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	<title>Arquivo de rejeição - Jornal Sete</title>
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		<title>PGR e polícia federal rejeitam delação de ex-banqueiro em esquema bilionário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 22:04:55 +0000</pubDate>
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<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/delacao-ex-banqueiro-rejeitada-pgr-pf/">PGR e polícia federal rejeitam delação de ex-banqueiro em esquema bilionário</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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<p>A decisão da PGR, comunicada nesta segunda-feira (15), alinha-se ao posicionamento anterior da Polícia Federal (PF), que também havia recusado a mesma proposta na semana passada. O caso envolve acusações de um vasto esquema de fraudes financeiras, com implicações significativas para o sistema judicial brasileiro e para a recuperação de ativos públicos.</p>
<h2>Rejeição da delação: falta de ineditismo e compromisso com a reparação</h2>
<p>A análise conduzida pelo procurador-geral da República e pelos membros do Ministério Público responsáveis pelo caso concluiu que a proposta de <b>delação</b> premiada não apresentou elementos novos ou informações inéditas que já não tivessem sido reveladas pelas próprias investigações. Para que um acordo de colaboração seja aceito, é fundamental que o colaborador traga fatos desconhecidos ou provas que impulsionem significativamente a apuração criminal.</p>
<p>Além da ausência de dados inovadores, a proposta também foi considerada deficiente em relação ao comprometimento efetivo com a devolução de valores. A recuperação de ativos é um dos pilares centrais exigidos pelo Ministério Público para a concretização de acordos de colaboração, visando ressarcir os cofres públicos e as vítimas. A falta de uma garantia robusta nesse quesito foi um fator determinante para a recusa, conforme o entendimento que já havia sido manifestado pela Polícia Federal.</p>
<p>A recusa de uma <b>delação</b> premiada não é incomum, especialmente quando as informações oferecidas são consideradas insuficientes ou quando o potencial de recuperação de bens não é claro. O processo de negociação de delações exige um equilíbrio entre o interesse do colaborador em obter benefícios e o interesse do Estado em avançar nas investigações e garantir a reparação de danos.</p>
<h2>O esquema bilionário e a situação do ex-banqueiro</h2>
<p>O ex-banqueiro em questão está atualmente detido em Brasília, sob a acusação de liderar um complexo esquema de fraudes financeiras. As investigações da Polícia Federal apontam que as irregularidades podem totalizar um montante bilionário, evidenciando a gravidade das acusações e o impacto potencial sobre o sistema financeiro.</p>
<p>A complexidade e a magnitude do suposto esquema, que envolvem cifras expressivas, ressaltam a importância de uma investigação aprofundada e a necessidade de que qualquer acordo de colaboração traga benefícios claros e efetivos para a apuração dos fatos e a recuperação de possíveis prejuízos. A prisão do ex-banqueiro em Brasília sublinha a seriedade com que as autoridades estão tratando o caso.</p>
<h2>Pedido de transferência e os próximos passos da investigação</h2>
<p>Após a segunda rejeição da proposta de <b>delação</b>, a Polícia Federal solicitou que o ex-banqueiro seja transferido da Superintendência da corporação, em Brasília, de volta para o Complexo da Papuda. A justificativa para o pedido, segundo fontes ligadas à apuração, é que a permanência do acusado no local atual poderia comprometer o andamento das investigações relacionadas ao caso, levantando preocupações sobre a integridade e a segurança das apurações.</p>
<p>A decisão final sobre a solicitação de transferência da PF cabe ao ministro do STF, relator do caso. Antes de qualquer determinação judicial, a Procuradoria-Geral da República também deverá emitir seu parecer sobre o pedido, adicionando uma camada de análise e deliberação ao processo. Este desdobramento indica que o caso continua em fase ativa de apuração e que novas movimentações podem ocorrer em breve, mantendo a atenção sobre os próximos passos da justiça e a evolução das investigações. Para mais informações sobre processos judiciais e o funcionamento do sistema de justiça, consulte fontes confiáveis como o <a href="https://www.stf.jus.br" target="_blank" rel="noopener">site do Supremo Tribunal Federal</a>.</p>
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		<title>Revogação da &#8216;taxa das blusinhas&#8217;: pesquisa de 70% de rejeição popular foi decisiva para o governo</title>
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		<pubDate>Wed, 13 May 2026 16:43:41 +0000</pubDate>
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<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/isencao-compras-internacionais-rejeicao-popular/">Revogação da &#8216;taxa das blusinhas&#8217;: pesquisa de 70% de rejeição popular foi decisiva para o governo</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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<p>A decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de revogar o tributo foi anunciada de maneira improvisada em uma terça-feira, sem a tradicional estratégia de comunicação que acompanha anúncios econômicos de grande porte. Essa abordagem incomum sublinha a urgência e a sensibilidade política do tema, que mobilizou diferentes alas do governo e a opinião pública.</p>
<h2>Pesquisa interna e a impopularidade da tributação</h2>
<p>A pesquisa interna do Palácio do Planalto foi crucial para a revogação da taxa sobre compras internacionais. Com 70% de desaprovação, a medida se destacou negativamente entre todas as iniciativas do governo, sinalizando um forte descontentamento popular.</p>
<p>O anúncio do fim da tributação, feito de forma inesperada, sem coletiva de imprensa ou preparação publicitária, reflete a pressão interna e externa enfrentada pelo Executivo. A ausência de um planejamento formal para a divulgação da notícia demonstra a rapidez com que a decisão precisou ser tomada.</p>
<h2>Pressão externa e o protagonismo do legislativo</h2>
<p>Além dos resultados da pesquisa interna, dois elementos externos foram determinantes para acelerar a revogação da taxa. Primeiramente, o governo temia uma ação proativa do Congresso Nacional, que poderia derrubar a tributação por iniciativa própria, especialmente com o engajamento da oposição. Tal cenário colocaria o Executivo em uma posição reativa, gerando um desgaste político ainda maior.</p>
<p>Em segundo lugar, a intensa repercussão negativa nas redes sociais, amplificada por parlamentares oposicionistas na última semana, elevou o tema a uma prioridade no gabinete presidencial. Em um contexto pré-eleitoral de polarização, a percepção de que qualquer medida capaz de melhorar o humor da população poderia se traduzir em votos foi um peso significativo na balança da decisão presidencial. Para mais informações sobre políticas econômicas, consulte <a href="https://g1.globo.com/economia/" target="_blank">G1 Economia</a>.</p>
<h2>Divergências internas sobre a isenção fiscal</h2>
<p>A manutenção da taxa era defendida por setores técnicos do governo, incluindo o então ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e o vice-presidente Geraldo Alckmin. Os argumentos centravam-se na proteção do setor têxtil e varejista nacional, na prevenção da perda de empregos e no combate a manobras de fracionamento de envios para burlar a fiscalização.</p>
<p>Contudo, o debate político ganhou força ao longo do ano, impulsionado pela primeira-dama, Janja da Silva, e pela ala política do governo. Com a menor participação de Haddad nas discussões diárias no Planalto, o grupo político conseguiu convencer o presidente de que o impacto eleitoral negativo da taxa superava os potenciais ganhos fiscais.</p>
<h2>Novos desafios fiscais após a revogação</h2>
<p>Apesar do alívio popular com a revogação da taxa, o governo agora monitora um novo risco no Congresso. Existe a possibilidade de parlamentares proporem a ampliação da isenção ou a redução de impostos para pequenas empresas do setor têxtil brasileiro.</p>
<p>Se essa pauta avançar, o impacto nas contas públicas poderá ser consideravelmente maior do que o previsto com o fim da taxa de importação. Tal movimento criaria um novo desafio orçamentário para o governo federal, exigindo atenção e estratégias fiscais adicionais.</p>
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		<title>Rejeição eleitoral: pesquisa Quaest aponta desafios regionais para Lula e Flávio Bolsonaro</title>
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		<pubDate>Tue, 12 May 2026 04:59:45 +0000</pubDate>
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<p>Os dados, divulgados nesta quarta-feira (6) e coletados entre os dias 21 e 28 de abril, oferecem um panorama detalhado das percepções em dez estados brasileiros, indicando onde cada pré-candidato enfrenta maior resistência e quais nomes ainda buscam reconhecimento nacional. A análise aprofundada desses resultados é crucial para compreender as dinâmicas políticas futuras e as estratégias que podem ser adotadas pelos diferentes grupos.</p>
<h2>Rejeição de Lula: desafios no Sul e Centro-Oeste</h2>
<p>O presidente Luiz Inácio <b>Lula</b> da Silva (PT) registra seus maiores índices de <b>rejeição</b> em estados do Sul e Centro-Oeste do país, regiões tradicionalmente mais conservadoras. No Paraná, 68% dos eleitores declararam que não votariam no atual presidente, seguido de perto por Goiás, com 66% de rejeição. Outros estados onde Lula enfrenta alta resistência incluem Rio Grande do Sul e São Paulo, ambos com 63%.</p>
<p>Esses números sugerem que, apesar da vitória nas últimas eleições, o presidente ainda precisa trabalhar para conquistar parcelas significativas do eleitorado nessas localidades, que podem ser decisivas em um futuro pleito. A polarização política se reflete claramente nesses dados, delineando os desafios para a base de apoio do governo.</p>
<h2>Flávio Bolsonaro: resistência concentrada no Nordeste</h2>
<p>Em contrapartida, o senador <b>Flávio Bolsonaro</b> (PL) apresenta os maiores percentuais de <b>rejeição</b> em estados da região Nordeste, além de Minas Gerais. Em Pernambuco e na Bahia, 63% dos entrevistados afirmaram que não votariam no senador. No Ceará e em Minas Gerais, a rejeição atinge 57%.</p>
<p>Este padrão de rejeição regional para Flávio Bolsonaro espelha, em certa medida, a divisão política observada em eleições anteriores, onde o Nordeste demonstrou forte apoio a candidaturas de esquerda. Um diretor da Quaest observou que o desempenho de Flávio Bolsonaro se assemelha ao de seu pai em 2022, indicando uma continuidade nas preferências e aversões do eleitorado.</p>
<h2>Conhecimento e aprovação de outros pré-candidatos</h2>
<p>A pesquisa também avaliou o nível de conhecimento e a intenção de voto para outros cinco possíveis candidatos à Presidência. Nomes como <b>Ronaldo Caiado</b> (PSD), <b>Romeu Zema</b> (Novo), <b>Renan Santos</b> (Missão), <b>Cabo Daciolo</b> (Mobiliza) e <b>Augusto Cury</b> (Avante) foram testados, revelando diferentes graus de reconhecimento e aceitação.</p>
<p>Romeu Zema, ex-governador de Minas Gerais, é amplamente conhecido em seu estado (91%), mas enfrenta 53% de rejeição entre os mineiros. Nos demais estados, seu nível de desconhecimento varia de 56% a 75%. Já Ronaldo Caiado, ex-governador de Goiás, é conhecido por 94% dos goianos e bem avaliado, com 76% de intenção de voto em seu estado. Fora de Goiás, o desconhecimento sobre Caiado varia de 54% a 73%.</p>
<p>Cabo Daciolo é conhecido por 50% dos entrevistados apenas no Rio de Janeiro, com 40% de rejeição entre eles. Nos outros nove estados, o desconhecimento varia de 61% a 77%. Renan Santos e Augusto Cury, por sua vez, registram baixo nível de conhecimento em todos os estados pesquisados, com percentuais de desconhecimento variando de 76% a 85% para Santos e de 68% a 87% para Cury.</p>
<h2>Metodologia e abrangência da pesquisa Quaest</h2>
<p>A pesquisa Quaest ouviu um total de 11.646 pessoas, com a coleta de dados realizada entre os dias 21 e 28 de abril. A amostra foi distribuída em dez estados, incluindo São Paulo (1.650 entrevistados), Minas Gerais (1.482), Rio de Janeiro (1.200), Bahia (1.200), Paraná (1.104), Rio Grande do Sul (1.104), Goiás (1.104), Ceará (1.002), Pernambuco (900) e Pará (900).</p>
<p>A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos em São Paulo, e de 3 pontos percentuais para mais ou para menos nos demais estados. O nível de confiança da pesquisa é de 95%, garantindo a robustez dos resultados apresentados. Para mais informações sobre pesquisas eleitorais, consulte o <a href="https://www.tse.jus.br/" target="_blank">Tribunal Superior Eleitoral</a>.</p>
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		<title>Rejeição de Messias ao STF expõe falhas na articulação política do governo</title>
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		<pubDate>Mon, 11 May 2026 05:27:56 +0000</pubDate>
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<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/rejeicao-messias-stf-articulacao-politica/">Rejeição de Messias ao STF expõe falhas na articulação política do governo</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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<p>A sabatina de Messias, que culminou na surpreendente rejeição, revelou uma profunda desconexão entre as projeções internas do partido governista e a realidade do plenário. A expectativa de uma aprovação tranquila foi desfeita por um placar que deixou clara a fragilidade da base de apoio, mesmo em um tema de alta relevância para o Executivo.</p>
<h2>Otimismo Governamental e Projeções Equivocadas</h2>
<p>A articulação política do partido governista havia elaborado uma lista detalhada, prevendo um cenário favorável para a aprovação de Jorge Messias. O documento indicava <b>45</b> senadores como votos certos, com um otimismo que se estendia a figuras de oposição e aliados de governos anteriores. Entre os nomes considerados como apoio, figuravam o senador <b>Ciro Nogueira</b>, do <b>PP</b>, e até mesmo um senador do <b>PL</b>, <b>Eduardo Gomes</b>, o que demonstrava uma aposta na transversalidade política.</p>
<p>Além desses, a lista contabilizava a ex-ministra <b>Tereza Cristina</b>, também aliada de um ex-presidente, como uma possível votante a favor. Outros <b>sete</b> parlamentares do <b>PL</b> – <b>Romário</b>, <b>Izalci Lucas</b>, <b>Marcos Rogério</b>, <b>Wellington Fagundes</b>, <b>Wilder Moraes</b>, <b>Styverson Valentin</b> e <b>Zequinha Marinho</b> – foram classificados na coluna dos “em dúvida”, mas com a esperança de que pudessem ser convertidos. As projeções apontavam para <b>21</b> senadores em dúvida e apenas <b>17</b> contrários, um cenário que se mostrou distante da realidade.</p>
<h2>A Rejeição Histórica e o Alerta Ignorado</h2>
<p>O resultado final da votação contrastou drasticamente com as previsões governamentais. Em vez dos <b>45</b> votos esperados, Jorge Messias obteve apenas <b>34</b> apoios, enquanto os votos contrários somaram <b>42</b>, superando em muito os <b>17</b> previstos. Essa <b>rejeição</b> não apenas frustrou os planos do Executivo, mas também expôs a fragilidade de sua articulação no Senado.</p>
<p>A discrepância nos números não foi uma surpresa para todos. O líder do governo no Congresso, senador <b>Randolfe Rodrigues</b>, alertou o Palácio sobre a imprecisão da contagem interna, confiando mais nas estimativas do presidente do Senado, <b>David Alcolumbre</b>. Pelas contas de Alcolumbre, Messias nunca teria mais de <b>25</b> votos seguros, e cerca de <b>35</b> senadores já estariam convictos pela rejeição, um cenário que se aproximou muito mais do desfecho real.</p>
<h2>Repercussões e a Busca por Responsáveis</h2>
<p>A versão que busca isentar a articulação política governamental da falha sugere que a mobilização para derrubar o nome de Messias teria ocorrido nos dias imediatamente anteriores à votação. Contudo, relatos indicam que o presidente do Senado, <b>David Alcolumbre</b>, já havia alertado <b>José Dirceu</b>, uma figura influente do partido governista, <b>15</b> dias antes da sabatina, sobre a provável não aprovação do nome. Apesar do aviso, <b>Dirceu</b> teria sido tranquilizado por ministros do partido, que garantiam a aprovação.</p>
<p>Atualmente, o partido governista atribui parte da responsabilidade pela rejeição ao ministro do STF, <b>Flavio Dino</b>. Curiosamente, a suplente de <b>Dino</b>, senadora <b>Ana Paula</b>, era contabilizada como um voto certo para Messias na lista otimista do governo. O episódio ressalta a complexidade das dinâmicas políticas no Congresso e a importância de uma articulação robusta e realista para garantir o sucesso de indicações estratégicas.</p>
<p>Para mais informações sobre o funcionamento do Senado Federal e suas atribuições, consulte o site oficial: <a href="https://www.senado.leg.br/" target="_blank" rel="noopener dofollow">Senado Federal</a>.</p>
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		<title>Messias e a derrota no senado: conexões políticas e racha no supremo</title>
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		<pubDate>Fri, 01 May 2026 23:43:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="696" height="398" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777679029710.jpg?fit=696%2C398&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777679029710.jpg?w=1344&amp;ssl=1 1344w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777679029710.jpg?resize=300%2C171&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777679029710.jpg?resize=1024%2C585&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777679029710.jpg?resize=768%2C439&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777679029710.jpg?resize=735%2C420&amp;ssl=1 735w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777679029710.jpg?resize=696%2C398&amp;ssl=1 696w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777679029710.jpg?resize=1068%2C610&amp;ssl=1 1068w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /><p><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777679029710.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777679029710.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777679029710.jpg?zoom=2&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777679029710.jpg?zoom=3&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 450w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A derrota de messias no senado revela uma complexa trama de interesses e divisões internas no supremo tribunal federal e o caso banco master.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/messias-derrota-senado-stf-banco-master-conexoes/">Messias e a derrota no senado: conexões políticas e racha no supremo</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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<p>A análise dos acontecimentos revela que a votação no Senado não foi um evento isolado, mas o desfecho de tensões acumuladas e alianças estratégicas. A controvérsia em torno do Banco Master, em particular, emergiu como um ponto central, conectando figuras proeminentes do judiciário e do legislativo e influenciando diretamente o cenário político que cercava a indicação de Messias.</p>
<h2>O caso Banco Master e suas ramificações políticas</h2>
<p>O caso envolvendo o <b>Banco Master</b> tornou-se um catalisador para a crise política que antecedeu a votação de Messias. As investigações sobre as operações do banco alcançaram ministros do <b>Supremo Tribunal Federal</b> e membros do Congresso Nacional, revelando uma teia de contratos e negócios que geraram questionamentos sobre a imparcialidade e a influência nos altos escalões do poder.</p>
<p>Entre os nomes envolvidos, o ministro <b>Alexandre de Moraes</b> teve a mulher mencionada por um contrato com o empresário <b>Daniel Vorcaro</b>, figura central no banco. Da mesma forma, o ministro <b>Dias Toffoli</b> viu uma empresa ligada a ele negociar parte de um resort com o mesmo empresário. No âmbito legislativo, o presidente do Senado, <b>Davi Alcolumbre</b>, foi impactado pela relação de um fundo de previdência do Amapá, com um indicado seu na gestão, que também realizou negócios com Vorcaro.</p>
<h2>Alianças e desafios internos no Supremo</h2>
<p>As conexões reveladas pelo caso <b>Banco Master</b> se entrelaçaram com as dinâmicas internas do <b>Supremo Tribunal Federal</b>. Observou-se uma proximidade entre o ministro <b>Alexandre de Moraes</b> e o senador <b>Rodrigo Pacheco</b>, este último apoiado por <b>Davi Alcolumbre</b> para uma eventual vaga na Corte. Essa relação sugere um alinhamento de interesses que se contrapunha a outros grupos dentro do STF.</p>
<p>Em contraste, o ministro <b>André Mendonça</b> emergiu como um dos principais articuladores e apoiadores da indicação de <b>Jorge Messias</b>. Curiosamente, após declarar seu apoio, Mendonça assumiu a relatoria do caso <b>Banco Master</b>, dando prosseguimento à investigação. Esse movimento foi interpretado como um fator que poderia impactar tanto <b>Alcolumbre</b> quanto outros ministros da Corte, adicionando uma camada de complexidade à disputa.</p>
<h2>A disputa pela vaga e a percepção governamental</h2>
<p>A indicação de <b>Jorge Messias</b> para o <b>Supremo Tribunal Federal</b> foi percebida como um momento de redefinição de forças dentro da Corte. O avanço do nome de Messias, com o apoio de <b>André Mendonça</b> e outros ministros, foi interpretado como um fortalecimento de um bloco específico, em oposição a outro grupo que incluía <b>Alexandre de Moraes</b>, <b>Dias Toffoli</b> e <b>Flávio Dino</b>, que não demonstravam o mesmo entusiasmo pela candidatura.</p>
<p>Essa disputa não era recente, visto que Messias já havia manifestado interesse na vaga que acabou sendo ocupada por <b>Flávio Dino</b>. Diante da rejeição no Senado, integrantes do governo expressaram a convicção de que houve uma atuação nos bastidores por parte de ministros ligados ao grupo contrário, visando dificultar a aprovação de Messias. A leitura que circulou entre aliados foi direta: uma resistência significativa partiu de dentro do próprio Supremo, com a avaliação de que <a href="https://www.stf.jus.br" target="_blank" rel="noopener dofollow">&#8220;os nossos, no STF, foram contra Messias&#8221;</a>.</p>
<h2>Consequências da decisão parlamentar</h2>
<p>A rejeição da indicação de <b>Jorge Messias</b> pelo Senado representa uma derrota política expressiva para o Palácio do Planalto. O resultado não apenas frustrou a tentativa de emplacar um nome de confiança na mais alta corte do país, mas também expôs as fragilidades das articulações governamentais e a força dos interesses cruzados que operam no cenário político brasileiro.</p>
<p>Este episódio sublinha a complexidade das relações entre os poderes e a influência de casos específicos, como o do <b>Banco Master</b>, na definição de grandes decisões políticas. A derrota de Messias no Senado, portanto, é um reflexo das tensões e alianças que moldam o panorama político e jurídico do Brasil, com repercussões que certamente se estenderão nos próximos meses.</p>
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		<title>Messias e a rejeição no Senado: governo acusa &#8216;golpe&#8217; e articula resposta política</title>
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		<pubDate>Fri, 01 May 2026 13:42:55 +0000</pubDate>
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<p>O episódio, que culminou na noite da última quarta-feira, com 42 votos contrários e apenas 34 favoráveis à sua indicação, acendeu um alerta no Palácio do Planalto. A percepção de que a derrota não foi meramente circunstancial, mas resultado de uma ação coordenada, levou uma ala do governo a declarar um “modo de guerra” para os próximos embates políticos.</p>
<h2>A Derrota de Messias e as Acusações de &#8216;Golpe&#8217;</h2>
<p>Jorge Messias, indicado para preencher a vaga deixada por Luis Roberto Barroso no STF em outubro do ano passado, expressou a interlocutores sua profunda indignação com o resultado da votação no Senado. Ele atribui sua derrota a uma suposta articulação entre o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, além de apontar a atuação do ministro Flávio Dino nos bastidores.</p>
<p>O ex-AGU afirma que a ação direta de ministros do Supremo para influenciar o resultado da sabatina foi explícita. Para Messias, a rejeição não pode ser vista como um mero acaso, mas sim como o desfecho de uma operação cuidadosamente orquestrada, que ele categoriza como um “golpe” contra sua indicação.</p>
<h2>Articulação nos Bastidores: Moraes, Alcolumbre e Dino</h2>
<p>A análise de Messias e de seus aliados aponta para uma “digital explícita” de Alexandre de Moraes e Flávio Dino na operação que resultou em sua não aprovação. Essa percepção sugere que o episódio marca um novo e tenso capítulo na relação entre o governo e o Supremo Tribunal Federal, com a confiança abalada e um clima de desconfiança instaurado.</p>
<p>Nos corredores do poder, a narrativa de uma articulação para barrar a indicação de Messias ganha força. A influência de figuras proeminentes do Judiciário e do Legislativo na votação do Senado é vista como um fator determinante, transformando o que seria um processo institucional em um campo de batalha político.</p>
<h2>Governo em &#8220;Modo de Guerra&#8221; Após o Revés Político</h2>
<p>A reação do governo à derrota de Messias foi imediata e contundente, com integrantes do Planalto repetindo a frase: “Agora é guerra”. O diagnóstico que se consolida no entorno presidencial é que o caso transcendeu a esfera de uma disputa institucional, evoluindo para um confronto político direto e aberto.</p>
<p>Essa postura indica uma mudança na estratégia do Executivo, que agora se prepara para uma reação mais assertiva diante do que considera uma afronta. A busca por mapear os responsáveis pela articulação contra Messias é o primeiro passo para a elaboração de uma resposta política coordenada.</p>
<h2>Cenários Futuros para Messias e Implicações Políticas</h2>
<p>Paradoxalmente, aliados de Jorge Messias avaliam que a derrota no Senado pode abrir novas oportunidades no tabuleiro político. Uma das leituras é que o episódio pode fortalecer a narrativa de um “sistema” atuando contra o governo, potencialmente empurrando figuras como Flávio Bolsonaro para o campo de Davi Alcolumbre e Alexandre de Moraes.</p>
<p>O próprio Messias já projeta seus próximos passos, com um cenário discutido nos bastidores que o levaria ao Ministério da Justiça. Caso essa movimentação se concretize, ele assumiria o comando político da Polícia Federal, o que poderia reconfigurar as dinâmicas de poder dentro do governo e na relação com as instituições de segurança.</p>
<h2>A Tensão com a Polícia Federal e a Escalada do Conflito</h2>
<p>A tensão nos bastidores se intensificou com a revelação de que o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, participou de um jantar na véspera da sabatina de Messias. Essa informação causou indignação no Planalto, adicionando mais um elemento de desconfiança e atrito às relações já fragilizadas.</p>
<p>Com o tom de escalada, Messias assegura a seus aliados que não recuará e que pretende reagir com o apoio irrestrito do presidente Lula. Este cenário sugere que a rejeição de sua indicação ao STF é apenas o início de um período de intensos embates e reconfigurações políticas no cenário nacional. Para mais informações sobre o funcionamento do Senado Federal, acesse o <a href="https://www.senado.leg.br/" target="_blank">site oficial do Senado</a>.</p>
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		<title>Rejeição histórica de nome ao STF expõe fragilidade da base governista no congresso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 11:55:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="696" height="398" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777636547586.jpg?fit=696%2C398&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777636547586.jpg?w=1344&amp;ssl=1 1344w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777636547586.jpg?resize=300%2C171&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777636547586.jpg?resize=1024%2C585&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777636547586.jpg?resize=768%2C439&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777636547586.jpg?resize=735%2C420&amp;ssl=1 735w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777636547586.jpg?resize=696%2C398&amp;ssl=1 696w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777636547586.jpg?resize=1068%2C610&amp;ssl=1 1068w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /><p><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777636547586.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777636547586.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777636547586.jpg?zoom=2&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777636547586.jpg?zoom=3&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 450w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Rejeição histórica de nome ao STF revela fragilidade do governo no Congresso e reconfigura forças políticas no Senado. Entenda as implicações.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/rejeicao-stf-fragilidade-governo-congresso/">Rejeição histórica de nome ao STF expõe fragilidade da base governista no congresso</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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<p>Historicamente, a não aprovação de um nome indicado pela Presidência da República para o STF é um evento raro. Desde a gestão de Floriano Peixoto, entre 1891 e 1894, apenas cinco indicações foram barradas pelo Congresso, todas naquele período. A rejeição de Messias, portanto, quebra um longo jejum e coloca em evidência a dificuldade do atual governo em consolidar uma base de apoio sólida e articulada em seu terceiro mandato.</p>
<h2>Um Precedente Histórico e Seus Efeitos Imediatos</h2>
<p>A votação no Senado Federal, que resultou na rejeição de Jorge Messias, representa um marco na história política recente do Brasil. A necessidade de 41 votos para a aprovação não foi alcançada, culminando em um desfecho que surpreendeu muitos observadores. Este resultado é um indicativo claro de que o governo enfrenta desafios consideráveis na formação de maiorias e na articulação de sua base no Congresso.</p>
<p>A última vez que uma indicação presidencial ao STF foi rejeitada remonta ao século XIX, durante o governo do militar Floriano Peixoto. A repetição desse cenário, após mais de um século, sublinha a magnitude da derrota governamental e a singularidade do momento político atual. A aprovação de Messias na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, com um placar apertado de 16 a 11, já havia antecipado a dificuldade que o governo enfrentaria no plenário.</p>
<h2>Impacto Político e a Fragilidade da Base Governamental</h2>
<p>A derrota na indicação de Messias é vista por analistas como um ponto de inflexão para o governo. O cientista político Creomar de Souza, fundador da consultoria Dharma e professor da Fundação Dom Cabral, avalia que este revés expõe a incapacidade do Executivo de construir uma base forte e coesa no Congresso Nacional. Segundo ele, vitórias anteriores em votações não refletiam a real capacidade de articulação do Planalto.</p>
<p>A composição do Congresso, que se tornou mais conservadora apesar da rejeição eleitoral a figuras como Jair Bolsonaro, aliada à dinâmica das emendas parlamentares, concedeu aos senadores maior poder de ação e posicionamento. Essa conjuntura permitiu que o Senado rejeitasse o nome indicado pelo governo, sinalizando um recado “muito complicado” para a agenda legislativa futura. Há quem sugira que, do ponto de vista legislativo, o governo pode ter chegado a um limite em sua capacidade de avançar pautas importantes.</p>
<h2>A Ascensão de Alcolumbre e o Jogo de Forças no Senado</h2>
<p>A rejeição da indicação de Messias também se traduz em uma vitória para o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Contrário à nomeação, Alcolumbre atuou nos bastidores, pedindo a senadores que votassem contra a indicação. Sua preferência explícita pelo senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) para a vaga no Supremo era conhecida desde que o nome de Messias começou a ser ventilado.</p>
<p>Apesar da vitória, a situação de Alcolumbre é descrita como “dúbia”. Embora tenha conseguido barrar a indicação, ele terá que lidar com o “efeito rebote” dessa ação. Isso pode incluir a perda de indicações que possui na estrutura do governo federal e a necessidade de uma observação cautelosa do cenário eleitoral para definir seus próximos passos. A reconfiguração das forças no Senado coloca Alcolumbre em uma posição de destaque, mas também de delicado equilíbrio.</p>
<h2>Cenários Futuros e Pressões Institucionais</h2>
<p>Com a rejeição, o governo terá que indicar um novo nome para a vaga no STF, sem um prazo definido para tal. Há a possibilidade de que o Senado adie a apreciação de qualquer nova indicação até depois das eleições de outubro, o que adicionaria mais um elemento de incerteza ao cenário político. Essa postura, segundo o analista, já envia um recado tanto para o STF, que se mantém em posição defensiva, quanto para o Planalto, que precisará se reorganizar.</p>
<p>O episódio tende a elevar a pressão institucional, especialmente considerando que parte da Corte atuou nos bastidores em favor da indicação de Messias. A tensão entre os poderes pode se intensificar com a apreciação de outras pautas importantes, como o veto presidencial ao PL da Dosimetria. A expectativa é que o veto seja derrubado, o que pode levar o STF a ser provocado a avaliar a constitucionalidade da redução das penas, criando um novo ponto de atrito com o Congresso e o campo bolsonarista. Para mais informações sobre a política nacional, visite <a href="https://g1.globo.com/politica/" target="_blank" rel="noopener dofollow">G1 Política</a>.</p>
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		<title>Senado rejeita nome de Jorge Messias para o STF e marca revés inédito desde 1894</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 09:53:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="696" height="398" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777629228663.jpg?fit=696%2C398&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777629228663.jpg?w=1344&amp;ssl=1 1344w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777629228663.jpg?resize=300%2C171&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777629228663.jpg?resize=1024%2C585&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777629228663.jpg?resize=768%2C439&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777629228663.jpg?resize=735%2C420&amp;ssl=1 735w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777629228663.jpg?resize=696%2C398&amp;ssl=1 696w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777629228663.jpg?resize=1068%2C610&amp;ssl=1 1068w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /><p><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777629228663.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777629228663.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777629228663.jpg?zoom=2&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777629228663.jpg?zoom=3&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 450w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />rejeição - A indicação de Jorge Messias ao STF foi rejeitada pelo Senado, marcando um revés histórico para o governo. Entenda a votação.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/rejeicao-messias-stf-senado-2/">Senado rejeita nome de Jorge Messias para o STF e marca revés inédito desde 1894</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="696" height="398" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777629228663.jpg?fit=696%2C398&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777629228663.jpg?w=1344&amp;ssl=1 1344w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777629228663.jpg?resize=300%2C171&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777629228663.jpg?resize=1024%2C585&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777629228663.jpg?resize=768%2C439&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777629228663.jpg?resize=735%2C420&amp;ssl=1 735w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777629228663.jpg?resize=696%2C398&amp;ssl=1 696w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777629228663.jpg?resize=1068%2C610&amp;ssl=1 1068w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777629228663.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777629228663.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777629228663.jpg?zoom=2&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1777629228663.jpg?zoom=3&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 450w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Em um desfecho que reverberou nos corredores do poder, a indicação de <b>Jorge Messias</b> para uma vaga no <b>Supremo Tribunal Federal</b> (STF) foi rejeitada pelo Plenário do <b>Senado Federal</b>. O resultado da votação secreta, que ocorreu enquanto o presidente <b>Luiz Inácio Lula da Silva</b> estava no Palácio do Alvorada, representa um revés significativo para o governo e marca um precedente histórico na relação entre os poderes.</p>
<p>A decisão dos senadores é a primeira de seu tipo em 130 anos, tornando-se um marco desde <b>1894</b>, quando indicações presidenciais para a mais alta corte do país foram barradas. Após a votação, <b>Messias</b> se encontrou com o presidente <b>Lula</b>, acompanhado pelo líder do governo no <b>Senado</b>, <b>Jaques Wagner</b>, e pelo ministro da Secretaria de Relações Institucionais, <b>José Guimarães</b>, para discutir o cenário pós-rejeição.</p>
<h2>A rejeição histórica no Plenário do Senado</h2>
<p>A votação no Plenário do <b>Senado</b> resultou em 42 votos contrários à indicação de <b>Jorge Messias</b>, 34 a favor e uma abstenção. Para que sua nomeação fosse aprovada, o advogado-geral da União precisava do apoio de, no mínimo, 41 dos 81 senadores, ou seja, a maioria absoluta da Casa. A derrota no Plenário contrariou a aprovação prévia obtida na <b>Comissão de Constituição e Justiça</b> (CCJ) do <b>Senado</b>, onde <b>Messias</b> havia sido aprovado por 16 votos a 11.</p>
<p>Este resultado sublinha a autonomia do <b>Senado</b> em relação às indicações presidenciais e a complexidade das articulações políticas necessárias para aprovações em cargos de alta relevância. A votação secreta adicionou uma camada de imprevisibilidade ao processo, refletindo as diversas correntes de pensamento e interesses dentro do corpo legislativo.</p>
<h2>A reação de Messias e os próximos passos do governo</h2>
<p>Após a divulgação do resultado, <b>Jorge Messias</b> expressou sua gratidão pelos votos recebidos e demonstrou aceitação da decisão do <b>Senado</b>. Em suas palavras, &#8220;a vida é assim, tem dias de vitórias e dias de derrotas. Nós temos que aceitar. O Plenário do <b>Senado</b> é soberano&#8221;. Ele afirmou ter cumprido seu propósito ao se submeter à sabatina &#8220;de coração aberto, de alma leve&#8221;, falando a verdade sobre o que pensa e sente.</p>
<p>Com a <b>rejeição</b>, a mensagem de indicação de <b>Messias</b> foi oficialmente arquivada. Agora, o presidente <b>Lula</b> terá a tarefa de enviar um novo nome para preencher a vaga no <b>Supremo Tribunal Federal</b>, que ficou em aberto com a aposentadoria de <b>Luís Roberto Barroso</b> no final do ano passado. A escolha de um novo candidato exigirá uma nova rodada de negociações e avaliações políticas.</p>
<h2>Precedentes históricos: um olhar sobre rejeições anteriores</h2>
<p>A última vez que o <b>Senado Federal</b> rejeitou uma indicação para ministro do <b>Supremo Tribunal Federal</b> foi em <b>1894</b>, durante o governo do marechal <b>Floriano Peixoto</b>. Naquela ocasião, cinco nomes foram barrados pelos senadores, são eles:</p>
<ul>
<li><b>Barata Ribeiro</b></li>
<li><b>Innocêncio Galvão de Queiroz</b></li>
<li><b>Ewerton Quadros</b></li>
<li><b>Antônio Sève Navarro</b></li>
<li><b>Demosthenes da Silveira Lobo</b></li>
</ul>
<p>Este histórico ressalta a raridade e a gravidade da recente decisão do <b>Senado</b>, colocando-a em um contexto de mais de um século sem ocorrências semelhantes. A análise desses precedentes oferece uma perspectiva sobre a dinâmica do poder e a independência do legislativo em momentos cruciais da história republicana.</p>
<h2>O perfil do indicado e o contexto da escolha</h2>
<p><b>Jorge Messias</b>, que atualmente ocupa o cargo de ministro da <b>Advocacia-Geral da União</b> (AGU), era a terceira indicação do presidente <b>Lula</b> para uma vaga no <b>STF</b> em seu atual mandato. Anteriormente, <b>Cristiano Zanin</b> e <b>Flávio Dino</b> tiveram seus nomes aprovados pelo <b>Senado</b> e já integram a Corte. A escolha de <b>Messias</b> refletia a confiança do governo em seu perfil técnico e jurídico.</p>
<p>A <b>rejeição</b> de <b>Messias</b> pode influenciar as futuras escolhas do presidente <b>Lula</b> para o <b>STF</b>, levando a uma análise ainda mais criteriosa dos nomes e das articulações políticas necessárias para garantir a aprovação no <b>Senado</b>. O episódio reforça a importância do diálogo e da construção de consensos entre os poderes para a governabilidade e a estabilidade institucional do país. Para mais informações sobre o funcionamento do <b>Senado Federal</b>, acesse o <a href="https://www.senado.leg.br/">site oficial</a>.</p>
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		<title>Senado rejeita indicação de Jorge Messias ao STF em votação histórica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 23:26:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="696" height="464" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777505189630.png?fit=696%2C464&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777505189630.png?w=1536&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777505189630.png?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777505189630.png?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777505189630.png?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777505189630.png?resize=630%2C420&amp;ssl=1 630w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777505189630.png?resize=696%2C464&amp;ssl=1 696w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777505189630.png?resize=1068%2C712&amp;ssl=1 1068w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777505189630.png?w=1392&amp;ssl=1 1392w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /><p><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777505189630.png?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777505189630.png?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777505189630.png?zoom=2&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777505189630.png?zoom=3&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 450w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A rejeição da indicação de Jorge Messias ao STF pelo Senado marca um precedente histórico desde 1894, exigindo nova escolha de Lula.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/rejeicao-messias-stf-senado/">Senado rejeita indicação de Jorge Messias ao STF em votação histórica</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="696" height="464" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777505189630.png?fit=696%2C464&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777505189630.png?w=1536&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777505189630.png?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777505189630.png?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777505189630.png?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777505189630.png?resize=630%2C420&amp;ssl=1 630w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777505189630.png?resize=696%2C464&amp;ssl=1 696w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777505189630.png?resize=1068%2C712&amp;ssl=1 1068w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777505189630.png?w=1392&amp;ssl=1 1392w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777505189630.png?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777505189630.png?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777505189630.png?zoom=2&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1777505189630.png?zoom=3&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 450w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Em um desfecho que marca um precedente significativo na história política brasileira, o Senado Federal rejeitou a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). A decisão, tomada em votação secreta no Plenário, representa a primeira vez desde <b>1894</b> que os senadores barram um nome proposto pela Presidência da República para a mais alta corte do país, sublinhando a autonomia e o poder de fiscalização do Poder Legislativo sobre as escolhas do Executivo.</p>
<p>A rejeição de Messias gerou amplas discussões sobre o processo de nomeação para o STF e as dinâmicas entre os poderes. O advogado-geral, que havia participado de uma sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, expressou-se publicamente pela primeira vez após o resultado, em um momento de grande comoção.</p>
<h2>A Decisão Inédita do Senado Federal e a Rejeição</h2>
<p>A votação no Plenário do Senado resultou em <b>42</b> votos contrários à indicação de Jorge Messias, <b>34</b> votos favoráveis e <b>uma</b> abstenção. Para que a nomeação fosse aprovada, o ministro de Lula precisava do apoio de, no mínimo, <b>41</b> dos <b>81</b> senadores, o que corresponde à maioria absoluta da Casa. O resultado final, portanto, não alcançou o quórum necessário para a aprovação, culminando na rejeição da indicação.</p>
<p>Este episódio resgata um marco histórico, pois a última vez que o Senado havia rejeitado uma indicação presidencial para o STF foi há mais de um século, em <b>1894</b>. Tal fato confere à atual decisão um peso institucional considerável, reforçando o papel do Senado como um filtro essencial para a composição do Poder Judiciário e um baluarte na garantia do equilíbrio entre os poderes da República.</p>
<h2>O Processo de Sabatina e a Aprovação na CCJ</h2>
<p>Antes de ser submetida ao Plenário, a indicação de Jorge Messias passou por uma sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. Durante a sessão, realizada no Congresso Nacional, em Brasília (DF), o advogado-geral da União apresentou suas credenciais e respondeu a questionamentos dos senadores sobre sua visão jurídica, trajetória profissional e posicionamentos em temas relevantes para o país.</p>
<p>Na CCJ, a indicação de Messias obteve aprovação por <b>16</b> votos a <b>11</b>, um resultado que indicava um certo apoio inicial. No entanto, a aprovação na comissão é apenas uma etapa preliminar. A decisão final e soberana cabe ao Plenário do Senado, que, neste caso, divergiu do parecer da CCJ, demonstrando a complexidade e a imprevisibilidade do processo de aprovação de nomes para cargos de alta relevância.</p>
<h2>Implicações e o Futuro da Vaga no STF</h2>
<p>Com a <b>rejeição</b> da indicação de Jorge Messias, a mensagem presidencial que propunha seu nome foi oficialmente arquivada. Este desfecho impõe ao presidente Lula a tarefa de selecionar e apresentar um novo nome para preencher a vaga deixada pelo ministro Luis Roberto Barroso no Supremo Tribunal Federal. A nova indicação, assim como a anterior, precisará passar por todo o rito de aprovação no Senado, incluindo a sabatina na CCJ e a votação no Plenário.</p>
<p>A escolha de um ministro para o STF é um ato de grande importância política e jurídica, pois os indicados ocupam cadeiras vitalícias e têm o poder de moldar a jurisprudência do país por décadas. A necessidade de uma nova indicação e a recente demonstração de rigor do Senado podem influenciar as futuras escolhas do Executivo, levando a uma análise ainda mais criteriosa dos perfis a serem propostos. Para mais informações sobre o STF, visite <a href="https://www.stf.jus.br/" target="_blank" rel="noopener dofollow">o site oficial do Supremo Tribunal Federal</a>.</p>
<h2>A Reação do Advogado-Geral da União</h2>
<p>Após a divulgação do resultado da votação, Jorge Messias se manifestou publicamente pela primeira vez. O advogado-geral da União, que participava da sabatina na CCJ do Senado quando a decisão do Plenário foi anunciada, foi visto visivelmente comovido, utilizando um lenço para enxugar os olhos. Sua reação reflete a intensidade e o impacto pessoal de um processo de indicação para um cargo tão almejado e de tamanha envergadura institucional.</p>
<p>Apesar do revés, a postura de Messias, que é o advogado-geral da União, cargo de grande relevância na estrutura do governo, demonstra a complexidade emocional e profissional envolvida em indicações de alto escalão. O episódio, sem dúvida, será um ponto de referência para futuras análises sobre as relações entre os poderes e o processo de escolha de magistrados para o Supremo Tribunal Federal.</p>
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		<title>Estratégias eleitorais: presidenciáveis ajustam planos para conquistar eleitorado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 05:14:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="696" height="440" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1776402853718.jpg?fit=696%2C440&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Estratégias eleitorais: presidenciáveis ajustam planos para conquistar eleitorado" decoding="async" loading="lazy" /><p><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1776402853718.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Estratégias eleitorais: presidenciáveis ajustam planos para conquistar eleitorado" decoding="async" loading="lazy" />Estratégias eleitorais de pré-candidatos à presidência são detalhadas, focando em popularidade e redução de rejeição para as próximas campanhas.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="696" height="440" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1776402853718.jpg?fit=696%2C440&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Estratégias eleitorais: presidenciáveis ajustam planos para conquistar eleitorado" decoding="async" loading="lazy" /><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_1776402853718.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Estratégias eleitorais: presidenciáveis ajustam planos para conquistar eleitorado" decoding="async" loading="lazy" /><p>Com a proximidade do período eleitoral, pré-candidatos à Presidência da República intensificam a elaboração de suas estratégias de comunicação e a definição do perfil que desejam apresentar aos eleitores. O objetivo central é otimizar a percepção pública, visando o crescimento nas pesquisas e a ampliação da popularidade.</p>
<p>Nomes como o presidente <b>Luiz Inácio Lula da Silva</b> (PT) e o senador <b>Flávio Bolsonaro</b> (PL) concentram esforços na redução de rejeições, combatendo o antipetismo e o antibolsonarismo, respectivamente. Paralelamente, os ex-governadores <b>Ronaldo Caiado</b> (PSD) e <b>Romeu Zema</b> (Novo) buscam expandir o reconhecimento de seus nomes em nível nacional, consolidando-se como opções viáveis no cenário político. As análises apresentadas são fruto de levantamentos junto a estrategistas, marqueteiros e interlocutores das campanhas dos quatro pré-candidatos que obtiveram os maiores índices de intenção de voto na última pesquisa Datafolha.</p>
<h2>Lula e o PT: foco em endividamento e soberania nacional</h2>
<p>A equipe do presidente <b>Luiz Inácio Lula da Silva</b> e do PT tem direcionado sua atenção para questões econômicas que afetam diretamente o cotidiano dos brasileiros. Uma das principais preocupações é o alto nível de endividamento da população, que tem consumido grande parte da renda e, consequentemente, impactado a popularidade do governo, ofuscando medidas como a isenção do imposto de renda.</p>
<p>Um documento interno do partido, elaborado pelo marqueteiro <b>Raul Rabelo</b>, aponta o tema do endividamento como central na comunicação. Diante disso, o governo estuda a implementação de um novo programa para o pagamento de dívidas, com a possível liberação do uso do FGTS, conforme confirmado pelo ministro da Fazenda, <b>Dario Durigan</b>. Outro ponto estratégico é a questão dos preços dos combustíveis. O governo já anunciou medidas para conter os impactos de conflitos internacionais, como o aumento da fiscalização e a isenção de impostos sobre o biodiesel e o querosene de aviação. Estrategistas do PT orientaram a bancada a associar a alta dos combustíveis a ações de governos anteriores, buscando relacionar a família Bolsonaro à proximidade com líderes estrangeiros.</p>
<p>A defesa da soberania brasileira também emerge como um pilar importante da campanha. Avalia-se que o tema ressoa fortemente com o eleitorado, especialmente em momentos de tensões internacionais. Sob orientação do ministro da Secretaria de Comunicação, <b>Sidônio Palmeira</b>, o presidente defendeu publicamente o Pix, em um movimento que contrasta com críticas externas.</p>
<h2>Flávio Bolsonaro e o PL: busca por apoio feminino e do mercado</h2>
<p>O senador <b>Flávio Bolsonaro</b> e sua equipe do PL reconhecem a necessidade de fortalecer a base de apoio junto ao eleitorado feminino. Uma das estratégias consideradas para mitigar resistências é a escolha de uma mulher para a vice-presidência na chapa. Nomes como as deputadas federais <b>Simone Marquetto</b> (PP-SP) e <b>Clarissa Tércio</b> (PP-PE), e a senadora <b>Teresa Cristina</b> (PP-MS) estão em avaliação, com a decisão final prevista para após o mês de junho.</p>
<p>Além disso, interlocutores indicam que o pré-candidato deve focar em pautas como o endurecimento das penas para crimes de violência contra a mulher. No âmbito econômico, há um esforço para que <b>Flávio Bolsonaro</b> se aproxime do mercado financeiro e demonstre uma postura liberal. O senador tem realizado reuniões com empresários e planeja indicar um nome técnico para o Ministério da Economia, com foco na responsabilidade fiscal e no controle dos gastos públicos para gerar um ambiente seguro para investimentos.</p>
<p>Uma proposta de emenda à Constituição (PEC) protocolada pelo senador no início de março, que proíbe a reeleição para o cargo de presidente da República, também faz parte da estratégia. A medida, que valeria a partir de 2030, é vista como um gesto de <b>Flávio Bolsonaro</b> para atrair o apoio de outros partidos, abrindo caminho para novas lideranças no futuro.</p>
<h2>Ronaldo Caiado: alternativa à polarização e força no agronegócio</h2>
<p>O ex-governador de Goiás, <b>Ronaldo Caiado</b> (PSD), planeja se posicionar como uma “alternativa à polarização” política. Apesar de sua trajetória ligada a pautas da direita, o marqueteiro <b>Paulo Vasconcelos</b> enfatiza que a campanha buscará mostrar que Caiado oferece uma proposta “acima da ideologia”, focada em resultados práticos para a população.</p>
<p>A estratégia inclui destacar o que há de “melhor da direita” em sua atuação, como a responsabilidade fiscal e projetos de segurança pública, ao mesmo tempo em que ressalta “valores da esquerda”, como a preocupação com a saúde e a vacinação durante a pandemia. A longa e bem-sucedida trajetória de <b>Caiado</b> no agronegócio, com a implementação de políticas favoráveis ao setor em Goiás, será um ponto forte da campanha, buscando consolidar o apoio de um dos “principais motores do país”.</p>
<p>A experiência de oito anos à frente do governo de Goiás, onde obteve alta aprovação, será utilizada para convencer o eleitorado sobre sua capacidade de gestão. O principal desafio, segundo <b>Vasconcelos</b>, é tornar <b>Caiado</b> conhecido para além das fronteiras de Goiás, buscando uma comparação com outros pré-candidatos que carecem de experiência executiva, mas evitando críticas diretas neste momento. Para mais informações sobre o cenário político, <a href="https://www.g1.globo.com/politica" target="_blank">clique aqui</a>.</p>
<h2>Romeu Zema: bandeiras anticorrupção e liberalismo econômico</h2>
<p>O ex-governador de Minas Gerais, <b>Romeu Zema</b> (Novo), tem como um dos pilares de sua campanha a luta contra a corrupção e os privilégios. Seu marqueteiro, <b>Renato Pereira</b>, propõe o mantra de “acabar com a farra dos intocáveis”, defendendo uma agenda forte contra a corrupção e os chamados “penduricalhos”. A estratégia inclui críticas aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), exigindo maior transparência dos magistrados.</p>
<p>Essa linha de atuação está alinhada às diretrizes do partido Novo, que recentemente aprovou o compromisso de seus candidatos ao Senado em defender a responsabilização e eventual impeachment de ministros do STF em casos de crimes de responsabilidade ou abuso de autoridade. Na esfera econômica, <b>Zema</b> busca acenos ao mercado com bandeiras liberais, como a defesa da privatização de empresas estatais e o corte do número de ministérios, seguindo o modelo de redução de secretarias implementado em Minas Gerais.</p>
<p>A campanha de <b>Zema</b> também focará em regiões estratégicas para expandir seu reconhecimento. As viagens e articulações serão concentradas no Sul e Sudeste do país, áreas que seu marqueteiro denomina de “Agro Ampliado” e onde o potencial de votos para pautas mais conservadoras é considerado maior. Embora não exclua outras regiões, o foco inicial visa consolidar sua base eleitoral nesses estados.</p>
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