O Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República realizou uma retificação em uma portaria que designava assistentes para a Secretaria de Segurança Presidencial. A medida, publicada em uma edição extra do Diário Oficial da União (DOU) nesta segunda-feira, 22 de junho de 2026, corrige um erro notável que havia incluído nomes fictícios no documento oficial.
A portaria original havia gerado repercussão ao listar um major do Exército identificado como ‘Fulano de Tal’ e um tenente da Polícia Militar do Distrito Federal como ‘Cicrano de Tal’. A correção visa assegurar a transparência e a precisão na nomeação de militares para cargos estratégicos dentro da estrutura de segurança do país.
Retificação crucial para a segurança presidencial
A nova versão da Portaria Nº 172, datada de 19 de junho de 2026, foi republicada com as devidas alterações em uma edição extra do Diário Oficial da União. O documento, assinado por Vinícius Damasceno do Nascimento, diretor do Departamento de Gestão da Secretaria-Executiva do GSI, agora lista os nomes reais dos militares designados para as funções de assistentes na Secretaria de Segurança Presidencial. Esta ação demonstra o compromisso do órgão com a exatidão e a transparência em seus atos administrativos, especialmente aqueles que envolvem a estrutura de segurança mais alta do país.
A edição extra do DOU que trouxe a correção incluiu uma observação de rodapé explícita: ‘Republicada por ter saído com incorreção do original no DOU Nº 114, na Seção 2, de 22 de junho de 2026, página 3’. Essa nota oficial não apenas valida a retificação, mas também reforça a natureza pública e a importância de manter a integridade e a credibilidade dos registros governamentais, que servem como fonte primária de informação para a cidadania e a imprensa.
Os nomes corretos e as novas designações de assistentes
Em substituição aos termos genéricos ‘Fulano de Tal’ e ‘Cicrano de Tal’, a portaria corrigida designa agora três militares específicos para as posições de assistentes. Estes incluem dois sargentos da Marinha e um sargento do Exército, cujos nomes foram devidamente inseridos no documento oficial. Além desses, um quarto nome, também de um sargento da Marinha, que já constava na versão inicial da portaria, foi mantido no texto republicado, consolidando a equipe de apoio.
A designação desses profissionais é fundamental para o funcionamento da Secretaria de Segurança Presidencial, um braço vital do GSI que desempenha um papel estratégico na proteção e no suporte às atividades do Presidente da República e de sua equipe. A precisão na identificação dos servidores públicos é um pilar da administração pública, garantindo a responsabilidade e a confiança nas nomeações para cargos de tamanha relevância.
O contexto da incorreção e a resposta ágil do GSI
A necessidade de retificação surgiu após a publicação da portaria original, que rapidamente chamou a atenção para a inusitada inclusão de nomes fictícios em um documento oficial. A repercussão na mídia, incluindo uma reportagem do g1, foi um catalisador para a ação do GSI, que prontamente anunciou que o documento seria corrigido. Essa agilidade na resposta sublinha a seriedade com que o órgão trata a correção de seus atos e a importância de manter a credibilidade perante a opinião pública e as demais instituições.
Além da questão dos nomes dos designados, o texto original apresentava um erro de grafia na palavra ‘Sicrano’, que foi escrita com ‘C’ em vez de ‘S’. Embora possa parecer um detalhe menor, a correção ortográfica em documentos oficiais é crucial para a manutenção do padrão linguístico e da formalidade exigida em publicações governamentais. O termo ‘Sicrano’, conforme o dicionário Aulete, é utilizado para se referir à segunda de três pessoas mencionadas intencionalmente de forma indeterminada, seguindo ‘Fulano’ e antecedendo ‘Beltrano’, indicando uma falha na revisão do texto inicial.
O Gabinete de Segurança Institucional atua diretamente na assessoria e apoio ao Presidente da República em assuntos de segurança e defesa.

