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	<title>Arquivo de fiscalização - Jornal Sete</title>
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		<title>Fiscalização governamental mira cambismo digital e revenda abusiva de ingressos</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 20:55:00 +0000</pubDate>
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<p>As investigações revelaram um cenário onde consumidores enfrentam preços abusivos e dificuldades em identificar a origem dos ingressos, levantando questões sobre a responsabilidade das plataformas digitais. O foco está em garantir que as operações de venda e revenda sejam claras, justas e que os direitos dos consumidores sejam plenamente respeitados, evitando a exploração por meio de mecanismos digitais.</p>
<h2>Ações contra plataformas de revenda de ingressos</h2>
<p>O órgão responsável pela defesa do consumidor instaurou um processo administrativo contra a Viagogo Internacional, impulsionado pelo aumento significativo de reclamações. Entre as principais queixas dos consumidores estão a falta de transparência sobre a natureza dos ingressos, a prática de preços excessivamente elevados e a atuação da plataforma como um intermediário que facilita o cambismo digital.</p>
<p>Paralelamente, a empresa Ticketmaster também está sob observação. Um representante do órgão de defesa do consumidor confirmou o monitoramento, destacando a identificação do uso de robôs, que operam como cambistas digitais, para adquirir ingressos em massa e burlar as filas de compra. As preocupações com a Ticketmaster ganharam maior visibilidade após uma representação formal apresentada por uma parlamentar.</p>
<h2>Transparência e regulamentação para o mercado de ingressos</h2>
<p>Um dos pontos centrais da fiscalização contra a Viagogo é a sua falta de clareza em relação à natureza dos ingressos comercializados. A plataforma, que predominantemente atua na revenda, não deixava explícito que os bilhetes não eram originários dos produtores dos eventos. Essa omissão gerava confusão e insatisfação entre os compradores.</p>
<p>Em resposta a essas práticas, o departamento de proteção e defesa do consumidor determinou que a Viagogo implemente alertas visíveis em sua página inicial e ao longo de todo o processo de compra. Esses avisos devem informar claramente que os ingressos são revendidos. Um alerta adicional é exigido na etapa final da transação. A medida, anunciada recentemente, estabelece um prazo de 10 dias para a empresa se adequar, sob pena de multa diária de R$ 100 mil em caso de descumprimento.</p>
<p>A necessidade de regulamentação e transparência foi exemplificada por um caso recente envolvendo um artista conhecido, cuja peça teve ingressos revendidos na plataforma por R$ 800, um valor quase oito vezes superior ao preço original. Esse incidente sublinhou a urgência das ações governamentais para coibir a especulação e proteger o poder de compra dos consumidores.</p>
<h2>Acordo para rastreabilidade em anúncios financeiros digitais</h2>
<p>Em um movimento mais amplo para fortalecer a segurança do consumidor no ambiente digital, o Ministério da Justiça e Segurança Pública anunciou um acordo com uma das maiores empresas de tecnologia do mundo, o Google. O objetivo é aumentar a rastreabilidade e a confiabilidade dos anúncios de aplicações financeiras veiculados na plataforma.</p>
<p>Pelo termo de compromisso, a empresa de tecnologia se obrigou a verificar junto ao Banco Central se as instituições financeiras que anunciam em seus serviços possuem a devida autorização para operar. Essa iniciativa visa proteger os usuários de fraudes e investimentos não regulamentados. Um representante do setor de direitos digitais enfatizou que os novos anúncios exibirão um selo indicando que as instituições estão liberadas para operar, reforçando a ideia de que plataformas que lucram com anúncios fraudulentos devem ser responsabilizadas. <a href="https://www.gov.br/mjsp/pt-br" target="_blank" rel="noopener dofollow">Saiba mais sobre as iniciativas do governo federal.</a></p>
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		<title>Câmara dos Deputados defende transparência em emendas de comissão ao Supremo Tribunal Federal</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 01:43:53 +0000</pubDate>
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<p>A iniciativa da Câmara surge em um momento de intensa investigação judicial sobre as emendas de comissão, que têm sido comparadas aos mecanismos do extinto &#8220;Orçamento Secreto&#8221;. A Casa Legislativa busca demonstrar que suas práticas estão em conformidade com as normas regimentais e que os recursos são destinados de maneira clara e rastreável, afastando suspeitas de irregularidades.</p>
<h2>Defesa da Câmara sobre a aplicação de emendas</h2>
<p>Na sua manifestação ao <b>STF</b>, a Advocacia da Câmara dos Deputados sustentou que todos os atos relacionados às emendas de comissão seguiram o rito regimental aplicável. A defesa enfatiza que os beneficiários indicados para receber os recursos são os mesmos que efetivamente os receberam, o que, segundo a Casa, descaracterizaria a ocorrência de peculato-desvio.</p>
<p>Para comprovar a lisura do processo, a Câmara anexou uma vasta documentação. Foram apresentadas atas de bancada e de comissão, além de registros detalhados do sistema <b>SINEC</b>. Esses documentos, conforme a instituição, demonstram que cada indicação de emenda foi regularmente deliberada e aprovada, com datas e registros individualizados, garantindo a rastreabilidade e a conformidade dos procedimentos.</p>
<h2>Emendas de comissão sob escrutínio judicial</h2>
<p>As emendas parlamentares representam uma parcela do Orçamento da União reservada para ser executada conforme a indicação de congressistas. As emendas de comissão, especificamente, não possuem caráter de execução obrigatória, o que as distingue de outras modalidades. Para o ano de <b>2026</b>, o montante total destinado a essa rubrica alcança <b>R$ 12,1 bilhões</b>.</p>
<p>Apesar de seu volume significativo, a distribuição desses recursos não é equitativa entre as comissões. As comissões de Saúde da Câmara e do Senado, por exemplo, concentram os maiores valores, enquanto outros colegiados não receberam verba alguma. Essa disparidade e a falta de transparência na indicação têm sido pontos centrais das investigações do <b>STF</b>, que buscam entender como a distribuição é feita e quais mecanismos permitem rastrear a aplicação do dinheiro público.</p>
<h2>Análise da Transparência Brasil e o modelo de indicação</h2>
<p>Um estudo conduzido pela organização <b>Transparência Brasil</b> revelou dados preocupantes sobre a destinação das emendas de comissão. A pesquisa indicou que, em <b>2025</b>, a Câmara dos Deputados registrou <b>R$ 1,3 bilhão</b> em emendas de comissão em nome de líderes partidários, sem a devida identificação dos parlamentares que, de fato, indicaram os beneficiários dos recursos.</p>
<p>Esse montante representa <b>16%</b> do total das indicações realizadas pelas comissões da Casa naquele ano. Segundo a organização, essa prática reproduz a lógica do extinto &#8220;Orçamento Secreto&#8221;, onde a falta de clareza sobre os reais responsáveis pelas indicações dificultava a fiscalização e abria margem para possíveis desvios. Para mais informações sobre o funcionamento das emendas parlamentares, consulte fontes confiáveis como o <a href="https://g1.globo.com/politica/" target="_blank" rel="noopener dofollow">G1 Política</a>.</p>
<h2>Operações e bloqueios de recursos por suspeitas de desvio</h2>
<p>As investigações do <b>STF</b> sobre as emendas de comissão resultaram em ações concretas, como a &#8220;Operação Emendas&#8221;. Em <b>11 de julho</b>, o ministro <b>Flávio Dino</b> determinou a suspensão da execução de emendas que, segundo a Polícia Federal (PF), teriam sido indicadas de forma irregular pelo presidente do <b>PL</b>, <b>Valdemar Costa Neto</b>. Na mesma decisão, foi determinado o bloqueio de <b>R$ 119 milhões</b> em recursos e bens do político.</p>
<p>Um dia depois, em <b>12 de julho</b>, o ministro proferiu outra decisão significativa, bloqueando <b>R$ 6 milhões</b> do ex-deputado federal <b>Eduardo Cunha</b> (Republicanos-MG), também por suspeita de desvio de emendas. A <b>PF</b> identificou que tanto <b>Eduardo Cunha</b> quanto <b>Valdemar Costa Neto</b>, ambos ex-deputados, teriam se valido dos serviços de uma funcionária da Câmara, <b>Mariângela Fialek</b>, conhecida como <b>Tuca</b>, para destinar recursos conforme seus interesses, configurando indícios dos crimes de peculato. Essas medidas são desdobramentos da &#8220;Operação Transparência&#8221;, iniciada em <b>dezembro</b> do ano passado, que teve a funcionária da Câmara como um dos alvos principais.</p>
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		<title>Demolição de imóveis em Itaquaquecetuba levanta debate sobre legalidade e aviso prévio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 16:51:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="696" height="522" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784566302409.jpg?fit=696%2C522&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Demolição de imóveis em Itaquaquecetuba levanta debate sobre legalidade e aviso prévio" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784566302409.jpg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784566302409.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784566302409.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784566302409.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784566302409.jpg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784566302409.jpg?resize=560%2C420&amp;ssl=1 560w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784566302409.jpg?resize=80%2C60&amp;ssl=1 80w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784566302409.jpg?resize=696%2C522&amp;ssl=1 696w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784566302409.jpg?resize=1068%2C801&amp;ssl=1 1068w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784566302409.jpg?w=1392&amp;ssl=1 1392w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /><p><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784566302409.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Demolição de imóveis em Itaquaquecetuba levanta debate sobre legalidade e aviso prévio" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784566302409.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784566302409.jpg?zoom=2&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784566302409.jpg?zoom=3&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 450w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Demolição de casas em Itaquaquecetuba gera controvérsia. Moradores alegam falta de aviso, enquanto prefeitura defende legalidade da ação.</p>
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<p>O incidente destaca a tensão entre a fiscalização municipal de ocupações irregulares e os direitos dos residentes, especialmente em áreas de vulnerabilidade. Enquanto a administração municipal defende a legalidade da medida, baseada em processos administrativos contra loteamentos clandestinos, os afetados questionam a forma como a operação foi conduzida e a ausência de comunicação prévia.</p>
<h2>Ação municipal e as alegações dos moradores</h2>
<p>A operação de demolição ocorreu na manhã desta segunda-feira, visando imóveis que, segundo a Prefeitura, estavam em situação irregular. Moradores, em depoimentos, expressaram surpresa e indignação, afirmando que não receberam qualquer notificação oficial antes da chegada das equipes.</p>
<p>Entre os atingidos, duas moradoras de nacionalidade boliviana relataram a destruição de suas casas. Uma delas explicou que sua família já residia no terreno em uma estrutura provisória enquanto a construção principal estava em andamento. A outra moradora afirmou ter erguido seu imóvel no ano passado e que nenhuma ordem judicial foi apresentada no momento da demolição, levantando dúvidas sobre a legalidade do processo.</p>
<h2>Contestação jurídica e o posicionamento da Prefeitura</h2>
<p>O advogado que representa as famílias afetadas, Cláudio Martins, classificou a lei municipal que embasou a ação como inconstitucional. Ele argumentou que a legislação não autoriza a demolição de construções habitadas sem a devida notificação e um processo legal claro. Martins declarou que buscará apurar a responsabilidade do poder público e solicitar indenizações pelos danos causados aos imóveis.</p>
<p>Em resposta às alegações, o secretário de Segurança Urbana de Itaquaquecetuba, Anderson Caldeira, defendeu a operação. Ele afirmou que a ação se insere no combate a loteamentos clandestinos e que as construções estavam localizadas em Área de Preservação Permanente (APP) e em zonas de risco de deslizamento. Caldeira reiterou que os moradores foram devidamente notificados através de processos administrativos que se estendiam por meses, contradizendo as declarações dos residentes.</p>
<h2>Desdobramentos e o futuro dos atingidos</h2>
<p>Durante a entrevista em que o secretário Caldeira detalhava a posição da Prefeitura, moradores presentes contestaram veementemente a afirmação de que as notificações haviam sido entregues. O secretário também mencionou que outra casa estava programada para ser demolida no mesmo dia, reforçando o caráter contínuo da fiscalização municipal.</p>
<p>A Prefeitura de Itaquaquecetuba informou que atua por meio de processo administrativo e tem um prazo de 30 dias para comunicar ao Ministério Público as providências adotadas. A Secretaria de Habitação, segundo Caldeira, já havia orientado os moradores sobre a ocupação da área. Questionada sobre o destino dos moradores desalojados, a administração municipal esclareceu em nota que “no momento, não há qualquer operação de remoção coletiva de famílias, razão pela qual não existe definição de encaminhamento habitacional decorrente dessa ação específica”. A nota conclui que a Prefeitura continuará a impedir ocupações irregulares, proteger áreas sensíveis e cumprir determinações dos órgãos de controle, sempre preservando o devido processo legal e os direitos da população. Para mais informações sobre segurança e defesa civil, consulte fontes oficiais como a <a href="https://www.gov.br/defesacivil/pt-br" target="_blank" rel="noopener dofollow">Defesa Civil</a>.</p>
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		<title>Emendas parlamentares: o percurso do recurso público da indicação à execução orçamentária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2026 03:23:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="696" height="398" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784431422084.jpg?fit=696%2C398&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Emendas parlamentares: o percurso do recurso público da indicação à execução orçamentária" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784431422084.jpg?w=1344&amp;ssl=1 1344w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784431422084.jpg?resize=300%2C171&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784431422084.jpg?resize=1024%2C585&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784431422084.jpg?resize=768%2C439&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784431422084.jpg?resize=735%2C420&amp;ssl=1 735w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784431422084.jpg?resize=696%2C398&amp;ssl=1 696w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784431422084.jpg?resize=1068%2C610&amp;ssl=1 1068w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /><p><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784431422084.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Emendas parlamentares: o percurso do recurso público da indicação à execução orçamentária" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784431422084.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784431422084.jpg?zoom=2&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784431422084.jpg?zoom=3&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 450w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Entenda o complexo processo das emendas parlamentares, desde a indicação no Orçamento até a efetiva liberação dos recursos.</p>
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<p>Este processo complexo envolve diversas etapas, desde a proposição inicial até a efetiva liberação dos fundos para projetos e serviços. A compreensão de como essas emendas funcionam, seus diferentes tipos e os desafios relacionados à sua transparência e fiscalização é fundamental para entender a dinâmica da gestão orçamentária federal e seus impactos em estados e municípios.</p>
<h2>O Mecanismo das Emendas e Seu Volume no Orçamento</h2>
<p>As <b>emendas parlamentares</b> são parcelas do Orçamento da União reservadas para serem executadas conforme a indicação de membros do Congresso Nacional. Por meio delas, deputados e senadores podem direcionar verbas para uma vasta gama de finalidades, como obras de infraestrutura, aquisição de equipamentos, custeio de serviços essenciais e investimentos diversos em suas bases eleitorais, tanto em estados quanto em municípios.</p>
<p>O processo se inicia com o envio do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) pelo Poder Executivo. As indicações dos parlamentares são apresentadas e debatidas durante a tramitação dessa proposta no Congresso Nacional, onde são negociadas e, eventualmente, incorporadas ao texto final da lei orçamentária.</p>
<h2>Tipos de Emendas e Suas Imposições</h2>
<p>Existem três categorias principais de emendas parlamentares, cada uma com características e regras de execução distintas:</p>
<ul>
<li><b>Individuais:</b> São indicadas por cada parlamentar e possuem caráter impositivo, o que significa que o governo é obrigado a efetuar o pagamento. Para este ano, o valor total reservado para essa rubrica é de R$ 26,6 bilhões. Cada deputado pode indicar aproximadamente R$ 40 milhões, enquanto cada senador pode indicar cerca de R$ 74 milhões.</li>
<li><b>De Bancada:</b> Também são impositivas e são definidas pelos parlamentares de cada estado. O Orçamento reservou um total de R$ 11,2 bilhões para esta categoria, com cerca de R$ 415 milhões destinados a cada bancada estadual.</li>
<li><b>De Comissão:</b> Diferentemente das anteriores, estas emendas não são de execução obrigatória. Em 2026, o montante total desta rubrica é de R$ 12,1 bilhões. A distribuição desses recursos não é uniforme entre as comissões, com as de Saúde da Câmara e do Senado concentrando os maiores valores, enquanto alguns colegiados não recebem verba.</li>
</ul>
<p>Somadas, as emendas individuais e de bancada, que são de pagamento obrigatório, totalizam R$ 37,8 bilhões. Além desses três tipos, o Orçamento prevê R$ 11,1 bilhões em parcelas adicionais, destinadas a despesas discricionárias e a projetos selecionados no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).</p>
<h2>Transparência e Controvérsias nas Emendas</h2>
<p>As <b>emendas de comissão</b> têm sido alvo de investigações e debates, especialmente no Supremo Tribunal Federal (STF), devido a questões relacionadas à transparência em sua execução. A principal crítica reside no fato de que o real autor da emenda pode ficar &#8220;escondido&#8221; atrás do líder partidário que a assina, um mecanismo que se assemelha ao que era praticado nas extintas emendas de relator, popularmente conhecidas como &#8220;orçamento secreto&#8221;.</p>
<p>Um estudo da Organização Transparência Brasil apontou que, em 2025, a Câmara dos Deputados registrou R$ 1,3 bilhão em emendas de comissão em nome de líderes partidários, sem identificar os parlamentares que efetivamente indicaram os beneficiários dos recursos. Segundo a organização, esse montante representa 16% das indicações feitas pelas comissões da Casa no ano e reproduz a lógica do antigo &#8220;orçamento secreto&#8221;, levantando preocupações sobre a rastreabilidade e a accountability dos gastos públicos.</p>
<p>Outra modalidade que gerou controvérsia são as chamadas &#8220;emendas PIX&#8221; ou transferências especiais. Criadas em 2019, elas permitem que os recursos sejam transferidos diretamente para estados ou municípios sem a necessidade de apresentação de um projeto detalhado, convênio ou justificativa prévia. Essa característica dificulta a fiscalização da aplicação dos recursos na ponta, tornando-as alvo de operações da Polícia Federal (PF) para apurar possíveis irregularidades no uso de verbas públicas.</p>
<h2>O Caminho da Verba: Da Indicação à Prestação de Contas</h2>
<p>O processo de execução de uma emenda parlamentar segue um rito rigoroso. As indicações feitas pelos congressistas devem respeitar as regras constitucionais e ser compatíveis com o Plano Plurianual (PPA) e a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Após a elaboração do texto final do PLOA, a proposta é votada na Comissão Mista de Orçamento (CMO) e, posteriormente, pelo Congresso Nacional. As emendas aprovadas são então integradas à Lei Orçamentária, que é sancionada pelo presidente da República.</p>
<p>Dependendo do tipo de emenda, o parlamentar indica o município, estado, entidade pública ou organização que receberá os recursos. Em emendas com finalidade definida, é necessário especificar o objeto financiado, como a construção de uma unidade de saúde, a compra de ambulâncias, a pavimentação de vias ou o custeio de serviços hospitalares. Nas transferências especiais, ou &#8220;emendas PIX&#8221;, os recursos são transferidos diretamente ao ente, que então define como aplicar a verba.</p>
<p>Após a indicação, os ministérios responsáveis realizam uma análise técnica. Esta etapa avalia a regularidade do beneficiário, a documentação exigida, a existência de impedimentos técnicos e a compatibilidade da emenda com o projeto proposto. O próximo passo é a celebração de convênios ou outros instrumentos de transferência, nos quais o município ou entidade apresenta um plano de trabalho detalhado, incluindo cronograma, metas e estimativas de custos.</p>
<p>A execução da despesa no Orçamento ocorre em fases. A primeira é o <b>empenho</b>, que é uma &#8220;reserva&#8221; do recurso, formalizando o compromisso do governo com o gasto. Sem o empenho, a emenda permanece apenas autorizada. Em seguida, vem a fase da <b>liquidação</b>, que verifica o cumprimento das condições exigidas. Finalmente, ocorre a <b>transferência dos recursos</b>. Em convênios tradicionais, o pagamento geralmente é feito em parcelas, conforme o andamento do projeto, enquanto nas transferências especiais, os valores são depositados diretamente na conta do estado ou município beneficiado.</p>
<p>Encerrada a execução, o município ou entidade tem a obrigação de demonstrar como os recursos foram utilizados. A prestação de contas inclui a apresentação de documentação financeira, comprovação das despesas realizadas e evidências do cumprimento das metas estabelecidas, garantindo a transparência e a responsabilidade na aplicação dos fundos públicos. Para mais detalhes sobre o processo legislativo e orçamentário, consulte o site da <a href="https://www.camara.leg.br/" target="_blank" rel="noopener dofollow">Câmara dos Deputados</a>.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/emendas-parlamentares-percurso-recurso-publico-execucao/">Emendas parlamentares: o percurso do recurso público da indicação à execução orçamentária</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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		<title>STF intima presidentes de partidos para esclarecerem gestão de emendas parlamentares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 14:50:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="696" height="398" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784127046110.jpg?fit=696%2C398&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784127046110.jpg?w=1344&amp;ssl=1 1344w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784127046110.jpg?resize=300%2C171&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784127046110.jpg?resize=1024%2C585&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784127046110.jpg?resize=768%2C439&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784127046110.jpg?resize=735%2C420&amp;ssl=1 735w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784127046110.jpg?resize=696%2C398&amp;ssl=1 696w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784127046110.jpg?resize=1068%2C610&amp;ssl=1 1068w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /><p><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784127046110.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784127046110.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784127046110.jpg?zoom=2&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784127046110.jpg?zoom=3&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 450w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Após fala de Valdemar Costa Neto, STF intima presidentes de partidos a explicarem gestão e distribuição de emendas parlamentares.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/stf-intima-partidos-emendas-valdemar/">STF intima presidentes de partidos para esclarecerem gestão de emendas parlamentares</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="696" height="398" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784127046110.jpg?fit=696%2C398&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784127046110.jpg?w=1344&amp;ssl=1 1344w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784127046110.jpg?resize=300%2C171&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784127046110.jpg?resize=1024%2C585&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784127046110.jpg?resize=768%2C439&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784127046110.jpg?resize=735%2C420&amp;ssl=1 735w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784127046110.jpg?resize=696%2C398&amp;ssl=1 696w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784127046110.jpg?resize=1068%2C610&amp;ssl=1 1068w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784127046110.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784127046110.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784127046110.jpg?zoom=2&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784127046110.jpg?zoom=3&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 450w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>O Supremo Tribunal Federal (STF), por meio do ministro Flávio Dino, determinou nesta quarta-feira (15) que os presidentes dos partidos com representação no Congresso Nacional prestem esclarecimentos detalhados sobre sua participação na definição, gestão ou distribuição de emendas parlamentares. A decisão surge em resposta a declarações do presidente do Partido Liberal (PL), <b>Valdemar Costa Neto</b>, que, em entrevista ao Estúdio i da GloboNews na terça-feira (14), afirmou que dirigentes partidários interferem ativamente na destinação desses recursos, indicando que a prática é comum entre outros líderes partidários.</p>
<p>A medida do ministro Dino visa aprofundar a fiscalização sobre a alocação de verbas públicas, especialmente diante das preocupações com a transparência e a rastreabilidade das emendas, temas que têm sido objeto de determinações do próprio STF. A movimentação judicial busca garantir que a proposição e a deliberação sobre esses recursos permaneçam como prerrogativas exclusivas dos parlamentares no exercício de seus mandatos, conforme o arcabouço legal vigente.</p>
<h2>Esclarecimentos sobre a gestão de emendas parlamentares</h2>
<p>A intimação expedida pelo ministro Flávio Dino solicita que os líderes partidários detalhem a existência de cotas, reservas ou outros mecanismos utilizados para a alocação de emendas. Esta solicitação abrange a natureza, a finalidade e a abrangência de tais mecanismos, bem como quem possui autoridade para a utilização dos recursos. O STF busca compreender o fundamento jurídico que embasa essas práticas, a forma como são formalizadas e os procedimentos adotados para a definição e destinação dos valores.</p>
<p>Os dirigentes partidários terão um prazo de dez dias úteis para apresentar as informações solicitadas. Este período é crucial para a elucidação de um tema sensível no cenário político nacional, que envolve a distribuição de bilhões de reais em recursos públicos. Foram intimados os presidentes de 21 partidos políticos, incluindo Avante, Cidadania, MDB, Missão, Novo, PCdoB, PDT, PL, Podemos, PP, PRD, PSB, PSD, PSDB, PSOL, PT, PV, Rede, Republicanos, Solidariedade e União Brasil, abrangendo uma vasta gama do espectro político.</p>
<h2>Declarações de Valdemar Costa Neto motivam a ação do STF</h2>
<p>As declarações de Valdemar Costa Neto, presidente de um dos maiores partidos do Brasil, foram o catalisador para a decisão do ministro Dino. Ao ser questionado sobre a interferência de dirigentes partidários na destinação das <b>emendas</b>, Costa Neto respondeu afirmativamente, sugerindo uma prática disseminada entre as legendas. Dino enfatizou que, dada a proeminência e a experiência política de Valdemar, suas afirmações públicas merecem atenção especial por parte da Corte, dada a sua potencial relevância para o entendimento da dinâmica partidária.</p>
<p>A ação que investiga a transparência das emendas tramita no STF desde <b>2021</b>. O ministro ressaltou que, até o momento, não havia registro de emendas de titularidade de presidentes partidários ou de recursos &#8220;cedidos&#8221; a eles. Caso as afirmações de Valdemar sejam confirmadas, elas representam uma nova dimensão no processo, exigindo uma investigação mais aprofundada sobre a dinâmica da distribuição desses fundos e a conformidade com as normas de fiscalização.</p>
<h2>Implicações para a transparência e a fiscalização de recursos</h2>
<p>A iniciativa do STF, embora não declare irregularidades nem aplique punições nesta fase, sublinha a importância da transparência na gestão das emendas parlamentares. O objetivo é esclarecer como a participação dos dirigentes partidários ocorre na prática e se ela está em conformidade com as diretrizes de rastreabilidade e publicidade estabelecidas pela Corte. A decisão de Dino visa aprimorar os mecanismos de controle e garantir que a destinação dos recursos públicos seja feita de forma clara, responsável e em estrita observância à legislação.</p>
<p>A discussão sobre a influência de líderes partidários na alocação de emendas é fundamental para a integridade do processo legislativo e a confiança pública nas instituições democráticas. A transparência na gestão desses recursos é um pilar essencial para a fiscalização cidadã e para evitar possíveis desvios ou usos indevidos. As respostas dos partidos serão cruciais para o STF avaliar a necessidade de novas medidas para fortalecer a supervisão sobre a distribuição das emendas, buscando sempre a máxima publicidade e conformidade. Para entender mais sobre o funcionamento e a importância das emendas parlamentares no Brasil, consulte este artigo sobre o tema: <a href="https://g1.globo.com/politica/noticia/2023/07/13/entenda-o-que-sao-emendas-parlamentares-e-como-elas-funcionam.ghtml" target="_blank" rel="noopener">Emendas Parlamentares: O que são e como funcionam</a>.</p>
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		<title>Meio ambiente de Suzano recebe reconhecimento e lidera rankings nacionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 01:23:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="696" height="464" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784078591225.jpg?fit=696%2C464&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Meio ambiente de Suzano recebe reconhecimento e lidera rankings nacionais" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784078591225.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784078591225.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784078591225.jpg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784078591225.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784078591225.jpg?resize=630%2C420&amp;ssl=1 630w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784078591225.jpg?resize=696%2C464&amp;ssl=1 696w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784078591225.jpg?resize=1068%2C712&amp;ssl=1 1068w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /><p><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784078591225.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Meio ambiente de Suzano recebe reconhecimento e lidera rankings nacionais" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784078591225.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784078591225.jpg?zoom=2&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784078591225.jpg?zoom=3&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 450w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Meio ambiente de Suzano é destaque nacional, conquistando certificações e liderando rankings por sua gestão eficiente e ações ambientais inovadoras.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/meio-ambiente-suzano-reconhecimento-nacional/">Meio ambiente de Suzano recebe reconhecimento e lidera rankings nacionais</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="696" height="464" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784078591225.jpg?fit=696%2C464&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Meio ambiente de Suzano recebe reconhecimento e lidera rankings nacionais" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784078591225.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784078591225.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784078591225.jpg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784078591225.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784078591225.jpg?resize=630%2C420&amp;ssl=1 630w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784078591225.jpg?resize=696%2C464&amp;ssl=1 696w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784078591225.jpg?resize=1068%2C712&amp;ssl=1 1068w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784078591225.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Meio ambiente de Suzano recebe reconhecimento e lidera rankings nacionais" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784078591225.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784078591225.jpg?zoom=2&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784078591225.jpg?zoom=3&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 450w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Suzano tem se destacado no cenário ambiental nacional, alcançando múltiplas certificações e posições de liderança em rankings importantes. A atuação da Secretaria de Meio Ambiente da cidade demonstra um compromisso notável com a sustentabilidade e a preservação dos recursos naturais, consolidando o município como referência em gestão ambiental no país.</p>
<p>Em um período de menos de um ano, a cidade foi reconhecida em diversas frentes, superando outros municípios em indicadores cruciais que avaliam a eficiência de suas políticas e programas ambientais.</p>
<h2>Reconhecimento e Liderança em Avaliações Nacionais</h2>
<p>A eficiência das políticas ambientais de Suzano foi validada por instituições de renome. O Ranking de Competitividade dos Municípios, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP), posicionou a cidade em primeiro lugar entre 418 municípios brasileiros. Este reconhecimento se deu pela excelência nas ações de combate ao desmatamento e na gestão adequada de resíduos sólidos.</p>
<p>No âmbito estadual, o governo de São Paulo concedeu a Suzano a sexta melhor avaliação no programa Município VerdeAzul, que incentiva e mede a eficiência da gestão ambiental municipal. A Associação Nacional dos Órgãos Municipais de Meio Ambiente (Anamma) também certificou a cidade, destacando sua atuação na defesa da agenda ambiental municipalista.</p>
<p>Adicionalmente, o Instituto Trata Brasil reconheceu Suzano como a melhor colocada no País no Índice de Perdas na Distribuição (IPD), um indicador chave para a eficiência no uso da água. Essas conquistas são fruto de um trabalho integrado e contínuo, envolvendo equipes técnicas e órgãos ambientais estaduais, alinhados com as diretrizes nacionais de preservação ambiental, como as promovidas pelo <a href='https://www.gov.br/mma/pt-br' target='_blank'>Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima</a>.</p>
<h2>Estratégias Abrangentes para Resíduos e Mananciais</h2>
<p>A gestão de resíduos sólidos em Suzano é um pilar fundamental de sua política ambiental, com a disponibilização de cinco ecopontos para a população. O programa “Caçamba Verde” complementa essa iniciativa, estabelecendo um sistema de rastreamento para transportadores de resíduos, garantindo o descarte conforme as normas ambientais. A Central de Triagem do Miguel Badra, em parceria com a cooperativa Univence, também contribui significativamente para a reciclagem.</p>
<p>A proteção das áreas de mananciais é outra prioridade, evidenciada pela atuação do Grupo de Fiscalização Integrada da Área de Proteção e Recuperação dos Mananciais do Alto Tietê Cabeceiras. Este grupo desempenha um papel crucial no combate a crimes ambientais em zonas de preservação, assegurando a integridade desses ecossistemas vitais.</p>
<p>Tais ações são suportadas pelo Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente (Condema) e por instrumentos de planejamento de longo prazo. Entre eles, destacam-se o Plano Municipal de Adaptação e Resiliência Climática, o Programa Municipal de Educação Ambiental de Suzano (2026-2029) e o Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos.</p>
<h2>Fomento à Arborização Urbana e Conscientização</h2>
<p>A cidade de Suzano demonstra um forte compromisso com a arborização urbana, priorizando o plantio de espécies nativas para aumentar a cobertura vegetal no perímetro urbano. Diversas iniciativas incentivam a participação comunitária, como o “Árvore no Meu Bairro” e o “Árvore Familiar”, que promovem o plantio em conjunto com a comunidade.</p>
<p>O programa “Disk-Árvore” facilita o agendamento de plantios em locais de preferência dos cidadãos, conforme a viabilidade técnica. Outra iniciativa notável é o “Nasce uma criança, Planta-se uma Árvore”, que conecta o nascimento de novos cidadãos ao aumento da área verde da cidade, simbolizando um futuro mais sustentável.</p>
<p>A educação ambiental é reforçada por uma parceria com a Secretaria Municipal de Educação, que organiza visitas regulares ao Viveiro Municipal Tomoe Uemura e outros pontos de interesse ambiental. Essas atividades proporcionam aos estudantes uma vivência prática com o meio ambiente e a fauna, cultivando a conscientização sobre a importância da preservação.</p>
<p>O reconhecimento de Suzano em rankings e certificações reflete um alinhamento com agendas ambientais locais, nacionais e internacionais. A cidade tem se posicionado como um modelo de gestão ambiental, demonstrando que é possível conciliar desenvolvimento urbano com a proteção e valorização dos recursos naturais. Este esforço contínuo contribui para um futuro mais sustentável para seus habitantes e para o país.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/meio-ambiente-suzano-reconhecimento-nacional/">Meio ambiente de Suzano recebe reconhecimento e lidera rankings nacionais</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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		<title>Atividade legislativa em Arujá: Câmara protocola mais de mil proposituras em seis meses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 00:27:44 +0000</pubDate>
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<p>A intensa atividade demonstra o dinamismo do Legislativo local na resposta às demandas da população e na fiscalização das ações executivas, consolidando o papel da Câmara como um centro ativo de discussão e deliberação sobre os rumos do município. A variedade das proposituras sublinha a abrangência das questões abordadas pelos parlamentares e pelo governo municipal.</p>
<h2>Produção legislativa: um semestre de intensa atividade</h2>
<p>O levantamento detalhado das proposituras revela a predominância de indicações, que somaram 956 registros no semestre. Este instrumento permite aos vereadores encaminhar ao Executivo sugestões diretas para aprimoramento de serviços e infraestrutura na cidade. Demandas como iluminação pública, pavimentação, limpeza urbana e sinalização de trânsito são frequentemente levadas aos gabinetes pelos cidadãos e transformadas em indicações.</p>
<p>Na sequência, os requerimentos totalizaram 301 registros. Além de solicitarem serviços específicos, os requerimentos desempenham uma função crucial de fiscalização, permitindo que o Legislativo solicite informações oficiais à Prefeitura. Por meio deles, é possível cobrar a execução de emendas impositivas ao orçamento e monitorar áreas essenciais como saúde, educação e segurança pública.</p>
<h2>Projetos de lei e outras iniciativas: moldando o futuro local</h2>
<p>O semestre também foi marcado pela apresentação de 76 projetos de lei, que incluíram propostas de autoria parlamentar e matérias enviadas pelo Poder Executivo. Entre estas, destacam-se aquelas relacionadas ao orçamento municipal, que delineiam a aplicação dos recursos públicos. A tramitação desses projetos é fundamental para a criação e atualização das leis que regem o município.</p>
<p>Completando o panorama legislativo, foram registradas 31 moções, 8 projetos de resolução, 5 vetos, 2 emendas, 1 substitutivo, 1 projeto de decreto legislativo e 1 projeto de emenda à Lei Orgânica. O mês de março se destacou como o período de maior volume de trabalho, embora o ritmo tenha se mantido constante, com sessões ordinárias semanais e uma pauta contínua de votações e discussões de temas relevantes para a cidade.</p>
<h2>Engajamento cívico: audiências públicas e programas educativos</h2>
<p>Além da produção de proposituras, o semestre consolidou a iniciativa &#8220;Câmara de Portas Abertas&#8221;, promovendo a participação cidadã por meio de audiências públicas. Nessas ocasiões, as pastas de Finanças, Educação e Saúde prestaram contas à população e aos vereadores, garantindo transparência e diálogo.</p>
<p>O espaço de participação popular foi ampliado com debates sobre a construção do Orçamento público e a regularização fundiária no município, temas que também foram objeto de audiências específicas. Complementarmente, a Escola do Legislativo realizou a primeira edição anual do programa Vereador Mirim, que visa aproximar estudantes da rotina parlamentar e fomentar a cidadania. A Procuradoria Especial da Mulher, por sua vez, desenvolveu uma extensa agenda de atividades em defesa dos direitos femininos, reforçando o compromisso da Casa com questões sociais relevantes.</p>
<p>Para mais informações sobre o processo legislativo e a atuação das câmaras municipais, consulte fontes oficiais como o <a href="https://www.legislativo.gov.br/" target="_blank" rel="noopener dofollow">Portal do Legislativo Brasileiro</a>.</p>
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		<title>Fiscalização do frete rodoviário ganha novas regras com aprovação no Senado</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 23:47:11 +0000</pubDate>
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<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/frete-rodoviario-novas-regras-senado/">Fiscalização do frete rodoviário ganha novas regras com aprovação no Senado</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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<p>A aprovação da MP visa aprimorar a transparência e a equidade nas relações comerciais do transporte de cargas, buscando proteger os caminhoneiros e garantir condições justas de remuneração. As mudanças propostas impactam diretamente a forma como as operações de frete são registradas e fiscalizadas, com o objetivo de coibir práticas que desrespeitem o valor mínimo estabelecido pela legislação.</p>
<h2>CIOT: aprimoramento na fiscalização do frete mínimo</h2>
<p>Entre as principais alterações promovidas pela medida provisória está o fortalecimento da fiscalização do frete mínimo por meio do <b>Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT)</b>. O registro da operação passará a ser obrigatório antes mesmo da realização do transporte, exigindo que sejam informados detalhes essenciais.</p>
<p>O CIOT deverá conter informações como a origem e o destino da carga, a identificação completa do material transportado, o valor total do frete, o piso mínimo aplicável conforme a tabela vigente e o prazo estipulado para o pagamento. Além disso, o texto amplia a responsabilidade sobre o cumprimento da legislação, estendendo as regras a intermediadores e plataformas digitais que ofertam serviços de transporte, garantindo maior abrangência na fiscalização.</p>
<h2>Endurecimento das penalidades e atualização da tabela</h2>
<p>A nova legislação prevê um escalonamento de punições para aqueles que contratarem fretes abaixo do piso mínimo estabelecido pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). As sanções variam de multas significativas, entre <b>R$ 100 mil e R$ 1 milhão</b>, podendo chegar à suspensão ou ao cancelamento do registro do transportador em casos de reincidência, visando desestimular a infração.</p>
<p>Outra mudança importante determina que a ANTT terá a prerrogativa de impedir a emissão do CIOT sempre que a contratação estiver em desacordo com a tabela de frete vigente. A medida mantém a obrigatoriedade de atualização da tabela de frete a cada seis meses. Adicionalmente, a revisão deverá ocorrer sempre que houver variação igual ou superior a <b>5% no preço dos combustíveis</b>, com a ANTT publicando os novos valores em até três dias úteis.</p>
<p>Para definir os pisos mínimos, a tabela deverá considerar uma série de custos operacionais da atividade. Isso inclui combustível, manutenção dos veículos, pneus, seguros, tributos, salários dos motoristas e o tempo dedicado à carga e descarga. A agência também poderá firmar parceria com a Infra S.A. para elaborar os cálculos, buscando maior precisão e justiça nos valores.</p>
<h2>Debate legislativo e pontos de divergência</h2>
<p>Durante o processo de votação no Senado, os parlamentares promoveram ajustes de redação no texto original. Uma das mudanças mais notáveis foi a retirada do dispositivo que previa a criação de um piso salarial nacional de <b>R$ 5 mil mensais</b> para caminhoneiros de longas distâncias. Este trecho havia sido incluído pela Câmara dos Deputados, mas foi considerado inconstitucional pelos senadores.</p>
<p>Os parlamentares mantiveram, entretanto, o dispositivo que concede anistia às multas aplicadas a caminhoneiros, transportadores e empresas pelos bloqueios de rodovias registrados após as eleições de 2022. Este trecho, que não fazia parte da proposta original do governo, ainda poderá ser vetado pelo presidente da República, gerando expectativa sobre a decisão final.</p>
<h2>Incentivo à renovação da frota e apoio ao setor</h2>
<p>A medida provisória também contempla a ampliação das ações do Programa de Apoio ao Desenvolvimento do Transporte de Cargas Nacional (Procargas). Este programa permitirá o financiamento para a renovação da frota de caminhões e implementos rodoviários, um passo importante para modernizar o setor e aumentar a eficiência.</p>
<p>Além da renovação da frota, o Procargas apoiará projetos voltados à capacitação de motoristas, à adoção de novas tecnologias e a iniciativas relacionadas à saúde e segurança dos profissionais do setor. Pela proposta, transportadores autônomos e cooperativas terão prioridade no acesso às linhas de financiamento e aos incentivos previstos pelo programa, visando fortalecer esses segmentos essenciais do transporte de cargas.</p>
<p>Para mais informações sobre a regulamentação do transporte, consulte o portal da <a href="https://www.gov.br/antt/pt-br" target="_blank" rel="noopener dofollow">Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT)</a>.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/frete-rodoviario-novas-regras-senado/">Fiscalização do frete rodoviário ganha novas regras com aprovação no Senado</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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		<title>ANTT intensifica fiscalização e aplica quase R$ 1 milhão em multas por descumprimento do piso mínimo do frete</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 21:48:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="696" height="398" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784065732158.jpg?fit=696%2C398&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784065732158.jpg?w=1344&amp;ssl=1 1344w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784065732158.jpg?resize=300%2C171&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784065732158.jpg?resize=1024%2C585&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784065732158.jpg?resize=768%2C439&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784065732158.jpg?resize=735%2C420&amp;ssl=1 735w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784065732158.jpg?resize=696%2C398&amp;ssl=1 696w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784065732158.jpg?resize=1068%2C610&amp;ssl=1 1068w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /><p><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784065732158.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784065732158.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784065732158.jpg?zoom=2&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784065732158.jpg?zoom=3&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 450w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Piso mínimo frete: ANTT aplica quase R$ 1 milhão em multas por descumprimento, intensificando fiscalização e endurecendo regras.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/piso-minimo-frete-multas-antt-fiscalizacao/">ANTT intensifica fiscalização e aplica quase R$ 1 milhão em multas por descumprimento do piso mínimo do frete</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="696" height="398" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784065732158.jpg?fit=696%2C398&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784065732158.jpg?w=1344&amp;ssl=1 1344w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784065732158.jpg?resize=300%2C171&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784065732158.jpg?resize=1024%2C585&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784065732158.jpg?resize=768%2C439&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784065732158.jpg?resize=735%2C420&amp;ssl=1 735w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784065732158.jpg?resize=696%2C398&amp;ssl=1 696w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784065732158.jpg?resize=1068%2C610&amp;ssl=1 1068w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784065732158.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784065732158.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784065732158.jpg?zoom=2&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784065732158.jpg?zoom=3&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 450w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) registrou um aumento expressivo nas autuações por descumprimento do piso mínimo do frete rodoviário, com quase R$ 1 milhão em multas aplicadas apenas no primeiro semestre de <b>2026</b>. Os dados, que revelam uma intensificação da fiscalização, apontam para um cenário de maior rigor na aplicação da política que visa garantir a remuneração justa para o setor de transporte de cargas.</p>
<p>Este montante representa um salto significativo em comparação com os anos anteriores, refletindo não apenas a ampliação dos mecanismos de controle, mas também a recente aprovação de medidas legislativas que endurecem as regras para o setor. A política de preços mínimos, instituída após uma paralisação nacional de caminhoneiros, continua sendo um ponto central nas discussões sobre a sustentabilidade e a equidade no transporte rodoviário de cargas no Brasil.</p>
<h2>Aumento expressivo nas autuações da ANTT</h2>
<p>No período até junho de <b>2026</b>, a ANTT aplicou um total de <b>R$ 932,4 mil</b> em multas a empresas que não cumpriram o piso mínimo do frete. Este valor foi resultado de <b>270,4 mil</b> autos de infração emitidos pela agência. A comparação com o ano de <b>2018</b>, quando a política foi implementada, evidencia a magnitude do crescimento na fiscalização: naquele ano, foram registrados <b>31</b> autos de infração, totalizando <b>R$ 69 mil</b> em multas.</p>
<p>A agência atribui o aumento substancial nos registros de autuação à expansão da fiscalização eletrônica. A tecnologia tem permitido uma cobertura mais ampla e eficiente, detectando infrações que antes poderiam passar despercebidas. Este avanço na capacidade de monitoramento reforça o compromisso da ANTT com a aplicação das normas estabelecidas para o setor.</p>
<h2>Contexto histórico e a criação do piso mínimo do frete</h2>
<p>A Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas foi instituída em <b>2018</b>, como uma resposta direta às reivindicações dos caminhoneiros durante a greve nacional que paralisou o país. A medida surgiu da necessidade de assegurar condições de trabalho mais justas e uma remuneração adequada aos transportadores, protegendo-os da volatilidade dos custos operacionais e da concorrência predatória.</p>
<p>Um dos pilares dessa política é o mecanismo de reajuste da tabela de preços. Conhecido como &#8220;gatilho&#8221;, ele determina que o piso mínimo seja atualizado sempre que houver uma oscilação no valor do combustível superior a <b>5%</b>, seja para cima ou para baixo. Essa cláusula visa proteger os caminhoneiros das flutuações do mercado de combustíveis, um dos principais componentes do custo do frete.</p>
<h2>Endurecimento das regras e fiscalização eletrônica</h2>
<p>Recentemente, o Senado aprovou uma medida provisória (MP) que visa endurecer ainda mais as regras relacionadas ao piso mínimo do frete rodoviário. A proposta, que agora aguarda a sanção do presidente <b>Luiz Inácio Lula da Silva (PT)</b>, indica uma tendência de maior rigor na aplicação e no cumprimento da legislação. Essa iniciativa legislativa se alinha com a intensificação da fiscalização eletrônica já observada pela ANTT.</p>
<p>A combinação de um arcabouço legal mais robusto com o uso de ferramentas tecnológicas avançadas sugere que o setor de transporte de cargas enfrentará um ambiente de maior conformidade regulatória. A expectativa é que as novas regras contribuam para a estabilidade do mercado e para a garantia dos direitos dos transportadores autônomos e empresas de pequeno porte.</p>
<h2>O processo administrativo das penalidades</h2>
<p>É importante ressaltar que os valores de multas divulgados pela ANTT correspondem ao montante das autuações lavradas. Após a emissão de um auto de infração, o processo administrativo é instaurado, assegurando aos autuados o direito ao contraditório e à ampla defesa. Durante essa fase, as penalidades podem ser contestadas, e há a possibilidade de cancelamento, alteração ou confirmação das sanções.</p>
<p>Este procedimento garante a transparência e a legalidade na aplicação das multas, permitindo que as empresas apresentem suas justificativas e recursos. A ANTT, como órgão regulador, segue os trâmites legais para garantir que todas as partes envolvidas tenham suas garantias processuais respeitadas.</p>
<h2>Evolução das multas por descumprimento do piso mínimo</h2>
<p>A análise dos valores de multas aplicadas pela ANTT desde a instituição da política de piso mínimo do frete em <b>2018</b> revela uma trajetória com variações, mas com uma escalada notável nos anos mais recentes. A fiscalização, que começou com valores mais modestos, demonstrou um crescimento exponencial.</p>
<ul>
<li><b>2018:</b> R$ 69,3 mil</li>
<li><b>2019:</b> R$ 71,2 mil</li>
<li><b>2020:</b> R$ 4,1 mil</li>
<li><b>2021:</b> R$ 14,5 mil</li>
<li><b>2022:</b> R$ 15,3 mil</li>
<li><b>2023:</b> R$ 21,2 mil</li>
<li><b>2024:</b> R$ 20,8 mil</li>
<li><b>2025:</b> R$ 221,9 mil</li>
<li><b>2026 (Até 30/06):</b> R$ 932,4 mil</li>
</ul>
<p>Os dados mostram um aumento gradual até <b>2024</b>, seguido por um salto significativo em <b>2025</b> e, especialmente, em <b>2026</b>. Essa curva ascendente reforça a percepção de uma fiscalização mais robusta e eficaz, impulsionada pelas novas tecnologias e pela atenção renovada à conformidade com as regras do piso mínimo do frete. Para mais informações sobre as regulamentações da ANTT, acesse o <a href="https://www.antt.gov.br" target="_blank" rel="noopener dofollow">site oficial da agência</a>.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/piso-minimo-frete-multas-antt-fiscalizacao/">ANTT intensifica fiscalização e aplica quase R$ 1 milhão em multas por descumprimento do piso mínimo do frete</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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		<title>Banco Central revela bilhões em valores esquecidos e plano governamental para Desenrola 2.0</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 14:39:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="696" height="398" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784039973784.jpg?fit=696%2C398&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784039973784.jpg?w=1344&amp;ssl=1 1344w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784039973784.jpg?resize=300%2C171&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784039973784.jpg?resize=1024%2C585&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784039973784.jpg?resize=768%2C439&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784039973784.jpg?resize=735%2C420&amp;ssl=1 735w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784039973784.jpg?resize=696%2C398&amp;ssl=1 696w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784039973784.jpg?resize=1068%2C610&amp;ssl=1 1068w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /><p><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784039973784.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784039973784.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784039973784.jpg?zoom=2&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784039973784.jpg?zoom=3&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 450w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Banco Central atualiza dados sobre valores esquecidos e governo planeja usar bilhões para financiar o programa Desenrola 2.0.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/valores-esquecidos-governo-desenrola/">Banco Central revela bilhões em valores esquecidos e plano governamental para Desenrola 2.0</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="696" height="398" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784039973784.jpg?fit=696%2C398&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784039973784.jpg?w=1344&amp;ssl=1 1344w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784039973784.jpg?resize=300%2C171&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784039973784.jpg?resize=1024%2C585&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784039973784.jpg?resize=768%2C439&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784039973784.jpg?resize=735%2C420&amp;ssl=1 735w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784039973784.jpg?resize=696%2C398&amp;ssl=1 696w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784039973784.jpg?resize=1068%2C610&amp;ssl=1 1068w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784039973784.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784039973784.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784039973784.jpg?zoom=2&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1784039973784.jpg?zoom=3&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 450w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>O Banco Central (BC) divulgou uma atualização sobre os recursos financeiros esquecidos por clientes em instituições financeiras, indicando que um montante significativo ainda está disponível para resgate. A notícia vem acompanhada de um anúncio do governo federal sobre a intenção de utilizar parte desses valores para financiar o programa Desenrola 2.0, uma iniciativa de renegociação de dívidas.</p>
<p>A proposta governamental, no entanto, gerou discussões e está sob análise do Tribunal de Contas da União (TCU), que investiga a forma como esses recursos seriam empregados fora do orçamento público tradicional.</p>
<h2>Balanço Atualizado dos Valores a Receber</h2>
<p>Conforme os dados mais recentes do Banco Central, atualizados até maio deste ano, um total de <b>R$ 6,241 bilhões</b> em recursos ainda não foram reclamados por seus proprietários. Esse montante representa uma soma considerável que permanece nas instituições financeiras.</p>
<p>A distribuição desses valores é majoritariamente composta por recursos de pessoas físicas, totalizando <b>R$ 4.437.422.917,99</b>, pertencentes a mais de <b>24 milhões</b> de indivíduos. Já as empresas detêm <b>R$ 1.804.196.767,06</b>, distribuídos entre mais de <b>2,2 milhões</b> de pessoas jurídicas.</p>
<h2>A Proposta Governamental para o Desenrola 2.0</h2>
<p>No início de maio, o governo federal anunciou planos para destinar entre <b>R$ 5 bilhões</b> e <b>R$ 8 bilhões</b> dos recursos esquecidos para viabilizar descontos no Desenrola 2.0. Este novo programa visa facilitar a renegociação de dívidas para milhões de brasileiros.</p>
<p>Os valores seriam encaminhados para o Fundo Garantidor de Operações (FGO), um fundo público que oferece garantias às instituições financeiras. A ideia é que parte do dinheiro do FGO cubra eventuais inadimplências dos tomadores de crédito. O governo informou que <b>10%</b> do saldo transferido será segregado e permanecerá disponível para cobrir possíveis pedidos de resgate pelos correntistas originais.</p>
<h2>Controvérsia e Análise do Tribunal de Contas</h2>
<p>A utilização desses recursos pelo governo para o Desenrola 2.0 tem sido objeto de escrutínio. O Tribunal de Contas da União (TCU) iniciou uma apuração sobre o uso desses fundos para programas federais por fora do orçamento público, conforme noticiado em junho.</p>
<p>A principal preocupação reside no fato de que, ao não passar pelo orçamento da União, esses recursos não estariam sujeitos aos limites de gastos estabelecidos, que permitem um crescimento máximo de <b>2,5%</b> ao ano acima da inflação. Caso fossem incluídos formalmente no orçamento, o governo teria que bloquear um montante equivalente em outras despesas discricionárias, o que aumentaria as dificuldades em um ano eleitoral. Recentemente, <b>R$ 23,7 bilhões</b> do orçamento dos ministérios já foram bloqueados neste ano, afetando áreas como fiscalização, investimentos em tecnologia e serviços públicos.</p>
<h2>Como Consultar e Resgatar o Dinheiro Esquecido</h2>
<p>Para aqueles que desejam verificar se possuem valores a receber, o Banco Central disponibiliza um sistema online. O único site oficial para consulta e solicitação de devolução de valores, tanto para pessoas físicas (incluindo falecidas) quanto jurídicas, é o <a href="https://valoresareceber.bcb.gov.br" target="_blank" rel="noopener dofollow">https://valoresareceber.bcb.gov.br</a>.</p>
<ul>
<li>A liberação dos valores via sistema do Banco Central ocorre mediante o fornecimento de uma chave PIX para a devolução.</li>
<li>Caso o usuário não possua uma chave PIX cadastrada, é necessário entrar em contato diretamente com a instituição financeira para combinar a forma de recebimento ou criar uma chave e retornar ao sistema para fazer a solicitação.</li>
<li>Para valores a receber de pessoas falecidas, apenas herdeiros, testamentários, inventariantes ou representantes legais podem realizar a consulta, sendo necessário preencher um termo de responsabilidade.</li>
</ul>
<p>Após a consulta e a identificação de valores, o próximo passo é entrar em contato com as instituições financeiras indicadas para verificar os procedimentos específicos de resgate.</p>
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