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	<title>Arquivo de gsi - Jornal Sete</title>
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	<description>Jornal Sete: encontre as últimas notícias, multimídia, resenhas e opinião sobre o Alto Tietê, política, negócios, esportes, filmes, viagens, empregos, educação, imóveis, carros e muito mais</description>
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	<title>Arquivo de gsi - Jornal Sete</title>
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		<title>Polícia Civil do DF interroga Bolsonaro sobre pistola Glock apreendida em blitz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 18:28:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[armamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Polícia Civil do DF ouve Bolsonaro sobre pistola Glock 9mm apreendida em blitz com militar de sua segurança, gerando debate sobre legalidade.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/policia-civil-ouve-bolsonaro-arma-apreendida/">Polícia Civil do DF interroga Bolsonaro sobre pistola Glock apreendida em blitz</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) realizou, nesta terça-feira, o depoimento do ex-presidente Jair Bolsonaro em sua residência. O interrogatório faz parte de uma investigação sobre uma pistola Glock 9mm registrada em nome do político, que foi apreendida em uma blitz de trânsito. A ação da polícia ocorre em meio a questionamentos sobre a legalidade do transporte da arma e as circunstâncias de sua apreensão.</p>
<h2>Apreensão de pistola Glock 9mm em blitz</h2>
<p>A pistola Glock 9mm, de propriedade de Bolsonaro, foi apreendida na semana passada com um militar do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), identificado como Estácio Leite da Silva Filho. O militar, que atua na segurança do ex-presidente, foi abordado em uma blitz da Polícia Militar em Brasília. A apreensão ocorreu porque a arma, embora devidamente registrada, não estava acompanhada do Certificado de Registro de Arma de Fogo (Craf) no veículo.</p>
<p>O delegado Thiago Boeing, da <b>17ª Delegacia de Polícia</b>, foi o responsável por conduzir o depoimento na residência do ex-presidente. Após prestar esclarecimentos, o militar Estácio Leite da Silva Filho foi liberado. Ele informou à Polícia Civil que estava transportando o armamento com o objetivo de realizar reparos necessários.</p>
<h2>Argumentos da defesa e o estado da arma</h2>
<p>A defesa de Jair Bolsonaro apresentou uma versão detalhada sobre o incidente, alegando que a própria equipe de segurança do ex-presidente havia tornado a arma inoperante. Segundo os advogados, essa medida foi tomada para evitar riscos, dadas as condições de saúde mental do político e os efeitos de medicações psiquiátricas que poderiam afetar sua cognição. A defesa citou um episódio anterior de rompimento de tornozeleira eletrônica como exemplo desses efeitos.</p>
<p>Ainda conforme a defesa, Bolsonaro teria manipulado a arma e constatado que o mecanismo de disparo não estava funcionando regularmente. Diante disso, ele teria solicitado a um dos militares de sua segurança pessoal que levasse a pistola para conserto. A entrega do armamento, portanto, teria tido como única finalidade a identificação da falha e a realização da manutenção.</p>
<h2>Implicações legais da apreensão da arma</h2>
<p>A investigação da Polícia Civil do DF, acompanhada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), avalia se a conduta do ex-presidente e do militar se enquadra em infração administrativa ou em violação do Estatuto do Desarmamento. Investigadores indicam que, caso a arma estivesse apenas sem a documentação exigida para transporte, seria uma infração administrativa, uma vez que ambos possuem porte e a arma estava registrada.</p>
<p>No entanto, a ausência de autorização e o transporte em desacordo com a lei podem configurar crime de violação do Estatuto do Desarmamento. A lei prevê que é crime &#8220;possuir, deter, portar, adquirir, fornecer, receber, ter em depósito, transportar, ceder, ainda que gratuitamente, emprestar, remeter, empregar, manter sob sua guarda ou ocultar arma de fogo, acessório ou munição de uso restrito, sem autorização e em desacordo com determinação legal ou regulamentar&#8221;. A pena é de 3 a seis anos de prisão, além de multa. Para mais detalhes sobre a legislação, consulte o <a href="https://www.gov.br/pf/pt-br/assuntos/armas/legislacao" target="_blank">Estatuto do Desarmamento</a>.</p>
<p>O ministro do STF <b>Alexandre de Moraes</b> negou o pedido da polícia para que o depoimento de Bolsonaro fosse por videoconferência, citando restrições legais para o uso de comunicações eletrônicas.</p>
<h2>O contexto da situação de Bolsonaro</h2>
<p>Jair Bolsonaro cumpre atualmente uma pena de prisão. Desde março deste ano, ele está sob prisão domiciliar humanitária, uma medida autorizada pelo STF para permitir sua recuperação de uma broncopneumonia. Este período de prisão domiciliar tem um prazo inicial estabelecido. A situação da arma apreendida adiciona um novo capítulo às questões legais envolvendo o ex-presidente.</p>
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		<title>Segurança presidencial: GSI retifica portaria e nomeia assistentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 14:25:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[administração]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[documento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segurança presidencial: O GSI republicou uma portaria corrigindo os nomes de assistentes designados, após erro em edição anterior do DOU.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/seguranca-presidencial-gsi-retifica-portaria/">Segurança presidencial: GSI retifica portaria e nomeia assistentes</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República realizou uma retificação em uma portaria que designava assistentes para a Secretaria de Segurança Presidencial. A medida, publicada em uma edição extra do Diário Oficial da União (DOU) nesta <b>segunda-feira, 22 de junho de 2026</b>, corrige um erro notável que havia incluído nomes fictícios no documento oficial.</p>
<p>A portaria original havia gerado repercussão ao listar um major do Exército identificado como &#8216;Fulano de Tal&#8217; e um tenente da Polícia Militar do Distrito Federal como &#8216;Cicrano de Tal&#8217;. A correção visa assegurar a transparência e a precisão na nomeação de militares para cargos estratégicos dentro da estrutura de segurança do país.</p>
<h2>Retificação crucial para a segurança presidencial</h2>
<p>A nova versão da <b>Portaria Nº 172</b>, datada de <b>19 de junho de 2026</b>, foi republicada com as devidas alterações em uma edição extra do Diário Oficial da União. O documento, assinado por <b>Vinícius Damasceno do Nascimento</b>, diretor do Departamento de Gestão da Secretaria-Executiva do GSI, agora lista os nomes reais dos militares designados para as funções de assistentes na Secretaria de Segurança Presidencial. Esta ação demonstra o compromisso do órgão com a exatidão e a transparência em seus atos administrativos, especialmente aqueles que envolvem a estrutura de segurança mais alta do país.</p>
<p>A edição extra do DOU que trouxe a correção incluiu uma observação de rodapé explícita: &#8216;Republicada por ter saído com incorreção do original no DOU Nº 114, na Seção 2, de 22 de junho de 2026, página 3&#8217;. Essa nota oficial não apenas valida a retificação, mas também reforça a natureza pública e a importância de manter a integridade e a credibilidade dos registros governamentais, que servem como fonte primária de informação para a cidadania e a imprensa.</p>
<h2>Os nomes corretos e as novas designações de assistentes</h2>
<p>Em substituição aos termos genéricos &#8216;Fulano de Tal&#8217; e &#8216;Cicrano de Tal&#8217;, a portaria corrigida designa agora três militares específicos para as posições de assistentes. Estes incluem dois sargentos da Marinha e um sargento do Exército, cujos nomes foram devidamente inseridos no documento oficial. Além desses, um quarto nome, também de um sargento da Marinha, que já constava na versão inicial da portaria, foi mantido no texto republicado, consolidando a equipe de apoio.</p>
<p>A designação desses profissionais é fundamental para o funcionamento da Secretaria de Segurança Presidencial, um braço vital do GSI que desempenha um papel estratégico na proteção e no suporte às atividades do Presidente da República e de sua equipe. A precisão na identificação dos servidores públicos é um pilar da administração pública, garantindo a responsabilidade e a confiança nas nomeações para cargos de tamanha relevância.</p>
<h2>O contexto da incorreção e a resposta ágil do GSI</h2>
<p>A necessidade de retificação surgiu após a publicação da portaria original, que rapidamente chamou a atenção para a inusitada inclusão de nomes fictícios em um documento oficial. A repercussão na mídia, incluindo uma reportagem do <b>g1</b>, foi um catalisador para a ação do GSI, que prontamente anunciou que o documento seria corrigido. Essa agilidade na resposta sublinha a seriedade com que o órgão trata a correção de seus atos e a importância de manter a credibilidade perante a opinião pública e as demais instituições.</p>
<p>Além da questão dos nomes dos designados, o texto original apresentava um erro de grafia na palavra &#8216;Sicrano&#8217;, que foi escrita com &#8216;C&#8217; em vez de &#8216;S&#8217;. Embora possa parecer um detalhe menor, a correção ortográfica em documentos oficiais é crucial para a manutenção do padrão linguístico e da formalidade exigida em publicações governamentais. O termo &#8216;Sicrano&#8217;, conforme o dicionário Aulete, é utilizado para se referir à segunda de três pessoas mencionadas intencionalmente de forma indeterminada, seguindo &#8216;Fulano&#8217; e antecedendo &#8216;Beltrano&#8217;, indicando uma falha na revisão do texto inicial.</p>
<p><a href="https://www.gov.br/gsi/pt-br/acesso-a-informacao/institucional/gabinete-de-seguranca-institucional" target="_blank">O Gabinete de Segurança Institucional</a> atua diretamente na assessoria e apoio ao Presidente da República em assuntos de segurança e defesa.</p>
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		<title>Defesa de Bolsonaro explica pedido de reparo para pistola apreendida com militar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 18:26:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Arma de Bolsonaro apreendida com militar do GSI: defesa explica a Moraes pedido de reparo da pistola durante prisão domiciliar.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que a iniciativa de solicitar o reparo de uma arma de fogo partiu do próprio político. O pedido foi direcionado a um militar do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), que acabou tendo a pistola apreendida durante uma blitz da Polícia Militar em Brasília. O incidente levanta questionamentos sobre a posse de armamentos por indivíduos em prisão domiciliar e a atuação de agentes de segurança em tais contextos.</p>
<p>O ministro Alexandre de Moraes, relator da pena de Bolsonaro, concedeu um prazo de 24 horas para que a defesa do ex-presidente e a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) prestem esclarecimentos detalhados sobre o ocorrido. A situação se desenrola enquanto Bolsonaro cumpre prisão domiciliar humanitária, autorizada pelo próprio Moraes, para tratamento de saúde.</p>
<h2>Defesa Esclarece Pedido de Reparo de Arma Apreendida</h2>
<p>Em documento enviado ao Supremo Tribunal Federal, os advogados de Jair Bolsonaro confirmaram que a ideia de buscar auxílio de um militar do GSI para consertar a pistola Glock 9mm foi do próprio ex-presidente. A arma foi apreendida em uma blitz da Polícia Militar na DF-001, em frente ao Tag Park, em Taguatinga, na madrugada de uma segunda-feira.</p>
<p>Embora a pistola estivesse devidamente registrada em nome de Bolsonaro no sistema do Exército, ela foi recolhida pela Polícia Civil porque o Certificado de Registro de Arma de Fogo (Craf) não estava presente no veículo no momento da abordagem. O caso está sob investigação da Polícia Civil do Distrito Federal para apurar todos os detalhes.</p>
<h2>O Contexto da Apreensão e a Atuação Militar</h2>
<p>O veículo onde a arma foi encontrada era conduzido pelo militar Estácio Leite da Silva Filho, que é vinculado ao Gabinete de Segurança Institucional (GSI) e estava cedido à Casa Civil para atuar na equipe de segurança de Bolsonaro. Em seu depoimento à Polícia Civil, o militar afirmou que a pistola estava sendo transportada para reparos e seria posteriormente devolvida ao ex-presidente, sendo liberado após prestar esclarecimentos.</p>
<p>A Polícia Militar do Distrito Federal informou que, além da arma institucional regularmente portada pelo militar, uma segunda arma de fogo foi encontrada no interior do veículo oficial. O condutor declarou não possuir a documentação da segunda arma e que esta pertencia a um terceiro. A identificação da propriedade e a regularidade do armamento dependem da análise das autoridades competentes.</p>
<h2>Questionamentos de Moraes e a Situação da Prisão Domiciliar</h2>
<p>O ex-presidente Jair Bolsonaro está cumprindo uma pena de 27 anos e 3 meses de prisão. Desde o dia 24 de março deste ano, ele se encontra em prisão domiciliar humanitária, uma medida autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes por um período inicial de 90 dias, visando sua recuperação de uma broncopneumonia.</p>
<p>Moraes solicitou à defesa de Bolsonaro que esclareça a razão pela qual o condenado mantinha uma arma de fogo em casa, acompanhada de um carregador sobressalente, e por que solicitou o reparo do armamento às vésperas do encerramento do período de 90 dias de prisão domiciliar. Em resposta a outros questionamentos, a PM informou que os veículos do GSI não adentram a residência de Bolsonaro, permanecendo em via pública, e que os celulares dos agentes ficam em depósito com a corporação, sem entrar na casa.</p>
<h2>O Debate Legal sobre a Posse de Armamento</h2>
<p>A questão da posse de armas de fogo por indivíduos em prisão domiciliar é um ponto de debate. O advogado Gustavo Sampaio explicou que, em tese, Bolsonaro poderia ter uma arma em casa, desde que legalizada e de posse permitida a um particular, pois não há vedação expressa em lei. No entanto, ele ponderou que o órgão judicial tem autonomia para impor restrições específicas.</p>
<p>É importante notar que o despacho emitido por Moraes não continha informações explícitas sobre a proibição de manutenção de armamento em casa ou se Bolsonaro teria violado alguma medida imposta nesse âmbito. A análise da legalidade da situação dependerá da interpretação das autoridades e das condições específicas da prisão domiciliar.</p>
<h2>Posicionamentos da Polícia Militar e do GSI</h2>
<p>A Polícia Militar do Distrito Federal reiterou que o militar do Exército Brasileiro foi encaminhado à 21ª Delegacia de Polícia após a descoberta da segunda arma. A corporação enfatizou que a identificação da propriedade, origem e regularidade da arma apreendida, bem como sua eventual vinculação a qualquer pessoa, será determinada pela investigação dos órgãos competentes.</p>
<p>O Gabinete de Segurança Institucional (GSI), por sua vez, esclareceu que não é responsável pela segurança de ex-presidentes, incluindo Jair Bolsonaro. Segundo o GSI, os servidores à disposição de ex-presidentes são de livre indicação deles e não estão subordinados ou vinculados operacionalmente ao GSI, conforme leis e decretos vigentes. O GSI apenas oferece capacitação e avaliação de servidores e condutores que integram a segurança de ex-presidentes da República. Para mais informações sobre as atribuições do GSI, consulte o <a href="https://www.gov.br/gsi/pt-br" target="_blank">site oficial do GSI</a>.</p>
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