Uma nova pesquisa Quaest, divulgada nesta quinta-feira (24) e encomendada pela Rede Amazônica, oferece um panorama detalhado das intenções de voto para o Senado em Rondônia. O levantamento, que projeta o cenário para as eleições de 2026, destaca os pré-candidatos que se posicionam nas primeiras colocações, revelando movimentações significativas em comparação com levantamentos anteriores.
A disputa por duas vagas no Senado Federal, onde cada eleitor terá a oportunidade de escolher dois nomes distintos, já começa a delinear seus contornos, com percentuais que indicam a preferência do eleitorado rondoniense e o grau de indecisão ainda presente.
Disputa pelo Senado em Rondônia: os números da pesquisa estimulada
Na pesquisa estimulada, onde os nomes dos pré-candidatos são apresentados aos eleitores, Dr. Fernando Máximo (PL) aparece com 18% das intenções de voto. Em seguida, Sílvia Cristina (PP) registra 16%. A lista continua com Mariana Carvalho (Republicanos) somando 11%, e Bruno Bolsonaro Sheid (PL) com 8%.
Outros nomes também foram mencionados no levantamento. Acir Gurgacz (PDT) obteve 4% das intenções, enquanto Luciana Oliveira (PT) marcou 3%. Luis Fernando (PSD), Neidinha (PSB) e Engenheiro Thulio (Missão) registraram 1% cada. Aires Mota (PV) aparece com 0%. Os votos brancos, nulos ou a opção de não votar somam 10%, e os indecisos representam 27% do eleitorado.
Votação para primeira e segunda vagas: um olhar aprofundado
A pesquisa Quaest também detalhou as intenções de voto considerando separadamente a primeira e a segunda vagas para o Senado, um aspecto crucial das eleições de 2026. Para a primeira vaga, Sílvia Cristina (PP) lidera com 22%, seguida de perto por Dr. Fernando Máximo (PL), com 21%. Mariana Carvalho (Republicanos) mantém 11%, e Bruno Bolsonaro Sheid (PL) tem 9%.
No cenário da segunda vaga, Dr. Fernando Máximo (PL) assume a liderança com 15% das menções, enquanto Mariana Carvalho (Republicanos) aparece com 11%. Sílvia Cristina (PP) registra 9%, e Bruno Bolsonaro Sheid (PL) soma 7%. A análise desses dados oferece uma compreensão mais nuançada da dinâmica eleitoral, considerando a particularidade do voto duplo para o Senado.
Cenário espontâneo e a percepção dos eleitores
No levantamento espontâneo, onde os eleitores não recebem uma lista de nomes, a indecisão é ainda mais acentuada, com 27% dos entrevistados não sabendo citar um candidato. Neste formato, Dr. Fernando Máximo (PL) e Sílvia Cristina (PP) registram 6% cada, seguidos por Bruno Bolsonaro Sheid (PL) com 4% e Mariana Carvalho (Republicanos) com 3%.
A pesquisa também avaliou a rejeição dos candidatos. Os nomes com os maiores índices de “conhece e não votaria” são Acir Gurgacz (PDT), com 33%, e Mariana Carvalho (Republicanos), com 23%. Estes dados são importantes para entender a percepção pública e os desafios que cada pré-candidato pode enfrentar na campanha.
Metodologia do levantamento e projeções para 2026
A pesquisa Quaest ouviu 804 pessoas com 16 anos ou mais, entre os dias 20 e 23 de setembro. A margem de erro estimada é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. O levantamento foi devidamente registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob os números RO-08556/2026 e BR-06511/2026.
Para 63% dos eleitores entrevistados, a escolha do candidato já é definitiva, enquanto 36% afirmam que ainda podem mudar de voto até as eleições, previstas para 4 de outubro. Este dado sublinha a fluidez do cenário político e a importância das próximas etapas da pré-campanha e campanha eleitoral. Para mais informações sobre o cenário político, consulte o portal G1.
