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Exposição itinerante “Arte Sacra Para Ver e Sentir”, na Câmara de Suzano, termina neste sábado (31)

A exposição itinerante “Arte Sacra Para Ver e Sentir”, do Museu de Arte Sacra de São Paulo (MAS-SP), termina neste sábado (31) na Câmara Municipal de Suzano. A mostra reúne 16 réplicas de obras históricas e permite que os visitantes toquem as peças para conhecer suas formas, volumes e texturas. A entrada é gratuita.

Instalada na Galeria dos Presidentes, no primeiro andar do Legislativo, a exposição poderá ser visitada até quinta-feira (29), das 8h às 17h, sem necessidade de agendamento. No sábado (31), o atendimento será das 8h às 12h, exclusivamente mediante agendamento pelo telefone 4744-8011. Na sexta-feira (30), a Câmara permanecerá fechada devido ao ponto facultativo pelo Dia do Funcionário Público.

A mostra foi aberta no início de outubro e apresenta reproduções de obras do acervo do MAS-SP, instituição vinculada à Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo. As peças foram produzidas a partir de escaneamento digital em alta resolução e impressão 3D em resina termoplástica ABS. Após a impressão, receberam acabamento e pintura feitos manualmente para reproduzir as características visuais das obras originais.

Por se tratar de réplicas, as esculturas podem ser tocadas pelo público, permitindo uma experiência sensorial com o patrimônio artístico e cultural. Confira na arte desta reportagem a programação completa das exposições disponíveis. 

Exposição itinerante “Arte Sacra Para Ver e Sentir”, na Câmara de Suzano, termina neste sábado (31)
Imagem gerada por IA

Acessibilidade e patrimônio histórico

A exposição conta com recursos voltados à acessibilidade. As peças têm legendas em braile, sistema de leitura e escrita tátil utilizado por pessoas cegas ou com baixa visão. QR codes também disponibilizam audiodescrição e tradução para a Língua Brasileira de Sinais (Libras).

As reproduções representam esculturas feitas em materiais como madeira policromada, barro cozido, marfim e metal. As obras originais vieram de igrejas, capelas, mosteiros e antigas missões jesuíticas de diferentes regiões brasileiras e retratam parte da produção de arte sacra dos séculos XVII ao XIX.

Entre os destaques está a réplica de “Nossa Senhora das Dores”, atribuída a Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, um dos principais nomes do barroco brasileiro. Também estão expostas “Nossa Senhora dos Prazeres” e “Santo Amaro”, obras atribuídas a Frei Agostinho de Jesus e relacionadas ao desenvolvimento da escultura barroca no país.

A iniciativa busca aproximar o público do patrimônio histórico por meio de recursos tecnológicos e sensoriais. (Com informações do MAS-SP).

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