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Saúde finaliza 1ª fase da instalação de usina de oxigênio no PA de Palmeiras

A Prefeitura de Suzano, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, concluiu a primeira fase da instalação da usina de oxigênio no Pronto Atendimento (PA) de Palmeiras, que fica localizado na rua Mussi George Antônio, 319, no Jardim Amazonas.

Para que a unidade passe a oferecer este serviço aos usuários, ainda serão necessárias algumas adequações com o objetivo de o equipamento fornecer o oxigênio necessário. De acordo com a programação de instalação, a obra de concretagem para deixar a usina instalada, junto com a parte elétrica, já foi finalizada em junho passado, faltando apenas a conexão com o PA.

De acordo com a pasta, esta segunda etapa é mais complexa, uma vez que envolve toda uma engenharia clínica e estudos para interligar o novo equipamento à unidade.

Para tanto, uma empresa especializada neste tipo de serviço deverá ser contratada por meio de uma licitação pública para realizar a conexão com o prédio do PA de Palmeiras. Este processo deve ocorrer em breve, para que o novo aparelho possa começar a funcionar o quanto antes e atender aos usuários que buscam atendimento de saúde.

O secretário de Saúde de Suzano, Pedro Ishi, vistoriou o local durante a instalação na companhia da diretora da Rede de Urgência e Emergência (RUE), Cíntia Watanabe, e da coordenadora de Compras, Valquíria Gonçalves. “Esta usina vai contribuir muito para ajudar a reabilitar as pessoas que vêm aqui procurar atendimento. Agora vamos buscar realizar a conexão o quanto antes para poder contar com o funcionamento o mais breve possível”, destacou o chefe da pasta.

Pureza

A usina, como esta que foi doada por meio do incentivo da Nova Transportadora do Sudeste (NTS) – Instituto da Criança, produz oxigênio com cerca de 90% de pureza. Para efeito de comparação, o ar respirado de forma regular contém apenas 20% de oxigênio, o restante é composto, majoritariamente, por nitrogênio. O ar sugado pela usina é comprimido e depois atravessa uma peneira molecular que permite a passagem apenas do oxigênio.

Quando o paciente perde a capacidade de respirar de forma natural, a usina, por meio das máscaras, força a entrada de oxigênio, dando o suporte necessário para a vida da pessoa. O procedimento ficou muito conhecido durante o período mais agudo da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), quando os hospitais e demais unidades de saúde precisavam deste auxílio para atender os pacientes que sofriam de falta de ar.

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