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	<title>Arquivo de veto - Jornal Sete</title>
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	<title>Arquivo de veto - Jornal Sete</title>
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		<title>Legislativo autoriza repasses a municípios em período eleitoral, ignorando alertas técnicos</title>
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		<pubDate>Thu, 21 May 2026 18:44:58 +0000</pubDate>
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<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/doacoes-municipios-periodo-eleitoral-congresso/">Legislativo autoriza repasses a municípios em período eleitoral, ignorando alertas técnicos</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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<p>A medida levanta debates significativos sobre a integridade do processo eleitoral e o uso da máquina pública, especialmente em um contexto pré-eleitoral, onde a igualdade de condições entre os candidatos é um pilar fundamental da democracia.</p>
<h2>A controvérsia sobre as doações eleitorais</h2>
<p>A legislação eleitoral brasileira tradicionalmente impõe um &#8216;defeso eleitoral&#8217;, que proíbe repasses a municípios em um período que antecede o pleito. Essa regra visa prevenir que o envio de dinheiro público influencie indevidamente a disputa e beneficie determinados candidatos ou grupos políticos. No entanto, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) aprovada pelo Congresso introduziu uma exceção a essa restrição.</p>
<p>Essa brecha permite as chamadas &#8216;doações onerosas&#8217;, que exigem alguma forma de contrapartida do ente recebedor. A preocupação de especialistas reside na amplitude dessa contrapartida, que pode ser mínima, como a oferta de um terreno ou uma pequena complementação financeira. Na prática, isso poderia permitir que municípios recebam recursos públicos em período eleitoral, contornando o espírito da proibição original.</p>
<h2>Alinhamento técnico contra a medida</h2>
<p>As consultorias de Orçamentos, Fiscalização e Controle do Senado e de Orçamento e Fiscalização Financeira da Câmara dos Deputados se alinharam aos argumentos do Executivo. Em seus pareceres, as áreas técnicas do próprio Legislativo apontaram a inconstitucionalidade da medida, baseando-se na Lei Eleitoral, que é uma norma permanente.</p>
<p>Os consultores argumentaram que uma lei temporária, como a LDO, não possui competência para criar exceções a uma norma permanente. A intenção do legislador, segundo eles, sempre foi evitar o uso da máquina pública para favorecer candidaturas, excetuando apenas casos de calamidade pública, estado de emergência ou a manutenção de programas sociais já instituídos em lei e em execução.</p>
<h2>Preocupações com a integridade do processo eleitoral</h2>
<p>Organizações da sociedade civil que monitoram o uso de recursos públicos expressaram severas críticas à decisão. Especialistas avaliam que a regra das <b>doações</b> onerosas pode abrir espaço para transferências indiretas de recursos durante o período eleitoral, comprometendo a lisura do pleito. Por exemplo, um parlamentar poderia destinar recursos por emenda a um órgão federal, que, por sua vez, faria a doação de bens a um município.</p>
<p>Em situações como a doação de equipamentos ou veículos, a prefeitura poderia cumprir a exigência de contrapartida com uma pequena complementação financeira ou o custeio de parte dos materiais. Essas organizações alertam que a medida legaliza o abuso de poder político, com o Legislativo e o Executivo utilizando a máquina pública em benefício próprio, o que resultaria em maior iniquidade na disputa eleitoral.</p>
<h2>O princípio da anualidade e a gestão fiscal</h2>
<p>Durante o debate, parlamentares defenderam a manutenção do veto, argumentando que uma alteração na Lei Eleitoral deveria respeitar o princípio da anualidade. Este princípio determina que mudanças nas regras das eleições só podem entrar em vigor se aprovadas com pelo menos um ano de antecedência do pleito, visando evitar alterações de última hora que possam afetar a igualdade entre os candidatos.</p>
<p>Além disso, a área técnica do Congresso também defendeu a manutenção de outro veto presidencial, que dispensava pequenos municípios de comprovar regularidade fiscal para receber recursos federais ou firmar convênios. Segundo os consultores, a flexibilização excessiva da exigência de regularidade fiscal não favorece uma gestão diligente e viola normas do Direito Financeiro, respaldando a necessidade de manter o veto.</p>
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		<title>AGU defende inconstitucionalidade e suspensão imediata da Lei da Dosimetria</title>
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		<pubDate>Thu, 21 May 2026 02:19:08 +0000</pubDate>
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<p>A posição da AGU surge em meio à análise de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) apresentada por uma importante associação de imprensa. A decisão final sobre a constitucionalidade da Lei da Dosimetria caberá ao Supremo Tribunal Federal (STF), que já havia suspendido a eficácia da norma por meio de uma liminar, sinalizando indícios de irregularidades e potenciais impactos em investigações e julgamentos em andamento.</p>
<h2>Análise da Advocacia-Geral da União sobre a Lei da Dosimetria</h2>
<p>O parecer elaborado pela Advocacia-Geral da União detalha uma série de argumentos que fundamentam a defesa pela inconstitucionalidade da Lei da Dosimetria. A norma foi promulgada em 8 de maio, após o Congresso Nacional derrubar um veto presidencial, e sua aprovação gerou imediata repercussão no cenário jurídico e político do país. Entre os pontos de maior preocupação está a possibilidade de que a lei beneficie condenados pelos ataques de 8 de janeiro de 2023, incluindo um ex-presidente que teve sua pena estabelecida em um julgamento sobre a trama golpista.</p>
<p>Ainda em maio, um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) concedeu uma medida liminar que suspendeu a eficácia da lei. A decisão provisória foi baseada na avaliação de que havia fortes indícios de inconstitucionalidade e um risco concreto de que a aplicação da lei pudesse interferir negativamente em investigações e processos judiciais em curso, comprometendo a busca por justiça e a integridade do sistema legal.</p>
<h2>Questionamentos Formais e Materiais da Norma</h2>
<p>A AGU, em sua análise, apontou tanto vulnerabilidades formais quanto materiais no processo legislativo e no conteúdo da Lei da Dosimetria. Do ponto de vista formal, o parecer destaca a fragmentação indevida de um veto presidencial e a ausência de retorno do projeto à Câmara dos Deputados após a introdução de modificações substanciais no Senado. Tais falhas procedimentais podem comprometer a validade da legislação desde sua origem.</p>
<p>Materialmente, a Advocacia-Geral da União argumenta que a norma promove um abrandamento desproporcional das penas aplicadas a crimes que atentam contra o Estado Democrático de Direito. Essa flexibilização, segundo a AGU, viola princípios fundamentais da Constituição, como a individualização da pena, que exige que a sanção seja adequada à culpabilidade de cada indivíduo, e a isonomia, que garante tratamento igual perante a lei. A lei, ao facilitar a progressão de regime e reduzir sentenças para atos cometidos por multidões, oferece uma proteção insuficiente à ordem constitucional.</p>
<h2>Implicações para a Ordem Constitucional e a Redemocratização</h2>
<p>Diante das vulnerabilidades identificadas, a AGU manifestou-se favoravelmente à concessão de uma medida cautelar para suspender imediatamente a eficácia da Lei da Dosimetria. A preocupação central é o risco de <b>impunidade</b> fundada em interesses casuísticos, o que poderia abrir precedentes perigosos e minar a credibilidade do sistema de justiça.</p>
<p>Além disso, o órgão alertou para a possibilidade de retrocessos irreversíveis no processo de redemocratização do país. A leniência em relação a crimes contra as instituições democráticas poderia sinalizar uma fragilidade na resposta do Estado a tais ameaças, comprometendo a estabilidade e a segurança jurídica. A manutenção da lei, na visão da AGU, poderia desincentivar a responsabilização por atos que visam subverter a ordem democrática.</p>
<h2>O Próximo Passo no Supremo Tribunal Federal</h2>
<p>Apesar da liminar já concedida por um ministro, o tema da Lei da Dosimetria ainda aguarda análise pelo plenário do Supremo Tribunal Federal. A expectativa é que a Corte realize o julgamento definitivo da validade da lei até o fim deste mês, proferindo a palavra final sobre sua constitucionalidade. A decisão do STF será crucial para definir o futuro da norma e estabelecer um importante precedente jurídico sobre a punição de crimes contra o Estado Democrático de Direito.</p>
<p>Acompanhe as próximas etapas deste processo fundamental para a justiça e a estabilidade institucional do Brasil em fontes confiáveis como o site do <a href="https://www.stf.jus.br/" target="_blank" rel="noopener">Supremo Tribunal Federal</a>.</p>
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		<title>População brasileira se opõe à redução de penas para envolvidos no 8 de janeiro, revela pesquisa</title>
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		<pubDate>Sun, 17 May 2026 19:22:37 +0000</pubDate>
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<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/penas-8-janeiro-populacao-contra-reducao/">População brasileira se opõe à redução de penas para envolvidos no 8 de janeiro, revela pesquisa</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="696" height="398" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779045754379.jpg?fit=696%2C398&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779045754379.jpg?w=1344&amp;ssl=1 1344w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779045754379.jpg?resize=300%2C171&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779045754379.jpg?resize=1024%2C585&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779045754379.jpg?resize=768%2C439&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779045754379.jpg?resize=735%2C420&amp;ssl=1 735w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779045754379.jpg?resize=696%2C398&amp;ssl=1 696w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779045754379.jpg?resize=1068%2C610&amp;ssl=1 1068w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779045754379.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779045754379.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779045754379.jpg?zoom=2&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1779045754379.jpg?zoom=3&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 450w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Uma pesquisa recente da Quaest, divulgada neste domingo, revela que a maioria da população brasileira se manifesta contra a redução das penas aplicadas aos indivíduos envolvidos nos atos de 8 de janeiro. O levantamento, que capta a percepção pública sobre um tema de grande repercussão nacional, surge em um momento crucial após o Congresso Nacional derrubar um veto presidencial a um projeto de lei que impacta diretamente as sentenças desses condenados.</p>
<p>A discussão em torno da dosimetria das penas para crimes contra o Estado Democrático de Direito tem gerado intenso debate. A nova legislação, que já está em vigor, pode beneficiar centenas de pessoas condenadas pelos eventos ocorridos na capital federal, incluindo figuras políticas de destaque, e a opinião pública demonstra uma clara inclinação pela manutenção das punições originais.</p>
<h2>Rejeição Popular à Redução de Penas para o 8 de Janeiro</h2>
<p>Os dados da Quaest indicam que <b>52%</b> dos entrevistados são contrários à redução das penas para os envolvidos nos atos de 8 de janeiro. Em contraste, <b>39%</b> se declararam a favor da medida, enquanto <b>9%</b> não souberam ou não quiseram responder à questão. Essa divisão reflete a polarização existente na sociedade brasileira em relação aos acontecimentos e suas consequências jurídicas.</p>
<p>A análise por perfil político revela nuances importantes. A rejeição à redução de penas é mais acentuada entre os eleitores que se identificam com a esquerda, mas não se alinham especificamente ao lulismo. Por outro lado, a adesão à redução é maior entre aqueles que se autodenominam bolsonaristas. Entre os eleitores considerados independentes, a oposição à redução das penas atinge <b>58%</b>, com <b>31%</b> a favor e <b>11%</b> indecisos.</p>
<h2>A Percepção Sobre o Projeto de Lei da Dosimetria</h2>
<p>Além de questionar sobre a posição em relação à redução das penas, a pesquisa Quaest também buscou entender a percepção dos eleitores sobre o propósito do Projeto de Lei da Dosimetria. A pergunta central era se a lei foi aprovada com o intuito de reduzir a pena de um ex-presidente ou a de todos os condenados.</p>
<p>Os resultados mostram que <b>54%</b> dos entrevistados acreditam que o principal objetivo da lei é reduzir a pena do ex-presidente Jair Bolsonaro. Apenas <b>34%</b> consideram que a intenção é beneficiar todos os condenados, e <b>12%</b> não souberam ou não responderam. O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e realizou <b>2.004</b> entrevistas em todo o país, entre os dias 8 e 11 de maio, com uma margem de erro de <b>dois</b> pontos percentuais.</p>
<h2>O Caminho Legislativo da Lei que Altera as Penas</h2>
<p>A trajetória do Projeto de Lei da Dosimetria começou em janeiro, quando o presidente Lula vetou integralmente a proposta. Na ocasião, o veto foi justificado pela preocupação de que a redução das penas pudesse, de alguma forma, estimular crimes contra a ordem democrática do país. No entanto, em <b>30 de abril</b>, deputados e senadores reverteram a decisão presidencial.</p>
<p>A derrubada do veto ocorreu com ampla maioria no Congresso Nacional. Na Câmara dos Deputados, foram <b>318</b> votos a favor da derrubada e <b>144</b> contra. No Senado Federal, o placar foi de <b>49</b> votos pela derrubada e <b>24</b> contra. Uma semana depois, em <b>8 de maio</b>, o presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre, promulgou a lei, que entrou em vigor imediatamente. A oposição celebrou a decisão como uma vitória política.</p>
<h2>Implicações da Nova Lei e o Papel do STF</h2>
<p>Com a derrubada do veto, a nova legislação prevê a redução das penas e do tempo de cumprimento em regime fechado para os condenados pelos atos golpistas. Um dos pontos centrais da lei é que ela impede a soma das penas de dois crimes específicos: abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado. Nesses casos, prevalece a punição considerada mais grave, com um acréscimo que varia de <b>1/6</b> até a metade da pena.</p>
<p>A lei também estabelece a possibilidade de redução de pena para crimes cometidos em contexto de multidão, desde que o condenado não tenha sido o financiador dos atos ou exercido papel de liderança. Apesar de já estar em vigor desde maio, a aplicação da redução de <b>penas</b> não é automática. Conforme a legislação, o <a href="https://www.stf.jus.br" target="_blank">Supremo Tribunal Federal</a> (STF) precisará ser provocado para recalcular as punições, seja pela defesa de um dos condenados, pelo Ministério Público ou por um ministro relator de algum dos casos.</p>
<p>Estima-se que ao menos <b>190</b> pessoas, que foram condenadas por tramar um golpe de Estado no país, podem ser beneficiadas pelas novas disposições da lei, aguardando as análises e decisões da Corte Suprema.</p>
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		<title>Brasil intensifica diálogo com União Europeia para reverter veto à carne brasileira</title>
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		<pubDate>Wed, 13 May 2026 17:43:58 +0000</pubDate>
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<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/brasil-dialoga-ue-veto-carne-brasileira/">Brasil intensifica diálogo com União Europeia para reverter veto à carne brasileira</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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<h2>Esforços brasileiros para reverter veto europeu à carne</h2>
<p>Em uma reunião recente em Bruxelas, o governo brasileiro, representado pelo secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Luis Rua, e pelo embaixador do Brasil junto à UE, Pedro Miguel da Costa e Silva, obteve o compromisso da União Europeia em detalhar suas exigências. O objetivo é que o Brasil possa responder com as medidas necessárias em até duas semanas, garantindo a conformidade com as novas regras antes do prazo final. Ficou acordado também que a análise será feita produto a produto – como carne bovina, frangos, ovos e mel – o que, segundo Rua, deve acelerar o processo de resolução.</p>
<h2>Entenda a decisão da União Europeia e seus motivos</h2>
<p>A União Europeia atualizou sua lista de países que cumprem as regras contra o uso excessivo de antimicrobianos na pecuária, e o Brasil foi o único país do Mercosul a ser excluído, enquanto Argentina, Paraguai e Uruguai permanecem autorizados. Segundo o bloco, a decisão se baseia na falta de garantias do Brasil sobre a não utilização de certas substâncias. A porta-voz da Comissão Europeia para a Saúde, Eva Hrncirova, reiterou que, para o Brasil retornar à lista, é fundamental demonstrar o cumprimento dos requisitos europeus relacionados ao uso de antimicrobianos durante todo o ciclo de vida dos animais. O comissário europeu para a Agricultura, Christophe Hansen, defendeu a medida, afirmando que os produtos importados devem estar sujeitos aos mesmos padrões rigorosos aplicados aos agricultores europeus.</p>
<h2>O papel dos antimicrobianos na pecuária e a legislação brasileira</h2>
<p>Antimicrobianos são substâncias cruciais para tratar e prevenir infecções em animais, mas alguns também podem atuar como promotores de crescimento. A União Europeia proíbe especificamente o uso de antimicrobianos com essa finalidade, citando substâncias como virginiamicina, avoparcina, bacitracina, tilosina, espiramicina e avilamicina. É importante notar que, em <b>abril</b>, o Ministério da Agricultura do Brasil já havia publicado uma portaria proibindo a importação, fabricação, comercialização e uso de alguns desses melhoradores de desempenho, incluindo avoparcina e virginiamicina. Para reverter a exclusão, o Brasil tem como opções restringir legalmente o uso dos demais medicamentos proibidos ou garantir que a carne exportada esteja livre dessas substâncias, sendo esta última uma alternativa mais complexa devido à rastreabilidade.</p>
<h2>Reações do setor agropecuário e o contexto do acordo Mercosul-UE</h2>
<p>A notícia da exclusão gerou descontentamento e surpresa entre as entidades representativas do agronegócio brasileiro. A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) afirmou que o Brasil segue plenamente habilitado e que o setor privado trabalha em conjunto com o Ministério da Agricultura para atender às novas exigências. A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) reforçou que o país cumpre integralmente os requisitos da UE e possui estruturas sanitárias robustas. Já a Associação Brasileira dos Exportadores de Mel (Abemel) expressou surpresa e sugeriu um viés político na decisão, especialmente considerando que o Brasil é um grande produtor de mel orgânico. A Confederação da Agricultura e Pecuária (CNA) e a Frente Parlamentar da Agropecuária manifestaram preocupação, especialmente no contexto do Acordo de Livre Comércio entre Mercosul e União Europeia, que entrou em vigor provisoriamente em <b>1º de maio</b>. Embora o acordo tenha sido assinado recentemente, especialistas como Leonardo Munhoz, doutor em direito agroambiental, esclarecem que a lista de autorização é uma regulamentação sanitária independente e não diretamente ligada ao acordo comercial.</p>
<h2>Caminhos para a retomada das exportações e o futuro do comércio</h2>
<p>A União Europeia representa um mercado estratégico para as proteínas animais brasileiras, sendo o terceiro maior destino da carne bovina e o segundo para carnes em geral, atrás apenas da China. A retomada das exportações depende da rápida e eficaz demonstração de conformidade por parte do Brasil. O processo pode levar à reinclusão do país na lista mesmo após <b>setembro</b>, desde que a adequação seja comprovada. A colaboração contínua entre as autoridades brasileiras e europeias será fundamental para superar este desafio, que ressalta a importância da rastreabilidade e da certificação sanitária no cenário do comércio internacional de alimentos.</p>
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		<title>Promulgação da Lei da Dosimetria pelo Congresso altera cenário de penas do 8 de janeiro</title>
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		<pubDate>Tue, 12 May 2026 10:24:54 +0000</pubDate>
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<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/dosimetria-congresso-promulga-lei-penas-8-janeiro/">Promulgação da Lei da Dosimetria pelo Congresso altera cenário de penas do 8 de janeiro</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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<p>Esta nova legislação abre caminho para a potencial redução de sentenças, incluindo a do ex-presidente Jair Bolsonaro, que foi condenado a 27 anos e três meses de prisão no julgamento da trama golpista. A promulgação reacende o debate sobre a aplicação da justiça e os limites da atuação parlamentar em casos de grande repercussão nacional.</p>
<h2>A controvérsia da Lei da Dosimetria e seu impacto nas condenações</h2>
<p>A Lei da <b>Dosimetria</b>, agora em vigor, estabelece novos critérios para a individualização e cálculo das penas, com implicações diretas para os indivíduos sentenciados pelos ataques de 8 de janeiro. A principal mudança reside na possibilidade de revisão e, em alguns casos, redução das condenações já impostas.</p>
<p>Um dos casos mais notórios que pode ser afetado é o do ex-presidente Jair Bolsonaro, cuja pena de mais de duas décadas e meia poderia ser reavaliada sob as novas diretrizes. A legislação foi inicialmente alvo de veto pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 8 de janeiro deste ano, data que marcou o terceiro aniversário dos ataques, sublinhando a polarização em torno do tema.</p>
<h2>A derrubada do veto presidencial e o rito constitucional</h2>
<p>A decisão de promulgar a lei veio após o Congresso Nacional reverter o veto presidencial. Na última quinta-feira, a Câmara dos Deputados e o Senado Federal votaram pela derrubada do veto, demonstrando uma clara articulação legislativa. Na Câmara, a medida obteve 318 votos favoráveis contra 144 contrários, enquanto no Senado, foram 49 votos a favor da derrubada e 24 contra, superando os quóruns necessários de 257 e 41 votos, respectivamente.</p>
<p>Conforme a Constituição, após a rejeição de um veto presidencial pelo Legislativo, o texto retorna ao chefe do Executivo, que tem um prazo de 48 horas para promulgá-lo. Caso o presidente não o faça, a competência é transferida sucessivamente ao presidente da Câmara, ao presidente do Senado Federal e, por fim, ao vice-presidente da Casa. O presidente Lula optou por não promulgar a Lei da Dosimetria, alegando o desejo de não ter sua &#8220;digital&#8221; no projeto, passando a responsabilidade para Davi Alcolumbre.</p>
<h2>Manobra legislativa de Alcolumbre para evitar conflitos</h2>
<p>Antes da votação crucial, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, realizou uma manobra incomum para assegurar a aprovação do projeto sem gerar conflitos com outra legislação existente. Ele retirou da análise do Congresso um trecho específico da Lei da Dosimetria que entrava em contradição com a Lei Antifacção, uma norma que endureceu as regras para a progressão de regime.</p>
<p>O trecho removido facilitaria a progressão de regime para condenados por crimes considerados graves, como feminicídio e crimes hediondos. A ação de Alcolumbre, descrita como um &#8220;desmembramento&#8221; do veto integral de Lula, permitiu que o Congresso derrubasse o veto ao projeto principal sem reintroduzir as regras mais brandas para esses crimes. Essa &#8220;prejudicialidade&#8221; declarada evitou que a derrubada do veto integral de Lula afetasse a Lei Antifacção, garantindo a manutenção de regras mais rigorosas para crimes graves.</p>
<h2>Reação do governo e a expectativa de judicialização</h2>
<p>Diante da derrota no Congresso, a base do governo já sinalizou que buscará o Supremo Tribunal Federal (STF) para questionar a promulgação da lei. O líder do PT na Câmara, deputado Pedro Uczai (SC), afirmou a intenção de anunciar em breve a judicialização da medida, buscando reverter a decisão parlamentar.</p>
<p>Entre os argumentos que devem ser apresentados ao STF está o &#8220;fatiamento do veto integral&#8221; pelo Congresso, uma prática que os governistas consideram juridicamente questionável. Apesar da articulação, a avaliação interna no Palácio do Planalto é de que o STF provavelmente não intervirá na disputa entre os Poderes, tendendo a manter a decisão tomada pelos parlamentares. Para mais informações sobre política nacional, acesse <a href="https://g1.globo.com/politica/" target="_blank" rel="noopener dofollow">g1.globo.com/politica/</a>.</p>
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		<title>Dosimetria das penas para atos de 8 de janeiro provoca embate político e judicial</title>
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		<pubDate>Tue, 12 May 2026 04:23:56 +0000</pubDate>
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<p>A controvérsia central reside na Lei da Dosimetria, que, ao ser promulgada, alterou a forma como as penas para os crimes relacionados aos atos de 8 de janeiro seriam calculadas, potencialmente resultando em sentenças mais brandas. A decisão do Congresso de derrubar o veto presidencial a essa lei foi um marco, demonstrando a capacidade de articulação de setores da oposição e a fragilidade de certas propostas governamentais no parlamento. Paralelamente, a indicação de uma figura governista ao Supremo Tribunal Federal também foi recusada pelo Senado, sinalizando um período de tensões acentuadas entre os poderes.</p>
<h2>A controvérsia da dosimetria e a derrubada do veto presidencial</h2>
<p>No final de abril, o cenário político foi marcado por um grande acordo que culminou em duas derrotas consecutivas para o governo. Uma delas foi a rejeição, pelo Senado, da indicação de Jorge Messias para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). A outra, de maior impacto direto sobre os condenados pelos atos de 8 de janeiro, foi a derrubada do veto presidencial à Lei da Dosimetria. Esta legislação, agora em vigor, propõe uma redução nas penas aplicadas aos indivíduos sentenciados por sua participação nos eventos de 2023, gerando um debate acalorado sobre a adequação das sanções para crimes contra o Estado Democrático de Direito.</p>
<p>A derrubada do veto presidencial por parte do Congresso Nacional reflete uma articulação política robusta de parlamentares que buscam rever as punições impostas. A promulgação da lei, contudo, não encerrou a discussão, mas a transferiu para o campo jurídico, onde sua constitucionalidade passou a ser questionada. A iniciativa legislativa, vista por muitos como uma tentativa de anistia velada, reacendeu o debate sobre a independência dos poderes e a interpretação das leis em um contexto de alta polarização.</p>
<h2>A intervenção judicial e a suspensão da lei</h2>
<p>Após a promulgação da Lei da Dosimetria, duas ações foram protocoladas na Justiça, questionando a constitucionalidade da nova norma. O ministro Alexandre de Moraes foi sorteado como relator do caso e, em uma decisão monocrática, optou por suspender a aplicação da dosimetria até que a questão seja analisada de forma colegiada pela Corte. Esta medida cautelar visa evitar que a lei produza efeitos antes de um julgamento definitivo sobre sua validade, mantendo as sentenças originais dos condenados por enquanto.</p>
<p>A suspensão da lei pelo ministro Moraes foi amplamente repercutida, com analistas jurídicos e políticos debatendo os méritos da decisão. Enquanto alguns defendem a necessidade de uma análise aprofundada da constitucionalidade da lei, outros criticam a intervenção judicial em uma matéria já decidida pelo Poder Legislativo. A expectativa agora se volta para o plenário do STF, onde os ministros deverão se manifestar sobre a validade da Lei da Dosimetria, definindo o futuro jurídico dos condenados pelos atos de 8 de janeiro.</p>
<h2>Manobras políticas: a ameaça da PEC da Anistia</h2>
<p>Em resposta à suspensão da Lei da Dosimetria pelo Supremo Tribunal Federal, parlamentares alinhados com a oposição, especialmente os bolsonaristas, intensificaram a articulação para ressuscitar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Anistia. Esta PEC, que já havia sido discutida anteriormente, prevê um perdão “amplo, geral e irrestrito” para os crimes relacionados à tentativa de golpe de Estado, buscando uma solução legislativa definitiva para a questão das penas.</p>
<p>A ameaça de reativar a PEC da Anistia adiciona uma nova camada de complexidade ao cenário político. Se aprovada, a PEC poderia anular as condenações e as penas impostas, gerando um confronto direto com as decisões do Poder Judiciário. A movimentação demonstra a persistência de setores políticos em buscar alternativas para os condenados, mesmo diante das barreiras impostas pela Justiça, e sinaliza que o debate sobre as consequências dos atos de 8 de janeiro está longe de ser encerrado.</p>
<h2>Os próximos passos no Supremo Tribunal Federal</h2>
<p>Com a suspensão da Lei da Dosimetria em vigor, os condenados pelos atos de 8 de janeiro aguardam a análise do plenário do Supremo Tribunal Federal. A decisão colegiada da Corte será crucial para determinar se a lei, que busca reduzir as penas, será mantida ou derrubada. A expectativa é que o julgamento aborde não apenas os aspectos formais da legislação, mas também suas implicações para a segurança jurídica e a punição de crimes contra a democracia.</p>
<p>A celeridade com que o STF tratará o tema é um ponto de atenção, dada a urgência e a relevância política e social do caso. A postura da Corte diante da Lei da Dosimetria e da eventual pressão pela PEC da Anistia será um termômetro para a relação entre os poderes e para a consolidação das instituições democráticas no país. O desfecho dessa disputa judicial e política terá profundas consequências para o futuro dos envolvidos e para a interpretação da justiça em momentos de crise.</p>
<p>Para mais informações sobre o cenário político e jurídico brasileiro, acesse <a href="https://g1.globo.com/politica/" target="_blank">g1.globo.com/politica/</a>.</p>
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		<title>Decisão do Supremo Tribunal Federal suspende aplicação da Lei da Dosimetria</title>
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		<pubDate>Sun, 10 May 2026 04:06:07 +0000</pubDate>
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<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/decisao-stf-suspende-lei-dosimetria/">Decisão do Supremo Tribunal Federal suspende aplicação da Lei da Dosimetria</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="696" height="398" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1778385963646.jpg?fit=696%2C398&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1778385963646.jpg?w=1344&amp;ssl=1 1344w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1778385963646.jpg?resize=300%2C171&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1778385963646.jpg?resize=1024%2C585&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1778385963646.jpg?resize=768%2C439&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1778385963646.jpg?resize=735%2C420&amp;ssl=1 735w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1778385963646.jpg?resize=696%2C398&amp;ssl=1 696w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1778385963646.jpg?resize=1068%2C610&amp;ssl=1 1068w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /><img width="150" height="150" src="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1778385963646.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Imagem gerada com IA" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1778385963646.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1778385963646.jpg?zoom=2&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jornalsete.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image_1778385963646.jpg?zoom=3&amp;resize=150%2C150&amp;ssl=1 450w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu suspender a aplicação da Lei da Dosimetria, uma norma que permitiria a redução de penas para condenados em casos específicos. A medida, tomada por um ministro da Corte no sábado (9), visa aguardar a análise da constitucionalidade da lei pelo plenário do tribunal, em face de questionamentos apresentados por entidades representativas.</p>
<p>Essa deliberação tem impacto direto nos processos de execução penal, especialmente para aqueles que já haviam solicitado a revisão de suas sentenças com base na nova legislação. A suspensão garante a segurança jurídica até que a Suprema Corte se manifeste definitivamente sobre a validade da lei.</p>
<h2>A suspensão da Lei da Dosimetria e seus desdobramentos</h2>
<p>A decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) implica que os indivíduos condenados pelos atos de <b>8 de janeiro de 2023</b> terão de aguardar o julgamento do plenário da Corte para que seus pedidos de redução de pena, fundamentados na Lei da Dosimetria, possam ser avaliados. Essa suspensão foi aplicada em pelo menos <b>dez</b> execuções penais, estabelecendo um precedente para casos futuros.</p>
<p>A medida afeta diretamente aqueles que já haviam protocolado solicitações de revisão de suas sentenças e, de forma indireta, estende-se a outros condenados que poderiam vir a apresentar pedidos semelhantes, como a defesa de um ex-presidente, que foi condenado a <b>27 anos e três meses</b> de prisão em julgamento de trama golpista. Na sexta-feira (9), a defesa do ex-presidente solicitou ao STF uma revisão criminal em seu processo, embora este pedido não esteja relacionado à Lei da Dosimetria.</p>
<h2>O contexto da Lei da Dosimetria e sua aprovação</h2>
<p>A Lei da Dosimetria, aprovada em <b>2025</b>, foi concebida para permitir a redução de penas de indivíduos condenados pelos ataques de <b>8 de janeiro de 2023</b>. Sua tramitação no Congresso Nacional culminou com a derrubada de um veto do presidente da República, o que permitiu sua promulgação pelo presidente do Congresso Nacional e entrada em vigor na sexta-feira (8).</p>
<p>A norma gerou intenso debate desde sua concepção, especialmente por seu potencial impacto em sentenças já proferidas. A controvérsia em torno de sua aplicação levou à interposição de ações que questionam sua validade jurídica.</p>
<h2>Questionamentos constitucionais sobre a dosimetria</h2>
<p>As ações que motivaram a suspensão da Lei da Dosimetria foram apresentadas por uma associação de imprensa e por uma federação partidária, que argumentam sobre a inconstitucionalidade de diversos pontos da legislação. Entre as principais críticas, destacam-se a permissão para que crimes contra a democracia, ocorridos em um mesmo contexto, não tenham suas penas somadas, e a possibilidade de redução de sentenças para delitos praticados em situações de multidão.</p>
<p>Além disso, as ações questionam <b>dois</b> incisos que alteram a progressão de regime prevista na Lei de Execução Penal, alegando que a nova lei compromete a integridade do ordenamento jurídico e banaliza ataques à democracia. O ministro relator das ações solicitou informações à Presidência da República e ao Congresso Nacional, que terão <b>5 dias</b> para responder. Posteriormente, órgãos jurídicos federais terão <b>3 dias</b> para se manifestar. <a href="https://portal.stf.jus.br/" target="_blank">O Supremo Tribunal Federal</a> é a mais alta corte do Poder Judiciário brasileiro, responsável por guardar a Constituição Federal e julgar casos de grande relevância nacional.</p>
<h2>Repercussão política e o debate sobre decisões monocráticas</h2>
<p>A decisão de suspender a Lei da Dosimetria gerou reações no cenário político. Um líder da oposição no Senado Federal criticou a medida, afirmando que ela suspendeu a vontade popular. Ele defendeu a aprovação de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que limite as decisões monocráticas capazes de suspender leis aprovadas pelo Congresso.</p>
<p>Esse posicionamento reflete um debate mais amplo sobre os limites e a autonomia do Poder Judiciário em relação ao Legislativo, especialmente em temas que envolvem a interpretação e aplicação de leis de grande impacto social e político.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/decisao-stf-suspende-lei-dosimetria/">Decisão do Supremo Tribunal Federal suspende aplicação da Lei da Dosimetria</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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		<title>Controvérsia sobre a Lei da Dosimetria leva ministro do STF a requisitar informações</title>
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		<pubDate>Fri, 08 May 2026 23:56:47 +0000</pubDate>
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<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/lei-dosimetria-stf-pede-informacoes/">Controvérsia sobre a Lei da Dosimetria leva ministro do STF a requisitar informações</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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<p>Em um movimento inicial crucial para a análise do caso, o ministro <b>Moraes</b> já solicitou esclarecimentos e dados sobre a lei à <b>Presidência da República</b> e ao <b>Congresso Nacional</b>. Ambos os poderes terão um prazo de cinco dias para fornecer as informações requisitadas. Após essa etapa, a <b>Procuradoria-Geral da República</b> (PGR) e a <b>Advocacia-Geral da União</b> (AGU) terão três dias para apresentar suas manifestações sobre o tema, delineando os próximos passos no processo judicial.</p>
<h2>Entenda a Lei da Dosimetria e seu percurso legislativo</h2>
<p>A <b>Lei da Dosimetria</b>, aprovada no ano passado, ganhou destaque por suas disposições que possibilitam a redução de penas para indivíduos condenados por atos como os ataques de <b>8 de janeiro de 2023</b>. Entre os potencialmente beneficiados estaria o ex-presidente <b>Jair Bolsonaro</b>, que foi condenado em um julgamento relacionado à trama golpista, e outros aliados envolvidos nos eventos.</p>
<p>O projeto de lei enfrentou resistência inicial por parte do Poder Executivo. O presidente <b>Luiz Inácio Lula da Silva</b> chegou a vetar a proposta. Contudo, na última semana, o <b>Congresso Nacional</b> reverteu os vetos presidenciais, garantindo a continuidade do trâmite legislativo. A promulgação do texto final foi realizada pelo presidente do <b>Congresso</b>, <b>Davi Alcolumbre</b>, em <b>8 de março</b>, consolidando a lei no ordenamento jurídico.</p>
<h2>Ações no STF buscam suspensão e inconstitucionalidade</h2>
<p>As contestações à nova legislação foram formalizadas no <b>STF</b> por duas entidades de peso: a <b>Associação Brasileira de Imprensa</b> (ABI) e a federação <b>PSOL-Rede</b>. Ambas as petições buscam a suspensão imediata da lei até que o mérito de sua constitucionalidade seja plenamente julgado pela Corte Suprema.</p>
<p>A <b>ABI</b>, em sua argumentação, solicita que o tribunal declare a inconstitucionalidade da lei em pontos específicos. Um dos focos é a permissão para que crimes contra a democracia, quando &#8220;inseridos no mesmo contexto&#8221;, não tenham suas penas somadas. Outro ponto levantado pela <b>ABI</b> é a possibilidade de redução de pena para delitos praticados em situações de multidão. Além disso, a associação questiona dois incisos que promovem alterações na progressão de regime, conforme previsto na <b>Lei de Execução Penal</b>.</p>
<p>A ação da <b>ABI</b> enfatiza que a legislação &#8220;compromete a integridade do ordenamento jurídico, na medida em que banaliza os ataques à democracia e desorganiza o sistema penal e de execução da pena&#8221;, apontando para um possível enfraquecimento das bases democráticas e da estrutura judicial.</p>
<h2>Argumentos da Federação PSOL-Rede contra a Lei da Dosimetria</h2>
<p>Complementando as críticas, a federação <b>PSOL-Rede</b> também apresentou um pedido de suspensão e eventual anulação da <b>Lei da Dosimetria</b>. Para a federação, a finalidade do texto é &#8220;incompatível com a <b>Constituição Federal</b>&#8220;, argumentando que a lei instrumentaliza a atividade legislativa de forma a &#8220;enfraquecer seletivamente a tutela penal do <b>Estado Democrático de Direito</b>&#8220;.</p>
<p>A federação aponta que a legislação parece ter como objetivo &#8220;beneficiar agentes envolvidos em graves ataques às instituições republicanas&#8221;, o que contraria os princípios de um sistema jurídico equitativo e protetor da democracia. As ações agora aguardam as manifestações dos órgãos requisitados para que o ministro <b>Alexandre de Moraes</b> possa dar prosseguimento à análise e eventual decisão sobre as medidas cautelares solicitadas.</p>
<p>Para mais informações sobre o funcionamento do sistema judiciário brasileiro, consulte o site oficial do <a href="https://www.stf.jus.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Supremo Tribunal Federal</a>.</p>
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		<title>Lula sanciona lei com penas mais duras para furto, roubo e estelionato no país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 06:20:11 +0000</pubDate>
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<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/lula-sanciona-lei-aumento-penas-crimes/">Lula sanciona lei com penas mais duras para furto, roubo e estelionato no país</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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<p>A legislação, Lei 15.397, de 2026, originou-se do Projeto de Lei 3.780/2023 e foi aprovada pelo Congresso Nacional após discussões sobre a necessidade de uma resposta mais rigorosa do sistema judiciário. O texto final, contudo, recebeu uma ressalva presidencial que gerou debate sobre a proporcionalidade das sanções.</p>
<h2>O endurecimento das penas para crimes patrimoniais</h2>
<p>A nova lei introduz alterações significativas nas <b>penas</b> aplicadas a crimes contra o patrimônio. Para o furto, a pena geral de reclusão foi elevada de um a quatro anos para um a seis anos. Essa punição pode ser ainda maior em situações específicas, como quando o crime é praticado durante o período noturno, resultando em um aumento de metade da pena.</p>
<p>A legislação também prevê sanções mais severas para furtos que comprometam o funcionamento de serviços essenciais. Isso inclui a subtração de bens de órgãos públicos ou estabelecimentos que fornecem água, energia elétrica, telefonia ou transmissão de dados, bem como equipamentos ferroviários ou metroviários, com penas que variam de dois a oito anos de reclusão. O furto por meio de fraude com o uso de dispositivo eletrônico, conhecido como golpe virtual, teve sua pena aumentada de quatro a oito anos para quatro a dez anos.</p>
<p>O furto de aparelhos de telefonia celular, computadores e outros dispositivos eletrônicos, além de armas de fogo e substâncias explosivas, também foi alvo de agravantes, elevando as penas para quatro a dez anos. Notavelmente, a lei cria um agravante específico para o furto de animais domésticos, com a mesma faixa de pena. Para o crime de roubo, a pena base passa de quatro a dez anos para seis a dez anos, com possíveis aumentos em casos de uso de arma de fogo ou subtração de celulares e outros eletrônicos.</p>
<h2>Novas tipificações e agravantes em fraudes e receptação</h2>
<p>No combate ao estelionato, a Lei 15.397, de 2026, inova ao criar a tipificação específica de “cessão de conta laranja”. Essa medida criminaliza o ato de emprestar, gratuitamente ou mediante pagamento, uma conta bancária para a movimentação de recursos provenientes de atividades ilícitas, buscando coibir uma prática comum em golpes financeiros. Além disso, a norma estabelece o estelionato qualificado por fraude eletrônica, visando punir golpes aplicados por meio de clonagem de dispositivos como celulares e computadores, com prisão de quatro a oito anos. A lei ainda autoriza o Ministério Público a iniciar a ação penal para estelionato sem a necessidade de delegação da vítima.</p>
<p>A lei também fortalece o combate à receptação, que é a aquisição, recebimento ou ocultação de produtos de crime. A pena para este delito foi aumentada de um a quatro anos para dois a seis anos de reclusão. Em casos de receptação de animais de produção, carne ou animais domésticos, as <b>penas</b> são ainda mais rigorosas, variando de três a oito anos de reclusão. A interrupção de serviços telefônicos, telegráficos ou radiotelegráficos também teve sua punição elevada, de detenção de um a três anos para reclusão de dois a quatro anos, com a pena dobrada se o crime ocorrer durante calamidade pública ou envolver a destruição de equipamentos de telecomunicação.</p>
<h2>O veto presidencial e o debate sobre proporcionalidade</h2>
<p>Apesar da sanção, o presidente Lula exerceu seu poder de veto sobre um trecho específico da lei. O veto incidiu sobre a proposta de aumentar a pena de roubo com violência e lesão grave de 7 a 18 anos para 16 a 24 anos. A justificativa presidencial apontou que essa alteração tornaria a pena mínima do roubo qualificado por lesão corporal grave superior à pena mínima prevista para o homicídio qualificado, o que, segundo o presidente, violaria o princípio da proporcionalidade.</p>
<p>A decisão do presidente será agora submetida à análise do Congresso Nacional, em sessão conjunta de senadores e deputados, que decidirão se mantêm ou derrubam o veto. Essa etapa é crucial para a configuração final da legislação e reflete o equilíbrio entre o endurecimento das <b>penas</b> e a garantia da razoabilidade jurídica. O projeto original, PL 3.780/2023, foi de autoria do deputado Kim Kataguiri e teve a relatoria do senador Efraim Filho, que destacou a importância de oferecer aos juízes ferramentas para punir adequadamente crimes que &#8220;aterrorizam a família brasileira&#8221;.</p>
<h2>Impacto e abrangência da nova legislação</h2>
<p>A nova lei representa um marco na legislação penal brasileira, buscando oferecer uma resposta mais robusta à crescente criminalidade, especialmente em um cenário de avanço dos crimes virtuais. Ao abordar desde o furto de celulares até a complexidade das fraudes eletrônicas e a &#8220;cessão de conta laranja&#8221;, a norma tenta se adaptar aos desafios contemporâneos da segurança pública. As mudanças nas <b>penas</b> para latrocínio (roubo seguido de morte), que passam de 20 a 30 anos para 24 a 30 anos de prisão, reforçam a intenção de coibir crimes de alta gravidade.</p>
<p>A expectativa é que o endurecimento das sanções, conforme detalhado no <a href="https://www.gov.br/pt-br/noticias" target="_blank" rel="noopener noreferrer">portal do governo</a>, contribua para a redução da incidência desses delitos, promovendo maior sensação de segurança à população e um ambiente jurídico mais eficaz no combate à criminalidade.</p>
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		<title>Moraes nega revisão de pena a &#8216;Débora do Batom&#8217; por lei ainda não promulgada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação on-line]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 21:20:01 +0000</pubDate>
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<p>O conteúdo <a href="https://jornalsete.com.br/debora-batom-revisao-pena-moraes-pl-dosimetria/">Moraes nega revisão de pena a &#8216;Débora do Batom&#8217; por lei ainda não promulgada</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalsete.com.br">Jornal Sete</a>.</p>
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<h2>debora: cenário e impactos</h2>
<p>A situação de Débora do Batom ganhou destaque nacional após os atos antidemocráticos que culminaram na invasão e depredação das sedes dos Três Poderes. Sua condenação a 14 anos de prisão abrange crimes graves, refletindo a seriedade dos eventos ocorridos na capital federal.</p>
<h2>Condenação e o papel de Débora nos atos de 8 de janeiro</h2>
<p>Débora Rodrigues dos Santos foi sentenciada a uma pena de 14 anos de reclusão por uma série de crimes. Entre as acusações que levaram à sua condenação estão abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado e deterioração do patrimônio tombado. Além disso, ela foi condenada por associação criminosa armada, evidenciando a gravidade das ações atribuídas a ela durante os acontecimentos.</p>
<p>Um dos episódios mais marcantes envolvendo <b>Débora do Batom</b> foi a pichação da frase &#8220;Perdeu, mané&#8221; na estátua &#8220;A Justiça&#8221;, localizada em frente ao edifício do Supremo Tribunal Federal. Esse ato, ocorrido em 8 de janeiro de 2023, tornou-se um símbolo da depredação e do desrespeito às instituições democráticas, sendo amplamente divulgado e associado à sua figura.</p>
<h2>O Projeto de Lei da Dosimetria e a derrubada do veto</h2>
<p>O Projeto de Lei da Dosimetria é uma iniciativa do Congresso Nacional que visa a estabelecer novas diretrizes para a redução de penas de indivíduos condenados pelos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023. Após ser aprovado pelo Legislativo, o projeto foi vetado pelo presidente da República. No entanto, em uma votação recente, parlamentares da Câmara dos Deputados e do Senado Federal decidiram derrubar o veto presidencial, reacendendo o debate sobre as consequências jurídicas dos eventos.</p>
<p>A derrubada do veto representa um passo significativo no processo legislativo, mas não confere validade imediata à medida. Para que o PL da Dosimetria se torne uma lei efetiva, ele precisa ser promulgado. Este projeto tem o potencial de beneficiar um número considerável de pessoas, incluindo ao menos 190 condenados pelos atos, conforme balanço do ministro Alexandre de Moraes, e até mesmo um ex-presidente.</p>
<h2>A situação jurídica atual e os próximos passos</h2>
<p>A rejeição do pedido de revisão de pena por parte do ministro Alexandre de Moraes sublinha a importância da promulgação para a validade de uma lei. Embora o veto tenha sido derrubado, a ausência da promulgação impede que a medida seja aplicada. O texto do PL da Dosimetria será agora encaminhado para a promulgação, um processo que deve ocorrer em até 48 horas, a cargo do presidente da República ou, em sua ausência, do presidente do Senado e, posteriormente, do vice-presidente da Casa.</p>
<p>Somente após a promulgação e a publicação oficial, a nova regra passará a ter validade jurídica. Mesmo após sua entrada em vigor, é importante notar que a lei poderá ser objeto de questionamento no próprio Supremo Tribunal Federal, que terá a prerrogativa de decidir sobre a constitucionalidade e a validade das mudanças propostas.</p>
<h2>Prisão domiciliar e o histórico do caso</h2>
<p>Desde março do ano passado, <b>Débora do Batom</b> cumpre prisão domiciliar, uma condição que foi mantida mesmo após sua condenação definitiva. Inicialmente, ela estava em prisão preventiva, aguardando julgamento pelo Supremo Tribunal Federal. Em setembro, após a conclusão do processo e a condenação, o ministro Alexandre de Moraes decidiu manter o direito à prisão domiciliar para a acusada.</p>
<p>A manutenção da prisão domiciliar, mesmo após a condenação, reflete as particularidades de cada caso e as decisões judiciais baseadas em avaliações específicas. A defesa de Débora continua buscando recursos e revisões, como o pedido recente, para contestar a pena imposta e as condições de seu cumprimento.</p>
<p><a href="https://www.stf.jus.br/" target="_blank" rel="noopener dofollow">Saiba mais sobre o Supremo Tribunal Federal</a></p>
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