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Apoio à campanha presidencial mobiliza ministros e aliados em reta final do primeiro turno

Com a proximidade do primeiro turno das eleições, membros do governo e aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se afastaram temporariamente de seus cargos. A medida visa intensificar a participação na campanha de reeleição do atual presidente, concentrando esforços na reta final antes da votação.

A estratégia envolve tanto ministros que solicitaram licença não remunerada quanto outros aliados que optaram por tirar férias, dedicando-se integralmente à articulação e mobilização política em diferentes regiões do país. Essa movimentação sublinha a importância atribuída à fase decisiva da disputa eleitoral.

Mobilização da campanha: ministros palacianos em licença

Dois ministros solicitaram licença temporária não remunerada para se dedicarem à campanha. Entre eles, o responsável pela Secretaria-Geral da Presidência e o titular da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência. Ambos são considerados ministros palacianos, com atuação direta no Palácio do Planalto.

A licença do ministro da Secretaria-Geral foi formalizada no início da semana, com seu retorno previsto para a semana seguinte. Durante sua ausência, o secretário-executivo assume o comando da pasta. Este ministro já vinha conciliando suas funções governamentais com a coordenação da campanha presidencial, tendo experiência prévia em coordenação de campanhas eleitorais.

Desde a semana anterior, ele tem participado ativamente de uma caravana em um estado do sudeste, percorrendo periferias e cidades da região metropolitana. As atividades incluem carreatas, caminhadas e panfletagens, somando dezenas de eventos de mobilização. O ministro da Secretaria de Relações Institucionais também se licenciou temporariamente, com o secretário-executivo assumindo a pasta. Ele está em um estado do nordeste, reforçando a campanha presidencial na região.

Apoio estratégico: aliados em férias dedicam-se à articulação política

Além dos ministros em licença, outros aliados importantes do governo também se afastaram de suas funções para contribuir com a campanha. O presidente de uma instituição financeira de desenvolvimento, um aliado histórico, tirou férias para atuar na mobilização desde o início da semana. Ele foi figura central na elaboração do plano de governo da campanha anterior e na coordenação dos grupos técnicos de transição.

Este aliado tem contribuído de forma voluntária, acompanhando agendas do presidente e atuando como conselheiro econômico. Nesta semana, participou de comícios em diferentes estados, incluindo regiões norte e nordeste. Outro ministro, da pasta de Minas e Energia, também tirou férias na última semana para se dedicar à campanha, com seu período de afastamento se estendendo até o final da semana corrente.

A movimentação desses quadros demonstra a intensidade da campanha presidencial na fase final do primeiro turno, com a mobilização de figuras-chave do governo e de sua base de apoio para garantir a máxima capilaridade e engajamento eleitoral.

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