticar candidaturas. Contudo, a legislação eleitoral estabelece uma condição crucial: essa manifestação deve ser espontânea. É expressamente proibido que influenciadores recebam qualquer tipo de pagamento ou benefício financeiro para realizar propaganda eleitoral, garantindo que o apoio ou a crítica venha de uma convicção pessoal e não de um contrato.</p>
<p>Essa proibição se estende a benefícios indiretos e incentivos financeiros disfarçados. Um exemplo recente é a prática conhecida como “campeonato de cortes”, que foi explicitamente vetada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Essa estratégia, que ganhou notoriedade nas eleições municipais de <b>2024</b>, consistia em remunerar ou premiar colaboradores para que produzissem e disseminassem vídeos de campanha nas redes sociais. A resolução do TSE proíbe a contratação sob qualquer modalidade que ofereça vantagem econômica para publicações de cunho político-eleitoral, ressaltando a importância da autenticidade nas manifestações digitais.</p>
<h2>Impulsionamento de conteúdo: limites e transparência</h2>
<p>O impulsionamento de conteúdo nas redes sociais é uma ferramenta poderosa na estratégia de campanha, mas seu uso é rigorosamente regulamentado. Candidatos, partidos, federações e coligações estão autorizados a impulsionar publicações, mas apenas durante o período oficial de campanha, que se inicia em <b>16 de agosto</b>. É mandatório que todo conteúdo impulsionado seja claramente identificado, garantindo a transparência sobre quem está financiando a divulgação.</p>
<p>Existem restrições importantes sobre quem pode impulsionar e o tipo de conteúdo. Perfis de pessoas jurídicas, como empresas, estão proibidos de patrocinar conteúdo eleitoral. Além disso, a legislação veda o impulsionamento de propaganda negativa, ou seja, críticas a adversários políticos não podem ser patrocinadas para alcançar um público maior. Essas medidas visam evitar a disseminação massiva de ataques e garantir um debate mais construtivo, focado nas propostas dos candidatos.</p>
<h2>Inteligência artificial: inovação sob escrutínio da Justiça Eleitoral</h2>
<p>O uso da inteligência artificial (IA) nas campanhas eleitorais é permitido, mas com regras estritas que visam combater a desinformação e proteger a integridade do processo. É obrigatório informar quando um conteúdo foi gerado por IA, além de indicar qual ferramenta foi utilizada. A tecnologia não pode ser empregada para criar desinformação, conteúdos falsos sobre adversários, imagens manipuladas com teor sexual ou qualquer tipo de ataque à democracia.</p>
<p>As novas regras para as <b>eleições 2026</b> incluem pontos cruciais:</p>
<ul>
<li>Nas <b>72 horas</b> que antecedem a votação e nas <b>24 horas</b> seguintes, é proibido publicar ou impulsionar novos conteúdos de IA que simulem candidatos ou pessoas públicas.</li>
<li>Plataformas de IA, como ChatGPT e Gemini, não podem recomendar candidatos, mesmo que o usuário solicite indicações de voto.</li>
<li>A Justiça Eleitoral poderá inverter o ônus da prova em casos de uso de IA. Isso significa que, se acusado de produzir conteúdo falso com a tecnologia, o responsável terá que provar tecnicamente que não houve fraude ou esclarecer como o material foi criado e manipulado.</li>
</ul>
<h2>O papel ampliado das plataformas digitais na fiscalização</h2>
<p>A Justiça Eleitoral tem ampliado a responsabilidade das plataformas digitais na fiscalização do conteúdo online. Essas empresas passam a ter a obrigação de remover conteúdos em situações específicas, como em casos de violência política contra a mulher, reforçando o compromisso com a proteção dos direitos e a promoção de um ambiente eleitoral seguro. O desafio de monitorar e fiscalizar a vasta quantidade de informações nas redes sociais é complexo, mas a colaboração entre a Justiça Eleitoral, o Ministério Público Eleitoral e as próprias campanhas é fundamental para identificar e combater eventuais ilícitos.</p>
<p>Acesse mais informações sobre as regras eleitorais no site do <a href="https://www.tse.jus.br" target="_blank">Tribunal Superior Eleitoral</a>.</p>
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