O vereador Artur Takayama (PL) esteve hoje (20) pela manhã em frente ao número 1.248 da rua Baruel, na região central, para cobrar a retirada de fios emaranhados que estão abandonados no local.
“Estou cobrando há semanas”, diz o parlamentar. “Se um caminhão passar aqui, pode arrebentar tudo”, prevê.
A proprietária da loja de móveis que fica em frente ao local, Luciana Costa, disse que trocaram o poste de lugar, mas deixaram os fios. “Várias pessoas que passaram em frente à loja já me ligaram para perguntar o que está acontecendo”, afirma.
Em 5 de agosto, Takayama encaminhou uma indicação ao prefeito Pedro Ishi (PL), para pedir solução para o problema dos fios e cabos abandonados na rua Baruel, devido aos transtornos que estão causando. O parlamentar também enviou, no dia 13 de agosto, um ofício à EDP, concessionária responsável pelo serviço de energia elétrica no município, pedindo providências.
A EDP respondeu, no dia 15 de agosto, que a adequação no local seria realizada no prazo de três dias corridos, o que não aconteceu. “É uma situação que causa vergonha”, lamenta.
Histórico
Desde que assumiu seu primeiro mandato, em 2021, o parlamentar vem pedindo solução para a questão, que ano após ano só piora, já que o compartilhamento da rede de distribuição de energia elétrica por prestadores de serviços ou de interesse coletivo aumenta a cada dia.
“É um grande descaso com a população, pois esses fios e cabos, quando deixam de ser utilizados, são abandonados nas ruas e calçadas, contribuindo com a poluição visual da cidade e trazendo grande risco de acidentes por quem passa a pé, de bicicleta, moto ou outros veículos”, salienta. “É de suma importância que sejam tomadas providências em relação aos critérios básicos para ocupação e compartilhamento de infraestrutura de rede de distribuição de energia elétrica por prestadores de serviços de telefonia, comunicação, internet, TV a cabo, transmissão de dados e outros serviços públicos ou de interesse coletivo”, argumenta.
Takayama lembra que, desde 17 de setembro de 2021, existe a lei complementar 012, de autoria do Executivo, que estabelece normas e medidas administrativas a serem aplicadas nestes casos. A cobrança para que a legislação seja cumprida já foi feita por Takayama às secretarias de Governo, de Manutenção e Serviços Urbanos, sem que o problema tenha sido resolvido.
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