Arujá acumulou 10.482 vagas formais de emprego entre janeiro e julho de 2026, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta semana pelo Ministério do Trabalho e Emprego. O resultado mantém o ritmo de geração de postos de trabalho no município e tem como principais destaques os setores de Serviços e Comércio.
Os dois segmentos foram responsáveis por mais de 6,5 mil vagas no período. Serviços liderou a geração de empregos, com 3.344 novos postos, seguido pelo Comércio, que registrou 3.202 vagas.
A Indústria, setor tradicional da economia de Arujá, também apresentou desempenho relevante, com 3.143 oportunidades de trabalho criadas nos primeiros sete meses do ano. Na Construção Civil, foram abertas 765 vagas. Já a Agropecuária teve o menor volume, com 28 postos formais.
Para o prefeito Luis Camargo, os números refletem as medidas adotadas pela administração municipal para estimular a atividade econômica e a geração de renda. “Esse número não é obra do acaso. É o reflexo direto de uma gestão que desburocratizou processos, investiu na infraestrutura dos nossos polos e deu segurança jurídica para quem quer produzir e gerar renda em Arujá”, afirmou.
O chefe da pasta, José Carlos, destacou a diversificação dos setores responsáveis pela geração de empregos. Segundo ele, o desempenho de Serviços e Comércio contribui para a circulação de renda no município, enquanto a Indústria mantém sua participação na economia local.
“O destaque nos Serviços e no Comércio mostra que a renda está circulando dentro da própria cidade. Ao mesmo tempo em que mantemos a força da nossa planta industrial, vemos o comércio e o setor produtivo absorvendo a mão de obra”, concluiu.

