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	<title>Arquivo de parlamento - Jornal Sete</title>
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		<title>Jornada de trabalho: PEC da 6&#215;1 tem tramitação paralisada no senado em meio a recesso e embates</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 07:14:39 +0000</pubDate>
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<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/jornada-trabalho-pec-6x1-senado-recesso-politica/">Jornada de trabalho: PEC da 6&#215;1 tem tramitação paralisada no senado em meio a recesso e embates</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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<p>A paralisação ocorre em um momento crucial, onde a expectativa de trabalhadores e a preocupação do setor produtivo se contrapõem. A falta de encaminhamento da PEC para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), principal colegiado da Casa, indica que a análise pode ser postergada para após as eleições, dada a concentração dos parlamentares em suas bases eleitorais no segundo semestre.</p>
<h2>Tramitação da PEC emperra em período de recesso</h2>
<p>O Congresso Nacional iniciou seu recesso, que, conforme a Constituição, se estende até o final de julho. No entanto, a ausência da votação do projeto de lei de diretrizes orçamentárias (LDO) resultou em um recesso informal, sem a convocação de sessões legislativas nesse período. A PEC da jornada de trabalho, que já deveria ter sido enviada à CCJ, ainda aguarda essa etapa fundamental.</p>
<p>O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, não sinalizou quando pretende despachar a proposta para a comissão. Ele indicou que o parlamento terá um funcionamento efetivo limitado a poucas semanas antes das eleições, concentrando-se em votações relevantes apenas entre 10 e 14 de agosto, e de 31 de agosto a 3 de setembro. Essa agenda restrita levanta dúvidas sobre a prioridade da PEC.</p>
<h2>Divergências políticas e pressões sobre a proposta</h2>
<p>A tramitação da PEC é permeada por tensões políticas. O presidente do Senado classificou a proposta como uma &#8220;pauta eleitoreira&#8221; e criticou abertamente a pressão exercida por membros do governo para que a medida seja votada antes do pleito. Ele mencionou sentir-se &#8220;ameaçado&#8221; e argumentou contra o uso da proposta como artifício eleitoral, que poderia ser usado para influenciar 37 milhões de trabalhadores.</p>
<p>Apesar das críticas, a líder do governo no Senado, Teresa Leitão, expressou otimismo quanto à possibilidade de votação da matéria antes das eleições de outubro. Ela acredita que, uma vez enviada à CCJ, a tramitação será rápida. A senadora informou ter se reunido com Alcolumbre e centrais sindicais para discutir o tema. O novo líder do PT, Camilo Santana, por sua vez, busca &#8220;distensionar&#8221; as relações entre Senado e Planalto, visando uma reaproximação entre Alcolumbre e o presidente da República, que não se encontram em reunião fechada desde abril.</p>
<h2>Debate entre impactos econômicos e sociais</h2>
<p>A proposta de redução da <b>jornada de trabalho</b> tem gerado um intenso debate entre diferentes setores da sociedade. Representantes do setor produtivo, que engloba empresas e entidades como confederações e federações da indústria, comércio e serviços, alertam para os potenciais impactos econômicos da medida. Em um debate realizado no Senado, o presidente da Fecomercio-SP e diretor da CNC, Ivo Dall’Acqua Júnior, destacou que qualquer alteração estrutural na organização da jornada de trabalho transcende a relação empregado-empregador, reverberando em toda a economia.</p>
<p>Um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) deste ano corrobora essa preocupação, apontando que o fim da escala 6&#215;1 poderia aumentar em quase 8% o custo médio do trabalho celetista, no caso de uma jornada de 40 horas semanais, e em 1% o custo operacional da indústria e do comércio. Contudo, o mesmo estudo sugere que o impacto pode ser absorvido pelo mercado de trabalho ao longo dos anos, similar ao que ocorreu com a valorização do salário-mínimo.</p>
<p>Por outro lado, integrantes do governo defendem a proposta, enfatizando a necessidade de considerar os aspectos sociais. O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, argumentou que a discussão vai além dos impactos econômicos, citando dados sobre saúde mental, como o aumento de casos de burnout e ansiedade. Ele defende que a redução da jornada pode impactar positivamente a produtividade dos trabalhadores.</p>
<h2>Detalhes da proposta de emenda constitucional</h2>
<p>A PEC em questão propõe alterações na Constituição Federal, especificamente na parte que trata dos Direitos e Garantias Fundamentais. O texto estabelece que a duração do trabalho normal não será superior a oito horas diárias e quarenta horas semanais. Contudo, prevê exceções, permitindo compensações de horários e a redução da jornada por meio de acordo ou convenção coletiva de trabalho.</p>
<p>A redução das quatro horas na jornada de trabalho seria implementada em duas etapas: as primeiras duas horas em até dois meses após a promulgação da PEC, e as quatro horas restantes em até 12 meses após a primeira redução. O fim da escala 6&#215;1, que garante ao menos duas folgas semanais, preferencialmente aos domingos, entraria em vigor 60 dias após a promulgação do texto. É importante notar que <a href="https://www.senado.leg.br/" target="_blank" rel="noopener dofollow">trabalhadores com diploma de nível superior</a> e que ganham a partir de duas vezes e meia o teto do INSS (cerca de R$ 21,1 mil atualmente) ficariam fora das novas regras de jornada e controle de ponto, uma medida que visa combater a &#8220;pejotização&#8221; e oferecer maior liberdade a profissionais de alta renda.</p>
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		<title>Câmara dos Deputados aprova projeto que redefine acesso a recursos especiais no STJ</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 23:41:44 +0000</pubDate>
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<p>A medida também concede ao relator a prerrogativa de suspender, por um período determinado, a tramitação de processos que abordem a mesma questão em todo o país, aguardando a decisão do tribunal sobre o tema. Esta iniciativa busca otimizar o trabalho do STJ e concentrar os esforços em matérias de maior impacto.</p>
<h2>Novos critérios de admissibilidade no STJ</h2>
<p>O cerne da proposta reside na criação de critérios para que o STJ possa recusar a admissão de recursos especiais. A corte poderá fazê-lo quando entender que a controvérsia em questão não possui relevância econômica, política, social ou jurídica, ou quando seus efeitos não transcendem os interesses das partes envolvidas no processo. A responsabilidade de demonstrar essa relevância, de forma específica e fundamentada, recairá sobre quem protocolou o recurso.</p>
<p>Este dispositivo é uma adequação do Código Civil a uma emenda constitucional promulgada em 2022. A iniciativa, de autoria do presidente do Senado, foi desenvolvida em resposta a solicitações de ministros do próprio STJ, visando aprimorar a gestão processual e a efetividade da justiça.</p>
<h2>Mecanismo de suspensão e seu paralelo com o STF</h2>
<p>Um dos pontos centrais do projeto é a permissão para que o relator de um processo considerado de “relevância” suspenda a tramitação de ações idênticas em todo o território nacional. Este mecanismo é similar ao já empregado com recursos extraordinários no Supremo Tribunal Federal (STF). No entanto, existe uma distinção fundamental entre as duas instâncias.</p>
<p>Enquanto o STF se debruça sobre questões constitucionais, o STJ, com os recursos especiais, foca em matérias infraconstitucionais, ou seja, na interpretação e aplicação da legislação federal. A adoção deste modelo pelo STJ visa uniformizar a jurisprudência e evitar a multiplicação de decisões conflitantes sobre um mesmo tema, conferindo maior segurança jurídica.</p>
<h2>Impactos da medida na uniformização da legislação</h2>
<p>A regulamentação proposta é vista por seus defensores como um passo crucial para a racionalização da atividade recursal. Ao permitir que o STJ concentre seus esforços em controvérsias de maior repercussão, a corte poderá cumprir de forma mais eficaz sua vocação constitucional de uniformizar a interpretação da legislação federal. Isso fortalece o papel do tribunal como uma corte de precedentes, cujas decisões guiam as instâncias inferiores.</p>
<p>A proposta também estabelece que a desistência de um recurso não impedirá o julgamento de questões cuja relevância já tenha sido reconhecida pelo STJ. Além disso, o reconhecimento ou a recusa da relevância produzirá efeitos em processos em tramitação tanto no próprio STJ quanto nas instâncias inferiores, garantindo uma aplicação ampla e consistente da nova regra.</p>
<h2>Debate e preocupações sobre o acesso à justiça</h2>
<p>Apesar da aprovação, o projeto gerou críticas por parte de deputados da base governista, com federações parlamentares expressando preocupação. Um dos principais argumentos levantados é que a medida pode restringir o acesso à justiça, afetando a função constitucional do STJ e a democratização dos efeitos das decisões judiciais.</p>
<p>Há temores de que o novo filtro possa se tornar um “filtro de classe”, dificultando que cidadãos de menor poder aquisitivo consigam recorrer a um tribunal superior, ficando à mercê de decisões de primeira e segunda instância. Este debate ressalta a tensão entre a necessidade de eficiência do sistema judicial e o princípio fundamental do amplo acesso à justiça para todos os cidadãos. <a href="https://www.stj.jus.br/" target="_blank" rel="noopener dofollow">Saiba mais sobre o Superior Tribunal de Justiça.</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/stj-recursos-especiais-aprovacao-camara/">Câmara dos Deputados aprova projeto que redefine acesso a recursos especiais no STJ</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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		<title>Soberania brasileira: Senado convida Mauro Vieira para debater alerta de ação militar dos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 21:39:54 +0000</pubDate>
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<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/soberania-brasileira-senado-mauro-vieira-acao-militar-eua/">Soberania brasileira: Senado convida Mauro Vieira para debater alerta de ação militar dos EUA</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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<p>A iniciativa do Senado reflete a gravidade do tema, que envolve a segurança nacional e a autonomia jurisdicional do Brasil. A discussão se aprofunda no contexto da classificação, pelos Estados Unidos, de facções criminosas brasileiras como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas. Tal designação, segundo o Itamaraty, pode abrir precedentes para ações extraterritoriais com sérias consequências para o país.</p>
<h2>Alerta do Itamaraty: risco de ação militar e a soberania brasileira</h2>
<p>O cerne da controvérsia reside em um documento assinado por Mauro Vieira, encaminhado à Câmara dos Deputados em resposta a uma solicitação do deputado Evair Vieira de Melo (Republicanos-ES). Neste texto, o ministro expressou um alerta contundente sobre os riscos decorrentes da decisão norte-americana de classificar o PCC e o CV como grupos terroristas. Ele destacou que a legislação de contraterrorismo dos Estados Unidos permite uma ampla discricionariedade na sua aplicação, o que poderia ter implicações financeiras, migratórias e penais para cidadãos brasileiros.</p>
<p>Mais alarmante ainda, o chanceler apontou explicitamente a &#8220;possibilidade do uso da força militar dos Estados Unidos em território brasileiro&#8221; como uma das consequências potenciais. Vieira reiterou a preocupação em outro trecho do documento, afirmando que a classificação unilateral &#8220;poderia ser invocada como justificativa para ações extraterritoriais sobre instituições brasileiras, em particular no âmbito financeiro, migratório e penal&#8221;, além do risco direto de uso da força militar contra o território nacional. A posição do Itamaraty é clara: o governo brasileiro tem externado sua oposição a essa medida, argumentando que a designação de organizações criminosas como terroristas não trará benefícios e, ao contrário, &#8220;representa riscos concretos à soberania nacional&#8221;.</p>
<h2>Convocação no Senado: busca por fundamentos e estratégias</h2>
<p>O convite ao ministro Mauro Vieira foi aprovado de forma simbólica pela Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, presidida pelo senador Nelsinho Trad (PSD-MS). Embora ainda não haja uma data definida para a audiência, e o chanceler não seja obrigado a comparecer, a aprovação do convite sublinha a urgência do tema no parlamento. O requerimento foi apresentado pelo senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS), que enfatizou a necessidade de aprofundar a compreensão sobre os fundamentos que embasaram o alerta do Itamaraty.</p>
<p>Mourão argumentou que é &#8220;imperioso compreender os fundamentos geopolíticos e de Inteligência que basearam o alerta do Itamaraty, as providências diplomáticas coordenadas pelo governo brasileiro e as estratégias em curso para salvaguardar a autonomia jurisdicional e a <b>soberania brasileira</b> frente a medidas unilaterais externas&#8221;. A iniciativa busca, portanto, não apenas esclarecimentos sobre a declaração em si, mas também sobre as ações e planos do governo para proteger os interesses e a integridade territorial do Brasil diante de cenários tão delicados.</p>
<h2>Diplomacia e cooperação: o posicionamento do Brasil frente à medida</h2>
<p>O Itamaraty, por meio do ministro Mauro Vieira, afirmou que não houve qualquer comunicação formal por parte dos Estados Unidos ao Brasil sobre a intenção de designar as facções criminosas brasileiras como organizações terroristas estrangeiras. Essa falta de diálogo prévio reforça a preocupação com o caráter unilateral da medida e suas possíveis repercussões. O governo brasileiro tem mantido uma postura de oposição a essa classificação, destacando que ela não trará os benefícios esperados no combate ao crime organizado e, em vez disso, pode complicar as relações bilaterais e a segurança jurídica.</p>
<p>O presidente da Comissão de Relações Exteriores, Nelsinho Trad, reforçou a importância de que qualquer medida envolvendo atuação militar em território brasileiro &#8220;respeitar a ordem jurídica e os mecanismos de cooperação&#8221;. Ele concluiu que &#8220;o combate ao crime organizado exige firmeza, mas também coordenação entre Estados soberanos&#8221;, sublinhando a visão brasileira de que a cooperação internacional deve ocorrer dentro dos limites do direito internacional e do respeito mútuo à soberania. A situação exige uma cuidadosa gestão diplomática para evitar escaladas e proteger os princípios fundamentais da política externa brasileira.</p>
<p>Para mais informações sobre a política externa brasileira, visite o site oficial do <a href="https://www.gov.br/mre/pt-br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ministério das Relações Exteriores</a>.</p>
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		<title>Memória eleitoral: brasileiros esquecem votos para o congresso em 2022, revela pesquisa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 12:16:54 +0000</pubDate>
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<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/memoria-eleitoral-brasileiros-esquecem-votos-congresso/">Memória eleitoral: brasileiros esquecem votos para o congresso em 2022, revela pesquisa</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="696" height="398" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782735411062.jpg?fit=696%2C398&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782735411062.jpg?w=1344&amp;ssl=1 1344w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782735411062.jpg?resize=300%2C171&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782735411062.jpg?resize=1024%2C585&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782735411062.jpg?resize=768%2C439&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782735411062.jpg?resize=735%2C420&amp;ssl=1 735w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782735411062.jpg?resize=696%2C398&amp;ssl=1 696w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782735411062.jpg?resize=1068%2C610&amp;ssl=1 1068w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782735411062.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782735411062.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782735411062.jpg?zoom=2&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782735411062.jpg?zoom=3&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 450w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Uma recente pesquisa Datafolha trouxe à tona um dado significativo sobre a <b>memória eleitoral</b> dos brasileiros, indicando que a maior parte do eleitorado não consegue recordar seus votos para cargos legislativos nas eleições de 2022. O levantamento, divulgado recentemente, aponta para um cenário de baixo engajamento com a representação parlamentar, contrastando fortemente com a lembrança dos votos para o executivo.</p>
<p>Os resultados da pesquisa sublinham uma aparente desconexão entre os eleitores e seus representantes no Congresso Nacional, levantando questões sobre a percepção da importância dos legisladores e o acompanhamento de suas atuações. A análise detalhada dos números oferece um panorama da recordação dos votos para senadores, deputados federais e estaduais, bem como a capacidade de citar espontaneamente nomes de parlamentares em exercício.</p>
<h2>O desafio da memória para o legislativo</h2>
<p>A pesquisa Datafolha revelou que apenas 23% dos eleitores brasileiros afirmam lembrar em quem votaram para os cargos de senador, deputado federal e deputado estadual nas eleições de 2022. Este índice baixo é um indicativo da dificuldade que grande parte da população tem em reter informações sobre suas escolhas para o poder legislativo.</p>
<p>Para o cargo de deputado federal, a maioria esmagadora, 67%, declara não se recordar do voto, enquanto 10% afirmaram não ter votado. O padrão se repete de forma consistente para deputado estadual, com 23% de lembrança, 66% de esquecimento e 10% de não voto. A <b>memória eleitoral</b> para senador também segue essa tendência, com 23% dos entrevistados lembrando do voto e 66% não recordando.</p>
<h2>Visibilidade e lembrança dos cargos executivos</h2>
<p>Em contrapartida à baixa recordação dos votos legislativos, a pesquisa evidencia uma hierarquia clara na memória eleitoral dos brasileiros, onde a visibilidade do cargo está diretamente ligada à capacidade de lembrança. Cargos executivos, por sua natureza mais centralizada e de maior exposição midiática, registram índices de recordação significativamente mais altos.</p>
<p>Para o cargo de governador, 54% dos entrevistados afirmam lembrar da escolha feita em 2022, enquanto 38% não recordam e 9% não votaram. No topo da lembrança, como esperado, está o voto para presidente da República, com 85% dos entrevistados dizendo recordar sua escolha, contra apenas 7% que não lembram e 8% que não votaram. Este contraste reforça a percepção de que a atenção do eleitorado se concentra majoritariamente nos chefes do executivo.</p>
<h2>O desconhecimento dos nomes parlamentares</h2>
<p>Além da dificuldade em lembrar o próprio voto, a pesquisa Datafolha também investigou a capacidade dos brasileiros de citar espontaneamente nomes de parlamentares em exercício. Os resultados apontam para um profundo desconhecimento dos representantes no Congresso Nacional.</p>
<p>Quando questionados sobre senadores em exercício, 40% dos brasileiros não conseguiram citar nenhum nome, e 35% disseram não saber, totalizando 75% do eleitorado sem referência a um representante no Senado. Entre os poucos lembrados, os índices de menção são extremamente baixos, com o mais citado atingindo apenas 3% das respostas.</p>
<p>A situação é similar para os deputados federais. Apenas seis dos 513 deputados em exercício foram lembrados em respostas espontâneas. Mesmo o mais citado, <b>Nikolas Ferreira</b>, foi mencionado por somente 6% dos entrevistados. Um total de 36% declararam não lembrar de nenhum deputado federal, e 32% afirmaram não saber, somando 68% dos eleitores sem qualquer referência à Câmara dos Deputados. Este cenário levanta preocupações sobre a efetividade da representação e a conexão entre eleitores e eleitos.</p>
<h2>Implicações para a democracia e a cidadania</h2>
<p>A baixa memória eleitoral e o desconhecimento dos representantes legislativos podem ter implicações significativas para a saúde democrática do país. A capacidade de fiscalizar e cobrar os parlamentares depende diretamente do reconhecimento de suas atuações e da lembrança de quem os elegeu.</p>
<p>Este fenômeno sugere que muitos eleitores podem estar votando com base em informações de última hora, campanhas mais visíveis ou até mesmo sem um critério claro para os cargos legislativos. A falta de recordação impede uma avaliação contínua do mandato e dificulta a responsabilização política, elementos cruciais para um sistema democrático robusto.</p>
<p>A pesquisa, realizada pelo Datafolha nos dias 17 e 18 de junho com 2.004 pessoas em 139 municípios brasileiros, reforça a necessidade de iniciativas que promovam maior engajamento cívico e educação política. Um eleitor mais informado e consciente de seus votos para todos os níveis de representação é fundamental para fortalecer a democracia e garantir que os representantes atuem alinhados aos interesses da população.</p>
<p>Para mais informações sobre o processo eleitoral brasileiro, consulte o site oficial do <a href="https://www.tse.jus.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Tribunal Superior Eleitoral (TSE)</a>.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/memoria-eleitoral-brasileiros-esquecem-votos-congresso/">Memória eleitoral: brasileiros esquecem votos para o congresso em 2022, revela pesquisa</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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		<title>Teresa Leitão assume liderança do governo no Senado em meio a persistente impasse com Alcolumbre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 05:11:50 +0000</pubDate>
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<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/lideranca-senado-teresa-leitao-lula-alcolumbre/">Teresa Leitão assume liderança do governo no Senado em meio a persistente impasse com Alcolumbre</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="696" height="398" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782709906596.jpg?fit=696%2C398&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782709906596.jpg?w=1344&amp;ssl=1 1344w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782709906596.jpg?resize=300%2C171&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782709906596.jpg?resize=1024%2C585&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782709906596.jpg?resize=768%2C439&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782709906596.jpg?resize=735%2C420&amp;ssl=1 735w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782709906596.jpg?resize=696%2C398&amp;ssl=1 696w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782709906596.jpg?resize=1068%2C610&amp;ssl=1 1068w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782709906596.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782709906596.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782709906596.jpg?zoom=2&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782709906596.jpg?zoom=3&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 450w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A nomeação da senadora Teresa Leitão (PT-PE) para a liderança do governo no Senado Federal, anunciada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ocorre em um momento de complexa articulação política. A expectativa é que a nova líder enfrente o desafio de navegar por um cenário de persistente tensão entre o Executivo e a presidência do Senado, atualmente ocupada por Davi Alcolumbre (União-AP). A escolha de Leitão sucede a saída do antigo líder, Jaques Wagner (PT-BA), e busca reenergizar a agenda governista na Casa, embora o impacto na relação com Alcolumbre seja incerto.</p>
<h2>A Nova Liderança e os Desafios Imediatos</h2>
<p>A senadora Teresa Leitão (PT-PE) assume a importante função de liderar o governo no Senado, em substituição a Jaques Wagner, que se afastou após ser mencionado em uma operação da Polícia Federal. Ao anunciar a nova líder, o presidente Lula destacou a urgência de avançar com propostas legislativas cruciais para o governo. Entre as prioridades estão as Propostas de Emenda à Constituição (PECs) que tratam do fim da escala de trabalho 6&#215;1 e da Segurança Pública, ambas atualmente paralisadas na mesa do presidente do Senado. As informações sobre a nomeação foram amplamente divulgadas, incluindo pelo <a href="https://g1.globo.com">G1</a>.</p>
<p>Em sua primeira manifestação pública como líder, Teresa Leitão enfatizou seu compromisso em fortalecer o diálogo e a articulação política. A senadora declarou que trabalhará para estreitar os laços entre o Palácio do Planalto, a base aliada e os parlamentares. Seu objetivo é construir consensos e impulsionar pautas de interesse governamental e social, incluindo as PECs mencionadas e outras medidas voltadas ao desenvolvimento e à justiça social. A nova líder tem agendada uma reunião com o presidente Lula para alinhar as estratégias de atuação.</p>
<h2>O Cenário Político da Escolha</h2>
<p>A decisão de nomear Teresa Leitão foi influenciada por diversos fatores estratégicos. Um dos pontos considerados foi o fato de a senadora não estar envolvida em uma campanha de reeleição, o que lhe confere maior liberdade para atuar. Além disso, Leitão é vista como um nome bem-quisto entre os senadores, inclusive por membros da oposição, e faz parte de uma corrente mais moderada dentro do Partido dos Trabalhadores.</p>
<p>Contudo, a nova líder não possui o mesmo peso político de seu antecessor, Jaques Wagner. Apesar de manter uma boa relação com diversos parlamentares, ela não integra o círculo mais próximo de aliados do presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Interlocutores no Congresso interpretaram a indicação como um sinal de que o presidente Lula buscou manter a liderança com um nome do PT, evitando grandes confrontos com o Senado no período que antecede as eleições.</p>
<h2>Impasses Legislativos e a Atuação de Alcolumbre</h2>
<p>Apesar das prioridades estabelecidas pelo governo, o avanço de pautas estratégicas no Senado tem enfrentado obstáculos. A PEC que propõe a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais e o fim da escala 6&#215;1 é um dos principais temas para o Executivo. No entanto, essa proposta não parece ter a mesma urgência para o presidente Davi Alcolumbre.</p>
<p>Interlocutores do presidente do Senado indicam que há a intenção de colocar o tema em votação antes do recesso parlamentar ou, no máximo, antes das eleições de outubro. Apesar dessas sinalizações, a PEC permanece na mesa de Alcolumbre e ainda não foi encaminhada para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), etapa fundamental para sua tramitação. Uma reunião para debater a proposta e definir um relator, que seria com o presidente da CCJ, chegou a ser desmarcada. A PEC da Segurança Pública, já aprovada na Câmara, também se encontra na mesma situação de estagnação.</p>
<h2>A Origem da Crise e suas Ramificações</h2>
<p>A fragilização das lideranças governistas no Congresso e no Senado tem suas raízes em um rompimento anterior entre o presidente Lula e Davi Alcolumbre. Esse atrito se intensificou após a rejeição da indicação do advogado-geral da União para uma vaga no Supremo Tribunal Federal. A partir desse episódio, a articulação do governo no Senado passou a ser conduzida diretamente por membros do Executivo, muitas vezes sem a participação do então líder.</p>
<p>A situação atual é avaliada por interlocutores de ambos os lados como um impasse que só poderá ser resolvido por um encontro direto entre Lula e Alcolumbre, algo que não está previsto no horizonte imediato. A liderança do governo no Congresso, ocupada pelo senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), também se encontra em uma posição delicada. Aliado próximo de Alcolumbre e em campanha por reeleição, Randolfe tem se dividido entre a política estadual e as responsabilidades no Congresso, impactando a coordenação de pautas importantes, como a deliberação de vetos presidenciais. A expectativa geral é que, mesmo com a nova <b>liderança no Senado</b>, o cenário de Alcolumbre comandando a Casa à revelia do governo persista até as eleições.</p>
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		<title>Liderança no Senado: ministro do Trabalho sugere substituição de Jaques Wagner</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 17:35:46 +0000</pubDate>
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<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/lideranca-senado-ministro-trabalho-sugere-substituicao/">Liderança no Senado: ministro do Trabalho sugere substituição de Jaques Wagner</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="696" height="398" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782322543316.jpg?fit=696%2C398&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782322543316.jpg?w=1344&amp;ssl=1 1344w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782322543316.jpg?resize=300%2C171&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782322543316.jpg?resize=1024%2C585&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782322543316.jpg?resize=768%2C439&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782322543316.jpg?resize=735%2C420&amp;ssl=1 735w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782322543316.jpg?resize=696%2C398&amp;ssl=1 696w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782322543316.jpg?resize=1068%2C610&amp;ssl=1 1068w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782322543316.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782322543316.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782322543316.jpg?zoom=2&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782322543316.jpg?zoom=3&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 450w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>O cenário político em Brasília foi agitado por uma declaração contundente do ministro do Trabalho e do Emprego, Luiz Marinho (PT), que manifestou sua opinião sobre a permanência do atual líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA). Em um posicionamento direto, Marinho afirmou que, se estivesse na posição do presidente da República, optaria pela substituição de Wagner, reacendendo o debate sobre a estabilidade da <b>liderança</b> governista na casa legislativa.</p>
<p>A fala do ministro ocorre em um contexto de crescente pressão e especulações, especialmente após uma recente operação da Polícia Federal que teve o senador como um dos alvos. A situação adiciona uma camada de complexidade à já delicada articulação política do governo, colocando em evidência a necessidade de coesão e confiança entre os poderes.</p>
<h2>Ministro do Trabalho opina sobre a liderança do governo no Senado</h2>
<p>Luiz Marinho, em entrevista a jornalistas, detalhou sua perspectiva sobre a posição de Jaques Wagner. Embora ressalte seu profundo respeito pelo senador como uma liderança política, Marinho foi claro ao indicar que sua decisão, caso fosse o presidente, seria pela troca no comando da <b>liderança</b> no Senado. Ele enfatizou, contudo, que a avaliação final e a conversa com o parlamentar cabem exclusivamente ao presidente da República.</p>
<p>O ministro também fez questão de mencionar um depoimento de Fernando Haddad, que, segundo Marinho, atesta que Jaques Wagner não agiu em favor do caso Master em uma das questões específicas levantadas. Essa ponderação busca contextualizar a declaração, separando a avaliação política da integridade pessoal do senador, conforme a perspectiva de Marinho.</p>
<h2>Contexto das investigações e o caso Master</h2>
<p>A declaração de Marinho não é isolada, mas surge uma semana após uma operação da Polícia Federal que mirou o senador Jaques Wagner. A ação, parte das investigações relacionadas ao caso Master, resultou na apreensão de US$ 49 mil em espécie em um endereço ligado ao parlamentar em Brasília. Este episódio trouxe o senador para o centro das atenções midiáticas e políticas, gerando questionamentos sobre sua permanência em um cargo de tamanha relevância.</p>
<p>A repercussão das investigações sobre o caso Master, que envolvem o senador, transcendeu as fronteiras nacionais, sendo noticiada inclusive pela imprensa internacional. Tal visibilidade intensifica a pressão sobre o governo e sobre o próprio Jaques Wagner, que se vê em meio a um escrutínio público e judicial.</p>
<h2>Repercussão em Brasília e a posição do Planalto</h2>
<p>A capital federal vive um clima de expectativa em torno de uma possível reunião entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Jaques Wagner. O encontro teria como pauta principal o futuro do senador na <b>liderança</b> do governo no Senado, com a possibilidade de sua permanência ou afastamento do cargo. Nos bastidores do Planalto, o movimento predominante aponta para uma inclinação em favor do afastamento do atual líder.</p>
<p>A posição de líder do governo no Senado é estratégica para a articulação da agenda governamental e a aprovação de projetos de interesse do Executivo. Uma mudança nesse posto, especialmente sob o peso de investigações, pode ter implicações significativas para a governabilidade e a relação entre o Planalto e o Congresso Nacional.</p>
<h2>Defesa do senador e o futuro político</h2>
<p>Diante do cenário, Jaques Wagner tem mantido sua posição, afirmando não ter cometido ilegalidades e reiterando que a decisão sobre sua continuidade na <b>liderança</b> cabe exclusivamente ao presidente Lula. O senador deixou claro que, por sua vontade, não deixará o cargo, indicando uma postura de resistência e defesa de sua atuação.</p>
<p>Em um desdobramento legal, a defesa do senador apresentou, nesta segunda-feira, um recurso ao Supremo Tribunal Federal (STF) com o objetivo de anular a decisão que autorizou a busca e apreensão em sua residência. Este movimento jurídico demonstra a intenção de Wagner de contestar as bases da investigação e proteger sua imagem e posição política. Acompanhe mais detalhes sobre a política brasileira em <a href="https://www.g1.globo.com/politica/" target="_blank">G1 Política</a>.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/lideranca-senado-ministro-trabalho-sugere-substituicao/">Liderança no Senado: ministro do Trabalho sugere substituição de Jaques Wagner</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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		<title>Escola do Legislativo da Câmara visa engajar cidadãos e qualificar equipe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 00:18:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alto Tietê]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="696" height="464" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782260322756.jpg?fit=696%2C464&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Escola do Legislativo da Câmara visa engajar cidadãos e qualificar equipe" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782260322756.jpg?w=1560&amp;ssl=1 1560w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782260322756.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782260322756.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782260322756.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782260322756.jpg?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782260322756.jpg?resize=630%2C420&amp;ssl=1 630w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782260322756.jpg?resize=696%2C464&amp;ssl=1 696w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782260322756.jpg?resize=1068%2C712&amp;ssl=1 1068w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782260322756.jpg?w=1392&amp;ssl=1 1392w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /><p><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782260322756.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Escola do Legislativo da Câmara visa engajar cidadãos e qualificar equipe" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782260322756.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782260322756.jpg?zoom=2&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782260322756.jpg?zoom=3&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 450w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Escola do Legislativo da Câmara é lançada para aproximar cidadãos das atividades parlamentares e capacitar servidores. Saiba mais.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="696" height="464" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782260322756.jpg?fit=696%2C464&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Escola do Legislativo da Câmara visa engajar cidadãos e qualificar equipe" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782260322756.jpg?w=1560&amp;ssl=1 1560w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782260322756.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782260322756.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782260322756.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782260322756.jpg?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782260322756.jpg?resize=630%2C420&amp;ssl=1 630w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782260322756.jpg?resize=696%2C464&amp;ssl=1 696w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782260322756.jpg?resize=1068%2C712&amp;ssl=1 1068w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782260322756.jpg?w=1392&amp;ssl=1 1392w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782260322756.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Escola do Legislativo da Câmara visa engajar cidadãos e qualificar equipe" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782260322756.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782260322756.jpg?zoom=2&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782260322756.jpg?zoom=3&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 450w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A Câmara Municipal de Mogi das Cruzes deu um passo significativo em direção à transparência e à educação cívica com o lançamento de sua Escola do Legislativo. A iniciativa visa não apenas o aprimoramento contínuo dos servidores da Casa, mas também a crucial aproximação da população com as atividades parlamentares, fomentando a participação cidadã e o entendimento sobre o funcionamento do poder legislativo.</p>
<p>O evento de lançamento, que contou com a presença de diversas autoridades, marcou a concretização de um projeto de longa data, visto como um marco histórico para a instituição. A Escola do Legislativo promete ser uma ponte entre o cidadão e a Câmara, desmistificando processos e promovendo o conhecimento sobre gestão pública e cidadania.</p>
<h2>Estrutura e Liderança da Nova Escola</h2>
<p>A nova instituição educacional será liderada por uma equipe dedicada, composta por profissionais experientes no serviço público. A servidora efetiva da Câmara, <b>Poliana de Lima Noronha</b>, foi nomeada como diretora da Escola do Legislativo.</p>
<p>Ao seu lado, <b>Thiago Antônio Batalha</b> assume as funções de vice-diretor e coordenador pedagógico. A expertise de ambos será fundamental para o desenvolvimento e a implementação dos programas educacionais que a Escola pretende oferecer, garantindo a qualidade e a relevância dos conteúdos.</p>
<h2>Programas e Parcerias Educacionais da Escola do Legislativo</h2>
<p>A Escola do Legislativo de Mogi das Cruzes já delineou suas metas ambiciosas para o futuro próximo. Entre os principais objetivos, está a formalização de acordos estratégicos com entidades renomadas como a Associação Brasileira de Escolas do Legislativo e de Contas (ABEL) e o Programa Interlegis, do Senado Federal. Essas parcerias são cruciais para a modernização, segurança de dados e transparência dos trabalhos legislativos.</p>
<p>Inicialmente, o foco será na oferta de cursos em colaboração com instituições externas, utilizando plataformas digitais para disponibilizar conteúdos prontos. Esses cursos, que contarão com professores conceituados e certificados por órgãos como a Escola Nacional de Administração Pública (ENAP), serão acessíveis tanto a servidores quanto à população em geral, abrangendo temas como gestão pública, orçamento e técnicas legislativas. A expectativa é que as aulas sejam iniciadas já no segundo semestre.</p>
<h2>Visão e Impacto na Comunidade</h2>
<p>A criação da Escola do Legislativo é amplamente celebrada como um avanço na relação entre o poder público e a sociedade. O presidente da Câmara, <b>José Francimário Vieira</b>, destacou o lançamento como a realização de um &#8220;sonho de muitos anos&#8221;, enfatizando que a iniciativa abrirá &#8220;novas portas para a cidadania&#8221;.</p>
<p>Vereadores que participaram do lançamento, como <b>Priscila Yamagami</b> e <b>Inês Paz</b>, reforçaram a importância da educação para a transformação social e o engajamento cívico. A Escola do Legislativo também fortalecerá programas já existentes da Câmara, como o de visitação e o Parlamento Estudantil, ampliando seu alcance e impacto na comunidade. A definição do Regimento Interno e do Planejamento Pedagógico está em andamento, com um prazo de 90 dias para a entrega do regimento.</p>
<h2>Perfis dos Líderes da Iniciativa</h2>
<p>A diretora da Escola do Legislativo, <b>Poliana de Lima Noronha</b>, traz uma vasta experiência para a função. Servidora efetiva da Câmara há oito anos, atuou na Coordenadoria Financeira e possui graduações em Economia e Ciências Contábeis, além de pós-graduações em Contabilidade Pública, Auditoria, Controle Interno Municipal e Alta Performance em Assessoria e Consultoria Contábil. Sua trajetória inclui passagens como Controladora Interna e Chefe da Divisão de Contabilidade, e participação no Comitê de Investimentos do Instituto de Previdência Municipal.</p>
<p>O vice-diretor e coordenador pedagógico, <b>Thiago Antônio Batalha</b>, é especialista em Gestão Pública. Ele possui pós-graduações em Serviço Social, MBA em Ciências Políticas, Direito Eleitoral, Licitações e Contratos Administrativos, e Docência Universitária, além de estar cursando Bacharelado em Administração Pública. Sua formação diversificada será crucial para a elaboração de um currículo abrangente e relevante para os cursos oferecidos pela Escola.</p>
<p>Para mais informações sobre iniciativas de escolas legislativas, visite o portal do <a href="https://www.interlegis.leg.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Interlegis</a>.</p>
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		<title>Escola do Legislativo é inaugurada para capacitar e aproximar cidadãos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 22:16:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Câmara inaugura a Escola do Legislativo, focada na capacitação de servidores e na aproximação da população com as atividades parlamentares.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure style="margin:0 0 20px 0;text-align:center;"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cmmc.com.br/noticias/webapp/uploads/sistema/logo/7b178e2318ef1fe5791de0a85e4ca9b7.png?w=696" alt="Escola do Legislativo é inaugurada para capacitar e aproximar cidadãos" title="Escola do Legislativo é inaugurada para capacitar e aproximar cidadãos" style="max-width:100%;height:auto;" /></figure>
<p>A Câmara Municipal inaugurou a Escola do Legislativo, uma iniciativa que visa aprimorar a capacitação de servidores e estreitar a relação entre a população e as atividades parlamentares. O projeto, que representa um marco na trajetória da Casa de Leis, busca oferecer um ambiente de aprendizado contínuo sobre gestão pública e cidadania. O lançamento, ocorrido nesta segunda-feira, dia 22, contou com a presença do presidente da Câmara Municipal, José Francimário Vieira, e das vereadoras Inês Paz e Priscila Yamagami, integrantes da Comissão Permanente de Educação, além dos vereadores Edson Santos e Bi Gêmeos. Todos destacaram a importância da educação para o fortalecimento democrático e a excelência no serviço público.</p>
<h2>Aprimoramento e Conexão com a Comunidade</h2>
<p>A principal meta da Escola do Legislativo é dupla: qualificar o quadro de funcionários e aproximar os cidadãos do funcionamento do poder legislativo. Poliana de Lima Noronha, servidora efetiva da Casa de Leis, foi nomeada diretora do instituto de ensino, e Thiago Antônio Batalha como vice-diretor e coordenador pedagógico. Por meio de cursos e programas educativos, a instituição pretende desmistificar o trabalho parlamentar, tornando-o mais acessível e compreensível para todos. A diretora enfatizou o compromisso em criar uma ponte sólida entre a Câmara e a sociedade, promovendo o engajamento cívico e a participação ativa.</p>
<h2>Estratégias Educacionais e Parcerias Estratégicas</h2>
<p>Para alcançar seus objetivos, a Escola do Legislativo planeja estabelecer colaborações com entidades renomadas no campo da educação legislativa e da administração pública. A diretora explicou que a entidade pretende firmar acordos com a Associação Brasileira de Escolas do Legislativo e de Contas (Abel) e o Programa Interlegis do Senado Federal. Essas parcerias permitirão o acesso a produtos tecnológicos e conteúdos programáticos já desenvolvidos, facilitando a oferta de aulas tanto online quanto presenciais. O vice-diretor e coordenador pedagógico detalhou que os cursos iniciais serão oferecidos em colaboração com instituições externas, aproveitando parcerias para disponibilizar conteúdos já existentes em plataformas digitais. Ele mencionou a disponibilidade de cursos com certificação da <a href="https://www.enap.gov.br" target="_blank">Escola Nacional de Administração Pública (ENAP)</a>, destinados tanto a servidores quanto à população.</p>
<h2>Liderança e Visão Pedagógica</h2>
<p>Poliana de Lima Noronha, diretora da Escola do Parlamento, é servidora efetiva da Câmara Municipal há oito anos, com atuação na Coordenadoria Financeira. Ela é graduada em Economia e Ciências Contábeis, com pós-graduação em Contabilidade Pública e Auditoria, Controle Interno Municipal e Alta Performance em Assessoria e Consultoria Contábil. Ao longo de sua trajetória, exerceu as funções de Controladora Interna e Chefe da Divisão de Contabilidade da Câmara, além de ser membro titular do Comitê de Investimentos do Instituto de Previdência Municipal e integrar as atividades do Parlamento Estudantil.</p>
<p>Thiago Antônio Batalha, vice-diretor e coordenador pedagógico, é especialista em Gestão Pública, com pós-graduação em Serviço Social, MBA em Ciências Políticas, MBA em Direito Eleitoral, MBA em Licitações e Contratos Administrativos e pós-graduação em Docência Universitária. Atualmente, ele cursa Bacharelado em Administração Pública.</p>
<p>A equipe diretiva já delineou os próximos passos, que incluem a elaboração do Regimento Interno e do Planejamento Pedagógico. Esses documentos serão fundamentais para a estruturação dos cursos, que abordarão temas como gestão pública, orçamento público e técnicas legislativas, visando tanto o aperfeiçoamento interno quanto a educação da população em geral. A meta é iniciar as aulas no segundo semestre.</p>
<h2>Fortalecimento da Cidadania e do Serviço Público</h2>
<p>A iniciativa é vista como um catalisador para fortalecer programas já existentes na Câmara, como o de visitação e o Parlamento Estudantil, que já buscam aproximar os jovens do processo legislativo. A Escola do Legislativo adicionará uma camada de profundidade a essas ações, oferecendo ferramentas para que cidadãos e servidores possam aprofundar seus conhecimentos sobre o funcionamento do legislativo e seu papel na sociedade. O presidente da Câmara ressaltou que a abertura da Escola do Legislativo concretiza um sonho de longa data, fruto de visitas a outras escolas parlamentares no estado. Ele classificou o lançamento como um passo histórico, que abrirá novas portas para a cidadania.</p>
<p>A vice-presidente da Câmara e integrante da Comissão Permanente de Educação expressou satisfação com o lançamento, destacando que a escola é uma pauta defendida por ela desde a campanha e que o projeto é resultado de esforços coletivos. Ela afirmou que a escola abrirá as portas para que todos os cidadãos possam debater política, cidadania e gestão pública. Outra vereadora da Comissão Permanente de Educação elogiou a iniciativa, citando a importância da educação na transformação das pessoas e do mundo, e manifestou a esperança de que o planejamento pedagógico seja construído de forma coletiva. Um dos vereadores presentes endossou a relevância do novo espaço de aprendizado, afirmando seu apoio a tudo que aproxima a população da Câmara e destacando o potencial da escola como meio de reflexão, informação e aprendizado.</p>
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		<title>Senado aprova projeto que protege orçamento de agências reguladoras contra contingenciamento</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 23:14:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[autonomia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="696" height="398" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1781651645695.jpg?fit=696%2C398&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1781651645695.jpg?w=1344&amp;ssl=1 1344w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1781651645695.jpg?resize=300%2C171&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1781651645695.jpg?resize=1024%2C585&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1781651645695.jpg?resize=768%2C439&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1781651645695.jpg?resize=735%2C420&amp;ssl=1 735w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1781651645695.jpg?resize=696%2C398&amp;ssl=1 696w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1781651645695.jpg?resize=1068%2C610&amp;ssl=1 1068w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /><p><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1781651645695.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1781651645695.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1781651645695.jpg?zoom=2&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1781651645695.jpg?zoom=3&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 450w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Orçamento de agências reguladoras é blindado pelo Senado. Entenda a aprovação do projeto que altera a LRF e impede contingenciamentos.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/orcamento-agencias-reguladoras-senado-aprovacao/">Senado aprova projeto que protege orçamento de agências reguladoras contra contingenciamento</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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<p>A medida representa um passo importante na busca por maior autonomia e previsibilidade para instituições cruciais na fiscalização e regulamentação de diversos setores da economia brasileira. A blindagem orçamentária é vista por seus defensores como essencial para a continuidade e eficiência das atividades dessas agências, que desempenham um papel vital na estabilidade e desenvolvimento do país.</p>
<h2>Senado garante autonomia orçamentária para agências reguladoras</h2>
<p>A votação no plenário do Senado Federal resultou em <b>51 votos favoráveis</b> e <b>17 contrários</b> à proposta. O projeto de lei complementar tem como objetivo modificar a Lei de Responsabilidade Fiscal, estabelecendo que as despesas das agências reguladoras não poderão ser contingenciadas. Esta medida é particularmente relevante no contexto do novo arcabouço fiscal, que impõe ao governo federal a busca por metas de resultado primário anuais.</p>
<p>A decisão do Senado ocorre após a aprovação do texto na Comissão de Infraestrutura (CI) e um requerimento que levou o tema diretamente ao plenário, dispensando a análise pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). A blindagem orçamentária significa que, mesmo para cumprir as metas fiscais, como o superávit primário de <b>0,25% do PIB</b> previsto para <b>2026</b>, o governo não poderá recorrer a cortes nos recursos dessas instituições.</p>
<h2>Ampliação do escopo da proteção orçamentária</h2>
<p>O projeto original, de autoria do senador <b>Laércio Oliveira</b> (PP-SE), inicialmente previa a proteção do orçamento apenas para despesas custeadas por receitas próprias, taxas de fiscalização ou fundos específicos. Contudo, o relator, senador <b>Marcos Rogério</b> (PL-RO), ampliou significativamente o alcance da proposta durante sua tramitação.</p>
<p>O parecer de <b>Rogério</b> estende a proteção a todas as atividades das agências reguladoras, eliminando a exigência de uma fonte de financiamento específica. A justificativa para essa alteração é a dificuldade em distinguir entre atividades-fim e atividades-meio, além do fato de que grande parte das despesas dessas instituições, incluindo investimentos em capacitação, é bancada pelo orçamento ordinário, o que tornaria uma ressalva atrelada apenas a fundos ineficaz.</p>
<h2>Oposição governamental e o veto presidencial anterior</h2>
<p>Apesar da aprovação no Senado, a proposta enfrenta resistência do governo. O principal argumento governamental é que a proibição de contingenciamento limita a margem discricionária do gestor público, criando um engessamento no orçamento. Além disso, o governo alega que os recursos &#8220;livres&#8221; já representam uma parcela pequena do orçamento geral, e que a medida poderia comprometer a flexibilidade necessária para a gestão fiscal.</p>
<p>A senadora <b>Soraya Thronicke</b> (PSB-MS) chegou a solicitar um pedido de vista, mas após um acordo, foi concedida vistas coletivas até às <b>14h</b> para que o projeto fosse votado após uma audiência pública com os diretores das agências. É importante notar que, em uma votação anterior da Lei de Diretrizes Orçamentárias de <b>2026</b>, o Congresso já havia aprovado uma regra similar que impedia o congelamento de despesas de regulação e fiscalização, mas esse trecho foi vetado pelo presidente <b>Lula</b>.</p>
<h2>Próximos passos e articulação no Congresso</h2>
<p>Com a aprovação no Senado, o projeto segue agora para a análise da Câmara dos Deputados, onde enfrentará um novo ciclo de debates e votações. Os senadores <b>Laércio Oliveira</b> e <b>Marcos Rogério</b> já indicaram que pretendem articular com o presidente do Congresso, <b>Davi Alcolumbre</b>, a derrubada do veto presidencial anterior na próxima sessão conjunta entre Câmara e Senado. Este movimento sinaliza a determinação dos parlamentares em garantir a autonomia financeira das agências reguladoras, fundamental para a estabilidade regulatória do país.</p>
<p>Para mais informações sobre o arcabouço fiscal e a Lei de Responsabilidade Fiscal, consulte fontes oficiais do governo federal. <a href="https://www.gov.br/pt-br/servicos/consultar-lei-de-responsabilidade-fiscal" target="_blank">Acesse aqui</a>.</p>
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		<title>Maioridade penal de 16 anos é debatida na Câmara dos Deputados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 07:43:07 +0000</pubDate>
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<p>A PEC em questão representa um dos temas mais sensíveis e recorrentes no cenário legislativo brasileiro, gerando amplas discussões sobre justiça, segurança pública e direitos dos jovens. Sua aprovação na CCJ é o primeiro passo crucial de um longo processo legislativo que pode alterar significativamente o sistema jurídico do país.</p>
<h2>Análise da PEC na Comissão de Constituição e Justiça</h2>
<p>A sessão da CCJ, responsável por avaliar a constitucionalidade, legalidade e juridicidade das propostas, concentrou-se na admissibilidade da PEC. Para que o texto avance nesta etapa, é necessária a aprovação por maioria simples dos membros presentes na comissão. Durante os trabalhos, os deputados votaram e rejeitaram um pedido para retirar o tema da pauta, demonstrando a intenção de prosseguir com a discussão.</p>
<p>No entanto, o debate foi interrompido e a sessão encerrada pelo presidente da CCJ, o deputado Leur Lomanto Júnior, devido ao início da sessão no plenário da Casa. A decisão resultou na convocação para o reinício dos trabalhos às 10h do dia seguinte, adiando a deliberação final sobre a admissibilidade da proposta na comissão.</p>
<h2>O que é a Proposta de Emenda à Constituição (PEC)</h2>
<p>A PEC que está sendo analisada propõe uma alteração direta na Constituição Federal para modificar a idade em que um indivíduo passa a ser penalmente imputável, ou seja, sujeito às sanções do Código Penal. Atualmente, a legislação brasileira estabelece a maioridade penal em 18 anos, e a proposta busca diminuir esse limite para 16 anos.</p>
<p>Caso a PEC seja aprovada na CCJ, seu trâmite legislativo ainda incluirá outras etapas fundamentais. O texto precisará ser analisado por uma comissão especial, criada especificamente para aprofundar o debate sobre o mérito da proposta. Somente após essa fase, a PEC estará apta a ser votada em dois turnos no plenário da Câmara dos Deputados, onde exigirá um quórum qualificado (três quintos dos votos) para sua aprovação final.</p>
<h2>O contexto do debate sobre maioridade penal</h2>
<p>A discussão sobre a <b>maioridade penal</b> é um tema que periodicamente retorna à agenda política brasileira, impulsionado por diferentes visões sobre criminalidade juvenil e responsabilidade. Defensores da redução argumentam que a medida pode coibir a participação de adolescentes em crimes graves, promovendo maior responsabilização e desestimulando o uso de menores por organizações criminosas. Eles frequentemente apontam para a capacidade de discernimento de jovens de 16 e 17 anos, que já possuem direitos civis como o voto e podem trabalhar.</p>
<p>Por outro lado, os críticos da redução da maioridade penal alertam para os riscos de superencarceramento e para a ineficácia da medida como solução para a violência. Argumentam que a inserção de jovens em um sistema prisional já superlotado e com altas taxas de reincidência poderia agravar a situação, em vez de resolvê-la. Priorizam investimentos em educação, saúde, esporte e cultura, além do fortalecimento do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que já prevê medidas socioeducativas para menores infratores, incluindo a internação em casos graves.</p>
<p>O debate reflete uma complexa intersecção entre direito, sociologia e segurança pública, com implicações profundas para a sociedade brasileira. Acompanhe o andamento das discussões e o processo legislativo da Câmara dos Deputados para mais informações sobre este e outros temas relevantes. <a href="https://www.camara.leg.br/">Saiba mais sobre o processo legislativo na Câmara dos Deputados.</a></p>
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