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Pesquisa Datafolha em Pernambuco revela cenário eleitoral com liderança consolidada

Uma nova pesquisa Datafolha, encomendada pela Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo, trouxe à tona o panorama da disputa pela Presidência da República no estado de Pernambuco. Este levantamento, o segundo divulgado pelo instituto após o início oficial das campanhas eleitorais, oferece uma visão atualizada das intenções de voto e da percepção do eleitorado.

Os dados foram coletados entre os dias 8 e 10 de setembro, com 1.204 pessoas de 16 anos ou mais. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%, garantindo a robustez dos resultados apresentados.

Pesquisa Datafolha detalha intenções de voto no estado

No cenário estimulado, onde os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, um dos principais postulantes à Presidência mantém uma posição de destaque em Pernambuco, registrando 55% das intenções de voto. Este percentual representa uma leve variação em relação ao levantamento anterior, de 22 de agosto, quando o mesmo candidato marcava 56%.

O segundo colocado na disputa aparece com 24%, mantendo a estabilidade de sua posição em comparação com a pesquisa anterior. O escritor Augusto Cury (Avante) demonstrou um crescimento significativo, subindo de 1% para 4%. Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD) registraram 2% cada, sem alterações em seus números. Samara Martins (UP) aparece com 1%, enquanto outros candidatos como Romeu Zema (Novo), Edmilson Costa (PCB) e Rui Costa Pimenta (PCO) registraram 0% ou 1%.

Neste cenário, 8% dos eleitores declararam voto em branco, nulo ou nenhum, e 3% se mostraram indecisos, indicando uma parcela do eleitorado que ainda pode ser influenciada.

Cenário com novo candidato altera ligeiramente a disputa

O Datafolha também testou um cenário alternativo para o primeiro turno, incluindo Pablo Marçal (PRTB), cuja elegibilidade ainda está sob análise da Justiça Eleitoral. Apesar de sua situação jurídica, a inclusão de Marçal não provocou mudanças substanciais no quadro geral da disputa, segundo o instituto.

Neste cenário, o candidato líder registra 54% das intenções de voto, uma pequena queda de um ponto percentual. O segundo colocado subiu para 25%. Augusto Cury (Avante) continuou sua trajetória de crescimento, alcançando 5%. Renan Santos (Missão) manteve seus 2%, enquanto Ronaldo Caiado (PSD) registrou 1%. Pablo Marçal (PRTB) aparece com 1% das intenções de voto. Romeu Zema (Novo) também marca 1%, e os demais candidatos obtiveram 0%.

A proporção de votos em branco, nulo ou nenhum neste cenário foi de 7%, e os indecisos somaram 3%, números que se mantiveram próximos aos do cenário sem a inclusão do candidato.

Projeções de votos válidos e simulação de segundo turno

A pesquisa Datafolha também apresentou os percentuais de votos válidos, que excluem os votos em branco e nulos, oferecendo uma projeção mais direta do resultado eleitoral. No cenário sem Pablo Marçal, o candidato líder alcança 62% dos votos válidos, enquanto o segundo colocado registra 27%. Augusto Cury (Avante) aparece com 5%, seguido por Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD), ambos com 2%. Romeu Zema (Novo) e Samara Martins (UP) marcam 1% cada.

Com a inclusão de Pablo Marçal, os votos válidos mostram o candidato líder com 60% e o segundo colocado com 28%. Augusto Cury (Avante) mantém 5%, Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD) registram 2% cada. Pablo Marçal (PRTB), Romeu Zema (Novo) e Wilson Grassi (Democrata) aparecem com 1% dos votos válidos.

Na simulação de segundo turno entre os dois principais candidatos, um deles obtém 61% das intenções de voto, enquanto o outro marca 30%. Os votos em branco, nulo ou nenhum somam 8%, e os indecisos representam 1%.

Avaliação da gestão atual e percepção do eleitorado

Além das intenções de voto, o Datafolha também aferiu a avaliação do governo e do atual presidente. A aprovação do governo foi registrada em 61%, com uma leve queda em relação aos 62% anteriores. A desaprovação subiu para 36%, e 3% dos entrevistados não souberam avaliar.

A avaliação pessoal do presidente mostrou que 46% dos eleitores consideram sua gestão “ótima/boa”, mantendo o mesmo percentual da pesquisa anterior. A avaliação “ruim/péssimo” aumentou para 31%, e 23% classificaram a gestão como “regular”. Apenas 1% dos entrevistados não soube opinar sobre a avaliação do presidente.

Para mais informações sobre o processo eleitoral e a legislação vigente, consulte o Tribunal Superior Eleitoral.

Redação on-line

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