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	<title>Arquivo de lavagem - Jornal Sete</title>
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		<title>Operação do Ministério Público desvenda esquema de lavagem de dinheiro do PCC em Mogi das Cruzes</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 19:25:11 +0000</pubDate>
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<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/operacao-janus-pcc-mogi/">Operação do Ministério Público desvenda esquema de lavagem de dinheiro do PCC em Mogi das Cruzes</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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<p>A investigação aprofundada revelou a sofisticação dos métodos empregados pelo grupo criminoso para ocultar e movimentar recursos de origem ilegal, além de sua influência em disputas e até mesmo na corrupção de agentes públicos. Os desdobramentos da operação indicam um esforço contínuo das autoridades para combater o financiamento de organizações criminosas e suas ramificações em diferentes esferas.</p>
<h2>Ação do Ministério Público mira operadores financeiros da facção</h2>
<p>A Operação Janus, conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do MPSP, teve como foco principal indivíduos suspeitos de atuar como pilares financeiros do PCC. Entre os investigados, figura <b>Marcelo de Morais de Oliveira</b>, residente em Mogi das Cruzes, apontado como integrante da facção e envolvido em controvérsias resolvidas por meio do infame &#8220;tribunal do crime&#8221;.</p>
<p>Esses &#8220;tribunais&#8221; são estruturas paralelas de justiça criadas por organizações criminosas para impor suas próprias regras e solucionar conflitos, muitas vezes com violência e intimidação. A participação do investigado nesse tipo de prática ressalta a gravidade das acusações e a extensão da atuação do grupo.</p>
<h2>Mecanismos de lavagem de dinheiro e corrupção policial</h2>
<p>As investigações do Ministério Público detalharam os diversos artifícios utilizados pelos operadores financeiros para lavar dinheiro e ocultar a origem ilícita dos valores. O esquema incluía a utilização de empresas de fachada, criadas com o propósito de simular atividades comerciais legítimas e, assim, mascarar a movimentação de capitais ilegais. Além disso, a troca de transferências bancárias por dinheiro em espécie e o uso de &#8220;laranjas&#8221;, incluindo familiares dos investigados, eram práticas comuns para dificultar o rastreamento dos recursos.</p>
<p>Um dos aspectos mais alarmantes revelados pela operação é o suposto uso de parte desses recursos para a corrupção de policiais civis e militares. Essa estratégia visava proteger membros da organização de punições legais e obstruir o rumo de investigações em curso, demonstrando a capacidade do grupo de infiltrar e comprometer instituições públicas para seus próprios fins criminosos.</p>
<h2>Pedidos de prisão e bloqueio de bens para desmantelar o esquema</h2>
<p>Diante das evidências coletadas, o Ministério Público solicitou à Justiça a prisão preventiva de 18 investigados, incluindo o morador de Mogi das Cruzes. A medida busca garantir a ordem pública e a continuidade das investigações, impedindo que os suspeitos interfiram no processo ou continuem suas atividades criminosas.</p>
<p>Paralelamente aos pedidos de prisão, foram solicitados mandados de busca e apreensão nos endereços dos investigados, bem como o sequestro, arresto e bloqueio de bens e valores de pessoas físicas e jurídicas. O montante total visado pelo bloqueio atinge o limite de R$ 10 milhões, uma quantia que reflete a escala das operações financeiras ilícitas atribuídas ao grupo. As ações visam descapitalizar a organização criminosa, fragilizando sua estrutura e capacidade de atuação.</p>
<p>Os crimes apurados pela investigação abrangem promoção e financiamento de organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção, fraude processual e organização criminosa. A Operação Janus representa um passo significativo no combate a essas práticas, reforçando o compromisso do Ministério Público com a segurança e a justiça. Para mais informações sobre as ações do Ministério Público de São Paulo, visite o <a href="https://www.mpsp.mp.br/" target="_blank" rel="noopener">site oficial do MPSP</a>.</p>
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		<title>Interpol é acionada em busca de patrimônio de banqueiro investigado no exterior</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 11:17:56 +0000</pubDate>
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<p>A solicitação à Interpol foi formalizada por meio de um mecanismo recente da organização, conhecido como &#8220;Silver Notice&#8221; (Alerta Prata). Essa ferramenta é especificamente desenvolvida para o rastreamento internacional de bens vinculados a indivíduos investigados ou condenados por delitos financeiros. Investigadores da PF esperam que <b>Vorcaro</b> possua um patrimônio milionário distribuído globalmente, parte dele supostamente oriundo de atividades criminosas à frente do conglomerado liderado pelo Banco Master.</p>
<h2>Rastreamento internacional de bens de Vorcaro</h2>
<p>O colapso do grupo, que englobava ao menos três instituições financeiras, resultou em um prejuízo de R$ 52 bilhões para o Fundo Garantidor de Crédito (FGC). A notificação enviada à Interpol requisita que as autoridades policiais dos países-alvo forneçam informações sobre a existência de imóveis, empresas, contas bancárias, embarcações, aeronaves e outros ativos registrados em nome do investigado ou a ele vinculados por meio de companhias. O objetivo é subsidiar futuras ações de bloqueio, confisco e repatriação desses bens, caso a Justiça determine sua origem ilícita.</p>
<p>A PF suspeita que parte do patrimônio de <b>Daniel Vorcaro</b> tenha sido pulverizada em propriedades e fundos de investimento em diversas nações, incluindo paraísos fiscais, com o temor de que o empresário consiga blindar esses ativos ao longo do tempo. A falta de um mapa completo dos bens no exterior foi um dos principais pontos que impediram o avanço de um acordo de colaboração premiada com o banqueiro, que atualmente está preso preventivamente em uma unidade prisional de Brasília. Em abril, a Justiça dos Estados Unidos já havia autorizado o liquidante do banco a realizar consultas a instituições financeiras norte-americanas em busca de ativos vinculados ao banqueiro, incluindo imóveis, dinheiro em fundos de investimentos e obras de arte. Para mais informações sobre investigações financeiras internacionais, consulte <a href="https://www.example.com/noticia-relacionada">fontes confiáveis</a>.</p>
<h2>Luxo e patrimônio milionário sob investigação</h2>
<p>Desde que assumiu o comando do Banco Master em <b>2019</b>, Daniel Vorcaro era conhecido por ostentar um estilo de vida luxuoso, com festas milionárias em destinos europeus, mansões em Brasília e apartamentos de alto padrão em São Paulo. Documentos da investigação revelam gastos expressivos, como uma festa de aniversário para sua filha em uma ilha particular nas Bahamas, que teria custado aproximadamente R$ 5 milhões em <b>2021</b>. Outro evento de grande porte ocorreu em Taormina, na Sicília, em <b>setembro de 2023</b>, com despesas que alcançaram R$ 363,2 milhões em produção, acomodações e contratação de artistas renomados.</p>
<p>Embora Vorcaro tenha declarado um patrimônio de R$ 2,4 bilhões à Receita Federal em <b>2024</b>, investigadores da PF suspeitam que seus bens reais sejam significativamente superiores. A identificação da extensão e localização desse patrimônio é considerada crucial, dada a dimensão financeira do caso. Liquidantes envolvidos em procedimentos relacionados ao grupo de Vorcaro no exterior já indicaram a existência de propriedades de alto valor atribuídas ao empresário nos Estados Unidos, incluindo uma mansão avaliada em R$ 180 milhões na Flórida, que teria sido alvo de uma tentativa de venda por parte do pai do banqueiro, <b>Henrique Vorcaro</b>, também investigado.</p>
<h2>Operação Compliance Zero e o colapso do grupo</h2>
<p>A Operação Compliance Zero, deflagrada em <b>novembro de 2025</b>, marcou o início das ações contra Daniel Vorcaro, que foi preso pela primeira vez. Na mesma data, o Banco Central decretou a liquidação do Banco Master e de outras duas instituições financeiras associadas. Vorcaro foi solto no final de novembro, mas preso novamente em <b>março de 2026</b>, permanecendo detido desde então. A investigação apura crimes contra o sistema financeiro nacional, incluindo a tentativa de venda de ativos do Master ao Banco de Brasília (BRB) por R$ 12 bilhões, em uma operação que supostamente envolveria ativos supervalorizados ou sem lastro.</p>
<p>Além disso, a PF investiga um suposto esquema de captação irregular de investimentos de Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS), fundos que gerenciam as aposentadorias de servidores públicos. A suspeita é que esses investimentos teriam sido realizados sob pressão política de indivíduos próximos a Vorcaro. Em depoimentos e manifestações à Justiça, a defesa do banqueiro vem negando o cometimento desses crimes.</p>
<h2>Conexões políticas e judiciais no centro do caso</h2>
<p>As investigações da Operação Compliance Zero também se estenderam para supostas relações de Daniel Vorcaro com figuras do cenário político e judiciário. Entre os nomes mencionados estão os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) <b>Dias Toffoli</b> e <b>Alexandre de Moraes</b>. Toffoli se afastou da relatoria do caso no STF em <b>fevereiro</b>, após questionamentos sobre sua ligação com uma empresa familiar que teve participação vendida a um fundo controlado pelo cunhado de Vorcaro. O ministro negou qualquer recebimento de valores ou amizade com o banqueiro, e o STF afirmou que não havia motivo para suspeição, mas acolheu o pedido de redistribuição.</p>
<p>Alexandre de Moraes também foi alvo de questionamentos, relacionados a um contrato de R$ 129 milhões entre o Banco Master e o escritório de advocacia de sua esposa, além de supostas trocas de mensagens e contatos com o Banco Central. O STF negou que Moraes tenha tratado do Banco Master com o BC, e uma análise técnica concluiu que as mensagens atribuídas ao ministro não correspondiam aos seus contatos.</p>
<p>A PF ainda investiga supostas vantagens econômicas pagas por Vorcaro ou pessoas ligadas a ele a senadores como <b>Ciro Nogueira</b> (PP-PI), <b>Jaques Wagner</b> (PT-BA) e <b>Flávio Bolsonaro</b> (PL-RJ). As apurações incluem suspeitas de emendas parlamentares em troca de benefícios, ligações com ex-sócios e pedidos de financiamento para projetos. Todos os parlamentares e suas defesas negam as irregularidades, reiterando a ausência de qualquer conduta ilícita.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/rastreamento-bens-vorcaro-interpol/">Interpol é acionada em busca de patrimônio de banqueiro investigado no exterior</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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		<title>INSS: Polícia Federal indicia 48 em investigação de fraudes e descontos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 05:43:06 +0000</pubDate>
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<p>A Polícia Federal (PF) concluiu a fase inicial da Operação Sem Desconto, uma investigação que apura um complexo esquema nacional de fraudes envolvendo descontos indevidos em benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O relatório final desta primeira etapa resultou no indiciamento de 48 pessoas, marcando um avanço significativo nas apurações que visam desmantelar a rede criminosa.</p>
<p>Entre os indiciados estão figuras de alto escalão, como um ex-presidente do INSS, um ex-procurador-geral da autarquia, um ex-diretor de benefícios, um ex-ministro de Estado e um deputado federal licenciado, além de operadores e líderes da organização. As acusações abrangem crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro e corrupção, revelando a extensão e a sofisticação das atividades ilícitas.</p>
<h2>Conclusão da Operação e Próximos Passos na Justiça</h2>
<p>A Operação Sem Desconto, que teve sua investigação administrativa iniciada em <b>2023</b> pela Controladoria-Geral da União (CGU) e a participação da PF a partir de <b>2024</b>, agora encaminha suas conclusões ao Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro <b>André Mendonça</b>, relator do caso, recebeu o relatório da PF, que detalha as evidências coletadas contra os envolvidos.</p>
<p>A partir deste ponto, as informações serão remetidas à Procuradoria-Geral da República (PGR). Caberá à PGR analisar o material e decidir sobre os próximos passos processuais, que podem incluir a apresentação de denúncia formal, o pedido de arquivamento do caso ou a solicitação de novas diligências investigativas para aprofundar as apurações.</p>
<h2>Acusações Detalhadas Contra Ex-Dirigentes do INSS</h2>
<p>A investigação da Polícia Federal apontou o envolvimento de diversos ex-dirigentes do INSS em um esquema de corrupção e lavagem de dinheiro. <b>Alessandro Stefanutto</b>, ex-presidente do INSS, foi indiciado por organização criminosa, lavagem de dinheiro e corrupção passiva. A PF alega que ele utilizou seu mandato para proteger um Acordo de Cooperação Técnica da Conafer, recebendo propinas mensais.</p>
<p>Outro nome de destaque é <b>José Carlos Oliveira</b> (que mudou o nome para <b>Mohamad Oliveira Andrade</b>), que atuou como ex-ministro do Trabalho e Previdência. Ele foi indiciado pelas mesmas acusações, sendo apontado como responsável por garantir a inação institucional do INSS, liberando repasses bloqueados sem fiscalização em troca de propinas. <b>Virgílio Antônio Ribeiro de Oliveira Filho</b>, ex-procurador-geral do INSS, também foi indiciado por organização criminosa, lavagem de dinheiro e corrupção passiva, por supostamente usar seu cargo para blindar juridicamente a organização criminosa.</p>
<p><b>André Paulo Félix Fidelis</b>, ex-diretor de Benefícios do INSS, foi indiciado pelas mesmas categorias de crime. Sua nomeação teria sido resultado de ingerência política do grupo, e ele é acusado de omitir-se dolosamente em suas funções fiscalizadoras em troca de vantagens indevidas, lavando os recursos ilícitos na aquisição de imóveis em nome de familiares.</p>
<h2>Envolvimento Político e Liderança do Esquema Fraudulento</h2>
<p>A Operação Sem Desconto também revelou a participação de agentes políticos e líderes da organização criminosa. O deputado federal licenciado <b>Euclydes Marcos Pettersen Neto</b> foi indiciado por organização criminosa, lavagem de dinheiro e corrupção passiva. Ele é apontado como o principal fiador político do grupo, chancelando indicações para cargos estratégicos no INSS e recebendo propinas que teriam sido lavadas em atividades como pecuária e ocultação de aeronaves.</p>
<p><b>Carlos Roberto Ferreira Lopes</b>, ex-presidente da Confederação Nacional dos Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais (Conafer), é considerado o líder da organização criminosa. Ele foi indiciado por organização criminosa, lavagem de dinheiro em caráter majorado e reiterado, e corrupção ativa majorada. A PF o acusa de comandar desvios que teriam gerado ganhos significativos a partir de descontos associativos indevidos, além de coordenar pagamentos de propinas a funcionários do INSS e agentes políticos.</p>
<p><b>Cícero Marcelino de Souza Santos</b>, ex-assessor da Presidência da Conafer, foi indiciado por organização criminosa, lavagem de dinheiro e corrupção ativa, sendo identificado como o principal operador financeiro e &#8220;caixa de propinas&#8221; do esquema. Ele teria estruturado uma rede de empresas de fachada para escoar e lavar os recursos desviados. <b>Antônio Carlos Camilo Antunes</b>, conhecido como &#8220;Careca do INSS&#8221;, foi indiciado por lavagem de dinheiro e participação em corrupção passiva, atuando como operador de propinas.</p>
<h2>Mecanismo da Fraude e o Impacto nos Aposentados</h2>
<p>O cerne do esquema investigado consistia em realizar descontos mensais nas aposentadorias e pensões de beneficiários do <a href="https://www.gov.br/inss/pt-br">Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)</a>. Esses descontos eram feitos sob a alegação de que os aposentados haviam se tornado membros de associações, mesmo sem terem se associado ou autorizado tais deduções. A prática gerou um impacto financeiro estimado em bilhões de reais, com os investigadores apontando que os descontos indevidos podem alcançar um valor expressivo.</p>
<p>Os recursos desviados, que totalizam quantias vultosas, eram então misturados com outros fundos e utilizados para o pagamento de propinas, além de financiar um padrão de vida luxuoso para os envolvidos. A complexidade da rede de lavagem de dinheiro envolvia triangulações bancárias, entregas em espécie, empresas de fachada e a simulação de compra e venda de bens de alto valor, como rebanhos bovinos, latifúndios rurais e aeronaves de luxo.</p>
<h2>Posicionamento das Defesas e Novos Desdobramentos</h2>
<p>Diante do indiciamento, as defesas dos envolvidos começam a se manifestar. A defesa de <b>Alessandro Stefanutto</b> informou que, com a conclusão do primeiro inquérito, solicitará ao STF a revogação da prisão preventiva do ex-presidente do INSS. Argumentam que a medida cautelar, de natureza excepcional, exige fundamentos concretos e contemporâneos que justifiquem sua manutenção.</p>
<p>A defesa de <b>Virgílio Antônio Ribeiro de Oliveira Filho</b> optou por não se manifestar sobre o conteúdo do relatório, ressaltando que o indiciamento é um ato unilateral da autoridade policial, de caráter opinativo, e não representa um juízo de culpa. As defesas dos demais indiciados não haviam se pronunciado até a publicação desta reportagem. A Polícia Federal também sugeriu a abertura de um novo inquérito para apurar possível advocacia administrativa envolvendo um deputado federal para o desbloqueio de contas da Conafer.</p>
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		<title>Fraudes no INSS: Polícia Federal indicia 48, incluindo ex-dirigentes, em esquema nacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 20:40:59 +0000</pubDate>
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<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/fraudes-inss-policia-federal-indicia-48/">Fraudes no INSS: Polícia Federal indicia 48, incluindo ex-dirigentes, em esquema nacional</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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<p>Ao todo, 48 pessoas foram indiciadas neste inquérito, entre elas figuras de alto escalão que ocuparam posições estratégicas dentro do Instituto Nacional do Seguro Social. As conclusões da PF serão agora analisadas pela Procuradoria-Geral da República (PGR), que decidirá sobre a apresentação de denúncias, o arquivamento do caso ou a solicitação de novas diligências para aprofundar as apurações.</p>
<h2>Desdobramentos da Operação Sem Desconto</h2>
<p>A entrega do relatório ao STF representa a formalização das acusações levantadas pela Polícia Federal após meses de investigação. Este documento detalha a complexidade do esquema e a participação dos indiciados, fornecendo a base para as próximas etapas processuais. A atuação da PGR será crucial para determinar o futuro legal dos envolvidos e a eventual responsabilização pelos crimes apontados.</p>
<p>A Operação Sem Desconto teve início em 2023, com apurações administrativas conduzidas pela Controladoria-Geral da União (CGU). Após a identificação de indícios criminais robustos, a Polícia Federal foi acionada em 2024 para dar prosseguimento às investigações, transformando o caso em um inquérito policial.</p>
<h2>Figuras Chave e Acusações Formais</h2>
<p>Entre os 48 indiciados, destacam-se nomes que ocuparam posições de liderança no <b>INSS</b>. O ex-presidente do Instituto, <b>Alessandro Stefanutto</b>, o ex-procurador-geral <b>Virgílio de Oliveira Filho</b>, e o ex-diretor de benefícios da autarquia, <b>André Fidelis</b>, estão entre os que responderão por crimes. O lobista <b>Antônio Carlos Camilo Antunes</b>, conhecido como Careca, também foi indiciado. Estes indivíduos estão presos preventivamente desde o ano passado, aguardando os desdobramentos da justiça.</p>
<p>Além deles, <b>Carlos Roberto Ferreira Lopes</b>, presidente da Confederação Nacional de Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais (Conafer), foi indiciado e encontra-se foragido. As acusações variam conforme o grau de envolvimento de cada um no esquema. Stefanutto e Oliveira Filho foram indiciados por organização criminosa, lavagem de dinheiro e corrupção passiva. Careca responderá por lavagem de dinheiro e participação em corrupção passiva, enquanto Lopes enfrenta acusações de organização criminosa, lavagem de dinheiro em caráter majorado e reiterado, e corrupção ativa majorada.</p>
<h2>Mecanismo das Fraudes no INSS e o Impacto Financeiro</h2>
<p>O cerne do esquema de fraudes consistia em realizar descontos mensais indevidos nas aposentadorias e pensões de beneficiários do <b>INSS</b>. Esses valores eram cobrados como se os aposentados e pensionistas tivessem se filiado a associações, mesmo sem terem autorizado tal associação ou os respectivos descontos. A prática lesava diretamente os segurados, que viam seus proventos reduzidos sem consentimento ou conhecimento.</p>
<p>As investigações apontam para um impacto financeiro alarmante. Os descontos indevidos nas pensões e aposentadorias pagas pelo <b>INSS</b> podem atingir a cifra de <b>R$ 6,3 bilhões</b>, conforme estimativas dos investigadores. Este valor ressalta a dimensão e a gravidade do esquema, que se espalhou por todo o território nacional, prejudicando milhares de pessoas que dependem desses benefícios para sua subsistência.</p>
<h2>Contexto e Próximos Passos</h2>
<p>A nomeação de Alessandro Stefanutto para a presidência do INSS ocorreu em julho de 2023, por indicação do então ministro da Previdência, <b>Carlos Lupi</b>. Lupi deixou o cargo após a eclosão do escândalo de fraudes e desvios. Antes de assumir a presidência, Stefanutto atuou como diretor de Orçamento, Finanças e Logística da autarquia e foi procurador-federal especializado junto ao <b>INSS</b> entre 2011 e 2017, além de ter passagem pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) e pela Receita Federal.</p>
<p>É importante ressaltar que o relatório entregue pela PF ao ministro André Mendonça não possui relação com as investigações que envolvem <b>Fábio Luis Lula da Silva</b>, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Lulinha se tornou alvo da PF e da CPMI do <b>INSS</b>, tendo seus sigilos bancários, fiscais e telemáticos quebrados por suposto vínculo com o lobista Careca. Os dados referentes a Lulinha ainda estão sob análise e não fazem parte desta primeira fase de indiciamentos.</p>
<p>As defesas de Stefanutto e de Careca informaram que não se manifestarão sobre o caso neste momento, alegando que ainda não tiveram acesso aos autos da investigação. A assessoria da Conafer também foi procurada para comentar, mas não respondeu até a publicação desta reportagem. O processo segue para a PGR, que terá a responsabilidade de dar o próximo passo legal, seja por meio de denúncia formal ou outras medidas cabíveis. <a href="https://www.gov.br/pf/pt-br" target="_blank">Acompanhe as notícias da Polícia Federal.</a></p>
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		<title>Márcio Canella, alvo de operação da PF, tem Rogéria Bolsonaro como suplente ao Senado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 14:36:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="696" height="398" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783434987618.jpg?fit=696%2C398&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783434987618.jpg?w=1344&amp;ssl=1 1344w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783434987618.jpg?resize=300%2C171&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783434987618.jpg?resize=1024%2C585&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783434987618.jpg?resize=768%2C439&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783434987618.jpg?resize=735%2C420&amp;ssl=1 735w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783434987618.jpg?resize=696%2C398&amp;ssl=1 696w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783434987618.jpg?resize=1068%2C610&amp;ssl=1 1068w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /><p><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783434987618.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783434987618.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783434987618.jpg?zoom=2&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783434987618.jpg?zoom=3&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 450w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Márcio Canella, ex-prefeito e pré-candidato ao Senado, é alvo de operação da PF por lavagem de dinheiro. Rogéria Bolsonaro é sua suplente.</p>
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<p>A formalização da indicação de Rogéria Bolsonaro, que remonta a um acordo costurado em fevereiro de 2026, consolida uma aliança política de peso que agora se vê diretamente impactada pelo escrutínio da Polícia Federal. Nos bastidores, fontes ligadas à campanha de Flávio Bolsonaro já manifestam uma crescente preocupação com a potencial repercussão negativa da operação, temendo os efeitos sobre a imagem do senador e de seus aliados em um ano eleitoral crucial.</p>
<h2>A Operação Unha e Carne e as Acusações contra Márcio Canella</h2>
<p>A 6ª fase da Operação Unha e Carne representa um avanço significativo nas investigações sobre crimes financeiros de grande escala. Deflagrada pela Polícia Federal, a operação se concentra em um complexo esquema de lavagem de dinheiro que, segundo as apurações, teria desviado e legalizado recursos ilícitos através de uma vasta rede de postos de combustíveis. As evidências preliminares apontam para a movimentação de R$ 7,6 bilhões, um volume que sublinha a gravidade das acusações e a sofisticação da estrutura criminosa.</p>
<p>No centro desta investigação está <b>Márcio Canella</b>, que, como ex-prefeito de Belford Roxo, ocupava uma posição de influência política. A apuração sugere a conivência de agentes públicos, o que eleva o patamar de preocupação e a necessidade de transparência. Canella renunciou ao cargo de prefeito em abril de 2026, com a intenção declarada de disputar uma vaga no Legislativo Federal, um movimento que agora ganha novos contornos à luz das investigações. Além do ex-prefeito, o ex-secretário Marcus Amim também é alvo da operação, indicando uma possível ramificação do esquema dentro da administração municipal. <a href="https://www.g1.globo.com" target="_blank">Saiba mais sobre as operações da Polícia Federal</a>.</p>
<h2>Rogéria Bolsonaro na Chapa de Canella: Uma Aliança Estratégica</h2>
<p>A inclusão de <b>Rogéria Bolsonaro</b> como primeira suplente na chapa de Márcio Canella ao Senado não é um fato isolado, mas o resultado de uma articulação política estratégica. O acordo para sua indicação foi costurado em fevereiro de 2026, com a participação ativa do senador Flávio Bolsonaro, que tem sido o principal articulador e apoiador da campanha de Canella. Essa aliança visa fortalecer a base eleitoral do ex-prefeito e consolidar o apoio de um dos grupos políticos mais influentes do país.</p>
<p>Com uma trajetória política própria, Rogéria Bolsonaro exerceu dois mandatos como vereadora no Rio de Janeiro, entre 1993 e 2000, e filiou-se ao PL em 2022. Sua presença na chapa de Canella não apenas adiciona um nome de peso, mas também reforça o alinhamento do ex-prefeito com o grupo bolsonarista. Este alinhamento tornou-se ainda mais evidente após o rompimento político de Canella com seu antigo aliado, Waguinho, o atual prefeito de Belford Roxo, nas eleições de 2022, buscando novas parcerias para sua ascensão política.</p>
<h2>Repercussão Política e os Desafios da Campanha</h2>
<p>A deflagração da Operação Unha e Carne e o envolvimento de <b>Márcio Canella</b> geraram um imediato impacto no cenário político, levantando questionamentos sobre a viabilidade de sua candidatura e as consequências para seus aliados. Fontes ligadas à campanha de Flávio Bolsonaro, que é uma figura proeminente e presidenciável, já expressam publicamente a preocupação com a repercussão negativa que a investigação pode acarretar. A imagem do senador e de todo o grupo bolsonarista pode ser afetada, especialmente em um período pré-eleitoral.</p>
<p>Apesar das investigações, a proximidade entre Canella e o clã Bolsonaro foi reafirmada recentemente. Na sexta-feira (3), Canella esteve ao lado de Flávio Bolsonaro no 3º Seminário Nacional de Comunicação do PL, onde foi publicamente apresentado e destacado como um dos candidatos do partido ao Senado. Este evento, ocorrido poucos dias antes da operação, sublinha a solidez da aliança, que agora terá de navegar pelas águas turbulentas de uma investigação federal de grande porte, testando a resiliência e a estratégia política dos envolvidos.</p>
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		<title>Supremo Tribunal Federal determina mudança de prisão para ex-banqueiro Daniel Vorcaro</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 19:52:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="696" height="398" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782417121556.jpg?fit=696%2C398&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782417121556.jpg?w=1344&amp;ssl=1 1344w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782417121556.jpg?resize=300%2C171&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782417121556.jpg?resize=1024%2C585&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782417121556.jpg?resize=768%2C439&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782417121556.jpg?resize=735%2C420&amp;ssl=1 735w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782417121556.jpg?resize=696%2C398&amp;ssl=1 696w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782417121556.jpg?resize=1068%2C610&amp;ssl=1 1068w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /><p><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782417121556.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782417121556.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782417121556.jpg?zoom=2&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782417121556.jpg?zoom=3&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 450w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Daniel Vorcaro, ex-banqueiro, será transferido para a Papudinha após decisão do STF. Propostas de delação foram rejeitadas.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/daniel-vorcaro-transferencia-papudinha/">Supremo Tribunal Federal determina mudança de prisão para ex-banqueiro Daniel Vorcaro</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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<p>Vorcaro estava detido na Superintendência da Polícia Federal em Brasília desde <b>março</b> deste ano. Sua permanência no local havia sido autorizada com o objetivo de facilitar a interação com seus advogados, enquanto negociava um possível acordo de delação premiada com a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República. Essa condição especial visava otimizar as tratativas para a colaboração com a justiça.</p>
<h2>Rejeição de propostas de delação e o fim da permanência na PF</h2>
<p>As negociações para a delação premiada de Daniel Vorcaro chegaram a um impasse. Duas propostas apresentadas pela defesa à Polícia Federal e ao Ministério Público foram formalmente rejeitadas. As autoridades consideraram que as informações oferecidas por Vorcaro não traziam avanços significativos em relação ao que já havia sido apurado pelas investigações da Polícia Federal.</p>
<p>Com a falta de progresso nas tratativas, a Polícia Federal solicitou a transferência do ex-banqueiro. O argumento central foi que a Superintendência da PF possui celas destinadas apenas a presos de passagem, ou seja, para custódias temporárias. Daniel Vorcaro, no entanto, cumpre prisão preventiva, uma modalidade de detenção sem prazo determinado, o que tornava sua permanência no local incompatível com a finalidade da estrutura.</p>
<h2>A Operação Compliance Zero e as acusações contra Vorcaro</h2>
<p>Daniel Vorcaro é um dos principais investigados na Operação Compliance Zero, que apura um complexo esquema criminoso. A Polícia Federal aponta que o ex-banqueiro teria liderado uma organização envolvida em diversos ilícitos, incluindo organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção, além de táticas de intimidação, coerção e invasão de dispositivos informáticos.</p>
<p>As investigações detalham que Vorcaro teria atuado para inflar artificialmente o valor do Banco Master. O objetivo seria fazer com que a instituição financeira aparentasse ser muito mais sólida e rica do que realmente era. Para isso, há suspeitas de que carteiras de crédito falsas, avaliadas em <b>R$ 12 bilhões</b>, eram utilizadas para registrar um patrimônio inexistente dentro do banco, criando uma fachada de solidez financeira.</p>
<h2>Implicações da prisão preventiva e a nova fase do processo</h2>
<p>A decisão do ministro André Mendonça de transferir Daniel Vorcaro para a Papudinha reforça o caráter da prisão preventiva, que se mantém sem um termo definido enquanto a investigação e o processo judicial prosseguem. A mudança para um complexo penitenciário como a Papuda é um procedimento padrão para detentos em prisão preventiva, uma vez que as instalações da Polícia Federal são, em geral, para custódias de curta duração ou para facilitar investigações iniciais.</p>
<p>Este desenvolvimento marca uma nova etapa no caso, sinalizando que as negociações de delação premiada, ao menos por enquanto, não resultaram em um acordo satisfatório para as autoridades. O ex-banqueiro agora enfrentará o prosseguimento das investigações e do processo judicial em um ambiente prisional mais permanente, enquanto as acusações da Operação Compliance Zero continuam a ser apuradas.</p>
<p>Para mais informações sobre o sistema judiciário brasileiro, visite <a href="https://g1.globo.com">G1</a>.</p>
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		<title>Jaques Wagner aciona STF para anular busca e apreensão em investigação sobre Banco Master</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 22:17:21 +0000</pubDate>
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<p>A operação da PF investiga um suposto esquema bilionário de fraudes, corrupção, lavagem de dinheiro e obstrução da Justiça, com foco principal no Banco Master. As acusações contra o senador Jaques Wagner incluem a atuação em defesa de interesses do Banco Master no Congresso Nacional, em troca de supostas vantagens indevidas, como um apartamento de luxo em Salvador e repasses financeiros a empresas ligadas a seus familiares.</p>
<h2>Recurso ao Supremo Tribunal Federal contesta ação da PF</h2>
<p>O recurso apresentado pela defesa de Jaques Wagner ao <a href="https://portal.stf.jus.br/">Supremo Tribunal Federal</a> busca reverter a decisão que permitiu as ações da Polícia Federal. A contestação legal é um procedimento comum em investigações de grande porte, especialmente quando envolvem figuras públicas com foro privilegiado, como senadores. A defesa argumenta que houve erros graves que comprometem a validade da operação.</p>
<p>A atuação do STF nesses casos é crucial para garantir a legalidade dos procedimentos investigativos e a proteção dos direitos individuais, ao mesmo tempo em que permite o avanço das apurações sobre possíveis ilícitos. A decisão do ministro André Mendonça de autorizar a busca e apreensão é agora objeto de análise por parte da corte.</p>
<h2>Detalhes da Operação Compliance Zero e as acusações</h2>
<p>A Operação Compliance Zero, em sua nona fase, tem como objetivo desmantelar um complexo esquema de fraudes, corrupção e lavagem de dinheiro. A investigação da Polícia Federal aponta para um suposto envolvimento do Banco Master, de <b>Daniel Vorcaro</b>, em atividades ilícitas. Além de <b>Jaques Wagner</b>, outro alvo nesta fase da operação foi o banqueiro <b>Augusto Ferreira Lima</b>, ex-sócio de Vorcaro e proprietário do Banco Pleno, que foi liquidado pelo Banco Central em fevereiro.</p>
<p>As acusações contra o senador incluem o recebimento de vantagens indevidas, como um apartamento de luxo em Salvador, avaliado em <b>R$ 2,5 milhões</b>, e repasses de <b>R$ 3,5 milhões</b> a empresas ligadas a seus familiares. A PF também apreendeu <b>US$ 49 mil</b> em espécie, equivalentes a <b>R$ 250 mil</b> na cotação da época, em um endereço ligado ao senador em Brasília.</p>
<h2>A defesa do senador: justificativas e argumentos</h2>
<p>Em nota oficial, a defesa de <b>Jaques Wagner</b>, assinada pelo advogado <b>Pablo Rodrigues</b>, refuta veementemente as acusações e aponta falhas na ação da Polícia Federal. O principal argumento é que o senador jamais atuou no Congresso Nacional para favorecer os interesses do Banco Master. Como prova, a defesa cita uma emenda de autoria de Wagner à Medida Provisória 1106/2022, que propunha limitar juros e proteger consumidores, medida que seria contrária aos interesses de instituições financeiras.</p>
<p>Adicionalmente, a defesa destaca que o senador se posicionou publicamente contra a chamada “Emenda Master”, apresentada pelo senador <b>Ciro Nogueira</b> (PP-PI), durante a tramitação da Proposta de Emenda à Constituição da autonomia operacional do Banco Central. O relator da proposta, senador <b>Plínio Valério</b> (PSDB-AM), corroborou a versão da defesa, afirmando em nota que nunca foi procurado pelo líder do governo para tratar do assunto. Sobre o dinheiro apreendido, a defesa alega que os <b>US$ 49 mil</b> têm origem lícita e comprovada, sendo parte proveniente de diárias declaradas do Senado para missões no exterior e outra parte adquirida por meio de operações oficiais junto a uma instituição financeira, com registro regular. A defesa também menciona que o Ministério Público Federal já havia considerado prematura a apreensão desses bens.</p>
<h2>Investigação sobre pagamentos e movimentações financeiras</h2>
<p>A Polícia Federal continua aprofundando a investigação sobre o suposto esquema bilionário de fraudes e corrupção. As apurações indicam que o montante de <b>R$ 3,5 milhões</b>, supostamente recebido pelo parlamentar, teria origem em uma transferência bancária da empresa <b>PKL One Participações S.A.</b>, dirigida por <b>Andréa Lima Novaes</b> (prima de Augusto Lima e ligada ao grupo do Banco Master/Credcesta), para a <b>BN Financeira Ltda.</b>, uma empresa vinculada ao núcleo familiar do senador <b>Jaques Wagner</b>.</p>
<p>Mensagens encontradas no celular de <b>Augusto Lima</b> também fazem parte do inquérito. Em uma delas, o enteado do senador, <b>Eduardo Mendonça Sodré Martins</b>, teria cobrado valores, afirmando: “Amanhã vence [sic] os boletos e são altos”. Em resposta, Augusto Lima teria vinculado a dificuldade financeira ao insucesso de uma operação entre o Banco Master e o BRB, indicando a complexidade das relações financeiras investigadas.</p>
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		<title>Defesa de Deolane Bezerra recorre ao STJ para anular prisão preventiva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 18:46:21 +0000</pubDate>
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<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/deolane-defesa-stj-prisao-preventiva/">Defesa de Deolane Bezerra recorre ao STJ para anular prisão preventiva</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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<p>Os advogados de Deolane argumentam que a prisão preventiva carece dos requisitos legais necessários para sua aplicação, buscando demonstrar que não há risco concreto à ordem pública ou ao andamento das investigações. Este recurso representa um passo crucial na estratégia legal para contestar a detenção da influenciadora, que tem gerado grande repercussão.</p>
<h2>Ação da Defesa de Deolane no Superior Tribunal de Justiça</h2>
<p>O pedido de habeas corpus (HC) apresentado pela defesa de <b>Deolane</b> Bezerra ao STJ fundamenta-se na alegação de que a prisão preventiva foi determinada com base em argumentos genéricos. Segundo os advogados, não foram detalhadas condutas específicas da influenciadora que justificassem a medida, nem apresentados fatos recentes que corroborem a necessidade da detenção.</p>
<p>A defesa propõe uma série de medidas alternativas à prisão, consideradas menos gravosas, mas igualmente eficazes para garantir a ordem pública e o curso da investigação. Entre as sugestões estão a retenção do passaporte da influenciadora, a proibição de deixar a comarca onde reside e o impedimento de contato com outros indivíduos sob investigação. Além disso, os advogados pleiteiam a substituição da prisão preventiva por domiciliar, argumentando que Deolane é mãe de uma criança de 9 anos e única responsável por seus cuidados, e que os crimes imputados não envolvem violência ou grave ameaça.</p>
<h2>Análise do STJ: Desdobramentos e o Papel do Ministério Público</h2>
<p>Inicialmente, a Presidência do STJ manifestou entendimento de que o pedido de habeas corpus não poderia ser analisado de imediato. A justificativa foi que a solicitação de liberdade ainda não havia sido completamente julgada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), que atua como instância anterior no processo. Essa decisão inicial reflete o rito processual, que geralmente exige o esgotamento das vias recursais em instâncias inferiores antes da apreciação pelo tribunal superior.</p>
<p>Diante desse posicionamento, os advogados de Deolane recorreram da decisão da Presidência do STJ, solicitando uma nova análise do caso. O processo foi então encaminhado para manifestação do Ministério Público, que emitirá um parecer sobre a pertinência do recurso. A posição do MP será um elemento importante para a subsequente deliberação do tribunal.</p>
<h2>A Investigação por Lavagem de Dinheiro e o Monitoramento Internacional</h2>
<p>A prisão preventiva de Deolane Bezerra está inserida no contexto de uma investigação mais ampla sobre um suposto esquema de lavagem de dinheiro. As autoridades brasileiras, incluindo a Polícia Civil e o Ministério Público de São Paulo, têm trabalhado para desarticular redes criminosas que utilizam mecanismos financeiros para ocultar a origem ilícita de recursos.</p>
<p>O caso ganhou contornos internacionais com a revelação de que a polícia brasileira contou com o auxílio da Interpol para monitorar a rotina da influenciadora na Itália antes de sua prisão. Esse monitoramento sugere a complexidade da investigação e a abrangência das operações que envolvem a suposta rede criminosa. A lavagem de dinheiro é um crime complexo que frequentemente envolve transações transnacionais e exige cooperação entre diferentes agências de segurança.</p>
<h2>Argumentos da Defesa e as Condições da Prisão Preventiva</h2>
<p>A defesa de Deolane Bezerra reitera que a prisão preventiva, por ser uma medida excepcional, deve ser aplicada apenas quando estritamente necessária e com base em fatos concretos que demonstrem risco à investigação ou à ordem pública. A ausência de detalhamento da conduta específica da influenciadora e a falta de fatos recentes que justifiquem a medida são pontos centrais na argumentação dos advogados.</p>
<p>Enquanto o recurso tramita, Deolane Bezerra permanece detida em uma cela especial na penitenciária de Tupi Paulista, onde, segundo informações, não está recebendo visitas. A situação da influenciadora continua a ser acompanhada de perto, com a expectativa de novos desdobramentos no Superior Tribunal de Justiça. Para mais informações sobre o funcionamento do STJ e seus processos, visite o site oficial: <a href="https://www.stj.jus.br/" target="_blank">Superior Tribunal de Justiça</a>.</p>
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		<title>Prisão de Felipe Vorcaro é mantida por Mendonça no STF</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 14:51:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="696" height="398" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779461516872.jpg?fit=696%2C398&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779461516872.jpg?w=1344&amp;ssl=1 1344w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779461516872.jpg?resize=300%2C171&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779461516872.jpg?resize=1024%2C585&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779461516872.jpg?resize=768%2C439&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779461516872.jpg?resize=735%2C420&amp;ssl=1 735w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779461516872.jpg?resize=696%2C398&amp;ssl=1 696w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779461516872.jpg?resize=1068%2C610&amp;ssl=1 1068w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /><p><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779461516872.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779461516872.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779461516872.jpg?zoom=2&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779461516872.jpg?zoom=3&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 450w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Ministro André Mendonça vota pela manutenção da prisão de Felipe Vorcaro; Gilmar Mendes pede vista e suspende julgamento no STF.</p>
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<p>Logo após a manifestação do relator, o ministro <b>Gilmar Mendes</b> solicitou vista do processo, suspendendo temporariamente o julgamento no plenário virtual da Corte. O mesmo procedimento foi adotado por <b>Mendes</b> em relação ao caso de <b>Henrique Vorcaro</b>, pai de <b>Daniel Vorcaro</b>, que também se encontra sob custódia das autoridades desde a semana anterior.</p>
<h2>Fundamentos para a manutenção da custódia</h2>
<p>A decisão de <b>Mendonça</b> converteu a prisão temporária de <b>Felipe Vorcaro</b> em preventiva, baseando-se em evidências colhidas durante a <b>Operação Compliance Zero</b>. O magistrado ressaltou que o investigado teria mantido atividades ilícitas mesmo após o início das fases ostensivas da operação policial, demonstrando uma notável capacidade de reorganização criminosa.</p>
<p>Relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) apontaram movimentações financeiras vultosas, totalizando cerca de R$ 18,4 bilhões entre 2019 e 2026. Segundo o relator, <b>Felipe Vorcaro</b> assumiu o protagonismo da estrutura após a prisão de seu primo, <b>Daniel Vorcaro</b>, utilizando empresas de fachada para ocultar a origem dos recursos.</p>
<h2>Estruturas societárias e movimentações suspeitas</h2>
<p>O voto do ministro detalhou a criação da empresa <b>Infrasolar Holding Ltda.</b> em abril de 2026. Apesar de possuir um capital social declarado de apenas R$ 1 mil, a entidade movimentou mais de R$ 132 milhões em um intervalo de poucos dias, caracterizando, segundo a investigação, uma manobra para &#8220;descarimbar&#8221; capitais de origem ilícita.</p>
<p>Mensagens interceptadas pela Polícia Federal reforçam a tese de que o grupo operava com o intuito deliberado de ocultar patrimônio. As tratativas reveladas pelos investigadores indicam um planejamento sofisticado para a movimentação de valores, envolvendo o uso de contas de passagem e estruturas societárias complexas.</p>
<h2>Investigações sobre o núcleo político</h2>
<p>O processo também tangencia possíveis irregularidades envolvendo o senador <b>Ciro Nogueira</b> (PP). De acordo com os autos, <b>Felipe Vorcaro</b> teria atuado na transferência de 30% de uma empresa para familiares do parlamentar, com um deságio superior a R$ 12 milhões, além de operacionalizar repasses mensais que oscilavam entre R$ 300 mil e R$ 500 mil.</p>
<h2>Risco de fuga e obstrução da justiça</h2>
<p>Um dos pontos cruciais para a manutenção da prisão foi a tentativa de fuga registrada em janeiro deste ano, em <b>Trancoso</b>, na <b>Bahia</b>. Imagens de segurança mostram <b>Felipe Vorcaro</b> deixando uma residência em um carrinho de golfe minutos antes da chegada das equipes policiais, levando apenas equipamentos eletrônicos e deixando pertences pessoais para trás.</p>
<p>Para o ministro <b>Mendonça</b>, tal comportamento evidencia o risco à aplicação da lei penal e a tentativa de obstrução da colheita de provas. A capacidade do investigado de se antecipar a ações policiais sugere, segundo o magistrado, a existência de vazamentos ou monitoramento das atividades das forças de segurança, tornando medidas cautelares alternativas insuficientes para garantir a ordem.</p>
<p>Para mais detalhes sobre o andamento dos processos no tribunal, consulte o portal oficial do <a href="https://portal.stf.jus.br/">Supremo Tribunal Federal</a>.</p>
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		<title>Polícia Federal apura repasses da Refit a ex-secretário da Casa Civil</title>
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		<pubDate>Fri, 15 May 2026 16:02:08 +0000</pubDate>
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<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/refit-pf-investiga-ex-secretario-casa-civil/">Polícia Federal apura repasses da Refit a ex-secretário da Casa Civil</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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<p>A investigação sugere que Jonathas Castro teria recebido valores da <b>Refit</b> por meio de uma empresa de consultoria de sua propriedade, a <b>Sary Consultoria e Participações LTDA</b>. Este desdobramento faz parte de uma operação mais ampla que visa desarticular um sofisticado esquema de sonegação fiscal, lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio, liderado por <b>Ricardo Magro</b>, apontado como um dos maiores fraudadores de impostos do Brasil.</p>
<h2>A mira da PF sobre o ex-secretário da Casa Civil</h2>
<p>A <b>Sary Consultoria e Participações LTDA</b>, empresa na qual <b>Jonathas Assunção Salvador Nery Castro</b> detém 100% de participação societária, está no centro das investigações. Segundo a Polícia Federal, a companhia recebeu uma série de depósitos significativos em um curto período. Entre os dias 17 e 31 de março de 2025, a conta da empresa registrou a entrada de <b>R$ 765.698,09</b> provenientes diretamente da <b>Refit</b>.</p>
<p>Além dos valores da refinaria, a <b>Sary</b> também recebeu repasses de outras empresas ligadas ao grupo de <b>Ricardo Magro</b>. Foram identificados <b>R$ 382.849,04</b> da <b>ROAR INOVAÇÃO</b>, <b>R$ 320.263,13</b> da <b>FERA LUBRIFICANTES</b> e <b>R$ 62.585,89</b> da <b>FLAGLER</b>. No total, a empresa de <b>Jonathas</b> movimentou <b>R$ 1.320.000,00</b> ao longo de março de 2025. A PF caracteriza a <b>Sary</b> como uma &#8220;empresa de passagem&#8221;, sem despesas operacionais relevantes, indicando que os valores creditados eram rapidamente transferidos para a conta pessoal de <b>Jonathas</b>.</p>
<h2>O complexo esquema do Grupo Refit e Ricardo Magro</h2>
<p>O empresário <b>Ricardo Andrade Magro</b>, controlador do <b>Grupo Refit</b>, é o principal alvo da Operação Sem Refino. Ele é apontado como líder de uma organização criminosa responsável por um prejuízo estimado em mais de <b>R$ 52 bilhões</b> aos cofres públicos, principalmente em ICMS não recolhido nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo. <b>Ricardo Magro</b> vive em Miami, nos Estados Unidos, há mais de dez anos e não retorna oficialmente ao Brasil desde 2018.</p>
<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) decretou a prisão preventiva de <b>Ricardo Magro</b> e solicitou a inclusão de seu nome na Difusão Vermelha da Interpol, um mecanismo internacional para a captura de foragidos. A operação desta sexta-feira (15) cumpriu mandados de busca e apreensão na casa do ex-governador do Rio de Janeiro, <b>Cláudio Castro</b>, e na sede da refinaria, localizada em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.</p>
<h2>Mecanismos de fraude e cooptação de agentes públicos</h2>
<p>A investigação da Polícia Federal detalha um esquema sofisticado de sonegação fiscal, lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio. O grupo de <b>Ricardo Magro</b> teria utilizado empresas de fachada, fundos de investimento, holdings e offshores em paraísos fiscais para dissimular suas operações. Além disso, a PF aponta a cooptação de agentes públicos para garantir benefícios fiscais e decisões judiciais favoráveis à organização.</p>
<p>O documento da investigação cita a atuação do grupo junto a diversos órgãos, incluindo a Secretaria de Fazenda do Rio de Janeiro, a Agência Nacional do Petróleo (ANP), a Receita Federal, a Procuradoria do Estado e até mesmo membros do Poder Judiciário. Essas articulações teriam como objetivo obter vantagens indevidas e barrar a concorrência, consolidando o domínio do esquema criminoso.</p>
<h2>A rota internacional do dinheiro ilícito</h2>
<p>A PF também revelou que parte significativa dos lucros obtidos com as atividades ilícitas era enviada para o exterior. Os recursos eram direcionados, especialmente, para empresas e fundos localizados em jurisdições como Delaware (EUA), Bahamas e Malta, conhecidas como paraísos fiscais. Esse dinheiro, posteriormente, retornava ao Brasil disfarçado de investimentos legítimos ou era utilizado para a aquisição de imóveis e outros ativos, que eram blindados contra eventuais execuções judiciais.</p>
<p>O pedido de inclusão de <b>Ricardo Magro</b> na Difusão Vermelha da Interpol visa justamente possibilitar sua prisão em qualquer país membro da organização e, consequentemente, sua extradição para o Brasil, onde responderá pelas acusações. Para mais informações sobre as operações da Polícia Federal, acesse o <a href="https://www.gov.br/pf/pt-br" target="_blank">site oficial da instituição</a>.</p>
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