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Alto Tietê registra expressivo aumento de empregos formais em agosto, aponta Caged

O mercado de trabalho formal na região do Alto Tietê demonstrou um vigoroso crescimento em agosto, com a criação de 1.481 novos postos de trabalho. Este resultado representa um aumento significativo de 23,42% no saldo de empregos em comparação com o mesmo período do ano anterior, conforme os dados mais recentes divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

A expansão é um indicativo positivo para a economia local, que viu o número de vagas saltar de 1.200 para 1.481, configurando um acréscimo de 281 postos. O saldo, que reflete a diferença entre o total de contratações e desligamentos, aponta para uma dinâmica favorável na geração de oportunidades.

Expansão do mercado de trabalho formal na região

Durante o mês de agosto, as dez cidades que compõem o Alto Tietê registraram um total de 17.591 admissões, superando os 16.110 desligamentos. Essa performance é superior à observada em agosto do ano anterior, quando foram contabilizadas 17.232 contratações e 16.032 desligamentos, evidenciando uma melhora na capacidade de absorção de mão de obra qualificada.

Oito dos dez municípios da região apresentaram um saldo positivo na geração de empregos. Apenas Biritiba-Mirim e Poá registraram um número maior de desligamentos do que de admissões, indicando desafios pontuais em seus respectivos mercados de trabalho.

Desempenho variado entre os municípios do Alto Tietê

Entre as cidades com desempenho positivo, Suzano se destacou com o maior saldo da região, gerando 525 vagas formais. Este resultado foi impulsionado por 2.969 contratações e 2.444 desligamentos, contrastando com o fechamento de 193 postos de trabalho registrado no mesmo mês do ano anterior.

Na sequência, Mogi das Cruzes contribuiu com 507 novas vagas. Apesar de ter liderado em número de contratações, com 6.512 admissões, o município também registrou 6.005 desligamentos. O saldo atual, contudo, ficou abaixo das 600 vagas apuradas em agosto do ano passado.

Itaquaquecetuba garantiu o terceiro maior saldo, com 195 postos de trabalho. Entretanto, este número representa uma queda em relação às 320 vagas criadas em agosto de 2025. Por outro lado, Arujá demonstrou crescimento, passando de 104 para 161 vagas no período, consolidando sua recuperação no cenário regional.

Cidades com saldo negativo e recuperação de postos

Em Biritiba-Mirim, o cenário foi de retração, com o fechamento de 29 vagas em agosto, resultado de 124 admissões e 153 desligamentos. O município já havia apresentado um saldo negativo de 15 postos no mesmo mês do ano anterior, indicando uma persistência nas dificuldades de geração de emprego.

Poá também enfrentou um mês desafiador, com a perda de 14 vagas, decorrente de 1.450 contratações e 1.464 desligamentos. Este dado contrasta fortemente com o saldo positivo de 353 postos de trabalho que a cidade havia registrado em agosto de 2025, sinalizando uma reversão no desempenho do mercado local.

No entanto, algumas cidades conseguiram reverter quadros negativos. Além de Suzano, Ferraz de Vasconcelos e Salesópolis transformaram saldos negativos em positivos. Ferraz passou de 75 vagas fechadas para 66 abertas, enquanto Salesópolis evoluiu de cinco postos fechados para 21 abertos, demonstrando uma capacidade de recuperação e adaptação às condições do mercado.

Para mais informações sobre o mercado de trabalho no Brasil, consulte os dados oficiais do Caged.

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