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	<title>Arquivo de desembargadora - Jornal Sete</title>
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	<description>Jornal Sete: encontre as últimas notícias, multimídia, resenhas e opinião sobre o Alto Tietê, política, negócios, esportes, filmes, viagens, empregos, educação, imóveis, carros e muito mais</description>
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	<title>Arquivo de desembargadora - Jornal Sete</title>
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		<title>Desembargadora do ES torna-se ré no STJ por ofensas e é afastada cautelarmente pelo CNJ</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2026 22:47:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma desembargadora do Espírito Santo virou ré no STJ por ofensas em grupo de WhatsApp e foi afastada do cargo pelo CNJ.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/desembargadora-es-processada-ofensas-afastamento-cnj/">Desembargadora do ES torna-se ré no STJ por ofensas e é afastada cautelarmente pelo CNJ</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma desembargadora do Espírito Santo, que também ocupa a vice-presidência de um Tribunal Regional do Trabalho, tornou-se ré em um processo penal no Superior Tribunal de Justiça (STJ) por acusações de ofensas a colegas de trabalho em um grupo de mensagens. Paralelamente, a magistrada foi afastada de suas funções por decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) devido a críticas públicas e conduta considerada incompatível com o cargo.</p>
<p>Os desdobramentos recentes marcam um período de intensa escrutínio sobre a conduta da desembargadora, com investigações em múltiplas frentes que abordam tanto a esfera penal quanto a disciplinar. A situação levanta debates sobre os limites da liberdade de expressão e a urbanidade exigida de membros do Poder Judiciário.</p>
<h2>Magistrada do ES Enfrenta Acusações de Difamação e Injúria</h2>
<p>A desembargadora Marise Medeiros Cavalcanti Chamberlain, vice-presidente do TRT da 17ª Região (ES), agora figura como ré em um processo penal no STJ. A ação decorre de denúncias apresentadas por outros magistrados, que alegam ter sido alvo de ofensas em um grupo de WhatsApp.</p>
<p>As mensagens, que teriam sido enviadas no chat coletivo, continham manifestações de teor político e xingamentos direcionados a colegas e até a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Entre as expressões citadas na denúncia, estariam termos como &#8220;gentalha&#8221; e &#8220;esquerdistas de merda&#8221;, além de outras ofensas.</p>
<p>O advogado das vítimas afirmou que as imputações são graves, totalizando cinco difamações e seis injúrias, proferidas em um grupo com mais de sessenta magistrados. Segundo a acusação, as declarações da desembargadora ultrapassaram a esfera de comentários ideológicos, atingindo diretamente a honra dos envolvidos.</p>
<p>O ministro relator do caso no STJ destacou que o recebimento da denúncia significa apenas a existência de indícios suficientes para a abertura da ação penal, não representando uma condenação prévia. A responsabilidade da magistrada será devidamente analisada ao longo do processo judicial.</p>
<h2>Conduta Incompatível Leva ao Afastamento Cautelar da Desembargadora</h2>
<p>Em uma decisão separada, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinou o afastamento cautelar da desembargadora Marise Medeiros Cavalcanti Chamberlain de suas funções. A medida foi tomada após a magistrada proferir críticas a juízes de primeira instância da Justiça do Trabalho e à Ordem dos Advogados do Brasil no Espírito Santo (OAB-ES) durante uma sessão do tribunal.</p>
<p>O corregedor nacional de Justiça assinou a decisão, apontando que a desembargadora adotou um &#8220;tom jocoso, deboche e excessos verbais&#8221; ao comentar a atuação dos juízes de primeiro grau e da OAB-ES. Durante a sessão, a magistrada questionou a produtividade do primeiro grau e a atuação da OAB-ES em um pedido de adiamento de votação.</p>
<p>Após as declarações, a presidente da OAB-ES classificou a fala como um &#8220;destempero&#8221;, o que levou a desembargadora a acusá-la de misoginia. A OAB-ES, por sua vez, acionou o CNJ, resultando na abertura de uma Reclamação Disciplinar.</p>
<p>A decisão do corregedor enfatizou que a urbanidade, polidez e tratamento cortês são obrigações funcionais imperiosas para magistrados, e que a conduta da desembargadora se mostrou incompatível com os deveres do cargo. O afastamento implica a proibição de exercer qualquer atividade no tribunal e de acessar suas dependências, embora a remuneração seja mantida.</p>
<h2>Histórico de Condutas Sob Análise do Conselho Nacional de Justiça</h2>
<p>A situação atual da desembargadora não é um fato isolado, pois ela já responde a outro Processo Administrativo Disciplinar (PAD) no CNJ. Essa investigação anterior também apura mensagens enviadas em um grupo de WhatsApp, contendo críticas a colegas magistrados e ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).</p>
<p>Em razão desse procedimento prévio, a desembargadora já estava impedida de exercer certas funções administrativas no TRT-17, com exceção da vice-presidência, e também de disputar a presidência do tribunal. A reiteração de episódios envolvendo a magistrada demonstra um padrão de comportamento que o corregedor nacional de Justiça considerou incompatível com a dignidade da função jurisdicional.</p>
<p>A <a href="https://www.cnj.jus.br/" target="_blank">Lei Orgânica da Magistratura (Loman)</a> e o Código de Ética da Magistratura são os marcos legais que balizam a conduta dos juízes, e a análise preliminar do CNJ indica que as ações da desembargadora podem configurar violação a esses preceitos. A Reclamação Disciplinar instaurada poderá resultar na abertura de um novo Processo Administrativo Disciplinar, aprofundando a apuração dos fatos.</p>
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		<title>Senado aprova magistrada baiana para cargo de ministra no Tribunal Superior do Trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 20:49:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[brasília]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desembargadora Margareth Costa é aprovada pelo Senado para o cargo de ministra do TST, marcando um novo capítulo em sua carreira na magistratura.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/ministra-tst-aprovacao-senado/">Senado aprova magistrada baiana para cargo de ministra no Tribunal Superior do Trabalho</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A desembargadora Margareth Rodrigues Costa, oriunda do Tribunal Regional do Trabalho da Bahia (TRT-BA), obteve aprovação do Senado Federal para assumir o cargo de <b>ministra do Tribunal Superior do Trabalho (TST)</b>. A decisão, tomada na última quarta-feira, representa um marco significativo em sua trajetória profissional, culminando em uma votação expressiva no plenário após um rigoroso processo de sabatina.</p>
<p>A confirmação da magistrada para a alta corte trabalhista ocorre após a análise de suas qualificações e experiência pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), em uma sessão realizada em Brasília. A aprovação reflete o reconhecimento de sua longa e dedicada carreira no Judiciário, que a credencia para uma das posições mais relevantes na Justiça do Trabalho brasileira.</p>
<h2>Consolidação da carreira no Tribunal Superior do Trabalho</h2>
<p>A aprovação da desembargadora Margareth Rodrigues Costa para o cargo de <b>ministra do TST</b> foi selada com 49 votos favoráveis no plenário do Senado. Este resultado veio na sequência de uma sabatina detalhada e da subsequente aprovação pela Comissão de Constituição e Justiça, etapas cruciais no processo de nomeação para cargos de tamanha envergadura no sistema judiciário federal.</p>
<p>Em seu discurso perante os senadores, a magistrada enfatizou sua vasta experiência, que abrange mais de 35 anos dedicados à magistratura trabalhista. Ela destacou ter atuado em todas as instâncias do tribunal, o que lhe proporcionou uma compreensão aprofundada das nuances e desafios da Justiça do Trabalho em diversas realidades sociais e econômicas. Essa vivência, segundo ela, é fundamental para exercer a função com equilíbrio e ponderação.</p>
<h2>Experiência e visão para a Justiça do Trabalho</h2>
<p>Margareth Costa também ressaltou sua atuação como convocada no TST por um período de quatro anos, um tempo em que participou ativamente de discussões de alcance nacional e contribuiu com a Corregedoria-Geral da Justiça do Trabalho. Essa experiência permitiu-lhe um conhecimento abrangente da realidade de todos os Tribunais Regionais do Trabalho do país, fortalecendo sua capacidade de atuar em nível superior.</p>
<p>Além disso, a magistrada mencionou sua passagem como diretora da Escola Judicial do TRT-5 e como conselheira da Escola Nacional da Magistratura Trabalhista. Em sua fala, ela defendeu veementemente a ética como um pilar inegociável do Judiciário, sublinhando a responsabilidade dos magistrados em garantir o acesso e a busca por direitos. A desembargadora também fez questão de frisar seu engajamento em atividades voluntárias nas áreas social e educacional, demonstrando um compromisso que transcende o âmbito jurídico.</p>
<h2>Trajetória profissional e processo de nomeação</h2>
<p>A indicação de Margareth Rodrigues Costa para o cargo de <b>ministra do TST</b> preenche a vaga decorrente da aposentadoria de um ministro anterior. Sua formação em Direito pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), concluída em 1985, marcou o início de uma carreira que a levou a ingressar na magistratura em 1990 como juíza substituta.</p>
<p>Ao longo dos anos, ela ascendeu, tornando-se juíza titular da Vara do Trabalho de Jacobina em 1993, e posteriormente atuando em varas nas cidades de Camaçari e Salvador. Em 2014, foi promovida por merecimento ao cargo de desembargadora do TRT-BA, e em 2022, foi convocada para atuar no Tribunal Superior do Trabalho, pavimentando o caminho para sua atual nomeação.</p>
<p>O processo de sua indicação teve início em novembro, quando seu nome integrou a lista tríplice formada pelo TST e encaminhada ao presidente da República. Em dezembro, a indicação seguiu para o Senado Federal, onde passou pela sabatina na CCJ e, finalmente, foi aprovada pelo plenário. Após a votação no Senado, a nomeação oficial para o cargo de <b>ministra do TST</b> será realizada pelo presidente da República. A presença de importantes figuras do Judiciário baiano, como a presidente do TRT-BA e o presidente da Amatra5, no Senado, reforçou o apoio à sua nomeação.</p>
<p>Para mais informações sobre o Tribunal Superior do Trabalho, acesse o <a href="https://www.tst.jus.br/" target="_blank" rel="noopener dofollow">site oficial do TST</a>.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/ministra-tst-aprovacao-senado/">Senado aprova magistrada baiana para cargo de ministra no Tribunal Superior do Trabalho</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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