Uma mulher de 32 anos vivenciou momentos de terror após ser brutalmente agredida e estrangulada pelo companheiro em Ferraz de Vasconcelos, resultando em uma convulsão. O grave incidente, registrado como tentativa de feminicídio, expõe a complexidade e a urgência da violência doméstica, especialmente em casos onde há um ciclo de reincidência e vulnerabilidade da vítima.
A situação destaca a importância das redes de apoio e das instituições de segurança para mulheres que enfrentam abusos, mesmo após tentativas de reconciliação. A vítima, agora em busca de segurança, acionou as autoridades para garantir sua proteção e a de sua filha.
O boletim de ocorrência detalha que as agressões contra a mulher começaram em 26 de março e se estenderam ao longo de todo o dia dentro da residência do casal. Em um dos episódios mais críticos, o agressor teria esganado a vítima, que perdeu a consciência e, em seguida, sofreu uma convulsão devido à gravidade do ataque.
A mulher relatou à polícia que as discussões, inicialmente por motivos considerados banais, tornaram-se cada vez mais frequentes e intensas. Essa escalada de violência foi particularmente acentuada após o casal ter reatado o relacionamento, apesar de a vítima já ter solicitado medida protetiva anteriormente. A decisão de dar uma nova chance ao relacionamento, infelizmente, não cessou os abusos.
Após o episódio de agressão e estrangulamento, a mulher conseguiu deixar a casa, mas não procurou atendimento médico de imediato. Ao tentar retornar ao imóvel para buscar seus pertences, foi impedida de entrar, o que a deixou em uma situação ainda mais precária.
Atualmente sem moradia e vivendo em situação de vulnerabilidade com sua filha de 2 anos, a vítima se viu sem uma rede de apoio familiar próxima. Diante da urgência, ela buscou auxílio no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), onde recebeu orientação para registrar a ocorrência e buscar as medidas legais necessárias para sua proteção.
A vítima formalizou o pedido de medidas protetivas de urgência, que incluem a proibição de contato por parte do suspeito, o afastamento dele e a suspensão das visitas à filha. Essas ações são cruciais para garantir a segurança imediata da mulher e da criança diante da ameaça iminente.
O caso foi devidamente registrado e será investigado pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Ferraz de Vasconcelos. A atuação da DDM é fundamental para apurar os fatos, coletar provas e garantir que a justiça seja feita, combatendo a impunidade em casos de violência contra a mulher. Para mais informações sobre apoio a vítimas de violência, consulte o Ministério da Mulher.
Fonte: g1.globo.com
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