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	<title>Arquivo de sociedade - Jornal Sete</title>
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		<title>Eleitorado brasileiro: TSE divulga perfil demográfico e distribuição dos votantes no país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 16:42:45 +0000</pubDate>
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<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/eleitorado-brasileiro-perfil-demografico-tse-votantes/">Eleitorado brasileiro: TSE divulga perfil demográfico e distribuição dos votantes no país</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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<p>A análise aprofundada permite compreender melhor a composição da base eleitoral em cada unidade da federação, destacando tendências de idade, escolaridade e a presença de grupos específicos, como eleitores com deficiência e aqueles que utilizam nome social. Este levantamento é fundamental para entender a dinâmica social e política do país.</p>
<h2>Panorama nacional: a distribuição do eleitorado pelo Brasil</h2>
<p>A distribuição do eleitorado pelo território nacional revela concentrações significativas em algumas regiões. O estado de <b>São Paulo</b> mantém sua posição como o maior colégio eleitoral do país, com impressionantes <b>34,1 milhões</b> de eleitores, o que representa mais de um quinto do total nacional. Em seguida, destacam-se <b>Minas Gerais</b> (16,4 milhões), <b>Rio de Janeiro</b> (12,9 milhões) e <b>Bahia</b> (11,3 milhões).</p>
<p>Juntos, esses quatro estados somam aproximadamente <b>74,7 milhões</b> de pessoas, correspondendo a quase metade de todo o eleitorado brasileiro. No extremo oposto, <b>Roraima</b> figura como o menor colégio eleitoral, com <b>401,6 mil</b> votantes, seguido por <b>Amapá</b> (577,7 mil) e <b>Acre</b> (614,6 mil), que completam a lista dos três menores eleitorados do país.</p>
<h2>Idade e escolaridade: as características predominantes dos votantes</h2>
<p>A faixa etária de <b>40 a 44 anos</b> se destaca como o grupo mais numeroso em <b>17 estados</b>, incluindo grandes centros como São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Essa predominância sugere uma base eleitoral madura em grande parte do Brasil. Contudo, em estados como Pará, Maranhão e Amazonas, a faixa de <b>25 a 29 anos</b> é a mais expressiva, indicando um eleitorado mais jovem nessas regiões.</p>
<p>No que tange à escolaridade, o <b>ensino médio completo</b> é o grau de instrução mais comum entre os eleitores em <b>22 unidades da federação</b>. São Paulo lidera em números absolutos, com <b>11,4 milhões</b> de eleitores com ensino médio completo. As exceções são Rio Grande do Sul, Paraíba, Piauí, Alagoas e Sergipe, onde o <b>ensino fundamental incompleto</b> forma o maior grupo. Para os brasileiros aptos a votar no exterior, o <b>ensino superior completo</b> é a escolaridade mais comum, com <b>353,5 mil</b> registros.</p>
<h2>Inclusão e diversidade: eleitores com deficiência e uso de nome social</h2>
<p>O levantamento do TSE também aborda aspectos de inclusão, registrando <b>1,97 milhão</b> de eleitores que declararam alguma deficiência. Em termos absolutos, <b>São Paulo</b> concentra o maior número, com <b>511 mil</b> registros, seguido por Minas Gerais e Rio de Janeiro. Proporcionalmente, o <b>Rio Grande do Norte</b> lidera com <b>1,60%</b> de seu eleitorado declarando deficiência, enquanto Goiás apresenta o menor percentual.</p>
<p>A utilização de nome social no cadastro eleitoral também foi detalhada, com um total de <b>40.155</b> eleitores. <b>São Paulo</b> novamente se destaca, com <b>12.669</b> registros, representando quase um terço do total nacional. Rio de Janeiro, Minas Gerais e Ceará também apresentam números significativos. Esses dados refletem a crescente atenção à diversidade e à inclusão no processo democrático brasileiro.</p>
<h2>Voto no exterior: o perfil dos brasileiros aptos a eleger fora do país</h2>
<p>O eleitorado brasileiro no exterior totaliza <b>918.941</b> pessoas aptas a votar. Diferentemente do perfil predominante nos estados, a faixa etária de <b>40 a 44 anos</b> também é a mais numerosa nesse grupo, com <b>125.365</b> eleitores. A escolaridade mais comum entre esses votantes é o <b>ensino superior completo</b>, com <b>353.484</b> registros, o que aponta para um perfil distinto em comparação com o eleitorado nacional.</p>
<p>Adicionalmente, o cadastro no exterior inclui <b>6.615</b> eleitores com deficiência e <b>369</b> que utilizam nome social, demonstrando que as políticas de inclusão se estendem aos cidadãos brasileiros residentes fora do país. Para mais informações sobre o eleitorado e o sistema eleitoral, consulte o <a href="https://www.tse.jus.br/" target="_blank" rel="noopener dofollow">site oficial do Tribunal Superior Eleitoral</a>.</p>
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		<title>Tarifas dos EUA: brasileiros duvidam da influência de Flávio Bolsonaro para reversão</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 11:55:08 +0000</pubDate>
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<p>O estudo, realizado entre os dias 10 e 13 de julho, antes da decisão dos Estados Unidos de impor uma tarifa de 25% ao Brasil em 15 de julho, buscou capturar a visão dos cidadãos sobre a atuação política em um tema de grande impacto econômico. Os resultados apontam para uma divisão clara na percepção da força política para influenciar decisões internacionais.</p>
<h2>Ceticismo público sobre a influência nas tarifas</h2>
<p>A pesquisa Genial/Quaest indicou que 58% dos brasileiros consideram que <b>Flávio Bolsonaro</b> não possui a força necessária para convencer o então presidente dos Estados Unidos, <b>Donald Trump</b>, a reconsiderar as tarifas contra produtos brasileiros. Em contraste, 34% dos entrevistados avaliam que o senador teria capacidade para conseguir a reversão dessas medidas. Uma parcela de 8% não soube ou não quis responder à questão.</p>
<p>O levantamento foi realizado presencialmente com 2.004 pessoas com 16 anos ou mais, apresentando uma margem de erro estimada de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. Além disso, a pesquisa revelou que a maioria dos brasileiros, 57%, desconhecia a viagem de <b>Flávio Bolsonaro</b> aos Estados Unidos com o objetivo de discutir as tarifas propostas por <b>Trump</b>, enquanto 43% afirmaram ter conhecimento da iniciativa.</p>
<h2>Impacto das tarifas na intenção de voto</h2>
<p>As tarifas impostas pelos Estados Unidos também foram analisadas sob a ótica de seu potencial impacto na intenção de voto dos eleitores brasileiros. O levantamento da Quaest questionou os entrevistados sobre como o “tarifaço” afetava sua vontade de votar em determinados candidatos. Os dados mostram uma inclinação maior para um dos nomes mencionados.</p>
<p>Quando perguntados sobre quem o “tarifaço” aumentaria a vontade de votar, 42% dos entrevistados apontaram para <b>Lula</b>, em comparação com 39% na rodada de junho. Já para o senador <b>Flávio Bolsonaro</b>, o índice foi de 27%, uma queda em relação aos 30% registrados no mês anterior. Outros candidatos mantiveram 23% da preferência, e 8% não souberam ou não responderam.</p>
<h2>Diferentes narrativas sobre a origem das tarifas</h2>
<p>A pesquisa também explorou a concordância dos entrevistados com as explicações apresentadas por dois líderes políticos sobre a motivação das novas tarifas. Um dos líderes, <b>Lula</b>, argumenta que as medidas são uma retaliação ao Pix, enquanto o senador <b>Flávio Bolsonaro</b> atribui as tarifas às declarações de <b>Lula</b> contra os Estados Unidos.</p>
<p>No panorama geral, 49% dos brasileiros concordam mais com a narrativa de <b>Lula</b> de que as tarifas são uma retaliação ao Pix, um aumento em relação aos 46% de junho. Por outro lado, 33% concordam mais com a explicação de <b>Flávio Bolsonaro</b>, que viu seu índice cair de 36%. Uma parcela de 10% não concordou com nenhum dos dois, e 8% não souberam ou não responderam.</p>
<p>Entre os eleitores que se declaram independentes, a concordância com a tese de <b>Lula</b> da retaliação ao Pix foi de 44%, subindo de 39% em junho. Já a concordância com a visão de <b>Flávio Bolsonaro</b>, que atribui as tarifas a declarações políticas, foi de 24% entre os independentes, uma leve queda de 26% em relação ao mês anterior. Cerca de 17% dos independentes não concordaram com nenhuma das explicações, e 15% não souberam ou não responderam.</p>
<h2>Variações de concordância entre grupos políticos</h2>
<p>A análise da Quaest também detalhou as mudanças na concordância com as narrativas sobre as tarifas entre diferentes segmentos políticos. Na direita não bolsonarista, a parcela que concorda com a explicação de <b>Flávio Bolsonaro</b> para as tarifas caiu de 75% para 67%. No mesmo grupo, a concordância com a tese de <b>Lula</b> oscilou de 11% para 15%.</p>
<p>Entre os eleitores bolsonaristas, o apoio à explicação de <b>Flávio Bolsonaro</b> recuou de 87% para 82%. A concordância com a narrativa de <b>Lula</b>, por sua vez, aumentou de 1% para 4% dentro deste grupo. Esses dados ilustram as nuances da opinião pública e a forma como diferentes bases eleitorais interpretam os eventos de política internacional e suas implicações internas. <a href="https://www.gov.br/comex/pt-br/comercio-exterior" target="_blank" rel="noopener dofollow">Saiba mais sobre o comércio exterior brasileiro.</a></p>
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		<title>Por que brasileiros veem piora econômica? Redes sociais e novos desejos de consumo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 07:06:56 +0000</pubDate>
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<p>Sua pesquisa, desenvolvida em coautoria com o economista Guilherme Klein Martins, explora como fatores como a inflação persistente, a comparação com períodos de maior mobilidade social e, principalmente, a influência das redes sociais na formação de novos desejos de consumo contribuem para essa percepção negativa. O estudo sugere que as aspirações de consumo, globalizadas e intensificadas pelo ambiente digital, criam um abismo entre o que é alcançável e o que é desejado, gerando frustração mesmo diante de avanços econômicos.</p>
<h2>O paradoxo econômico e a percepção popular</h2>
<p>O Brasil tem apresentado números positivos em sua economia. O desemprego atingiu <b>5,6%</b> em maio deste ano, o menor patamar para o mês desde o início da série histórica. O Produto Interno Bruto (PIB) cresceu <b>3,2%</b> em 2023, com projeções de <b>3,4%</b> para 2024 e <b>2,3%</b> para 2025. Além disso, <b>17,5 milhões</b> de brasileiros saíram da pobreza entre 2022 e 2024, evidenciando um avanço social significativo.</p>
<p>Contudo, a realidade percebida pela população diverge desses dados. Uma pesquisa Genial/Quaest de junho revelou que <b>44%</b> dos entrevistados acreditam que a economia do país piorou nos últimos <b>12 meses</b>, enquanto apenas <b>20%</b> afirmam que melhorou. Essa <b>insatisfação econômica</b>, que contrasta com os indicadores oficiais, é o cerne da investigação de Laura Carvalho, detalhada em seu artigo &#8220;Paradoxos do Lulismo: a desconexão entre resultados macroeconômicos e percepção sobre a economia&#8221;.</p>
<h2>Fatores por trás da desconexão: inflação e aspirações</h2>
<p>A análise da economista aponta para quatro fatores principais que explicam o descompasso. A inflação, mesmo que controlada, tem efeitos persistentes sobre o bem-estar da população, corroendo o poder de compra. Outro ponto é a comparação com o ciclo de mobilidade social vivido nos anos 2000, durante os primeiros governos do presidente Lula, quando uma nova classe média emergiu com acesso a bens e serviços antes inatingíveis.</p>
<p>No entanto, o impacto mais significativo vem da mudança nos desejos de consumo, fortemente impulsionada pelas redes sociais. &#8220;Com as redes sociais, as pessoas têm acesso ao padrão de consumo de classes muito mais ricas, de forma muito mais fácil&#8221;, observa Carvalho. Essa exposição globaliza as aspirações, fazendo com que a nova classe média não se contente mais com as conquistas básicas, gerando uma sensação de insatisfação constante. A frustração de uma geração escolarizada que não encontra empregos compatíveis com sua formação também agrava o cenário.</p>
<h2>Desigualdade de riqueza e o papel da dívida pública</h2>
<p>Apesar dos gastos governamentais com políticas sociais, o Brasil mantém uma das maiores desigualdades do mundo, conforme o World Inequality Report 2026. Laura Carvalho explica que essa desigualdade é caracterizada pela alta concentração de renda e patrimônio no topo da pirâmide, enquanto a desigualdade entre o meio e a base foi reduzida por programas sociais e valorização do salário mínimo.</p>
<p>A economista defende que o debate sobre a tributação precisa avançar para incluir alguma forma de taxação de riqueza. &#8220;A concentração de riqueza é mais elevada do que a da renda, o que faz com que a desigualdade se perpetue&#8221;, afirma. Ela também destaca o papel da dívida pública, que, ao pagar juros elevados, &#8220;acaba transferindo renda para os mais ricos e atuando para perpetuar essa desigualdade elevada&#8221;.</p>
<h2>Propostas para um novo ciclo de prosperidade</h2>
<p>Para reverter a percepção de piora e construir um novo ciclo de prosperidade, Laura Carvalho propõe uma agenda abrangente. Ela defende o crescimento do PIB, acompanhado de uma robusta redistribuição de renda e a taxação de grandes fortunas. A expansão de serviços públicos de qualidade, como educação e saúde, é vista como fundamental para melhorar o bem-estar da população.</p>
<p>A economista também enfatiza a necessidade de políticas industriais que gerem empregos qualificados, capazes de absorver a crescente população escolarizada. Além disso, a regulação e a proteção social para trabalhadores informais e de aplicativos são cruciais para garantir um desenvolvimento mais inclusivo e equitativo. O debate sobre a taxação de riqueza, iniciado com a reforma do Imposto de Renda, deve ser aprofundado para corrigir a acumulação histórica e combater a influência desproporcional do topo da pirâmide no sistema político. <a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4n3k2g2v6go" target="_blank" rel="noopener dofollow">A entrevista completa com a economista pode ser lida na BBC News Brasil.</a></p>
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		<title>Participação feminina na política: ex-governador Zema defende avanço e combate à corrupção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 16:34:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="696" height="398" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783442093973.jpg?fit=696%2C398&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783442093973.jpg?w=1344&amp;ssl=1 1344w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783442093973.jpg?resize=300%2C171&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783442093973.jpg?resize=1024%2C585&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783442093973.jpg?resize=768%2C439&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783442093973.jpg?resize=735%2C420&amp;ssl=1 735w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783442093973.jpg?resize=696%2C398&amp;ssl=1 696w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783442093973.jpg?resize=1068%2C610&amp;ssl=1 1068w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /><p><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783442093973.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783442093973.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783442093973.jpg?zoom=2&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783442093973.jpg?zoom=3&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 450w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Participação feminina na política é defendida por Zema como crucial para combater a corrupção, citando o caso Banco Master e dados de criminalidade.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/participacao-feminina-politica-zema-corrupcao/">Participação feminina na política: ex-governador Zema defende avanço e combate à corrupção</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="696" height="398" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783442093973.jpg?fit=696%2C398&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783442093973.jpg?w=1344&amp;ssl=1 1344w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783442093973.jpg?resize=300%2C171&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783442093973.jpg?resize=1024%2C585&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783442093973.jpg?resize=768%2C439&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783442093973.jpg?resize=735%2C420&amp;ssl=1 735w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783442093973.jpg?resize=696%2C398&amp;ssl=1 696w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783442093973.jpg?resize=1068%2C610&amp;ssl=1 1068w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783442093973.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783442093973.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783442093973.jpg?zoom=2&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783442093973.jpg?zoom=3&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 450w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Em um evento focado no mercado financeiro feminino, o pré-candidato à Presidência e ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, reiterou a importância da ampliação da presença de mulheres na esfera política. A declaração, feita em São Paulo, associou diretamente o aumento da participação feminina a um combate mais eficaz à corrupção, mencionando o caso Banco Master como exemplo.</p>
<p>Zema argumentou que a menor incidência de mulheres em casos de delitos e na população carcerária, em comparação com os homens, sugere um potencial para uma política mais íntegra. Suas falas geraram debate, especialmente considerando declarações anteriores sobre o papel das mulheres em atribuições domésticas e familiares.</p>
<h2>Zema defende papel das mulheres no combate à corrupção</h2>
<p>Durante o evento Women Invest, o ex-governador Romeu Zema enfatizou a necessidade de as mulheres avançarem em sua participação na política. Ele expressou a convicção de que essa maior presença contribuiria significativamente para a redução da corrupção no país.</p>
<p>Para ilustrar seu ponto, Zema citou o caso Banco Master, afirmando não se recordar de mulheres envolvidas nas investigações. Ele também mencionou dados sobre a população carcerária, destacando que a maioria esmagadora é composta por homens, o que, em sua visão, demonstra uma menor propensão feminina a cometer delitos.</p>
<h2>O contexto do caso Banco Master e Operação Compliance Zero</h2>
<p>O caso Banco Master, mencionado por Zema, é o foco da Operação Compliance Zero, conduzida pela Polícia Federal. Esta operação investiga suspeitas de fraudes financeiras e possíveis pagamentos de vantagens indevidas que teriam ligação com a instituição bancária, cujo principal nome era o banqueiro Daniel Vorcaro.</p>
<p>As fases mais recentes da investigação envolveram figuras como Ciro Nogueira e Jaques Wagner, além de outros nomes e empresas. A menção de Zema ao caso serviu para reforçar sua tese sobre a integridade feminina no cenário político e financeiro.</p>
<h2>Visão de longo prazo e atribuições femininas</h2>
<p>Questionado sobre suas declarações, Zema associou a participação feminina na política a uma visão de longo prazo e ao cuidado com os filhos. Ele sugeriu que a natureza das mulheres, com sua preocupação inerente com o futuro e os afazeres adicionais relacionados à maternidade, as tornaria mais aptas a uma política nobre e com foco em resultados duradouros.</p>
<p>Essas afirmações vieram dias após Zema ter sido alvo de críticas por comentários sobre beneficiários do programa Bolsa Família. Na ocasião, ele diferenciou as expectativas para homens e mulheres beneficiários, atribuindo às mulheres responsabilidades domésticas e com filhos que justificariam um tratamento distinto.</p>
<h2>Apoio a políticas de combate à violência doméstica e feminicídio</h2>
<p>Além de defender a participação feminina na política, Zema manifestou apoio à ampliação de políticas de atendimento a mulheres vítimas de violência doméstica. Ele destacou programas implementados em Minas Gerais, como iniciativas que visam à autonomia financeira de mulheres agredidas e a expansão de delegacias especializadas.</p>
<p>O ex-governador também se posicionou a favor de penas mais rigorosas para o crime de feminicídio, classificando-o como um absurdo. Em Minas Gerais, houve uma redução na proporção de feminicídios em relação aos homicídios dolosos de mulheres em 2024, embora o Brasil tenha registrado o maior número de feminicídios desde a criação da lei em 2015, com a punição para o crime sendo ampliada em outubro de 2024. Para mais informações sobre o tema, consulte o <a href="https://www.g1.globo.com/politica/noticia/2024/07/07/anuario-brasileiro-de-seguranca-publica-2025-mulheres-vitimas-de-violencia-domestica.ghtml" target="_blank" rel="noopener">Anuário Brasileiro de Segurança Pública</a>.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/participacao-feminina-politica-zema-corrupcao/">Participação feminina na política: ex-governador Zema defende avanço e combate à corrupção</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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		<title>Estudo Datafolha: Quase dobra o número de brasileiros que ligam pobreza à falta de vontade de trabalhar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 07:00:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="696" height="398" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783148451182.jpg?fit=696%2C398&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783148451182.jpg?w=1344&amp;ssl=1 1344w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783148451182.jpg?resize=300%2C171&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783148451182.jpg?resize=1024%2C585&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783148451182.jpg?resize=768%2C439&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783148451182.jpg?resize=735%2C420&amp;ssl=1 735w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783148451182.jpg?resize=696%2C398&amp;ssl=1 696w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783148451182.jpg?resize=1068%2C610&amp;ssl=1 1068w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /><p><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783148451182.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783148451182.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783148451182.jpg?zoom=2&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783148451182.jpg?zoom=3&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 450w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Pesquisa Datafolha mostra que 40% dos brasileiros associam pobreza à preguiça, um aumento significativo em quatro anos, revelando polarização.</p>
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<p>Embora essa visão tenha crescido acentuadamente, a tese de que a pobreza está intrinsecamente ligada à falta de oportunidades iguais para ascender na vida ainda prevalece como a opinião majoritária no país. No entanto, essa perspectiva também registrou uma queda, passando de <b>76%</b> em <b>2022</b> para <b>58%</b> em <b>2026</b>, indicando uma polarização crescente na compreensão das raízes da desigualdade social.</p>
<h2>Aumento da associação entre pobreza e preguiça</h2>
<p>O avanço da ideia de que a pobreza é resultado da &#8220;preguiça&#8221; representa o maior salto na série histórica iniciada pelo Datafolha em <b>2013</b>. Esse percentual atual supera os recordes anteriores, mesmo em períodos de intenso debate político. Em <b>2013</b>, a associação era de <b>32%</b>, atingindo <b>37%</b> em <b>2014</b>, antes de cair para <b>21%</b> em <b>2017</b> e <b>22%</b> em <b>2022</b>. O dado de <b>40%</b> em <b>2026</b> sinaliza uma reconfiguração notável na forma como a sociedade brasileira interpreta a condição de vulnerabilidade.</p>
<p>A pesquisa também registrou que <b>3%</b> dos entrevistados em <b>2026</b> não souberam responder sobre as causas da pobreza. Essa variação nas percepções reflete um cenário complexo, onde fatores econômicos e sociais se entrelaçam com as crenças individuais e coletivas.</p>
<h2>Metodologia e contexto da pesquisa Datafolha</h2>
<p>O levantamento do Datafolha foi conduzido presencialmente entre os dias <b>17</b> e <b>18 de junho</b>, abrangendo <b>2.004</b> eleitores com <b>16</b> anos ou mais. Os participantes foram entrevistados em <b>139</b> municípios brasileiros, garantindo uma amostra representativa da população. A pesquisa possui um nível de confiança de <b>95%</b> e está devidamente registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número <b>BR-09956/2026</b>.</p>
<p>A pergunta sobre a pobreza faz parte do eixo de comportamento da matriz ideológica do instituto, um bloco que explora dez temas cruciais sobre valores sociais e políticos. Entre os assuntos abordados estão questões como armas, criminalidade, uso de drogas e migração, fornecendo um panorama amplo das opiniões dos brasileiros sobre temas sensíveis e relevantes para a sociedade.</p>
<h2>Percepções distintas por renda e ocupação profissional</h2>
<p>A análise detalhada do Datafolha revela que a visão sobre a pobreza varia consideravelmente de acordo com a renda e a ocupação dos entrevistados. Curiosamente, o recorte de pessoas com renda familiar de até dois salários mínimos espelha a média nacional, com <b>40%</b> atribuindo a pobreza à preguiça e <b>58%</b> à falta de oportunidades.</p>
<p>A maior rejeição à ideia de &#8220;preguiça&#8221; como causa da pobreza é observada na faixa mais rica da população. Entre aqueles que ganham mais de <b>10</b> salários mínimos, <b>63%</b> creditam a pobreza à falta de oportunidades. Por outro lado, no critério de ocupação profissional, os extremos se dividem entre empregadores e servidores públicos: <b>56%</b> dos empresários acreditam que a pobreza está ligada à preguiça, o maior índice entre todas as ocupações, enquanto apenas <b>28%</b> dos funcionários públicos compartilham dessa opinião, o menor índice registrado.</p>
<h2>Divisões geracionais e alinhamento político na visão da pobreza</h2>
<p>A pesquisa também destaca um abismo geracional marcante na percepção da pobreza. Os jovens, na faixa etária de <b>16</b> a <b>24</b> anos, são os que mais associam a pobreza a questões estruturais do país, com <b>74%</b> citando a falta de oportunidades e apenas <b>22%</b> apontando a preguiça. Em contraste, os idosos, com <b>60</b> anos ou mais, apresentam um empate técnico, com <b>49%</b> associando à preguiça e <b>48%</b> à falta de oportunidades, evidenciando uma divisão de opiniões entre as gerações.</p>
<p>O alinhamento político dos eleitores também reflete as matrizes ideológicas de esquerda e direita. Entre os eleitores do ex-presidente Lula (PT), <b>70%</b> apontam a falta de oportunidades como causa da pobreza, enquanto <b>28%</b> a associam à preguiça. Já entre os eleitores de Flávio Bolsonaro (PL), a proporção se inverte, com <b>52%</b> associando a pobreza à preguiça e <b>44%</b> à falta de oportunidades, sublinhando a polarização ideológica presente na sociedade brasileira. Para mais informações sobre dados socioeconômicos, consulte o <a href="https://www.ipea.gov.br/portal/" target="_blank">Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)</a>.</p>
<h2>Um olhar histórico sobre a pobreza no Brasil</h2>
<p>A mudança na percepção da pobreza ocorre em um contexto histórico de transformações econômicas no Brasil. No início dos anos <b>2000</b>, o país experimentou um período de crescimento significativo, com o Produto Interno Bruto (PIB) per capita crescendo <b>32%</b>. Esse período foi marcado por uma notável redução da desigualdade e uma diminuição da pobreza pela metade, conforme dados da época. Tais avanços demonstraram a capacidade do país de implementar políticas que impactam positivamente as condições de vida da população.</p>
<p>Apesar desse histórico de progresso, a pesquisa atual sugere uma desconexão entre os dados objetivos de redução da pobreza e a percepção subjetiva de uma parcela crescente da população. Essa divergência pode ser influenciada por diversos fatores, incluindo o cenário político e econômico contemporâneo, que moldam as narrativas sobre as causas e soluções para a pobreza no país.</p>
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		<title>Preferência por menos impostos e serviços privados cresce entre brasileiros, aponta Datafolha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 05:02:57 +0000</pubDate>
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<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/impostos-servicos-privados-datafolha/">Preferência por menos impostos e serviços privados cresce entre brasileiros, aponta Datafolha</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="696" height="398" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783141373725.jpg?fit=696%2C398&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783141373725.jpg?w=1344&amp;ssl=1 1344w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783141373725.jpg?resize=300%2C171&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783141373725.jpg?resize=1024%2C585&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783141373725.jpg?resize=768%2C439&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783141373725.jpg?resize=735%2C420&amp;ssl=1 735w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783141373725.jpg?resize=696%2C398&amp;ssl=1 696w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783141373725.jpg?resize=1068%2C610&amp;ssl=1 1068w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783141373725.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783141373725.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783141373725.jpg?zoom=2&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image_1783141373725.jpg?zoom=3&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 450w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Uma pesquisa recente do Datafolha revela uma mudança significativa na percepção dos brasileiros sobre o papel do Estado na oferta de serviços públicos. Os dados, divulgados nesta sexta-feira (3), indicam que a maioria da população agora prefere pagar menos impostos e arcar com serviços particulares de saúde e educação, em detrimento de uma maior carga tributária para ter acesso a esses serviços gratuitamente pelo Estado.</p>
<p>Este levantamento, que faz parte da matriz ideológica do instituto e explora o eixo econômico da pesquisa, aponta que 50% dos entrevistados manifestam a preferência por uma menor tributação e a contratação de serviços privados. Em contrapartida, 44% defendem o pagamento de mais tributos para que o Estado forneça esses serviços de forma gratuita. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%.</p>
<h2>A preferência nacional por menos impostos e serviços privados</h2>
<p>A pesquisa Datafolha, realizada presencialmente com 2.004 eleitores de 16 anos ou mais em 139 municípios brasileiros nos dias 17 e 18 de junho, mostra uma clara inclinação da população em direção a um modelo com menor intervenção estatal na provisão de serviços essenciais. Este indicador é crucial para compreender a visão dos entrevistados sobre a atuação do governo na economia, abrangendo temas como benefícios públicos, leis trabalhistas e investimentos.</p>
<p>Os resultados atuais representam uma inversão em comparação com a edição anterior da pesquisa, realizada em 2022. Naquela ocasião, as duas posições estavam em um empate técnico, com 46% dos brasileiros preferindo pagar menos impostos e contratar serviços privados, e 48% defendendo mais impostos para serviços públicos gratuitos. A mudança sugere uma reavaliação por parte dos cidadãos sobre a eficiência e o custo-benefício dos modelos de provisão de serviços.</p>
<h2>Diferenças demográficas na percepção sobre tributos e estado</h2>
<p>O estudo do Datafolha também detalha as variações de opinião entre diferentes grupos demográficos, evidenciando como fatores como gênero e religião influenciam a visão sobre a tributação e os serviços públicos. Entre os homens, a preferência por pagar menos impostos e contratar serviços particulares é mais acentuada, atingindo 56%, enquanto 39% optam por mais tributos em troca de serviços gratuitos.</p>
<p>Já entre as mulheres, o cenário se inverte, com 50% preferindo pagar mais impostos para receber serviços públicos, e 44% optando por menos impostos e a iniciativa privada. As diferenças se estendem aos grupos religiosos: 56% dos evangélicos preferem pagar menos impostos, contra 37% que defendem mais tributos para financiar serviços públicos. Entre os católicos, há um empate, com 47% para cada lado da questão.</p>
<h2>Variações de opinião conforme a intenção de voto</h2>
<p>A análise da pesquisa por intenção de voto para a Presidência da República também revela distinções marcantes. Entre os eleitores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a maioria de 59% defende pagar mais impostos para receber serviços públicos gratuitos, enquanto 35% preferem menos impostos e serviços privados. Este dado reflete uma adesão mais forte à ideia de um Estado provedor entre este eleitorado.</p>
<p>Por outro lado, entre os eleitores de Flávio Bolsonaro (PL), a preferência é oposta: 65% optam por pagar menos impostos e recorrer a serviços privados, e 29% defendem mais tributos em troca de serviços públicos gratuitos. Essas divergências sublinham a polarização política e ideológica presente no debate sobre o papel do Estado na economia e na vida dos cidadãos.</p>
<h2>O papel da pesquisa Datafolha na compreensão econômica</h2>
<p>A pergunta sobre a preferência por <b>impostos</b> e serviços integra um conjunto de indicadores utilizados pelo Datafolha para medir a visão dos entrevistados sobre o papel do Estado na economia. Além de questões sobre atuação governamental e benefícios públicos, o instituto avalia temas como leis trabalhistas, investimentos e ajuda estatal a empresas. É importante ressaltar que, segundo o Datafolha, essa questão não representa, isoladamente, a classificação ideológica completa dos entrevistados, mas sim um componente essencial para entender seu posicionamento econômico.</p>
<p>Para mais informações sobre as metodologias de pesquisa, acesse o site oficial do <a href="https://www.datafolha.com.br/" target="_blank" rel="noopener dofollow">Datafolha</a>.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/impostos-servicos-privados-datafolha/">Preferência por menos impostos e serviços privados cresce entre brasileiros, aponta Datafolha</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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		<title>Pré-candidatos à Presidência intensificam foco nas mulheres em 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 03:51:01 +0000</pubDate>
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<p>Este movimento estratégico ganha ainda mais relevância em um cenário de recentes polêmicas, que colocaram em evidência a necessidade de os postulantes ao cargo máximo do país abordarem as pautas femininas com seriedade e propostas concretas. A disputa por essa parcela majoritária do eleitorado promete ser um dos eixos centrais da próxima campanha.</p>
<h2>A força do eleitorado feminino e o cenário político</h2>
<p>Os dados do Painel de Estatísticas Eleitorais do TSE de março de 2026 confirmam a relevância das mulheres na definição dos pleitos. Elas representam 52,85% do eleitorado brasileiro, totalizando 82 milhões de eleitoras, enquanto os homens somam 73,8 milhões. Essa maioria numérica impulsiona os pré-candidatos a direcionarem suas mensagens e plataformas para atender às demandas e anseios desse grupo.</p>
<p>A atenção às pautas femininas foi catalisada por uma crise envolvendo a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e o senador Flávio Bolsonaro. Após Michelle relatar ter sido desrespeitada em discussões políticas, Flávio se desculpou publicamente e reforçou seu compromisso com a defesa das mulheres, repudiando, inclusive, declarações controversas de um aliado sobre o tema.</p>
<h2>Flávio Bolsonaro e a defesa das pautas femininas</h2>
<p>Após a repercussão de suas declarações, <b>Flávio Bolsonaro</b> (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, fez uma live e discursou em evento do PL Mulher, enfatizando que a defesa das mulheres deve ser tratada como uma questão econômica, e não meramente ideológica. Ele argumentou que as mulheres sustentam mais de 70% dos lares brasileiros e são as maiores vítimas de violência, o que exige uma abordagem pragmática.</p>
<p>Desde 2025, o senador tem apresentado propostas legislativas voltadas às mulheres, incluindo uma PEC sobre o direito a uma vida livre de violência. Em 2026, ele propôs a criação de unidades de pronto atendimento à mulher no SUS e a concessão de medidas protetivas imediatas por autoridades policiais em casos de violência doméstica. Em sua pré-campanha, defende ainda prisão imediata e penas mais duras para agressores, castração química para estupradores, microcrédito e empreendedorismo feminino, além de políticas para creches e mães solo.</p>
<h2>Lula e o compromisso com a igualdade de gênero</h2>
<p>O presidente <b>Luiz Inácio Lula da Silva</b> (PT) também tem se posicionado ativamente na pauta feminina, defendendo o aumento da pena para o crime de feminicídio. Em discurso, ele ressaltou a importância de endurecer a punição para agressores, mencionando a necessidade de uso de tornozeleiras eletrônicas e o aumento das penas para quem comete feminicídio, com a primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, à frente dessa pauta.</p>
<p>Em seu atual mandato, o presidente sancionou a lei de igualdade salarial entre homens e mulheres e iniciou o governo com um número recorde de 11 ministras, que, após trocas, passaram a ocupar 8 pastas. Para um eventual novo mandato, Lula tem defendido a ampliação da presença de mulheres na política, com foco especial em candidaturas de mulheres negras e jovens, como forma de promover maior representatividade.</p>
<h2>Renan Santos e Romeu Zema: propostas e controvérsias</h2>
<p><b>Renan Santos</b> (Missão), outro pré-candidato, utilizou suas redes sociais para citar a jornalista <b>Malu Gaspar</b> como exemplo de mulher inspiradora, após ela ser alvo de tentativas de devassa por suas reportagens. Essa postura contrasta com críticas anteriores a Renan por falas envolvendo mulheres, incluindo um vídeo de 2018 que gerou pedido de investigação e sua defesa de <b>Arthur do Val</b> em 2022. Ele também enfrenta uma acusação de estupro e violência doméstica de 2021, que sua defesa afirma ter sido falsa, mas cujas publicações sobre o caso permanecem online.</p>
<p>Em sua pré-campanha, Renan defende o aumento de penas para crimes violentos contra mulheres, punição mais rigorosa para pais que não pagam pensão e a manutenção do Bolsa Família para mães solo em situação de vulnerabilidade. <a href="https://www.tse.jus.br/" target="_blank" rel="noopener dofollow">Acesse o site do TSE para mais informações sobre o eleitorado.</a></p>
<p><b>Romeu Zema</b> (Novo), ex-governador de Minas Gerais, também se manifestou sobre o tema, associando a maior participação das mulheres na política ao combate à corrupção. Em vídeo, Zema afirmou que as mulheres são “mais honestas que os homens” e que sua presença na política levaria a uma queda nos índices de corrupção. Ele também ligou a atuação política feminina a uma “questão biológica” de pensar no futuro devido à maternidade.</p>
<p>Zema expressou o desejo de ter uma mulher como vice e prometeu endurecer penas para agressores. Ele propõe regras diferenciadas para o Bolsa Família, mantendo ou ampliando benefícios para mulheres com filhos, mas exigindo qualificação ou trabalho de homens jovens beneficiários, que ele descreveu como “marmanjões que ficam em casa jogando videogame”.</p>
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		<title>Câmara dos deputados avalia projeto de lei que equipara misoginia ao racismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 03:22:49 +0000</pubDate>
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<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/misoginia-racismo-camara-votacao-pl/">Câmara dos deputados avalia projeto de lei que equipara misoginia ao racismo</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="696" height="398" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782789765796.jpg?fit=696%2C398&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782789765796.jpg?w=1344&amp;ssl=1 1344w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782789765796.jpg?resize=300%2C171&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782789765796.jpg?resize=1024%2C585&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782789765796.jpg?resize=768%2C439&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782789765796.jpg?resize=735%2C420&amp;ssl=1 735w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782789765796.jpg?resize=696%2C398&amp;ssl=1 696w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782789765796.jpg?resize=1068%2C610&amp;ssl=1 1068w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782789765796.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782789765796.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782789765796.jpg?zoom=2&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782789765796.jpg?zoom=3&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 450w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A Câmara dos Deputados se prepara para uma votação crucial que pode redefinir o tratamento legal da <b>misoginia</b> no Brasil. Nesta terça-feira, o plenário deve analisar o Projeto de Lei (PL) que busca equiparar a misoginia ao racismo, estabelecendo penas mais severas para crimes de ódio direcionados a mulheres. A proposta, que já obteve aprovação unânime no Senado Federal em março, chega à Câmara com o objetivo de fortalecer a legislação de proteção feminina e combater a discriminação.</p>
<p>O projeto representa um avanço significativo na busca por justiça e igualdade, ao reconhecer a gravidade da misoginia como uma forma de preconceito que atinge profundamente a dignidade e os direitos das mulheres. A discussão em torno do texto tem gerado intensos debates entre parlamentares e na sociedade, evidenciando a complexidade do tema e a urgência de respostas legislativas eficazes.</p>
<h2>Equiparação legal e agravamento das punições para a misoginia</h2>
<p>O cerne do projeto de lei reside na alteração da Lei do Racismo e do Código Penal, incorporando a misoginia ao rol de crimes inafiançáveis e imprescritíveis. Caso seja aprovado pelo Congresso e sancionado pela Presidência da República, o crime de misoginia passará a prever penas de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. Essa equiparação ao racismo sublinha a seriedade com que o Estado pretende tratar atos de ódio e aversão contra mulheres.</p>
<p>A proposta também estabelece agravantes para a punição em situações específicas. As penas serão aumentadas quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência. Da mesma forma, a participação de dois ou mais indivíduos na prática do crime também resultará em sanções mais rigorosas. A característica de inafiançável e imprescritível significa que não haverá possibilidade de fiança para o agressor e que o delito não prescreverá com o tempo, garantindo que a justiça possa ser buscada a qualquer momento.</p>
<h2>Divergências parlamentares e o debate sobre liberdade de expressão</h2>
<p>Apesar de sua aprovação no Senado, o texto do PL da Misoginia tem gerado controvérsias e divisões na Câmara dos Deputados, especialmente entre as bancadas mais conservadoras. Parlamentares da oposição expressam preocupações de que a proposta possa representar uma ameaça à liberdade religiosa e de expressão, classificando-a como uma tentativa de censura e autoritarismo.</p>
<p>Deputados como Nikolas Ferreira (PL-MG) e Júlia Zanatta (PL-SC) manifestaram publicamente suas críticas, argumentando que o projeto poderia interferir nas relações humanas e na livre manifestação de ideias. Essas posições destacam o delicado equilíbrio entre a proteção de grupos vulneráveis e a garantia dos direitos individuais, um tema central no debate legislativo.</p>
<h2>A redefinição do conceito de misoginia e a defesa da relatora</h2>
<p>Diante das divergências, a relatora da proposta na Câmara, deputada Tábata Amaral (PSB-SP), apresentou um substitutivo que redefine o conceito de <b>misoginia</b>. Na nova redação, o crime é caracterizado como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”. Essa formulação busca ser mais precisa do que a versão original, que definia o termo jurídico como “ódio” ou “aversão” às mulheres.</p>
<p>O texto de Tábata Amaral também integra a misoginia ao artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”, prevendo para esses casos pena de um a três anos de reclusão e multa. Em defesa da urgência do projeto, a relatora citou um caso recente de ataques misóginos no interior de São Paulo, ressaltando a necessidade de estabelecer limites claros sobre o que é tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres. <a href="https://www.camara.leg.br/" target="_blank" rel="noopener dofollow">Acesse mais informações sobre a tramitação de projetos na Câmara dos Deputados.</a></p>
<h2>Impacto no ambiente digital e combate à violência online</h2>
<p>Um dos focos centrais do PL da Misoginia é o combate à violência contra a mulher no ambiente digital, onde os casos têm apresentado um aumento preocupante. A proposta prevê medidas rigorosas para crimes praticados em plataformas online, incluindo a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais e aplicações de internet utilizados para a prática do delito.</p>
<p>Adicionalmente, a pena poderá ser agravada quando o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, seja direta ou indireta, como o aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais. A legislação também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por indivíduos que detêm expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual, reconhecendo o poder de influência e o potencial de dano desses agentes.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/misoginia-racismo-camara-votacao-pl/">Câmara dos deputados avalia projeto de lei que equipara misoginia ao racismo</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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		<title>Interferência dos EUA em facções: 54% dos brasileiros criticam medida, aponta pesquisa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 22:02:14 +0000</pubDate>
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<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/interferencia-eua-faccoes-pesquisa-2/">Interferência dos EUA em facções: 54% dos brasileiros criticam medida, aponta pesquisa</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="696" height="398" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782511330158.jpg?fit=696%2C398&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782511330158.jpg?w=1344&amp;ssl=1 1344w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782511330158.jpg?resize=300%2C171&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782511330158.jpg?resize=1024%2C585&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782511330158.jpg?resize=768%2C439&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782511330158.jpg?resize=735%2C420&amp;ssl=1 735w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782511330158.jpg?resize=696%2C398&amp;ssl=1 696w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782511330158.jpg?resize=1068%2C610&amp;ssl=1 1068w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782511330158.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782511330158.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782511330158.jpg?zoom=2&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782511330158.jpg?zoom=3&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 450w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Uma pesquisa recente da Ipsos-Ipec revelou que a maioria dos brasileiros percebe a classificação de facções criminosas como o PCC e o Comando Vermelho (CV) pelos Estados Unidos como uma <b>interferência</b> em assuntos internos do Brasil. O levantamento, divulgado nesta sexta-feira (26), aponta para uma divisão de opiniões, mas com uma clara inclinação a considerar a ação norte-americana como uma intromissão na soberania nacional.</p>
<p>A medida, anunciada pelo governo dos Estados Unidos, gerou debates intensos no cenário político e social brasileiro, levantando questões sobre os potenciais impactos na segurança pública, na economia e na vida dos moradores de comunidades vulneráveis. A pesquisa oferece um panorama detalhado da percepção da população sobre esses desdobramentos.</p>
<h2>A percepção brasileira sobre a interferência</h2>
<p>O estudo indica que <b>54%</b> dos entrevistados concordam total ou parcialmente que a classificação do PCC e do CV como organizações terroristas pelos EUA constitui uma interferência em questões exclusivas do Brasil. Em contraste, <b>35%</b> discordam total ou parcialmente dessa avaliação, enquanto <b>4%</b> se mantêm neutros e <b>8%</b> não souberam ou não quiseram responder.</p>
<p>A pesquisa foi conduzida entre os dias 13 e 17 de junho, abrangendo <b>2.000</b> entrevistados em <b>130</b> municípios. A margem de erro máxima estimada é de <b>2</b> pontos percentuais, com um nível de confiança de <b>95%</b>, garantindo a representatividade dos dados apresentados.</p>
<h2>Preocupações com a segurança de comunidades e o sistema PIX</h2>
<p>Um dos pontos de maior preocupação para os brasileiros, segundo o levantamento, é a segurança dos moradores de comunidades dominadas por essas facções. Para <b>56%</b> dos entrevistados, a classificação internacional coloca em risco a vida de quem reside nessas áreas, enquanto <b>33%</b> discordam total ou parcialmente dessa afirmação.</p>
<p>Curiosamente, a ameaça ao sistema de pagamentos PIX não se configura como uma preocupação majoritária. Pouco mais da metade dos entrevistados, <b>52%</b>, discordam total ou parcialmente da ideia de que o PIX seria ameaçado pela decisão dos EUA. Apenas <b>33%</b> concordam em parte ou totalmente com essa possibilidade, demonstrando confiança na robustez do sistema financeiro nacional.</p>
<h2>Impactos na segurança pública e economia nacional</h2>
<p>As opiniões se mostram mais polarizadas quando o assunto é a segurança pública de forma geral. Cerca de <b>48%</b> dos brasileiros acreditam que a medida poderia melhorar esse aspecto, enquanto <b>41%</b> discordam. Outros <b>8%</b> não souberam ou não responderam, e <b>3%</b> não concordam nem discordam.</p>
<p>Em relação às possíveis consequências negativas, <b>48%</b> dos entrevistados concordam que a classificação representa uma ameaça aos recursos nacionais, contra <b>39%</b> que discordam. Similarmente, <b>47%</b> veem a medida como prejudicial à economia brasileira, enquanto <b>41%</b> discordam. A cooperação entre as forças policiais brasileiras e dos EUA também gera divisão, com <b>43%</b> acreditando que a parceria pode ser atrapalhada e outros <b>43%</b> discordando dessa possibilidade.</p>
<h2>Desdobramentos da classificação nos Estados Unidos</h2>
<p>A classificação do PCC e do CV como organizações terroristas entrou em vigor em <b>5 de junho</b>, após ser anunciada pelo governo dos Estados Unidos em <b>28 de maio</b>. Essa medida altera a forma como as facções são tratadas pelas autoridades americanas, passando de grupos de narcotráfico e crime organizado para organizações terroristas.</p>
<p>As implicações são significativas: indivíduos e empresas que fornecerem apoio a esses grupos podem ser punidos pelos EUA, com o conceito de apoio sendo amplo e incluindo recursos financeiros, serviços e logística. Instituições financeiras brasileiras com laços no sistema norte-americano enfrentam maior pressão para intensificar seus controles. Além disso, bens em território americano podem ser congelados e pessoas ligadas às facções podem ter restrições de entrada nos EUA. No Brasil, a legislação interna permanece inalterada, tratando os grupos como organizações criminosas.</p>
<h2>O contexto político e a soberania nacional</h2>
<p>A decisão do governo dos EUA representou um revés para o governo brasileiro, que se opunha à classificação. O argumento do governo era que tal medida poderia comprometer a soberania nacional, abrindo precedentes para possíveis ações militares norte-americanas sob o pretexto de combate ao terrorismo. Essa posição foi defendida em meio a uma relação que vinha se aprimorando com o governo americano desde <b>2025</b>.</p>
<p>O anúncio da classificação, feito pelo secretário de estado dos EUA, coincidiu com uma visita de um senador e pré-candidato à presidência à Casa Branca, intensificando o debate político interno. A oposição tem utilizado a postura contrária do governo brasileiro como argumento para alegar uma suposta conivência com o crime organizado, adicionando mais uma camada de complexidade ao cenário político nacional. Para mais informações sobre a pesquisa, acesse <a href="https://www.g1.globo.com/" target="_blank" rel="noopener dofollow">G1</a>.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/interferencia-eua-faccoes-pesquisa-2/">Interferência dos EUA em facções: 54% dos brasileiros criticam medida, aponta pesquisa</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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		<title>Interferência dos EUA em facções: 54% dos brasileiros criticam medida, aponta pesquisa</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 22:02:13 +0000</pubDate>
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<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/interferencia-eua-faccoes-pesquisa/">Interferência dos EUA em facções: 54% dos brasileiros criticam medida, aponta pesquisa</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="696" height="398" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782511330170.jpg?fit=696%2C398&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782511330170.jpg?w=1344&amp;ssl=1 1344w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782511330170.jpg?resize=300%2C171&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782511330170.jpg?resize=1024%2C585&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782511330170.jpg?resize=768%2C439&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782511330170.jpg?resize=735%2C420&amp;ssl=1 735w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782511330170.jpg?resize=696%2C398&amp;ssl=1 696w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782511330170.jpg?resize=1068%2C610&amp;ssl=1 1068w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782511330170.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782511330170.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782511330170.jpg?zoom=2&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image_1782511330170.jpg?zoom=3&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 450w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Uma pesquisa recente da Ipsos-Ipec revelou que a maioria dos brasileiros percebe a classificação de facções criminosas como o PCC e o Comando Vermelho (CV) pelos Estados Unidos como uma <b>interferência</b> em assuntos internos do Brasil. O levantamento, divulgado nesta sexta-feira (26), aponta para uma divisão de opiniões, mas com uma clara inclinação a considerar a ação norte-americana como uma intromissão na soberania nacional.</p>
<p>A medida, anunciada pelo governo dos Estados Unidos, gerou debates intensos no cenário político e social brasileiro, levantando questões sobre os potenciais impactos na segurança pública, na economia e na vida dos moradores de comunidades vulneráveis. A pesquisa oferece um panorama detalhado da percepção da população sobre esses desdobramentos.</p>
<h2>A percepção brasileira sobre a interferência</h2>
<p>O estudo indica que <b>54%</b> dos entrevistados concordam total ou parcialmente que a classificação do PCC e do CV como organizações terroristas pelos EUA constitui uma interferência em questões exclusivas do Brasil. Em contraste, <b>35%</b> discordam total ou parcialmente dessa avaliação, enquanto <b>4%</b> se mantêm neutros e <b>8%</b> não souberam ou não quiseram responder.</p>
<p>A pesquisa foi conduzida entre os dias 13 e 17 de junho, abrangendo <b>2.000</b> entrevistados em <b>130</b> municípios. A margem de erro máxima estimada é de <b>2</b> pontos percentuais, com um nível de confiança de <b>95%</b>, garantindo a representatividade dos dados apresentados.</p>
<h2>Preocupações com a segurança de comunidades e o sistema PIX</h2>
<p>Um dos pontos de maior preocupação para os brasileiros, segundo o levantamento, é a segurança dos moradores de comunidades dominadas por essas facções. Para <b>56%</b> dos entrevistados, a classificação internacional coloca em risco a vida de quem reside nessas áreas, enquanto <b>33%</b> discordam total ou parcialmente dessa afirmação.</p>
<p>Curiosamente, a ameaça ao sistema de pagamentos PIX não se configura como uma preocupação majoritária. Pouco mais da metade dos entrevistados, <b>52%</b>, discordam total ou parcialmente da ideia de que o PIX seria ameaçado pela decisão dos EUA. Apenas <b>33%</b> concordam em parte ou totalmente com essa possibilidade, demonstrando confiança na robustez do sistema financeiro nacional.</p>
<h2>Impactos na segurança pública e economia nacional</h2>
<p>As opiniões se mostram mais polarizadas quando o assunto é a segurança pública de forma geral. Cerca de <b>48%</b> dos brasileiros acreditam que a medida poderia melhorar esse aspecto, enquanto <b>41%</b> discordam. Outros <b>8%</b> não souberam ou não responderam, e <b>3%</b> não concordam nem discordam.</p>
<p>Em relação às possíveis consequências negativas, <b>48%</b> dos entrevistados concordam que a classificação representa uma ameaça aos recursos nacionais, contra <b>39%</b> que discordam. Similarmente, <b>47%</b> veem a medida como prejudicial à economia brasileira, enquanto <b>41%</b> discordam. A cooperação entre as forças policiais brasileiras e dos EUA também gera divisão, com <b>43%</b> acreditando que a parceria pode ser atrapalhada e outros <b>43%</b> discordando dessa possibilidade.</p>
<h2>Desdobramentos da classificação nos Estados Unidos</h2>
<p>A classificação do PCC e do CV como organizações terroristas entrou em vigor em <b>5 de junho</b>, após ser anunciada pelo governo dos Estados Unidos em <b>28 de maio</b>. Essa medida altera a forma como as facções são tratadas pelas autoridades americanas, passando de grupos de narcotráfico e crime organizado para organizações terroristas.</p>
<p>As implicações são significativas: indivíduos e empresas que fornecerem apoio a esses grupos podem ser punidos pelos EUA, com o conceito de apoio sendo amplo e incluindo recursos financeiros, serviços e logística. Instituições financeiras brasileiras com laços no sistema norte-americano enfrentam maior pressão para intensificar seus controles. Além disso, bens em território americano podem ser congelados e pessoas ligadas às facções podem ter restrições de entrada nos EUA. No Brasil, a legislação interna permanece inalterada, tratando os grupos como organizações criminosas.</p>
<h2>O contexto político e a soberania nacional</h2>
<p>A decisão do governo dos EUA representou um revés para o governo brasileiro, que se opunha à classificação. O argumento do governo era que tal medida poderia comprometer a soberania nacional, abrindo precedentes para possíveis ações militares norte-americanas sob o pretexto de combate ao terrorismo. Essa posição foi defendida em meio a uma relação que vinha se aprimorando com o governo americano desde <b>2025</b>.</p>
<p>O anúncio da classificação, feito pelo secretário de estado dos EUA, coincidiu com uma visita de um senador e pré-candidato à presidência à Casa Branca, intensificando o debate político interno. A oposição tem utilizado a postura contrária do governo brasileiro como argumento para alegar uma suposta conivência com o crime organizado, adicionando mais uma camada de complexidade ao cenário político nacional. Para mais informações sobre a pesquisa, acesse <a href="https://www.g1.globo.com/" target="_blank" rel="noopener dofollow">G1</a>.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/interferencia-eua-faccoes-pesquisa/">Interferência dos EUA em facções: 54% dos brasileiros criticam medida, aponta pesquisa</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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