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	<title>Arquivo de governador - Jornal Sete</title>
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	<description>Jornal Sete: encontre as últimas notícias, multimídia, resenhas e opinião sobre o Alto Tietê, política, negócios, esportes, filmes, viagens, empregos, educação, imóveis, carros e muito mais</description>
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	<title>Arquivo de governador - Jornal Sete</title>
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		<title>Votos nulos com número 13 para governador do Rio de Janeiro surpreendem apuração</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2026 15:20:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nulos para governador do Rio de Janeiro: mais de 200 mil eleitores anularam o voto digitando o número 13 no primeiro turno de 2026.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/votos-nulos-governador-rj-numero-13/">Votos nulos com número 13 para governador do Rio de Janeiro surpreendem apuração</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de <b>204 mil eleitores</b> do Rio de Janeiro anularam seus votos para governador no primeiro turno das eleições de 2026 ao digitar e confirmar o número 13. Esse volume expressivo de votos nulos, que não correspondia a nenhum candidato ao governo do estado, levanta questões sobre a intenção dos eleitores e o impacto potencial no cenário político fluminense.</p>
<p>Os dados, extraídos dos Registros Digitais de Voto (RDVs) de todas as 37.675 seções eleitorais distribuídas pelas 92 cidades do estado, revelam um padrão de votação que se destaca na apuração. Os RDVs são arquivos da urna eletrônica que registram cada voto confirmado, categorizado por cargo, incluindo os votos nulos, garantindo o sigilo ao embaralhar as informações para impedir a identificação do eleitor ou a associação de votos.</p>
<h2>Expressivo volume de votos nulos com o número 13</h2>
<p>O número 13, amplamente associado à candidatura presidencial de Lula (PT), foi digitado em 204.309 votos anulados para governador do Rio de Janeiro. Este montante posiciona o 13 como o segundo número mais votado entre os <a href="https://www.tse.jus.br/" target="_blank" rel="noopener">nulos</a>, superado apenas pelo 00, que registrou 344.840 votos nulos para o mesmo cargo.</p>
<p>Outros números também apareceram significativamente entre os votos anulados, como o 12 (15.990 votos), 99 (10.702 votos), 15 (8.790 votos), 45 (8.204 votos), 11 (7.978 votos), 70 (7.294 votos), 25 (5.555 votos) e 44 (4.144 votos). A análise desses dados oferece um panorama detalhado da preferência dos eleitores que optaram por anular seu voto.</p>
<h2>Impacto dos votos anulados no cenário eleitoral fluminense</h2>
<p>A quantidade de votos nulos com o número 13 representa um volume considerável, equivalendo a 74,5% da votação de Anthony Garotinho (Republicanos), que ficou em terceiro lugar com 274.411 votos. A validade da candidatura de Garotinho, no entanto, ainda dependia de uma decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).</p>
<p>Além disso, os 204.309 votos nulos com o número 13 correspondem a 86,8% dos votos de William Siri (PSOL), o quarto colocado, que obteve 235.347 votos. O total de votos nulos com o 13 também superou a soma dos votos dos cinco últimos colocados — Coronel Busnello (Missão), André Marinho (Novo), Juliete (UP), Cyro Garcia (PSTU) e Luan Monteiro (PCO) — que juntos somaram 181.097 votos.</p>
<p>Apesar do apoio do PT e de Lula ao candidato Eduardo Paes (PSD), que concorreu com o número 55, mesmo que todos os votos nulos com o 13 tivessem sido direcionados a ele, Paes não teria vencido no primeiro turno. Ele continuaria atrás de Douglas Ruas (PL), que obteve 49,27% dos votos contra 42,76% de Paes, classificando ambos para o segundo turno. A diferença entre os dois cairia de 564.215 para 359.906 votos, mas a vitória no primeiro turno não seria alcançada.</p>
<h2>Coincidência com números de candidatos à presidência</h2>
<p>A presença do número 13 entre os votos nulos para governador do Rio de Janeiro é notável, dada sua associação com a disputa presidencial. Contudo, a coincidência de números não permite inferir diretamente que os eleitores tinham a intenção de votar nos respectivos candidatos presidenciais para o cargo de governador.</p>
<p>Outros números de candidatos à Presidência também apareceram entre os votos nulos para governador, reforçando a complexidade da interpretação da intenção do eleitor. Entre eles, destacam-se o 70, de Augusto Cury (Avante), com 7.294 votos; o 21, de Edmilson Costa (PCB), com 2.885 votos; o 35, de Wilson Grassi (Democrata), com 1.306 votos; e o 27, de Clariana Barão (DC), com 703 votos.</p>
<p>A análise desses padrões de voto nulo é crucial para compreender o comportamento eleitoral e as dinâmicas das campanhas, especialmente em contextos onde a votação para diferentes cargos ocorre simultaneamente.</p>
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		<title>Governador São Paulo e a hegemonia de centro-direita desde a redemocratização</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2026 07:22:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Acompanhe a trajetória política de São Paulo e entenda por que nenhum governador de esquerda foi eleito desde 1982.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/governador-sao-paulo-hegemonia-centro-direita/">Governador São Paulo e a hegemonia de centro-direita desde a redemocratização</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>São Paulo, o mais populoso e economicamente relevante estado do Brasil, apresenta um cenário político singular desde a retomada das eleições diretas. Há mais de quatro décadas, o Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, tem sido ocupado exclusivamente por representantes de legendas identificadas com o centro ou a direita do espectro político.</p>
<p>Essa persistente hegemonia impede que um <b>governador de São Paulo</b> tradicionalmente alinhado à esquerda assuma o comando do estado desde 1982. A trajetória eleitoral paulista revela uma sequência de vitórias do PMDB, do PSDB e, mais recentemente, do Republicanos, configurando um padrão que desafia análises simplistas sobre o eleitorado local.</p>
<h2>A Trajetória Pós-Ditadura e a Ascensão do PMDB</h2>
<p>A primeira eleição direta para <b>governador</b> após o regime militar, em 1982, marcou o início de uma nova era política para São Paulo. O pleito culminou com a vitória de <b>Franco Montoro</b>, filiado ao PMDB, partido que se consolidou como o principal herdeiro do Movimento Democrático Brasileiro (MDB), uma força de oposição durante a ditadura militar.</p>
<p>O MDB, criado em 1966 no contexto do sistema bipartidário imposto pelo regime, ao lado da Arena, representava a voz contrária ao governo. Com a redemocratização, o PMDB manteve sua força, elegendo <b>Orestes Quércia</b> em 1986 e <b>Luiz Antônio Fleury Filho</b> em 1990, consolidando um período de domínio que antecedeu a ascensão tucana.</p>
<p>Durante a ditadura, as eleições para governos estaduais foram indiretas, com governadores escolhidos pelas assembleias legislativas. A volta do voto direto em 1982, com a eleição de Montoro, simbolizou um marco na história política do estado e do país.</p>
<h2>O Reinado Tucano: PSDB e sua Hegemonia Duradoura</h2>
<p>A partir de 1994, o cenário político paulista presenciou uma mudança significativa com a ascensão do PSDB. <b>Mário Covas</b> foi o primeiro a vencer pelo recém-criado partido, dando início a uma sequência impressionante de sete vitórias consecutivas para o governo do estado.</p>
<p>Essa hegemonia tucana se estendeu de Covas, em 1994, até <b>João Doria</b>, em 2018, marcando quase três décadas de liderança do partido no Palácio dos Bandeirantes. A série foi interrompida apenas em 2022, com a eleição de <b>Tarcísio de Freitas</b>, do Republicanos, que quebrou a longa sequência do PSDB.</p>
<p>A longevidade do PSDB em São Paulo foi objeto de estudo do cientista político <b>Henrique Curi</b>, professor da FESP-SP. Em sua dissertação de mestrado pela Unicamp, &#8220;Ninho dos Tucanos: o PSDB em São Paulo (1994-2018)&#8221;, Curi analisou a organização e o desempenho eleitoral do partido, destacando que São Paulo registrou a maior sequência de vitórias consecutivas de uma legenda para o governo estadual no Brasil no período analisado.</p>
<h2>Estratégias Organizacionais por Trás do Sucesso Tucano</h2>
<p>A análise de Henrique Curi aponta que a explicação para a duradoura hegemonia do PSDB vai além de um suposto eleitorado paulista de centro-direita. Segundo o pesquisador, a chave do sucesso reside na robusta organização e na estrutura institucional do partido no estado.</p>
<p>Um dos fatores cruciais foi a capacidade do PSDB de se organizar capilarmente nos municípios. A Executiva estadual monitorava ativamente os diretórios nas 645 cidades paulistas, mantendo coordenadores regionais em todas as 63 regiões de governo. Essa interiorização, focada em diretórios municipais bem estabelecidos em vez de comissões provisórias, diferenciou o PSDB de outras legendas.</p>
<p>O partido também implementou um sistema interno, conhecido como “intranet tucana”, para acompanhar o desempenho das estruturas municipais. Essa ferramenta permitia identificar demandas locais, avaliar resultados eleitorais e direcionar o apoio aos diretórios, criando um mecanismo de incentivo e responsabilização.</p>
<p>Além disso, o PSDB demonstrou habilidade em atrair uma gama diversificada de políticos, desde &#8220;debutantes&#8221; que nunca haviam disputado uma eleição até veteranos experientes. A continuidade entre suas lideranças, como <b>Mário Covas</b>, <b>Geraldo Alckmin</b>, <b>José Serra</b> e <b>Fernando Henrique Cardoso</b>, garantiu que a direção política não dependesse de um único líder, fortalecendo a estrutura partidária.</p>
<h2>A Força Municipal e a Ausência da Esquerda</h2>
<p>A estratégia do PSDB de fortalecer sua presença nos municípios foi fundamental para sustentar sua influência. Em 1996, o então <b>governador</b> Mário Covas incentivou o partido a ampliar as candidaturas ao Executivo municipal, resultando em um crescimento exponencial do número de prefeituras conquistadas.</p>
<p>O partido passou de cinco prefeituras em 1988 para 221 em 1996, um aumento de 342%. Essa expansão municipal não se limitava ao número de prefeituras, mas também à população governada e à participação em alianças eleitorais, especialmente em cidades menores, como parte da estratégia de <b>Geraldo Alckmin</b> para construir apoio a candidaturas futuras.</p>
<p>A ausência de um <b>governador de São Paulo</b> de um partido de esquerda desde a redemocratização também é explicada, segundo Henrique Curi, pelas dificuldades em construir uma estrutura partidária sólida no interior do estado. Enquanto partidos como o PT historicamente demonstram mais força na capital, o interior paulista apresenta desafios distintos.</p>
<p>Regiões industrializadas, cidades médias e pequenas prósperas, além de áreas dominadas pelo agronegócio e marcadas por um forte sentimento de antipetismo, dificultam a penetração e a construção de bases eleitorais para a esquerda. Essa disparidade entre capital e interior contribui para a manutenção do padrão político observado nas últimas décadas.</p>
<p>Para mais informações sobre a história política brasileira, consulte o <a href="https://portal.fgv.br/" target="_blank">Atlas Histórico do Brasil da Fundação Getulio Vargas (FGV)</a>.</p>
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		<title>Votação no Alto Tietê: Tarcísio de Freitas supera Haddad em todas as cidades da região</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Oct 2026 15:31:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Tarcísio de Freitas obteve mais votos que Fernando Haddad em todas as dez cidades do Alto Tietê, consolidando sua liderança na região.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A disputa pelo governo de São Paulo teve um desfecho claro na região do Alto Tietê, onde o governador <b>Tarcísio de Freitas</b> (Republicanos) demonstrou uma forte performance eleitoral. Os resultados apurados indicaram que o candidato superou <b>Fernando Haddad</b> (PT) em todos os dez municípios que compõem a área, consolidando uma vantagem expressiva no cenário local. A análise dos votos revela padrões de apoio e as particularidades de cada cidade, fornecendo um panorama detalhado da preferência do eleitorado regional.</p>
<p>No total, a votação no Alto Tietê para o cargo de governador registrou uma diferença considerável entre os dois principais concorrentes. A apuração dos votos, que culminou na reeleição de Tarcísio de Freitas no primeiro turno neste domingo (4), mostrou uma preferência marcante pela sua candidatura em toda a região. Os dados refletem não apenas a vitória em número de votos, mas também a abrangência desse apoio em diferentes perfis de municípios.</p>
<h2>Desempenho geral no Alto Tietê e a vantagem de Tarcísio de Freitas</h2>
<p>Na totalidade dos dez municípios do Alto Tietê, <b>Tarcísio de Freitas</b> acumulou 483.909 votos. Em contrapartida, <b>Fernando Haddad</b> obteve 316.920 votos na mesma região. Essa diferença resultou em uma vantagem de 166.989 votos para o governador, sublinhando a sua liderança incontestável em termos absolutos. Juntos, os dois candidatos somaram 800.829 votos válidos nos municípios analisados, excluindo os votos de outros concorrentes.</p>
<p>A performance de Tarcísio de Freitas foi consistente, ultrapassando a marca de 50% dos votos válidos em nove das dez cidades. Essa ampla aceitação demonstra uma base de apoio robusta e distribuída geograficamente, com apenas uma exceção onde, mesmo assim, ele manteve a liderança sobre seu adversário.</p>
<h2>Destaques da votação: Guararema e Mogi das Cruzes</h2>
<p>Entre os municípios do Alto Tietê, <b>Guararema</b> se destacou como a cidade onde <b>Tarcísio de Freitas</b> alcançou o maior percentual de votos válidos, registrando 74,75%. Nesse município, o governador recebeu 13.615 votos, enquanto <b>Fernando Haddad</b> obteve 4.483 votos, correspondendo a 24,61%. A diferença percentual entre os dois candidatos em Guararema foi a mais expressiva da região, atingindo 50,14 pontos.</p>
<p>Já <b>Mogi das Cruzes</b> concentrou o maior volume de votos para ambos os candidatos. Tarcísio de Freitas recebeu 135.796 votos, o que representou 61,86% dos votos válidos no município. Fernando Haddad, por sua vez, obteve 80.799 votos, equivalente a 36,81%. Além disso, Tarcísio ultrapassou a marca de 70% dos votos válidos em <b>Salesópolis</b>, com 70,84%, e em <b>Biritiba Mirim</b>, com 70,17%, reforçando sua forte presença em cidades menores da região.</p>
<h2>Ferraz de Vasconcelos: a disputa mais acirrada</h2>
<p>O município de <b>Ferraz de Vasconcelos</b> apresentou a disputa mais acirrada entre os dois candidatos no Alto Tietê. Tarcísio de Freitas recebeu 43.347 votos, correspondendo a 49,91% dos votos válidos. Fernando Haddad obteve 42.380 votos, com 48,79%. A vantagem do governador foi de apenas 967 votos, ou 1,12 ponto percentual, a menor diferença registrada em toda a região.</p>
<p>Ferraz de Vasconcelos foi a única cidade onde Tarcísio de Freitas não ultrapassou a metade dos votos válidos, embora ainda tenha ficado à frente de seu oponente. Curiosamente, foi também o município onde Fernando Haddad alcançou sua maior participação percentual na região, indicando um eleitorado mais dividido e uma base de apoio mais forte para o petista em comparação com as demais localidades do Alto Tietê. Para mais informações sobre os resultados eleitorais, consulte <a href="https://www.tse.jus.br/" target="_blank" rel="noopener">dados oficiais</a>.</p>
<h2>Resultados detalhados em outros municípios do Alto Tietê</h2>
<p>A análise dos demais municípios do Alto Tietê reforça a tendência de liderança de <b>Tarcísio de Freitas</b>. Em <b>Arujá</b>, ele obteve 31.964 votos (64,83%), contra 16.782 votos (34,04%) de Haddad. Em <b>Biritiba Mirim</b>, Tarcísio somou 10.890 votos (70,17%), enquanto Haddad teve 4.501 votos (29,00%).</p>
<p>Em <b>Itaquaquecetuba</b>, o governador recebeu 93.554 votos (56,64%), e o petista, 69.865 votos (42,30%). <b>Poá</b> registrou 36.460 votos para Tarcísio (57,46%) e 26.182 para Haddad (41,26%). Em <b>Santa Isabel</b>, Tarcísio conquistou 19.835 votos (69,64%), e Haddad, 8.367 votos (29,38%). Finalmente, em <b>Suzano</b>, Tarcísio de Freitas obteve 91.124 votos (59,28%), e Fernando Haddad, 60.650 votos (39,46%), completando o panorama da votação na região.</p>
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		<title>Véspera do 1º turno: Dr. Daniel atinge 57% dos votos válidos no Pará, indica Quaest</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Oct 2026 20:47:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa Quaest divulgada na véspera do 1º turno aponta Dr. Daniel com 57% dos votos válidos para o governo do Pará.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/pesquisa-quaest-dr-daniel-lidera-votos-validos-para-governo-para/">Véspera do 1º turno: Dr. Daniel atinge 57% dos votos válidos no Pará, indica Quaest</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Às vésperas do primeiro turno das eleições, uma pesquisa Quaest divulgada neste sábado (3) revela o cenário da disputa pelo governo do Pará. O levantamento aponta o candidato <b>Dr. Daniel</b> (Podemos) na liderança das intenções de voto, considerando apenas os votos válidos, com uma margem significativa sobre sua principal concorrente.</p>
<p>Os dados da pesquisa, encomendada pela TV Liberal, oferecem um panorama detalhado da preferência do eleitorado paraense, incluindo a projeção de votos válidos, totais, pesquisa espontânea e cenários para um eventual segundo turno, fornecendo um indicativo crucial antes da votação.</p>
<h2>Dr. Daniel lidera com folga nos votos válidos no Pará</h2>
<p>Na análise dos votos válidos, que exclui brancos e nulos e é a métrica utilizada pela Justiça Eleitoral para determinar o vencedor, <b>Dr. Daniel</b> (Podemos) alcança 57% das intenções. Sua adversária, <b>Hana Ghassan</b> (MDB), aparece com 40%.</p>
<p>Os demais candidatos registram percentuais menores: <b>Araceli Lemos</b> (PSOL) com 2%, e <b>Ruth Reis</b> (Democrata) com 1%. <b>Gal Leite</b> (UP) e <b>Well Macedo</b> (PSTU) não pontuaram nesta categoria. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa obter 50% mais um dos votos válidos.</p>
<p>A Quaest utiliza o modelo <i>likely voter</i> para calcular os votos válidos, considerando eleitores com maior propensão a comparecer às urnas. Este método busca uma estimativa mais precisa do resultado oficial das eleições.</p>
<h2>Análise dos votos totais e o panorama da pesquisa espontânea</h2>
<p>Ao considerar os votos totais, que incluem brancos, nulos e eleitores indecisos, <b>Dr. Daniel</b> (Podemos) registra 44% das intenções, apresentando um crescimento em relação à pesquisa anterior (41% em 26 de setembro). <b>Hana Ghassan</b> (MDB) marca 31%, uma leve queda em comparação aos 32% anteriores.</p>
<p>Nesse cenário, <b>Araceli Lemos</b> (PSOL) mantém 2%, enquanto <b>Ruth Reis</b> (Democrata) sobe para 1%. <b>Well Macedo</b> (PSTU) e <b>Gal Leite</b> (UP) ficam com 0%. O percentual de indecisos é de 18%, e 4% declaram voto em branco, nulo ou não pretendem votar.</p>
<p>Na pesquisa espontânea, onde os eleitores não recebem uma lista de candidatos, <b>Dr. Daniel</b> alcança 29% (ante 23%), e <b>Hana Ghassan</b>, 21% (ante 19%). A alta taxa de indecisos, que chega a 45% nesta modalidade, sugere que o voto ainda pode não estar totalmente consolidado para uma parcela do eleitorado. A maioria dos eleitores, 83%, afirma que sua decisão de voto é definitiva, enquanto 16% ainda podem mudar de ideia.</p>
<h2>Simulação de segundo turno e a decisão do eleitorado</h2>
<p>A Quaest também simulou um cenário de segundo turno entre os dois principais candidatos. Nesta projeção, <b>Dr. Daniel</b> (Podemos) aparece com 48% das intenções de voto, enquanto <b>Hana Ghassan</b> (MDB) obtém 37%. Os votos em branco, nulo ou nenhum somam 5%, e os indecisos representam 10% do eleitorado.</p>
<p>O interesse pela eleição no Pará também foi medido, com 42% dos eleitores se declarando muito interessados, um aumento significativo em relação à pesquisa anterior (31%). Aqueles pouco interessados somam 37%, e os nada interessados, 19%.</p>
<h2>Metodologia e confiabilidade do levantamento Quaest</h2>
<p>A pesquisa Quaest foi realizada entre os dias 2 e 3 de outubro, ouvindo 1.800 eleitores com 16 anos ou mais. A margem de erro estimada é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. O levantamento está devidamente registrado na Justiça Eleitoral sob o número <a href="https://g1.globo.com/pa/para/eleicoes/2026/noticia/2026/10/03/pesquisa-quaest-para-o-governo-do-para-votos-validos-dr-daniel-57-hana-ghassan-40.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer">TSE: PA-04580/2026</a>.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/pesquisa-quaest-dr-daniel-lidera-votos-validos-para-governo-para/">Véspera do 1º turno: Dr. Daniel atinge 57% dos votos válidos no Pará, indica Quaest</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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		<title>Eleições em São Paulo: Haddad e Tarcísio encerram campanhas com atos estratégicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Oct 2026 07:41:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Eleições em São Paulo: Fernando Haddad e Tarcísio de Freitas encerram a campanha com atos estratégicos na capital e interior do estado.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/eleicoes-sao-paulo-atos-finais-campanha/">Eleições em São Paulo: Haddad e Tarcísio encerram campanhas com atos estratégicos</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A reta final da corrida eleitoral para o governo de São Paulo foi marcada por uma intensa mobilização dos principais candidatos. Fernando Haddad (PT) e Tarcísio de Freitas (Republicanos) realizaram seus últimos atos de campanha nas ruas, buscando consolidar votos e energizar suas bases eleitorais antes do primeiro turno. As agendas, que contaram com a presença de figuras políticas de destaque nacional, refletiram as diferentes estratégias adotadas para alcançar o eleitorado do maior colégio eleitoral do país.</p>
<p>Enquanto Haddad optou por uma grande passeata na capital, ao lado do presidente Lula, Tarcísio priorizou o interior do estado, participando de uma carreata com Flávio Bolsonaro. Ambos os movimentos sublinham a importância estratégica de São Paulo, que concentra mais de 34 milhões de eleitores, e a busca por votos em regiões com perfis políticos distintos.</p>
<h2>Estratégias de Mobilização na Capital e Interior</h2>
<p>Fernando Haddad (PT) escolheu a emblemática Avenida Paulista, no coração da capital paulista, para seu último grande evento de rua. A passeata, que teve início pela manhã, contou com a presença de peso do presidente <b>Lula</b>, reforçando a aliança e a mensagem de seu partido. Além de Lula, o ato atraiu outras personalidades políticas, como as candidatas ao Senado <b>Marina Silva</b> (Rede) e <b>Simone Tebet</b> (PSB), demonstrando a amplitude do apoio à chapa petista na reta final.</p>
<p>Em contraste, <b>Tarcísio de Freitas</b> (Republicanos) direcionou seus esforços para o interior do estado. Sua agenda final incluiu uma carreata que percorreu as cidades de Santa Bárbara d&#8217;Oeste e Americana, regiões historicamente mais alinhadas a candidaturas de direita e centro-direita. O candidato esteve acompanhado por <b>Flávio Bolsonaro</b> (PL), filho do ex-presidente, em um movimento que visava fortalecer a conexão com o eleitorado conservador e rural. A campanha de Tarcísio também destacou o apoio de prefeitos aliados, que organizaram atos em diversas localidades, sublinhando a capilaridade de sua base no interior.</p>
<h2>Impasse Resolvido para Ato na Avenida Paulista</h2>
<p>A realização da caminhada de Haddad na Avenida Paulista foi precedida por um breve impasse com a Prefeitura de São Paulo. Inicialmente, a administração municipal havia informado que não autorizaria o evento, citando uma suposta requisição do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) para manter a avenida desimpedida em datas específicas, incluindo o sábado do ato.</p>
<p>No entanto, o <b>TRE-SP</b> prontamente esclareceu a situação. O tribunal afirmou que sua solicitação à prefeitura se referia apenas à necessidade de manter a Avenida Paulista livre para a circulação de veículos no domingo, dia da votação, e não no sábado. Diante da controvérsia, o TRE-SP interveio e, por maioria de votos (5 a 1), decidiu permitir a realização da &#8220;Caminhada Lula e Haddad&#8221; no sábado. A decisão liminar suspendeu os efeitos de um ofício da Subprefeitura da Sé que havia dificultado o trajeto planejado pela campanha petista.</p>
<h2>A Importância Estratégica das Eleições em São Paulo</h2>
<p>A escolha de São Paulo como palco para os últimos atos de campanha dos candidatos ao governo e a presença de figuras presidenciais não é aleatória. O estado, com seu vasto eleitorado de mais de 34 milhões de pessoas, representa um campo de batalha eleitoral crucial. Historicamente, o interior paulista tem demonstrado maior inclinação a apoiar candidatos de direita e centro-direita, uma tendência observada desde a redemocratização em 1989.</p>
<p>A participação de <b>Lula</b> e <b>Flávio Bolsonaro</b> nas campanhas locais reflete a busca por votos em uma região que pode ser decisiva para o cenário nacional. Em 2022, Lula encerrou sua campanha presidencial na Avenida Paulista, embora tenha terminado a votação no estado com uma desvantagem significativa em relação a Jair Bolsonaro. Para as atuais eleições, a estratégia de Lula visa manter a vantagem entre mulheres e católicos, além de avançar no Sudeste e Nordeste. Já Flávio Bolsonaro busca ampliar o desempenho entre evangélicos e mulheres, e reduzir a diferença para Lula no Nordeste, enquanto consolida a vantagem no Sudeste. A mobilização em São Paulo, portanto, transcende a disputa estadual, influenciando o panorama político mais amplo. Para mais informações sobre o processo eleitoral, consulte o <a href="https://www.tse.jus.br/" target="_blank">Tribunal Superior Eleitoral</a>.</p>
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		<title>Migração eleitoral: partidos apostam em candidaturas ao Senado fora de redutos para fortalecer bancadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Sep 2026 07:34:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Partidos intensificam a migração eleitoral de candidatos ao Senado para estados fora de seus redutos, visando ampliar bancadas e lealdade no Congresso.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O cenário político brasileiro testemunha uma crescente tendência: a estratégica movimentação de candidaturas para o Senado Federal. Conhecida como <b>migração eleitoral</b>, essa prática envolve políticos de projeção nacional buscando assentos em estados distantes de suas bases eleitorais tradicionais. Embora não seja um fenômeno inédito, essa tática ganhou destaque significativo, especialmente em vista das eleições de 2026, provocando debates importantes sobre a representação estadual e as estratégias partidárias em nível nacional.</p>
<p>Essa abordagem visa não apenas ampliar a presença dos partidos em diferentes regiões, mas também assegurar a lealdade de seus representantes em votações cruciais no Congresso. A dinâmica por trás dessas escolhas e seus impactos na política local e federal são pontos centrais de análise para entender o xadrez eleitoral que se desenha.</p>
<h2>A Estratégia da Migração Eleitoral e Seus Protagonistas</h2>
<p>A busca por uma vaga no Senado em um estado diferente daquele onde a carreira política foi consolidada não é uma novidade na política brasileira, mas tem se intensificado. Nas eleições de 2026, a prática ganhou maior visibilidade com figuras de projeção nacional concorrendo fora de seus redutos. Entre os exemplos mais notáveis estão <b>Hélio Lopes</b> (PL), que trocou o Rio de Janeiro por Roraima, e <b>Carlos Bolsonaro</b> (PL), que após múltiplos mandatos como vereador carioca, foi lançado em Santa Catarina. As ex-ministras <b>Marina Silva</b> (Rede) e <b>Simone Tebet</b> (PSB) também seguem essa rota, buscando cadeiras por São Paulo após trajetórias no Acre e Mato Grosso do Sul, respectivamente.</p>
<h2>Motivações Partidárias por Trás da Mudança de Reduto</h2>
<p>Apesar de ser permitida pela legislação eleitoral, essa movimentação reacende discussões sobre a representação dos estados no Senado e a construção de projetos políticos de alcance nacional. Analistas apontam que a estratégia reflete a tentativa das siglas de expandir sua presença em estados considerados favoráveis eleitoralmente e de fortalecer bancadas alinhadas a pautas nacionais. A cientista política <b>Graziella Testa</b>, doutora pela Universidade de São Paulo (USP), descreve a manobra como uma &#8220;ferramenta do xadrez político em Brasília&#8221;, utilizada para aumentar a ingerência dos partidos sobre a atuação dos senadores, especialmente em votações cruciais.</p>
<p>O Senado, nos últimos anos, ganhou peso inédito ao deter o poder exclusivo de aprovar indicações ao Supremo Tribunal Federal (STF) e julgar processos de impeachment. A busca por lealdade absoluta, dada a flexibilidade da fidelidade partidária, leva os partidos a lançar nomes de estrita confiança, mesmo que estes não possuam vínculos históricos com o estado em questão. A legislação exige apenas que o candidato comprove domicílio eleitoral no local por, no mínimo, seis meses antes do pleito, prazo que para as eleições de 2026 terminou em 4 de abril.</p>
<h2>O Caso de Hélio Lopes em Roraima e os Desafios Locais</h2>
<p>A candidatura de <b>Hélio Lopes</b> em Roraima exemplifica a complexidade dessa estratégia. Eleito deputado federal pelo Rio de Janeiro em 2018 e reeleito em 2022, Lopes transferiu seu domicílio eleitoral para disputar uma das vagas no Senado roraimense. A decisão, segundo apurado, surpreendeu até mesmo dirigentes locais do PL, que tomaram conhecimento da movimentação pela imprensa. A campanha de Lopes, que se apresenta como um aliado histórico de <b>Jair Bolsonaro</b>, reflete a nacionalização da disputa, onde pautas locais de Roraima competem com temas de alcance nacional.</p>
<p>A Justiça Eleitoral, contudo, impôs restrições, proibindo o uso do sobrenome &#8220;Bolsonaro&#8221; na urna e na propaganda eleitoral, para evitar confusão e vantagem indevida. Com isso, ele concorre com o nome de registro: &#8220;Hélio Fernando Barbosa Lopes&#8221;. Para defender seu vínculo com Roraima, o candidato afirma ter atuado na região amazônica e realizado um curso militar em Boa Vista em 1999, além de ter enviado emendas para laboratórios de informática no estado antes mesmo da transferência de domicílio.</p>
<h2>Impactos Internos e a Divisão de Recursos Partidários</h2>
<p>A chegada de <b>Hélio Lopes</b> alterou o planejamento do diretório estadual do PL em Roraima, que inicialmente pretendia lançar apenas o deputado federal <b>Nicoletti</b> (PL) ao Senado. A decisão de incluir um segundo nome foi articulada em Brasília, a pedido de <b>Jair Bolsonaro</b>, sem aviso prévio à liderança local. Essa situação gerou a necessidade de &#8220;jogo de cintura&#8221; por parte do presidente da legenda em Roraima, <b>Arthur Henrique</b> (PL), que liberou informalmente os candidatos locais para administrarem seus compromissos, desde que não houvesse declarações públicas contra as diretrizes partidárias.</p>
<p>A mudança de planos também impactou a distribuição do Fundo Eleitoral. A campanha de <b>Nicoletti</b> recebeu uma parcela significativamente maior dos recursos, R$ 3,1 milhões, enquanto <b>Hélio Lopes</b> ficou com R$ 500 mil. O repasse das cotas foi definido pelo próprio Nicoletti, adversário de Hélio na disputa. Diante da diferença nos valores, Hélio Lopes afirmou que busca alternativas para garantir a estrutura da campanha, evidenciando as tensões e negociações internas geradas por essas candidaturas &#8220;importadas&#8221;. <a href="https://www.tse.jus.br/eleicoes/candidatos/legislacao-eleitoral" target="_blank" rel="noopener">Para mais detalhes sobre a legislação eleitoral brasileira, consulte o Tribunal Superior Eleitoral.</a></p>
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		<title>Disputas por governos estaduais em 2026 podem ter desfecho recorde no primeiro turno</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Sep 2026 03:32:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Eleição de 2026 projeta até 19 governadores eleitos no 1º turno, superando média histórica. Entenda os fatores que impulsionam essa tendência.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/eleicao-governador-2026-primeiro-turno/">Disputas por governos estaduais em 2026 podem ter desfecho recorde no primeiro turno</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1>Disputas por governos estaduais em 2026 podem ter desfecho recorde no primeiro turno</h1>
<p>A eleição de 2026 para governadores nos estados brasileiros aponta para um cenário de definições antecipadas, com a possibilidade de um número recorde de disputas resolvidas já no primeiro turno. Projeções indicam que até 19 unidades da federação podem conhecer seus novos líderes em <b>4 de outubro</b>, tornando esta uma das eleições estaduais mais curtas desde <b>2002</b>. Essa tendência se destaca em comparação com a média histórica e os pleitos anteriores, sinalizando uma mudança significativa no panorama político nacional.</p>
<p>O cenário atual sugere que a próxima eleição pode superar o recorde de <b>2010</b>, quando <b>18 estados</b> definiram seus governadores na primeira rodada. A média de decisões em primeiro turno entre <b>2002</b> e <b>2022</b> é de aproximadamente <b>15 estados</b>. Mesmo em uma análise mais conservadora, que considera apenas as disputas com favoritos claros ou acirradas, o pleito de <b>2026</b> já se posicionaria acima dessa média, consolidando uma tendência de maior concentração de votos.</p>
<h2>Projeção para 2026: um cenário de definições antecipadas</h2>
<p>As pesquisas mais recentes, divulgadas até <b>25 de setembro</b>, indicam que <b>11 das 27</b> disputas para governador apresentam um favorito consolidado para vencer no primeiro turno. Entre esses estados estão Amapá, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Piauí, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins, onde um candidato já demonstra ampla vantagem.</p>
<p>Além desses, outras <b>quatro disputas</b> estão acirradas entre dois candidatos principais, com os demais concorrentes distantes, o que também pode levar a um desfecho no primeiro turno. São os casos de Alagoas, Bahia, Ceará e Pernambuco. Há ainda <b>quatro estados</b> – Rio Grande do Norte, Minas Gerais, Rondônia e Acre – onde o movimento das últimas rodadas de pesquisa aponta para uma definição antecipada. Se todas essas projeções se confirmarem, o total de <b>19 eleições</b> decididas no primeiro turno representaria o maior número desde <b>2002</b>.</p>
<h2>Menos candidatos e regras eleitorais moldam a eleição</h2>
<p>A principal explicação para essa concentração de votos reside menos no humor do eleitorado e mais na estratégia adotada pelos partidos. O número médio de candidaturas ao governo registrou uma queda, passando de <b>8,3 em 2022</b> para <b>7,2 em 2026</b>. Com menos nomes na urna, os votos tendem a se concentrar nos dois ou três principais concorrentes, facilitando que um deles ultrapasse a marca dos <b>50%</b> dos votos válidos.</p>
<p>Essa retração é um efeito direto das recentes regras eleitorais. A cláusula de desempenho, que se torna mais rigorosa a cada pleito, e o acesso aos fundos partidário e eleitoral, cada vez mais dependentes do tamanho da bancada na Câmara dos Deputados, incentivam os partidos a priorizar a eleição de deputados federais. Uma candidatura ao governo com poucas chances de vitória consome recursos que poderiam ser direcionados para a chapa proporcional, e um segundo turno representa um custo ainda maior. Esse cálculo pragmático leva as siglas a lançarem menos candidatos próprios e a formarem alianças mais cedo.</p>
<p>O precedente mais próximo desse cenário é a eleição de <b>2010</b>, quando o número médio de candidaturas também diminuiu, de <b>7,5 em 2006</b> para <b>6,2</b>, resultando em <b>18 disputas</b> encerradas no primeiro turno. Naquele ano, entretanto, o contexto econômico era de forte crescimento, com alta aprovação dos governos. Em contraste, <b>2018</b>, marcado por crise econômica e descrédito político, viu apenas <b>13 estados</b> definirem seus governadores na primeira rodada. Em <b>2026</b>, a principal força motriz parece ser a oferta de candidatos, e não um clima econômico excepcional. Para mais informações sobre o cenário político, visite <a href="https://g1.globo.com/politica/" target="_blank">g1.globo.com/politica/</a>.</p>
<h2>O papel dos governadores incumbentes na polarização das disputas</h2>
<p>Um segundo fator que estrutura as disputas é a presença do governador eleito em <b>2022</b> na urna. Dos <b>nove</b> governadores que concorrem à reeleição, <b>cinco</b> são favoritos para vencer no primeiro turno: Piauí, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Mato Grosso do Sul. Outros <b>três</b> estão em disputas acirradas que também podem ser definidas na primeira rodada: Ceará, Bahia e Pernambuco.</p>
<p>Nesses estados, a eleição tende a se configurar como um plebiscito sobre a gestão atual, com um candidato de oposição forte e pouco espaço para terceiras vias. A exceção notável é o Amapá, onde a disputa também é polarizada, mas o favorito é o ex-prefeito de Macapá, <b>Dr. Furlan (PSD)</b>, e não o governador incumbente.</p>
<h2>Sucessão e perfis dos candidatos em estados sem incumbentes</h2>
<p>Onde o governador não está na disputa, o peso recai sobre a avaliação do eleitorado a respeito da capacidade do governo de eleger seu sucessor. A correlação entre esse indicador e a intenção de voto no candidato governista é forte, superando a simples aprovação do governo. Em Goiás e na Paraíba, por exemplo, onde cerca de <b>70%</b> ou mais da população acredita que o governo merece eleger o sucessor, o candidato da situação lidera com folga.</p>
<p>Em contrapartida, em estados como Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Amazonas, onde esse índice é baixo, a sucessão está ameaçada, a oposição ganha força e as disputas tendem a se fragmentar, caminhando para um segundo turno. O Paraná se destaca como um ponto fora da curva, com <b>65%</b> do eleitorado acreditando que <b>Ratinho Junior (PSD)</b> merece eleger o sucessor, mas a liderança nas pesquisas é de <b>Sergio Moro (PL)</b>, enquanto o candidato do governador, <b>Sandro Alex (PSD)</b>, aparece com cerca de <b>20%</b>.</p>
<p>Nos estados onde o candidato governista não lidera isoladamente, os favoritos apresentam perfis variados. Incluem ex-prefeitos de capitais com peso político, como <b>João Campos (PSB)</b> em Pernambuco, <b>JHC (PSDB)</b> em Alagoas, <b>Eduardo Braide (PSD)</b> no Maranhão, <b>Allyson Bezerra (União)</b> no Rio Grande do Norte e <b>Lorenzo Pazolini (Republicanos)</b> no Espírito Santo. Há também nomes que representam os campos de esquerda ou direita, como <b>Zucco (PL)</b> e <b>Juliana Brizola (PDT)</b> no Rio Grande do Sul, e <b>Cleitinho (Republicanos)</b> e <b>Patrus Ananias (PT)</b> em Minas Gerais, além de lideranças estaduais consolidadas como <b>Omar Aziz (PSD)</b> no Amazonas.</p>
<h2>Fatores que ainda podem alterar o panorama de 2026</h2>
<p>Apesar das projeções, o recorde de definições no primeiro turno não está garantido. As <b>quatro disputas</b> consideradas acirradas dependem de pequenas oscilações para que um dos lados ultrapasse os <b>50%</b> dos votos válidos. Nos estados que se aproximam desse cenário, a liderança ainda não está totalmente consolidada. Em movimento contrário, Rio de Janeiro, Paraná e Espírito Santo se afastaram de uma definição no primeiro turno entre as duas últimas rodadas de pesquisa.</p>
<p>Mesmo com essas incertezas, o desenho geral para <b>2026</b> é claro. Com partidos adotando estratégias mais econômicas no lançamento de candidatos e governadores incumbentes dominando as disputas em que participam, a próxima eleição tem grandes chances de registrar o maior número de governadores eleitos no primeiro turno desde <b>2002</b>, redefinindo o ritmo e a dinâmica das campanhas estaduais.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/eleicao-governador-2026-primeiro-turno/">Disputas por governos estaduais em 2026 podem ter desfecho recorde no primeiro turno</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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		<title>Lula exalta governador interino e recorda prisões de ex-gestores do Rio na presença de Pezão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 16:17:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Lula elogia o governador interino Ricardo Couto e critica a corrupção de gestões passadas no Rio de Janeiro, com ex-governador Pezão na plateia.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/lula-elogia-couto-critica-governadores-presos-pezao/">Lula exalta governador interino e recorda prisões de ex-gestores do Rio na presença de Pezão</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) marcou presença em um evento de inauguração de obras na BR-116, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, nesta quinta-feira. Durante seu discurso, o chefe do Executivo federal teceu elogios ao governador interino Ricardo Couto e, simultaneamente, fez duras críticas à corrupção que marcou gestões anteriores no estado do Rio de Janeiro. A fala ganhou um tom ainda mais notável pela presença do ex-governador Luiz Fernando Pezão na plateia, cuja reação foi observada de perto.</p>
<p>A cerimônia, que celebrou melhorias importantes na infraestrutura rodoviária, transformou-se em um palco para reflexões sobre a política fluminense e a busca por integridade na administração pública. Lula destacou a atuação de Couto, um desembargador que assumiu o governo interinamente, contrastando sua gestão com o histórico de prisões de ex-governadores na região.</p>
<h2>Discurso de Lula: elogios e críticas contundentes</h2>
<p>Em sua intervenção, o presidente Lula elogiou a figura do governador interino Ricardo Couto, ressaltando sua capacidade de despertar no povo fluminense a percepção de que há seriedade na política local. Lula afirmou que o Rio de Janeiro está de parabéns por ter um governador que, embora não eleito diretamente, demonstra grande credibilidade. A menção de que Couto era presidente do Tribunal de Justiça e assumiu o cargo interinamente após a prisão de seis ex-governadores sublinhou a gravidade do cenário político anterior.</p>
<p>O presidente não poupou críticas às administrações passadas, acusando-as de desviar recursos públicos. Ele chegou a afirmar que a gestão de Couto teria economizado mais de R$ 1 bilhão por ano, um valor que, segundo Lula, era anteriormente desviado por &#8220;quadrilhas&#8221; que governavam o estado. Embora não tenha apresentado detalhes sobre o cálculo, a declaração reforçou a narrativa de combate à corrupção e de valorização da gestão atual.</p>
<h2>A reação de Pezão e o histórico de ex-governadores</h2>
<p>A presença do ex-governador Luiz Fernando Pezão na plateia adicionou uma camada de complexidade ao discurso presidencial. Pezão, que foi preso em 2018 no âmbito da Operação Lava Jato sob acusações de recebimento de propina, não aplaudiu o trecho em que Lula mencionou as prisões de ex-governadores. Durante a fala, ele permaneceu olhando para baixo e mexendo no celular, sem esboçar qualquer reação visível.</p>
<p>Pezão, que foi eleito prefeito de Piraí em 2024, com o resultado confirmado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ouviu as palavras do presidente em um contexto que remete diretamente ao seu próprio passado político e judicial. A menção aos &#8220;seis governadores&#8221; presos no Rio de Janeiro serve como um lembrete do histórico de instabilidade e acusações de corrupção que marcaram a política estadual em anos recentes.</p>
<h2>Obras na BR-116: investimento e melhorias para a região</h2>
<p>O evento principal da agenda presidencial foi a inauguração das obras na BR-116, um projeto de infraestrutura crucial para a Região Metropolitana do Rio de Janeiro. As intervenções foram realizadas pela concessionária Ecovias Rio-Minas, responsável pela administração da rodovia. O investimento total nas obras alcançou a cifra de R$ 997 milhões.</p>
<p>Essas melhorias abrangem oito municípios da Região Metropolitana e têm como objetivos primordiais aprimorar a fluidez do trânsito e elevar os níveis de segurança para os usuários da rodovia. A conclusão dessas obras representa um avanço significativo para a mobilidade urbana e o desenvolvimento econômico da Baixada Fluminense e áreas adjacentes. Para mais informações sobre regulamentação de rodovias federais, consulte a <a href="https://www.gov.br/antt/pt-br" target="_blank">Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT)</a>.</p>
<h2>Gestão de Couto: economia e combate a desvios</h2>
<p>Lula reiterou sua confiança na gestão de Ricardo Couto, afirmando que o governador interino, mesmo sem ter sido eleito pelo voto popular para o cargo, já detém a maior credibilidade na história política do Brasil. Essa declaração reforça a mensagem de que a integridade e a capacidade de gestão são qualidades essenciais para a liderança pública, especialmente em um estado com um passado recente marcado por escândalos.</p>
<p>A acusação de desvio de mais de R$ 1 bilhão anuais por &#8220;quadrilhas&#8221; em gestões anteriores, embora sem detalhes específicos, serve para contextualizar a importância da suposta economia promovida por Couto. O presidente enfatizou que a população tem conhecimento desses fatos por meio da imprensa, o que, em sua visão, legitima a necessidade de uma administração séria e comprometida com o erário público.</p>
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		<title>Candidatura de Arruda ao governo do DF é rejeitada e ex-governador recorre ao TSE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 03:38:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[brasília]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Arruda teve sua candidatura ao governo do Distrito Federal rejeitada pelo TRE-DF. Entenda os motivos da decisão e os próximos passos do recurso ao TSE.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) rejeitou, por unanimidade, o registro da candidatura do ex-governador <b>José Roberto Arruda</b> (PSD) ao governo do DF. A decisão foi proferida em sessão plenária, marcando um ponto crucial na corrida eleitoral local.</p>
<p>Imediatamente após a deliberação do tribunal, e mesmo antes do anúncio oficial do resultado, <b>Arruda</b> sinalizou sua intenção de recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A instância superior da Justiça Eleitoral será a responsável pela decisão final sobre a validade de sua candidatura.</p>
<h2>Decisão unânime do TRE-DF e os fundamentos da inelegibilidade</h2>
<p>A rejeição do registro de candidatura pelo <b>TRE-DF</b> ocorreu após o acatamento, por votação unânime, de duas impugnações. Uma delas foi apresentada pelo Ministério Público Eleitoral, e a outra por um ex-administrador regional, que atualmente é candidato a deputado distrital. Impugnar, no contexto eleitoral, significa contestar ou opor-se a algo, buscando impedir que uma pessoa se candidate por não preencher as condições exigidas pela legislação.</p>
<p>Ambas as contestações argumentaram que <b>Arruda</b> estaria inelegível devido a condenações impostas pela Justiça, relacionadas à operação conhecida como <b>Caixa de Pandora</b>. O plenário do tribunal seguiu integralmente o posicionamento do relator dos processos, o desembargador eleitoral <b>Guilherme Pupe</b>.</p>
<p>Em seu voto detalhado, o magistrado destacou que as sete condenações de <b>Arruda</b> por improbidade administrativa não são todas conexas, ou seja, não se referem às mesmas condutas irregulares. Por essa razão, não seria possível contabilizar um único prazo de inelegibilidade a partir da primeira condenação, ocorrida em julho de 2014, como pleiteava a defesa do ex-governador. O desembargador concluiu que, por qualquer interpretação das novas regras da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lei_da_Ficha_Limpa" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Lei da Ficha Limpa</a>, <b>Arruda</b> permaneceria impedido de concorrer.</p>
<h2>A campanha de Arruda segue em meio ao processo de recurso</h2>
<p>Apesar da decisão desfavorável do <b>TRE-DF</b>, o ex-governador <b>José Roberto Arruda</b> está autorizado a continuar sua campanha eleitoral enquanto a fase de recursos estiver em andamento. Essa prerrogativa é garantida pela Lei das Eleições, que permite que candidatos com registro sub judice mantenham suas atividades proselitistas.</p>
<p>Na prática, a rejeição da candidatura pelo tribunal regional não acarreta um efeito imediato sobre a participação de <b>Arruda</b> em eventos de campanha, debates eleitorais ou na propaganda gratuita veiculada em rádio e televisão. O político já havia adiantado ao g1 que manteria suas atividades, reforçando seu compromisso com a disputa eleitoral.</p>
<p>Em declaração, <b>Arruda</b> afirmou: &#8220;A campanha não para. Eu tenho couro grosso, tenho amor por Brasília e não vou aceitar ser derrotado no tapetão. Eu desejo que a população de Brasília tenha o direito de escolher o seu governador pelo voto&#8221;. Sua equipe jurídica já se prepara para formalizar o recurso junto ao <b>TSE</b> nos próximos dias.</p>
<h2>O percurso judicial: do Tribunal Regional Eleitoral ao Superior Eleitoral</h2>
<p>Os próximos passos do processo envolvem a publicação do acórdão da decisão pelo <b>TRE-DF</b>, que é a versão escrita e oficial do veredito dos desembargadores. A partir dessa publicação, a defesa de <b>José Roberto Arruda</b> terá o prazo legal para apresentar o recurso ao <b>Tribunal Superior Eleitoral</b>, buscando reverter a inelegibilidade e validar o registro de sua candidatura.</p>
<p>No <b>TSE</b>, o trâmite será similar ao que ocorreu no tribunal regional. Um dos ministros da corte será designado como relator do caso e, seguindo a praxe, solicitará novos pareceres do Ministério Público Eleitoral. Quando o processo for levado a julgamento, o <b>TSE</b> poderá tanto confirmar a decisão proferida pelo <b>TRE-DF</b> quanto derrubá-la. Em caso de discordância com a instância inferior, o <b>TSE</b> tem a prerrogativa de revalidar o registro da chapa de <b>Arruda</b>.</p>
<p>A decisão do <b>Tribunal Superior Eleitoral</b> é considerada definitiva para o processo de registro de candidatura. As partes envolvidas podem, posteriormente, apresentar os chamados &#8220;embargos&#8221;, que são recursos que solicitam esclarecimentos ou questionam pontos específicos do acórdão. No entanto, os embargos, em geral, não têm o poder de alterar o mérito, ou seja, o conteúdo principal da decisão. Um recurso ao Supremo Tribunal Federal (STF) só seria cabível em situações de suposta ofensa à Constituição Federal, e não com base na legislação eleitoral ordinária.</p>
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		<title>Tarcísio de Freitas defende Renan Santos após TSE limitar campanha digital e pede revisão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 16:16:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Tarcísio de Freitas defende Renan Santos após TSE restringir campanha digital, pedindo revisão e igualdade de condições na disputa.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/tarcisio-defende-renan-santos-tse-limita-campanha/">Tarcísio de Freitas defende Renan Santos após TSE limitar campanha digital e pede revisão</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O governador de São Paulo e candidato à reeleição, Tarcísio de Freitas (Republicanos), expressou solidariedade a Renan Santos, candidato à Presidência da República pelo partido Missão, após uma decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que impôs restrições à campanha digital do empresário. A manifestação de Tarcísio ocorreu durante uma agenda de campanha na Zona Oeste de São Paulo, onde ele defendeu que o tribunal reavalie rapidamente a medida para garantir a igualdade de condições entre os concorrentes.</p>
<p>Apesar de Renan Santos ter uma plataforma política crítica a Flávio Bolsonaro (PL), candidato apoiado por Tarcísio na corrida ao Palácio do Planalto, o governador enfatizou que a questão transcende as divergências ideológicas e deve ser analisada sob a ótica da justiça eleitoral e da paridade entre os candidatos.</p>
<h2>Tarcísio de Freitas clama por paridade eleitoral</h2>
<p>Durante sua declaração, Tarcísio de Freitas questionou a lógica da decisão do TSE, afirmando que não faz sentido conduzir uma eleição presidencial com condições desiguais para os participantes. Ele mencionou que diversos juristas e especialistas consultados pela mídia criticaram a medida, reforçando seu apelo por uma revisão célere.</p>
<p>“Não faz sentido, a gente está indo para uma eleição presidencial e a gente coloca as coisas em pratos desiguais”, declarou o governador. Ele manifestou votos para que a decisão seja revista em plenário, e de forma rápida, para evitar prejuízos ao candidato. A preocupação central de Tarcísio reside na manutenção de um ambiente eleitoral justo e equilibrado para todos os que disputam o pleito.</p>
<h2>Restrições do TSE à campanha de Renan Santos</h2>
<p>A decisão que motivou a manifestação de Tarcísio de Freitas foi proferida pelo ministro Dias Toffoli, relator do pedido de registro de candidatura de Renan Santos no <a href="https://www.tse.jus.br/" target="_blank">TSE</a>. No domingo anterior, o ministro determinou a suspensão da propaganda eleitoral da chapa do Missão em perfis de redes sociais que não haviam sido informados à Justiça Eleitoral dentro do prazo legal. A medida foi divulgada na segunda-feira.</p>
<p>Além da restrição nas redes sociais, a decisão de Toffoli também suspendeu os repasses do Fundo Especial de Financiamento de Campanha destinados à chapa e proibiu a participação de Renan Santos em debates de rádio, televisão, podcasts e outros meios de comunicação. Essas sanções representam um impacto significativo na capacidade do candidato de divulgar suas propostas e interagir com o eleitorado.</p>
<h2>Alegada omissão estratégica e defesa do candidato</h2>
<p>Segundo a decisão do ministro Dias Toffoli, Renan Santos havia informado apenas um perfil no X (antigo Twitter) e um site ao solicitar o registro de sua candidatura. Posteriormente, a chapa apresentou outras 16 contas em diversas plataformas de redes sociais. Para o ministro, essa comunicação tardia configurou uma “omissão estratégica” de informações que deveriam ter sido prestadas no momento do registro, comprometendo a transparência e a fiscalização da campanha digital.</p>
<p>A legislação eleitoral brasileira exige que os candidatos declarem todas as contas que serão utilizadas para fins de propaganda. A avaliação do TSE é que a falta de informação em tempo hábil prejudica a fiscalização do processo. Contudo, Renan Santos, ao se manifestar a jornalistas, classificou a decisão como injustificada e negou qualquer irregularidade. Ele considerou os apontamentos do ministro “patéticos” e afirmou que sua equipe informou as redes sociais dentro do prazo, sustentando que não obteve benefício eleitoral com a situação.</p>
<h2>Impacto e expectativa de revisão da decisão</h2>
<p>Renan Santos argumentou que a tese de vantagem econômica por perfis não declarados inicialmente não se sustenta, dada a limitação de recursos de sua campanha. Ele também sugeriu que eventuais divergências nos registros poderiam ser atribuídas ao próprio sistema da Justiça Eleitoral, e não a uma omissão intencional. O candidato declarou ter procurado seus advogados para contestar a decisão, expressando não compreender a acusação de omissão.</p>
<p>A decisão individual do ministro Dias Toffoli ainda está sujeita à análise e possível revisão pelo plenário do TSE. A expectativa é que o caso seja debatido, considerando os argumentos de ambas as partes e as implicações para a equidade do processo eleitoral. A defesa de Tarcísio de Freitas por Renan Santos, apesar das diferenças políticas, sublinha a importância de princípios democráticos como a liberdade de expressão e a igualdade de oportunidades na disputa eleitoral.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/tarcisio-defende-renan-santos-tse-limita-campanha/">Tarcísio de Freitas defende Renan Santos após TSE limitar campanha digital e pede revisão</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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