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Trajetória e falecimento da juíza Mariana Francisco Ferreira após procedimento médico

A trajetória profissional de Mariana Francisco Ferreira

A magistratura brasileira lamenta a perda precoce da juíza Mariana Francisco Ferreira, que faleceu na quarta-feira (6) após complicações decorrentes de um procedimento de reprodução assistida. Natural de Niterói, no Rio de Janeiro, Mariana nutria o sonho de seguir a carreira jurídica desde a sua adolescência, concretizando esse objetivo após uma sólida formação acadêmica.

Formada pela Faculdade Nacional de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a magistrada iniciou sua preparação intensiva para concursos em 2018. Antes de ingressar na magistratura em 2023, ela acumulou experiência profissional atuando como advogada no estado de São Paulo, consolidando o conhecimento técnico que marcaria sua breve, porém dedicada, trajetória no Judiciário.

Atuação no Judiciário e reconhecimento institucional

No Rio Grande do Sul, Mariana Francisco Ferreira deixou sua marca em diversas unidades judiciárias. Sua carreira incluiu passagens pela 1ª Vara Regional de Garantias da Comarca de Porto Alegre e pelas 1ª e 2ª Varas Criminais de São Luiz Gonzaga. No momento de seu falecimento, ela atuava na Vara Criminal da Comarca de Sapiranga.

O impacto de sua partida foi sentido profundamente por colegas e instituições. O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) decretou luto oficial de três dias em sinal de respeito. A Associação dos Juízes do Rio Grande do Sul (Ajuris) também manifestou profundo pesar, destacando o entusiasmo e a dedicação da magistrada com o exercício de suas funções.

Investigação sobre as circunstâncias do óbito

O caso, registrado como morte suspeita e acidental, está sob investigação policial para determinar as causas exatas do óbito. As autoridades buscam esclarecer se houve falhas no atendimento médico prestado durante a coleta de óvulos ou se a fatalidade decorreu de complicações inerentes ao procedimento cirúrgico realizado em Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo.

Conforme o boletim de ocorrência, a juíza passou pelo procedimento na segunda-feira (4) e, após receber alta, apresentou dores intensas e hemorragia. Apesar de ter sido levada de volta à clínica e posteriormente transferida para a Maternidade Mogi Mater, onde passou por cirurgia e tratamento em Unidade de Terapia Intensiva (UTI), a magistrada não resistiu a paradas cardiorrespiratórias.

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