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	<title>Arquivo de pleito - Jornal Sete</title>
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	<description>Jornal Sete: encontre as últimas notícias, multimídia, resenhas e opinião sobre o Alto Tietê, política, negócios, esportes, filmes, viagens, empregos, educação, imóveis, carros e muito mais</description>
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	<title>Arquivo de pleito - Jornal Sete</title>
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		<title>Centrão: PT persiste em diálogo por apoio no primeiro turno eleitoral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 21:43:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar da neutralidade de partidos do Centrão, o PT reforça a estratégia de diálogo para buscar apoio no primeiro turno da eleição presidencial.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/pt-dialoga-centrao-apoio-eleicao/">Centrão: PT persiste em diálogo por apoio no primeiro turno eleitoral</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Partido dos Trabalhadores (PT) reafirmou sua estratégia de buscar o apoio de partidos do Centrão para a eleição presidencial, mesmo diante da declaração de neutralidade de algumas das principais legendas desse bloco. A movimentação indica a persistência da sigla em construir uma base ampla de alianças já no primeiro turno do pleito, considerado crucial para o cenário político.</p>
<p>O presidente do PT, Edinho Silva, destacou a importância do diálogo contínuo com essas forças políticas. A busca por apoio, segundo ele, intensifica-se com o início oficial do período de campanha, marcando uma nova fase nas negociações eleitorais.</p>
<h2>Estratégia do PT para o primeiro turno</h2>
<p>Apesar de anúncios de neutralidade por parte de legendas como Progressistas, União Brasil e Republicanos, o PT mantém a expectativa de reverter essas posições por meio de conversas. Edinho Silva enfatizou que o partido não desistiu de angariar suporte para a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A tática envolve um esforço concentrado para atrair partidos que, tradicionalmente, desempenham um papel central na formação de maiorias legislativas e eleitorais no Brasil.</p>
<p>O diálogo com o “campo democrático brasileiro” é visto como fundamental para consolidar uma frente política robusta. A partir do início da campanha oficial, a equipe do PT planeja intensificar os contatos e as negociações, buscando pontos de convergência que possam levar ao apoio formal.</p>
<h2>O papel do Centrão e a busca por alianças</h2>
<p>O Centrão, um agrupamento informal de partidos com perfis ideológicos diversos e focados na governabilidade, é historicamente um ator decisivo na política brasileira. Sua adesão a candidaturas majoritárias é frequentemente motivada por acordos programáticos e pela distribuição de espaços no governo, o que o torna um alvo constante de negociações em períodos eleitorais.</p>
<p>A neutralidade declarada por algumas de suas legendas, como o Progressistas, o União Brasil e o Republicanos, não é necessariamente um impedimento final. No cenário político nacional, a neutralidade pode ser uma posição tática que precede o alinhamento, dependendo do avanço das negociações e das condições oferecidas. O PSD, por exemplo, possui um candidato próprio, mas demonstra apoio a candidaturas petistas em estados estratégicos, como Bahia e Rio de Janeiro, evidenciando a complexidade das alianças regionais e nacionais.</p>
<h2>Diálogo contínuo apesar da neutralidade declarada</h2>
<p>Questionado sobre a possibilidade de mudança no posicionamento dos partidos que declararam neutralidade, Edinho Silva foi enfático: “a chance é o diálogo”. Essa afirmação sublinha a crença do PT de que as negociações podem alterar o cenário. A flexibilidade e a capacidade de articulação são consideradas essenciais para construir pontes e superar resistências iniciais.</p>
<p>A máxima “Não tem jogo ganho sem ser jogado” reflete a postura do PT de que o processo eleitoral é dinâmico e que as alianças podem ser construídas ou modificadas até o último momento. O presidente Lula, inclusive, participou de uma convenção do partido no Ceará, reforçando a mobilização interna e a busca por apoio em diversas frentes.</p>
<h2>Perspectivas e o cenário eleitoral</h2>
<p>A busca incessante pelo apoio do Centrão reflete a compreensão do PT sobre a importância desses partidos para a governabilidade e a amplitude da base eleitoral. Em um pleito tão disputado, cada aliança pode ser determinante para o resultado final, especialmente no primeiro turno. A capacidade de agregar diferentes forças políticas é um dos pilares da estratégia petista para a reeleição. Para mais informações sobre o processo eleitoral brasileiro, consulte o <a href="https://www.tse.jus.br/" target="_blank">Tribunal Superior Eleitoral</a>.</p>
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		<title>Urna eletrônica: TSE desmente adoção de novo modelo para eleições de 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 08:35:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>TSE desmente boato sobre novo modelo de urna eletrônica para 2026. A Justiça Eleitoral confirma o uso de equipamentos já conhecidos.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/urna-eletronica-tse-desmente-novo-modelo-2026/">Urna eletrônica: TSE desmente adoção de novo modelo para eleições de 2026</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Publicações que circularam amplamente nas redes sociais, incluindo plataformas como X, Facebook e Threads, disseminaram a informação falsa de que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) adotaria um modelo inédito de urna eletrônica para as eleições de 2026. As postagens afirmavam que o órgão eleitoral anunciaria novas urnas, auditoria do código-fonte e presença internacional no processo eleitoral, com o objetivo de promover maior transparência e confiança.</p>
<p>No entanto, o TSE, por meio de sua assessoria de imprensa, desmentiu categoricamente essas alegações. A Justiça Eleitoral esclareceu que não haverá a introdução de um novo modelo de urna eletrônica para o pleito de 2026, e que os equipamentos a serem utilizados já são conhecidos e foram empregados em eleições anteriores.</p>
<h2>Modelos de urna eletrônica em uso e o plano de renovação</h2>
<p>Para as eleições de 2026, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou que disponibilizará um total de 563.910 urnas eletrônicas, visando atender aos 158,7 milhões de eleitores aptos a votar. Quatro versões distintas do equipamento estarão em operação: UE2022, UE2020, UE2015 e UE2013.</p>
<p>A maior parte desses equipamentos, cerca de 77%, corresponde aos modelos mais recentes (UE2022 e UE2020), seguindo um padrão já observado nas Eleições Municipais de 2024. O TSE ressalta que, apesar de possíveis diferenças no design externo, todas as versões das urnas eletrônicas possuem as mesmas características técnicas internas e funcionam exclusivamente com programas e sistemas desenvolvidos pelo próprio tribunal. Esses softwares passam por um Teste Público de Segurança da Urna (TPS), são assinados digitalmente e lacrados em cerimônia pública.</p>
<p>Ainda que não haja um novo modelo para 2026, um edital já está aberto para receber sugestões de empresas e fabricantes para o desenvolvimento da <b>UE2028</b>. Este novo modelo será adquirido e utilizado a partir das eleições municipais de 2028, com o objetivo de substituir as versões mais antigas, UE2013 e UE2015, que terão completado seu ciclo de utilização. Trata-se de um processo periódico de renovação dos equipamentos, sem qualquer relação com riscos específicos.</p>
<h2>Auditoria do código-fonte e a segurança dos sistemas eleitorais</h2>
<p>A alegação de que o TSE anunciaria uma nova auditoria do código-fonte das urnas eletrônicas para 2026 também se mostrou infundada. A inspeção dos códigos-fonte das urnas e dos sistemas eleitorais não é uma novidade, mas sim uma prática consolidada e uma determinação expressa da Lei das Eleições (Lei n.º 9.504/1997).</p>
<p>Os códigos-fonte para as eleições de 2026 estão abertos para inspeção desde <b>2 de outubro de 2025</b> e permanecerão disponíveis até <b>4 de setembro de 2026</b>, data em que se encerra a Cerimônia de Assinatura Digital e Lacração dos Sistemas Eleitorais. Diversas instituições são legitimadas a participar dessa fiscalização, garantindo a transparência e a segurança do processo. Entre elas, estão partidos políticos, federações e coligações, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a Polícia Federal (PF), o Ministério Público, a Defensoria Pública, o Congresso Nacional, a Controladoria-Geral da União (CGU), o Tribunal de Contas da União (TCU) e a Sociedade Brasileira de Computação. Mais informações sobre o processo podem ser encontradas no site do <a href="https://www.tse.jus.br/" target="_blank" rel="noopener dofollow">TSE</a>.</p>
<h2>Acompanhamento internacional: uma prática consolidada</h2>
<p>A presença de observadores internacionais nas eleições brasileiras, apontada como uma novidade nas publicações falsas, também não é inédita. Essa prática foi institucionalizada com a criação das Missões de Observação Eleitoral (MOEs) nas eleições de <b>2018</b>.</p>
<p>Em <b>2022</b>, o Brasil registrou um número recorde de mais de 100 observadores estrangeiros acompanhando o pleito. Para as eleições de 2026, o TSE já credenciou representantes de diversas regiões do mundo, incluindo autoridades da Organização dos Estados Americanos (OEA), da União Europeia (UE), da União Interamericana de Organismos Eleitorais (Uniore) e da Rede dos Organismos Jurisdicionais e de Administração Eleitoral da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (Rojae-CPLP). Essa continuidade reforça o compromisso da Justiça Eleitoral com a transparência e a legitimidade do processo democrático.</p>
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		<title>Disputa pelo governo de São Paulo em 2026: conheça os seis candidatos confirmados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 01:22:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Conheça os seis candidatos que concorrem ao governo de São Paulo nas eleições de 2026, com perfis e propostas para o estado.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A corrida eleitoral para o governo de São Paulo em 2026 já tem seus principais nomes definidos. Seis candidatos foram oficializados em convenções partidárias, marcando o início de uma disputa que promete ser intensa e polarizada. O estado, o mais populoso e economicamente relevante do Brasil, se prepara para um pleito que definirá os rumos de sua administração nos próximos anos, com propostas que abrangem desde a continuidade de projetos até a completa reestruturação de políticas públicas.</p>
<p>A lista de postulantes, embora sujeita a ajustes pela Justiça Eleitoral até a data limite de registro, já apresenta um panorama das forças políticas em campo. Com o primeiro turno agendado para <b>4 de outubro</b> e um possível segundo turno em <b>25 de outubro</b>, os eleitores paulistas terão a tarefa de avaliar diferentes visões para o futuro da gestão estadual.</p>
<h2>A corrida pelo governo de São Paulo em 2026</h2>
<p>A eleição para o <b>governo</b> de São Paulo em 2026 mobiliza diversas correntes políticas, refletindo a pluralidade do cenário nacional. Os seis nomes confirmados representam um espectro variado de ideologias e experiências, desde figuras com longa trajetória na administração pública federal e municipal até ativistas e educadores populares que buscam uma ruptura com o modelo atual.</p>
<p>As convenções partidárias, realizadas entre <b>20 de julho</b> e <b>5 de agosto</b>, foram o palco para a formalização dessas candidaturas. Este processo é crucial para a organização da campanha, permitindo que os partidos articulem suas bases e definam as alianças que sustentarão suas chapas. A expectativa é que o debate se aprofunde à medida que o prazo final para o registro oficial das candidaturas, em <b>15 de agosto</b>, se aproxima.</p>
<h2>Perfis e plataformas dos postulantes</h2>
<p>Os candidatos ao governo de São Paulo em 2026 trazem consigo históricos distintos e plataformas que abordam as principais demandas da população paulista. A seguir, um detalhamento dos perfis e das propostas apresentadas por cada um, em ordem alfabética:</p>
<h3>Carlos Machado (PCB): Fortalecimento dos serviços públicos</h3>
<p><b>Carlos Machado</b>, do PCB, é historiador e educador popular, com raízes em Franca. Sua trajetória inclui atuação em fábricas de calçados, construção civil e no movimento estudantil. Atualmente, dirige um cursinho popular, evidenciando seu compromisso com a educação.</p>
<p>Em 2024, Machado foi candidato a vice-prefeito de Franca. Para o governo de São Paulo, suas propostas centram-se no fortalecimento da educação e saúde públicas, geração de emprego e renda, e a reestatização de serviços essenciais. Ele defende a valorização dos profissionais e a ampliação do acesso a esses serviços.</p>
<h3>Fernando Haddad (PT): Experiência na gestão federal e municipal</h3>
<p><b>Fernando Haddad</b>, do PT, é advogado e professor, com vasta experiência política. Ele ocupou cargos de destaque como ministro da Educação, prefeito de São Paulo e, mais recentemente, ministro da Fazenda no governo federal. Nascido em São Paulo em <b>1963</b>, possui formação em Direito, Economia e Filosofia pela USP, onde também lecionou Ciência Política.</p>
<p>Sua carreira na administração pública começou na Prefeitura de São Paulo e no Ministério da Educação. Como prefeito, governou a capital entre <b>2013</b> e <b>2016</b>. Em <b>2018</b>, foi candidato à Presidência da República. Deixou o Ministério da Fazenda em <b>2026</b> para disputar o governo de São Paulo, com <b>Márcio França</b> (PSB) como vice. Sua chapa conta com o apoio de uma ampla coligação, incluindo PSB, PDT, PCdoB, PV, Rede e PSOL.</p>
<p>Haddad foca em segurança pública, propondo combate ao crime organizado e integração das forças. Na saúde, defende o uso de tecnologia e inteligência artificial para otimizar o atendimento e reduzir filas no SUS. Também propõe ampliar investimentos estaduais em educação e saúde.</p>
<h3>Izadora Dias (PCO): Governo dos trabalhadores e ruptura econômica</h3>
<p><b>Izadora Dias</b>, do PCO, é estudante de Letras da USP e ingressou no partido em <b>2018</b>. Originária de Barra Bonita, ela é militante ativa, coordenando o coletivo João Cândido, voltado à população negra, e atuando como colunista e apresentadora na mídia partidária.</p>
<p>Sua candidatura defende um programa político que visa um governo dos trabalhadores, em oposição ao poder de grandes empresários e do mercado financeiro. As propostas incluem uma ruptura com o modelo econômico atual, o fortalecimento dos serviços públicos, o controle dos trabalhadores sobre setores estratégicos e o fim da Polícia Militar, com uma redefinição da política de segurança pública.</p>
<h3>Tarcísio de Freitas (Republicanos): Busca pela reeleição e continuidade</h3>
<p><b>Tarcísio Gomes de Freitas</b>, do Republicanos, é o atual governador de São Paulo e busca a reeleição. Engenheiro e militar da reserva, nasceu no Rio de Janeiro em <b>1975</b>. Possui formação em Ciências Militares e Engenharia Civil, além de mestrado em Engenharia de Transportes.</p>
<p>Antes de sua eleição, trabalhou na CGU, DNIT e PPI, e foi ministro da Infraestrutura no governo federal entre <b>2019</b> e <b>2022</b>, período em que liderou diversas concessões e leilões. Em <b>2022</b>, foi eleito governador no segundo turno com <b>55,27%</b> dos votos. Sua chapa para a reeleição conta com o apoio de partidos como PL, MDB, Novo e a federação PSDB-Cidadania.</p>
<p>Tarcísio de Freitas defende a continuidade das políticas de seu primeiro mandato, com ênfase em segurança pública, investimentos em infraestrutura, educação, saúde e atração de investimentos privados. Ele destaca a redução de crimes violentos e a ampliação do efetivo policial, além de propor a continuidade de concessões e parcerias com a iniciativa privada. Programas de inclusão produtiva para redução da pobreza também estão em sua agenda.</p>
<h3>Vera Lúcia (PSTU): Programa socialista e direitos dos trabalhadores</h3>
<p><b>Vera Lúcia Pereira da Silva Salgado</b>, do PSTU, é ex-operária da indústria de sapatos e tem uma longa trajetória ligada ao movimento sindical e às pautas dos trabalhadores. Nascida em Inajá, Pernambuco, ela também atua em movimentos pelos direitos das mulheres e da população negra.</p>
<p>Vera Lúcia já disputou diversas eleições, incluindo a Prefeitura de São Paulo em <b>2020</b> e a Presidência da República em <b>2022</b>. Sua plataforma para o governo de São Paulo é baseada em um programa socialista, defendendo a ampliação dos serviços públicos e dos direitos dos trabalhadores. Entre suas propostas estão a taxação de grandes fortunas e empresas, e a reversão de privatizações.</p>
<h3>Vivian Mendes (UP): Luta popular e combate às desigualdades</h3>
<p><b>Vivian Mendes</b>, da Unidade Popular (UP), é uma das fundadoras do partido. Nascida em Guaianases, Zona Leste de São Paulo, é formada em Comunicação. Sua atuação política começou em movimentos populares, incluindo o Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas (MLB), e o Movimento de Mulheres Olga Benario, focado nos direitos femininos e na luta pelo socialismo.</p>
<p>Em <b>2022</b>, Vivian disputou uma vaga no Senado por São Paulo. Em <b>julho de 2026</b>, foi oficializada como candidata ao governo estadual. Seus eixos de campanha incluem investimentos em saúde e educação públicas, políticas de moradia e emprego, e medidas para reduzir as desigualdades sociais. A UP se posiciona contra privatizações e defende uma maior participação popular nas decisões governamentais.</p>
<h2>Prazos e o cenário eleitoral</h2>
<p>A definição dos candidatos é o primeiro passo formal para a disputa eleitoral. Com as convenções partidárias encerradas, o foco agora se volta para o registro oficial das candidaturas junto à Justiça Eleitoral, cujo prazo final é <b>15 de agosto</b>. Este período é crucial para a validação dos nomes e a consolidação das chapas, que podem sofrer alterações até a análise definitiva.</p>
<p>A campanha eleitoral, que se intensificará nos próximos meses, será marcada pela apresentação detalhada das propostas e pelo debate entre os diferentes projetos para o estado. A população paulista terá a oportunidade de analisar as trajetórias e as visões de cada candidato para decidir quem comandará o Palácio dos Bandeirantes a partir de 2027. Para mais informações sobre o processo eleitoral, consulte o <a href="https://www.tse.jus.br/">Tribunal Superior Eleitoral</a>.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/disputa-governo-sao-paulo-2026-candidatos-confirmados/">Disputa pelo governo de São Paulo em 2026: conheça os seis candidatos confirmados</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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		<title>Pleito de 2026 definirá representantes para cinco cargos-chave no cenário político nacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 03:37:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As eleições de 2026 se aproximam, e os eleitores brasileiros escolherão representantes para cinco cargos cruciais. Saiba quais posições estão em jogo.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/eleicoes-2026-cargos-disputa-nacional/">Pleito de 2026 definirá representantes para cinco cargos-chave no cenário político nacional</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As <b>eleições de 2026</b> se aproximam, marcadas para o dia <b>4 de outubro</b> em primeiro turno e, se necessário, <b>25 de outubro</b> para o segundo turno das disputas executivas. Neste pleito, os eleitores brasileiros terão a responsabilidade de escolher seus representantes para cinco cargos cruciais que moldarão o cenário político nacional. A preparação para este momento cívico já mobiliza esforços, com Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) realizando mutirões em escolas para engajar e orientar jovens sobre a importância da participação eleitoral.</p>
<p>Compreender a estrutura da votação e as responsabilidades de cada cargo é fundamental para exercer o direito ao voto de forma consciente. A urna eletrônica, ferramenta central do processo, apresentará as opções em uma sequência definida, guiando o eleitor por cada escolha.</p>
<h2>A estrutura da votação: cargos e sua ordem na urna</h2>
<p>No primeiro turno das <b>eleições 2026</b>, o eleitor será conduzido a selecionar seus representantes para cinco posições distintas. A ordem de votação na urna eletrônica é padronizada para facilitar o processo.</p>
<p>Os cargos em disputa, na sequência em que aparecerão para o eleitor, são:</p>
<ul>
<li>Deputado estadual</li>
<li>Deputado federal</li>
<li>Senador (primeiro voto)</li>
<li>Senador (segundo voto)</li>
<li>Governador</li>
<li>Presidente</li>
</ul>
<p>Cada escolha exige um número específico de dígitos, que varia conforme o cargo, e a confirmação de cada voto antes de prosseguir para a próxima etapa.</p>
<h2>Representação legislativa: deputados estaduais e federais</h2>
<p>A composição das assembleias legislativas estaduais e da Câmara dos Deputados em Brasília é definida pelo voto popular, refletindo a diversidade e as necessidades de cada região do país.</p>
<p>Para os <b>deputados estaduais</b>, o número de vagas em cada assembleia legislativa está diretamente ligado à representação do estado na Câmara dos Deputados. A regra geral estabelece três vezes o número de deputados federais, com uma particularidade para estados com mais de 12 representantes federais: apenas os primeiros 12 são triplicados, e os excedentes são somados um a um. Por exemplo, São Paulo, com 70 deputados federais, elegerá 94 deputados estaduais (12&#215;3 + 58). Os candidatos a deputado estadual são identificados por cinco números na urna.</p>
<p>Já os <b>deputados federais</b> somam um total de 513 cadeiras na Câmara, distribuídas entre os estados conforme a população, respeitando um mínimo de 8 e um máximo de 70 representantes por unidade federativa. São Paulo, o estado mais populoso, elege 70 deputados federais, enquanto 11 estados, como Acre, Amazonas, Amapá, Distrito Federal, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Sergipe e Tocantins, elegem o mínimo de 8. Os candidatos a deputado federal são votados com quatro números.</p>
<h2>O papel dos senadores na federação</h2>
<p>O Senado Federal, casa legislativa que representa os estados e o Distrito Federal, terá <b>dois terços de suas cadeiras renovadas</b> nas próximas eleições. Isso significa que <b>dois senadores</b> serão eleitos por cada unidade federativa, totalizando 54 novos representantes.</p>
<p>Cada estado e o Distrito Federal possuem três senadores, com mandatos de oito anos, sem limite para reeleição. A renovação do Senado ocorre de forma intercalada: em um pleito, uma vaga é renovada, e no seguinte, duas. A votação para senador é dividida em duas etapas distintas na urna eletrônica, exigindo a confirmação do primeiro voto antes de prosseguir para a escolha do segundo senador. Os candidatos a senador são identificados por três números.</p>
<h2>Liderança executiva: governadores e o presidente da república</h2>
<p>As <b>eleições 2026</b> também definirão os chefes do Poder Executivo em nível estadual e federal, com a escolha de 27 governadores e do presidente da República.</p>
<p>Os <b>governadores</b> são eleitos para chefiar os executivos de todas as unidades federativas, podendo cumprir até dois mandatos consecutivos de quatro anos. A disputa para o governo pode ter segundo turno se nenhum candidato alcançar mais de 50% dos votos válidos no primeiro. Os candidatos a governador são votados com dois números.</p>
<p>O <b>presidente da República</b>, líder máximo do Poder Executivo nacional, também será escolhido neste pleito. Para ser eleito em primeiro turno, o candidato deve obter mais de 50% dos votos válidos. Caso contrário, a disputa segue para o segundo turno, agendado para <b>25 de outubro</b>. Os candidatos à presidência são identificados por dois números na urna eletrônica.</p>
<p>A participação consciente em cada uma dessas escolhas é vital para a construção do futuro político e social do país. Para mais informações sobre o processo eleitoral, visite o site oficial do <a href="https://www.tse.jus.br/" target="_blank" rel="noopener dofollow">Tribunal Superior Eleitoral</a>.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/eleicoes-2026-cargos-disputa-nacional/">Pleito de 2026 definirá representantes para cinco cargos-chave no cenário político nacional</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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		<title>MDB formaliza Felício Ramuth como vice na chapa de reeleição de Tarcísio em São Paulo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 22:26:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>MDB de São Paulo oficializa Felício Ramuth como candidato a vice-governador na chapa de reeleição de Tarcísio de Freitas, definindo o cenário político.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/ramuth-vice-chapa-tarcisio-sp/">MDB formaliza Felício Ramuth como vice na chapa de reeleição de Tarcísio em São Paulo</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O cenário político de São Paulo para as eleições de 2026 ganhou um contorno mais definido com a recente homologação do Diretório Estadual do MDB. O partido oficializou a candidatura de Felício Ramuth ao cargo de vice-governador, integrando a chapa de reeleição do atual governador Tarcísio de Freitas, do Republicanos. A decisão, que consolida uma importante aliança, foi formalizada após um período de articulações e convenções partidárias.</p>
<p>Além da indicação do vice, o MDB também aproveitou a ocasião para homologar sua lista de candidatos para as disputas proporcionais. Este movimento estratégico visa fortalecer a presença do partido tanto na Assembleia Legislativa quanto na Câmara dos Deputados, buscando ampliar sua representatividade no próximo pleito.</p>
<h2>Homologação e a composição das chapas eleitorais</h2>
<p>A oficialização de <b>Felício Ramuth</b> como candidato a vice-governador foi um dos pontos centrais da convenção do MDB de São Paulo. Esta decisão é vista como um passo crucial para a formação da chapa majoritária que buscará a reeleição no governo paulista. O processo de homologação seguiu os trâmites internos do partido e as negociações com os Republicanos.</p>
<p>Paralelamente, o MDB também definiu seus quadros para as eleições proporcionais, lançando 86 candidatos a deputado estadual e 69 a deputado federal. O partido informou que o número de postulantes à Alesp pode ser expandido para 91, aguardando a finalização da documentação de alguns candidatos. Em conformidade com a legislação eleitoral, cerca de 30% das vagas nas duas chapas serão reservadas para mulheres, promovendo a participação feminina na política.</p>
<h2>A trajetória política de Felício Ramuth</h2>
<p>A escolha de <b>Felício Ramuth</b> para compor a chapa de reeleição de Tarcísio de Freitas reflete sua experiência e percurso na política paulista. Engenheiro civil de formação, Ramuth ocupou o cargo de prefeito de São José dos Campos por dois mandatos consecutivos, entre 2017 e 2022. Sua gestão na cidade do interior de São Paulo lhe conferiu visibilidade e experiência administrativa.</p>
<p>Em 2022, Ramuth deixou a prefeitura para disputar o governo do estado pelo PSD, onde obteve o quarto lugar no primeiro turno. Após o resultado, declarou apoio a Tarcísio de Freitas no segundo turno, o que o levou a integrar a equipe de transição e, posteriormente, assumir a vice-governadoria em janeiro de 2023. Sua filiação ao MDB em março, em meio a divergências com a liderança do PSD, pavimentou o caminho para a atual indicação.</p>
<h2>Articulação partidária e o apoio à reeleição</h2>
<p>A indicação de <b>Ramuth</b> como vice foi inicialmente aprovada pela Executiva estadual do MDB em uma convenção realizada em 20 de julho. O nome foi então acolhido pelo Republicanos durante sua própria convenção, em 1º de agosto, que oficializou a candidatura de Tarcísio ao governo de São Paulo. A convenção conjunta dos partidos da coligação, em 3 de agosto, selou oficialmente a candidatura de Ramuth.</p>
<p>O presidente estadual do MDB-SP, <b>Rodrigo Arenas</b>, expressou o compromisso do partido com a chapa. Em nota, Arenas afirmou: &#8220;Nosso time está pronto para defender a reeleição do governador Tarcísio e do vice Felício Ramuth, que tivemos a honra de receber no partido.&#8221; O presidente nacional do MDB, <b>Baleia Rossi</b>, também esteve presente, reforçando o apoio da legenda à coligação.</p>
<h2>Bastidores da disputa pela vice-governadoria</h2>
<p>O posto de vice na chapa de Tarcísio de Freitas foi alvo de intensa disputa entre importantes partidos, como PSD, PL e MDB. O presidente do PSD, <b>Gilberto Kassab</b>, havia manifestado interesse na posição, enquanto <b>Valdemar Costa Neto</b>, presidente do PL, buscava emplacar <b>André do Prado</b>, que se candidatará ao Senado. A movimentação de <b>Felício Ramuth</b> do PSD para o MDB, em março, foi um fator determinante nesse cenário.</p>
<p>As regras das eleições proporcionais permitem que cada partido ou federação registre um número de candidatos equivalente ao total de vagas em disputa, acrescido de uma. Em São Paulo, onde há 70 cadeiras na Câmara dos Deputados e 94 na Assembleia Legislativa, as legendas podem lançar até 71 candidatos a deputado federal e 95 a estadual, respectivamente. Para mais informações sobre o MDB e suas propostas, acesse o <a href="https://www.mdb.org.br" target="_blank">site oficial do partido</a>.</p>
<h2>Prazos e próximos passos eleitorais</h2>
<p>As convenções partidárias, que definem as coligações e oficializam as candidaturas para as eleições de 2026, podem ser realizadas até 5 de agosto. Este período é crucial para a consolidação das chapas majoritárias e proporcionais. No entanto, as candidaturas ainda podem sofrer alterações até o prazo final de registro na Justiça Eleitoral, que se encerra às 19h do dia 15 de agosto.</p>
<p>Possíveis desistências ou problemas na documentação de algum candidato podem levar a mudanças nas chapas antes do registro definitivo. A flexibilidade neste período permite aos partidos ajustarem suas estratégias e garantirem a conformidade de todos os seus postulantes com as exigências legais.</p>
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		<title>Senador Flávio Bolsonaro aceitará resultado das urnas e cobra mais segurança eleitoral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 01:22:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Eleições: Flávio Bolsonaro declara aceitação dos resultados e cobra aprimoramentos na segurança do sistema eleitoral brasileiro.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/eleicoes-flavio-bolsonaro-aceitacao-seguranca-urnas/">Senador Flávio Bolsonaro aceitará resultado das urnas e cobra mais segurança eleitoral</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O senador Flávio Bolsonaro (PL-DF) declarou publicamente que aceitará o resultado das eleições de outubro, expressando confiança na imparcialidade do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para o pleito. A afirmação foi feita durante uma entrevista, onde o parlamentar foi questionado sobre críticas anteriores e dúvidas levantadas em relação ao sistema eletrônico de votação.</p>
<p>Apesar de seu compromisso em aceitar o veredito das urnas, o senador reiterou a necessidade de aprimoramentos na segurança e transparência do processo eleitoral. Suas declarações buscam conciliar a participação no processo democrático com a defesa de um sistema mais robusto e confiável, segundo sua perspectiva.</p>
<h2>Compromisso com as eleições e expectativas para o TSE</h2>
<p>Flávio Bolsonaro enfatizou que, ao concorrer sob as regras estabelecidas, sua expectativa é de um TSE imparcial, diferente do que ele percebeu em pleitos anteriores. Ele manifestou a crença de que a instituição tomará todas as providências necessárias para garantir uma eleição com maior segurança e transparência.</p>
<p>A postura do senador sinaliza uma aceitação formal das condições eleitorais vigentes, ao mesmo tempo em que mantém um discurso de cobrança por melhorias. Este posicionamento busca reforçar a legitimidade do processo, mesmo diante de questionamentos levantados por ele e outros políticos.</p>
<h2>Debate sobre a segurança das urnas eletrônicas e transparência</h2>
<p>Durante a entrevista, o senador levantou dúvidas sobre a segurança do sistema eletrônico de votação no Brasil. Ele defendeu o aumento de mecanismos de segurança e transparência, embora não tenha especificado as vulnerabilidades existentes nas urnas.</p>
<p>Segundo Flávio Bolsonaro, seu discurso não se configura como um ataque direto às urnas eletrônicas, mas sim como uma demanda por aprimoramentos contínuos. Ele reiterou que o pedido, tanto seu quanto de seu pai, sempre foi por mais segurança e transparência, sem outras intenções.</p>
<h2>Esclarecimentos sobre declarações anteriores e incidentes diplomáticos</h2>
<p>O candidato também abordou a repercussão de uma reunião anterior com diplomatas estrangeiros. Na ocasião, ele havia afirmado que as urnas brasileiras seriam fabricadas pela empresa Smartmatic, que, segundo ele, teria atuado de forma fraudulenta em eleições na Venezuela.</p>
<p>Flávio Bolsonaro reconheceu ter se equivocado quanto à fabricação das urnas pela Smartmatic no Brasil. Ele reforçou, contudo, que seu ponto principal era a necessidade de adicionar camadas extras de segurança e transparência ao sistema, questionando a dificuldade em implementar tais medidas.</p>
<p>Outro ponto discutido foi a negativa de visto a dois integrantes do governo dos Estados Unidos, mencionados em reportagem do jornal &#8220;The Washington Post&#8221; como envolvidos em uma estratégia para questionar a integridade do sistema eleitoral brasileiro. Para o senador, essa negativa &#8220;passa a impressão que está escondendo alguma coisa&#8221;. Para mais informações sobre política brasileira, acesse <a href="https://www.folha.uol.com.br/poder/" target="_blank">Folha de S.Paulo &#8211; Poder</a>.</p>
<h2>Repercussões políticas: vídeo da ex-primeira-dama e proposta de anistia</h2>
<p>O senador foi questionado sobre o motivo que levou a ex-primeira-dama a gravar e divulgar um vídeo em que alegava ter sido maltratada e humilhada por ele. Flávio Bolsonaro afirmou não poder saber &#8220;o que se passa na cabeça&#8221; dela, mas especulou que ela estaria insegura em relação à sua candidatura e agiu dessa forma.</p>
<p>Por fim, Flávio Bolsonaro comentou sobre uma possível anistia para os envolvidos na trama golpista de 2022, incluindo seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Ele declarou que, caso seja eleito, tentará aprovar a anistia no Congresso Nacional durante o período de transição entre o governo atual e o próximo mandato.</p>
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		<title>PCB define chapa presidencial com Edmilson Costa e Cleusa Santos para 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 15:04:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>PCB oficializa Edmilson Costa e Cleusa Santos como chapa presidencial para 2026, apresentando propostas econômicas e institucionais.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/pcb-chapa-presidencial-edmilson-costa-cleusa-santos-2026/">PCB define chapa presidencial com Edmilson Costa e Cleusa Santos para 2026</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Partido Comunista Brasileiro (PCB) oficializou, em sua convenção nacional, as candidaturas de Edmilson Costa para a Presidência da República e de Cleusa Santos para a Vice-Presidência, visando as eleições de 2026. A homologação da chapa, um passo fundamental no calendário eleitoral, ocorreu na Câmara Municipal de São Paulo, marcando o início formal da corrida da legenda pelo Palácio do Planalto.</p>
<p>Este anúncio posiciona o PCB no cenário político nacional, apresentando uma plataforma que reflete sua linha ideológica. As convenções partidárias são momentos cruciais para as legendas, onde não apenas os nomes dos candidatos são confirmados, mas também as diretrizes e propostas que nortearão suas campanhas são formalmente estabelecidas e apresentadas ao público.</p>
<h2>Propostas econômicas e sociais do PCB para o país</h2>
<p>Durante o evento de oficialização, o Partido Comunista Brasileiro detalhou as principais propostas que compõem o programa da chapa presidencial. Essas iniciativas visam promover profundas transformações na estrutura econômica e social do país, alinhadas à visão ideológica do partido.</p>
<p>Entre os pilares da plataforma, destaca-se a defesa da estatização do sistema financeiro, que seria implementada por meio da criação de um Banco dos Trabalhadores. Essa medida busca centralizar o controle sobre as operações financeiras, direcionando-as para o desenvolvimento social e econômico, em vez de interesses privados. Complementarmente, o programa propõe a suspensão do pagamento da dívida pública, uma ação que, segundo o partido, liberaria recursos significativos para investimentos em áreas essenciais.</p>
<p>A chapa também defende a reestatização de empresas que foram privatizadas, com o objetivo de retomar o controle estatal sobre setores estratégicos da economia. Além disso, o PCB propõe um aumento substancial do controle governamental sobre áreas como câmbio, comércio exterior e o sistema tributário, visando maior intervenção estatal na regulação e planejamento econômico.</p>
<h2>Reformas institucionais na estrutura política</h2>
<p>Além das propostas econômicas, o PCB também apresentou um conjunto de reformas no campo institucional, buscando alterar a própria estrutura política do Brasil. Essas mudanças são consideradas essenciais pelo partido para a construção de um novo modelo de governança.</p>
<p>Uma das propostas mais significativas é a extinção do Senado Federal, com a consequente adoção de um sistema legislativo unicameral. Essa alteração implicaria na existência de apenas uma casa parlamentar, simplificando o processo legislativo e, na visão do partido, tornando-o mais ágil e representativo. Tais reformas refletem uma busca por maior eficiência e alinhamento ideológico na condução das políticas públicas.</p>
<h2>Perfil dos candidatos e o calendário eleitoral</h2>
<p>O candidato à Presidência, Edmilson Costa, traz consigo uma sólida formação acadêmica. Ele é doutor em Economia pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e possui pós-doutorado no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da mesma instituição. Sua experiência acadêmica e intelectual é um dos pontos destacados pelo partido em sua apresentação.</p>
<p>A oficialização da chapa com Edmilson Costa e Cleusa Santos se insere no cronograma estabelecido pela Justiça Eleitoral para as eleições de 2026. As convenções partidárias, que se iniciaram em 20 de julho, são o período em que as legendas formalizam suas candidaturas e alianças. Após a escolha e homologação dos nomes, os partidos têm até 15 de agosto para realizar o registro oficial das candidaturas junto à Justiça Eleitoral, consolidando sua participação na disputa pelo Palácio do Planalto.</p>
<p>Ainda neste sábado, o partido realizou também a convenção estadual em São Paulo, complementando o processo de definição de suas representações para o pleito vindouro. <a href="https://www.example.com/noticia-politica-geral" target="_blank" rel="noopener dofollow">Acompanhe mais sobre o cenário político</a> e as movimentações dos partidos.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/pcb-chapa-presidencial-edmilson-costa-cleusa-santos-2026/">PCB define chapa presidencial com Edmilson Costa e Cleusa Santos para 2026</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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		<title>Partido Socialista Brasileiro sela apoio a Haddad com França vice e projeta Tebet para o senado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 00:54:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O PSB confirmou Márcio França como vice na chapa de Fernando Haddad ao governo e lançou Simone Tebet ao Senado.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/psb-apoia-haddad-franca-vice-tebet-senado-sp/">Partido Socialista Brasileiro sela apoio a Haddad com França vice e projeta Tebet para o senado</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Partido Socialista Brasileiro (PSB) realizou recentemente um importante encontro para definir seus rumos e candidaturas para o próximo pleito. A convenção estadual, que reuniu diversas lideranças e militantes em um importante centro legislativo da capital paulista, foi palco de decisões cruciais que moldarão a participação da legenda na disputa por cargos executivos e legislativos.</p>
<p>Entre os anúncios mais aguardados, destacou-se a oficialização de alianças estratégicas e o lançamento de nomes fortes para as eleições. O evento reforçou a estratégia do partido de consolidar uma frente ampla, buscando não apenas a vitória nas urnas, mas também a construção de uma base política sólida e representativa em diferentes esferas do poder público.</p>
<h2>Alianças Estratégicas e Definições de Chapa</h2>
<p>Durante a convenção, o PSB ratificou seu apoio à candidatura de <b>Fernando Haddad</b>, do Partido dos Trabalhadores (PT), para o governo do estado. Essa aliança reflete um movimento de união entre forças políticas progressistas, visando a construção de uma plataforma comum para os desafios estaduais. Para compor a chapa majoritária, o partido oficializou <b>Márcio França</b> como vice, uma escolha que visa agregar experiência administrativa e política à disputa, considerando seu histórico de atuação pública.</p>
<p>Além da composição para o executivo estadual, o PSB também apresentou suas apostas para o Senado. <b>Simone Tebet</b> foi lançada como candidata a uma das vagas, trazendo consigo uma trajetória de destaque no cenário nacional. Simultaneamente, o partido confirmou apoio à candidatura de <b>Marina Silva</b>, da Rede Sustentabilidade, para a outra cadeira em disputa, fortalecendo a representatividade ambiental e social na corrida eleitoral. A convenção também anunciou dezenas de postulantes a vagas de deputado federal e estadual, demonstrando a capilaridade da legenda e o esforço para eleger uma bancada expressiva.</p>
<h2>Presenças Notáveis e Apoio Político</h2>
<p>O evento contou com a presença de figuras de destaque no cenário político nacional, sublinhando a importância das definições ali tomadas e o peso das alianças formadas. <b>Fernando Haddad</b>, <b>Márcio França</b>, <b>Simone Tebet</b> e <b>Marina Silva</b> estiveram presentes, participando ativamente dos debates e discursos que delinearam as propostas e o espírito da campanha.</p>
<p>Um dos momentos de maior repercussão foi a participação de <b>Geraldo Alckmin</b>, que concorre à reeleição como vice-presidente da República na chapa com o presidente <b>Luiz Inácio Lula da Silva</b> (PT). Sua presença sinalizou o alinhamento e a força da coalizão em nível nacional e estadual, reforçando a mensagem de união. Parlamentares do PSB, como <b>Tabata Amaral</b>, <b>Jonas Donizette</b>, <b>Andrea Werner</b>, <b>Marina Helou</b>, <b>Valdomiro Lopes</b> e <b>Caio França</b>, presidente estadual do partido, também prestigiaram a convenção, evidenciando a mobilização interna da legenda.</p>
<h2>Estratégias de Campanha e Alcance no Interior</h2>
<p>As lideranças presentes abordaram a relevância da participação de <b>Geraldo Alckmin</b> na campanha, especialmente no interior do estado, onde sua vasta experiência como ex-governador por mais de uma década é vista como um trunfo inestimável. <b>Fernando Haddad</b> ressaltou a constante participação de Alckmin em campanhas anteriores, descrevendo-o como um parceiro leal, sensato e democrático, com um histórico de bem-avaliado e muito a contribuir para o desenvolvimento do estado.</p>
<p><b>Simone Tebet</b> detalhou a estratégia de campanha, que prevê a divisão de esforços para percorrer o interior do estado com múltiplos braços e abordagens. Ela explicou que a frente ampla permitirá que diferentes perfis de candidatos e lideranças dialoguem com segmentos específicos da sociedade, como evangélicos, o agronegócio, a agricultura familiar e o setor produtivo. Essa diversidade de interlocução busca otimizar o alcance da mensagem política e garantir que as propostas cheguem a todas as regiões e públicos.</p>
<p><b>Márcio França</b>, por sua vez, ponderou sobre a disponibilidade de Alckmin, considerando seus compromissos inerentes ao cargo de vice-presidente da República. Ele sugeriu que a participação do correligionário seria mais viável em horários alternativos, como fins de semana ou durante períodos de folga, reconhecendo a agenda intensa e as responsabilidades institucionais do vice-presidente, mas sem descartar sua valiosa contribuição.</p>
<p>Para mais informações sobre o processo eleitoral e as regras de campanha, consulte o <a href="https://www.gov.br/tse/pt-br" target="_blank">Tribunal Superior Eleitoral</a>.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/psb-apoia-haddad-franca-vice-tebet-senado-sp/">Partido Socialista Brasileiro sela apoio a Haddad com França vice e projeta Tebet para o senado</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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		<title>PDT paulista formaliza apoio a Haddad e define estratégia para pleito estadual</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 21:28:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[aliança]]></category>
		<category><![CDATA[apoio]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>PDT de São Paulo formaliza apoio a Fernando Haddad para o governo estadual e anuncia candidaturas para o pleito, fortalecendo alianças.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Partido Democrático Trabalhista (PDT) de São Paulo realizou, nesta sexta-feira, sua convenção estadual para oficializar as candidaturas que representarão a legenda nas próximas eleições. O evento, sediado na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), marcou importantes definições políticas e alianças estratégicas que moldarão o cenário eleitoral no estado.</p>
<p>A principal deliberação do encontro foi a confirmação do apoio à candidatura de Fernando Haddad, do Partido dos Trabalhadores (PT), para o governo do estado. Esta aliança reforça um bloco político significativo, projetando um movimento coordenado entre as legendas. A convenção também contou com a presença de figuras proeminentes do cenário político nacional e estadual, sublinhando a relevância das decisões tomadas.</p>
<h2>Aliança majoritária com Fernando Haddad e Márcio França</h2>
<p>A formalização do apoio a Fernando Haddad para o governo de São Paulo representa um passo crucial na articulação das forças políticas. Haddad, que participará da convenção do PT neste sábado, deverá ratificar Márcio França, do Partido Socialista Brasileiro (PSB), como seu candidato a vice-governador, consolidando uma chapa que busca ampliar seu alcance eleitoral. A presença de Haddad no evento do PDT ressaltou a importância da parceria, com o candidato destacando seu histórico de colaboração com o partido.</p>
<p>Durante a convenção, Haddad afirmou ter “sempre feito força para o PDT crescer”, lembrando o espaço concedido ao partido durante sua gestão como prefeito de São Paulo. Márcio França, por sua vez, sinalizou uma perspectiva de futuro ainda mais integrada, ao comentar sobre uma possível fusão entre o PSB e o PDT. “Mais tarde, menos tarde, o PSB e o PDT serão uma coisa só”, declarou França, indicando uma visão de longo prazo para as relações entre as legendas.</p>
<h2>Estratégia para o Senado e as suplências</h2>
<p>Além do governo estadual, o PDT também confirmou seu apoio a duas importantes candidaturas ao Senado: Marina Silva, da Rede Sustentabilidade, e Simone Tebet, do PSB. A estratégia inclui a indicação de nomes do PDT para as suplências, um movimento que pode ter implicações significativas no futuro político. Antonio Neto foi indicado como suplente de Marina Silva, enquanto o ex-prefeito de Araraquara, Marcelo Barbieri, foi designado para a suplência de Simone Tebet.</p>
<p>A relevância dessas vagas de suplência é amplificada pelo histórico de Marina Silva e Simone Tebet como ministras. Caso o atual presidente seja reeleito, existe a possibilidade de ambas voltarem a ocupar cargos ministeriais. Tal cenário, se concretizado, abriria caminho para que seus respectivos suplentes assumissem uma cadeira no Senado, conferindo ao PDT uma representação indireta na Casa legislativa.</p>
<h2>Negociações em curso e o posicionamento do PDT</h2>
<p>As vagas de suplência, no entanto, ainda são objeto de intensas negociações entre os partidos da base aliada. Outras legendas também buscam indicar seus representantes para essas posições estratégicas. Recentemente, o Partido Verde (PV) anunciou a indicação de Roberto Tripoli para a suplência de Marina Silva, evidenciando a disputa por esses espaços.</p>
<p>Carlos Lupi, presidente nacional do PDT, que comandou a convenção, enfatizou a maturidade das discussões. “Os partidos estão negociando com muita consciência”, afirmou Lupi. Ele reiterou o compromisso incondicional do PDT com a candidatura de Haddad, declarando: “O que é certo é que nós vamos apoiar o Haddad (&#8230;), é para isso que nós estamos aqui, sem nenhuma condição.” Este posicionamento sublinha a firmeza da aliança estabelecida.</p>
<h2>Candidaturas proporcionais para o legislativo</h2>
<p>No âmbito das candidaturas proporcionais, o PDT também apresentou uma robusta lista de nomes para as disputas legislativas. Para a Câmara dos Deputados, o partido lançou um total de 60 candidatos. Já para a Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), foram indicados 45 candidatos, que concorrerão às 94 cadeiras de deputado estadual. Essas candidaturas visam fortalecer a bancada do PDT e ampliar sua influência nas decisões legislativas tanto em nível federal quanto estadual.</p>
<p>Para mais informações sobre o processo eleitoral e as regras de candidaturas, consulte o <a href="https://www.tse.jus.br/" target="_blank" rel="noopener dofollow">Tribunal Superior Eleitoral</a>.</p>
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		<title>Decreto presidencial formaliza suporte militar para pleito eleitoral de outubro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 18:58:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[armadas]]></category>
		<category><![CDATA[democracia]]></category>
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		<category><![CDATA[pleito]]></category>
		<category><![CDATA[presidência]]></category>
		<category><![CDATA[transporte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Decreto presidencial autoriza o apoio logístico das Forças Armadas nas eleições de outubro, reforçando segurança e transporte de urnas.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/apoio-militar-eleicoes-outubro-decreto/">Decreto presidencial formaliza suporte militar para pleito eleitoral de outubro</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um decreto presidencial recente formalizou a autorização para que as Forças Armadas prestem apoio logístico essencial às eleições programadas para outubro. A medida, publicada em edição do Diário Oficial da União, reitera um mecanismo de suporte que visa garantir a integridade e a fluidez do processo eleitoral em todo o território nacional. Este tipo de assistência militar é um componente estabelecido da legislação eleitoral do país há décadas, sublinhando a importância da colaboração entre as esferas civil e militar para a realização de pleitos democráticos.</p>
<h2>Apoio militar: um histórico consolidado nas eleições</h2>
<p>A participação das Forças Armadas no suporte aos processos eleitorais brasileiros não é uma novidade, mas uma prática com raízes profundas na legislação. Desde <b>1965</b>, a legislação eleitoral prevê o auxílio dos militares em diversas frentes, reconhecendo a complexidade logística e os desafios de segurança inerentes à organização de eleições em um país de dimensões continentais. Essa previsão legal permite que, em momentos cruciais como o pleito de outubro, a estrutura e a capacidade operacional das Forças Armadas sejam mobilizadas para assegurar que o direito ao voto seja exercido por todos os cidadãos.</p>
<h2>Logística e segurança: pilares do suporte militar</h2>
<p>O decreto presidencial detalha as áreas de atuação das Forças Armadas, que abrangem desde o transporte de materiais até a manutenção da ordem. Os militares são incumbidos de auxiliar no deslocamento de urnas eletrônicas, cédulas e outros materiais eleitorais, especialmente para regiões de difícil acesso, onde a infraestrutura rodoviária pode ser limitada ou inexistente. Além disso, o apoio se estende ao transporte de pessoal envolvido na organização do pleito e, crucialmente, à garantia da segurança pública em localidades que demandem reforço extra. Essa atuação multifacetada é vital para superar barreiras geográficas e sociais, assegurando que o processo eleitoral transcorra sem incidentes e com a máxima eficiência.</p>
<h2>Estrutura eleitoral e requisições de apoio</h2>
<p>A mobilização das Forças Armadas para as eleições segue um rigoroso protocolo institucional, sob a coordenação da Justiça Eleitoral. O emprego dos militares, tanto em termos de locais quanto de períodos, é determinado por requisições específicas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Por sua vez, o <b>TSE</b> avalia e aprova o envio de forças federais para os estados com base em pedidos formulados pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) de cada unidade da federação. Esse sistema de requisição e aprovação assegura que o apoio militar seja direcionado precisamente para onde é mais necessário, otimizando recursos e garantindo a autonomia da Justiça Eleitoral na condução do pleito. Para mais informações sobre a organização eleitoral, consulte o <a href="https://www.tse.jus.br" target="_blank" rel="noopener dofollow">site do TSE</a>.</p>
<h2>O cenário do pleito: eleitorado e cargos em disputa</h2>
<p>As eleições de outubro representarão um momento decisivo para o futuro político do país, envolvendo uma vasta gama de cargos em disputa. Os eleitores serão chamados a escolher não apenas o presidente e o vice-presidente da República, mas também <b>27</b> governadores e seus respectivos vices, <b>513</b> deputados federais, e <b>54</b> senadores, que correspondem a dois terços do Senado Federal. No âmbito estadual e distrital, serão eleitos <b>1.035</b> deputados estaduais e <b>24</b> deputados distritais. A magnitude deste pleito é acentuada pelo tamanho do eleitorado brasileiro, que, em comparação com o ano de <b>2022</b>, registrou um crescimento de <b>1,4%</b>, atingindo a marca de <b>158,7 milhões</b> de cidadãos aptos a votar, conforme dados do Tribunal Superior Eleitoral. O primeiro turno está agendado para o dia <b>4 de outubro</b>, com um eventual segundo turno para cargos majoritários previsto para <b>25 de outubro</b>.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/apoio-militar-eleicoes-outubro-decreto/">Decreto presidencial formaliza suporte militar para pleito eleitoral de outubro</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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